[2020] Alguém jogando?

Enfim, uma vez tinha tentado jogar, parei devido aos bugs.

Agora voltei. Com patchs e tudo mais.
E ta bem interessante. :smiley:

Alguém jogando para compartilharmos experiências?

Eu sei que já faz um tempinho que isso foi colocado aqui, mas a esperança é a ultima que morre ^^
Baixei hoje e bendito jogo e não faço a menor idéia do que fazer, está afim de adotar um pupilo? xD

Experiencias no jogo: Comecei um com a Somália, joguei por meia hora, mas não sei te dizer nem o que eu fiz no país!
auhauahuahuahau

Eu estou jogando e ficarei feliz em compartilhar minha experiência com este simulador.
No momento, estou ainda no primeiro ano com o Brasil, trocando tecnologia e comprando o design (com transferência de tecnologia) dos caça “Rafale” da força aérea francesa…
O jogo precisa corrigir a localização do nosso pré-sal, que encontra-se dentro de nossa fronteira marítima, e não fora como aparece no mapa.
Daqui a pouco colocam a Amazonia como “área internacional”…
Mas o jogo em si, apesar de algumas limitações, tem uma proposta muito boa e considero muito divertido e didático investir boas horas na realização de um projeto de país.
Vamos movimentar esse tópico e marcar um multiplayer quando der!
Abraço a todos!

É de jogar no browse? É free? Explica aí.

Alguém sabe onde posso comprar o original por um preço camarada?!

Já havia tentado jogar supreme ruler (SR) anteriormente, mas estava sem tempo para aprendê-lo e o tutorial não ajuda muito - o tutorial e nada é a mesma coisa…

Como estava querendo estudar me divertindo, tentei novamente o SR2 pois havia lido que este possuia um gerenciamento econômico não tão simplório como a maioria dos jogos de estratégia. Enfim, o jogo é bem divertido.

Ele trabalha com o conceito de soberania, não havendo necessidade de tomar todo o território de um país adversário para conquistá-lo, mas apenas sua capital.

Na parte militar, o que mais gostei foi o fato de os mísseis serem tratados como unidades - com exceção dos ar-ar. Há uma infinidade deles, podem ser disparados de várias plataformas - aeronaves, navios, submarinos, artilharia - e o jogador determina as regras para sua utilização.

Por exemplo, jogando com o Brasil, posso orientar meus AMXs, Supertucanos e Cia. a atacarem somente as embarcações inimigas. Eles se abastecem então com mísseis disponíveis no arsenal próprios a esta missão - exocet franceses, por exemplo. Há uma conta para isso: cada míssel possui um “tamanho” específico e a plataforma de disparo deve atender a essa expecificação. Um Supertucano, por exemplo, pode comportar mísseis tamanho 2 (máximo). Além disso está limitado a uma capacidade de mísseis, digamos 6. Daí ele só poder operar com 3 mísseis de tamalho 2 - ou seja, 3 x 2 = 6 .

Um Rafale contudo, pode comportar mísseis de tamanho 8 (máximo), além de possuir uma capacidade também superior ao Supertucano, digamos 64. Daí ele pode carregar 8 mísseis de tamalho 8, ou 32 mísseis dos modelos de “tamanho 2” utilizados pelo Supertucano.

Em contrapartida, é necessário um arsenal parrudo de mísseis. Comprei um modelo de Bombardeiro Estratégico do Japão e construí quatro - cada um me custou U$ 6,0 milhões para construção e mais U$ 3,0 milhões para manutenção anual… O Spirit americano custa U$ 125,0 milhões só para construir… hehehe. A capacidade dessas aeronaves é absurda. Durante um período de apenas duas semanas em guerra com a Venezuela consumiram um arsenal de 3,0 mil mísseis tamanho 4. Claro, sempre é possível detonar umas Nukes e deflagar a WWIII do “todos contra um”…

Abraço, GGA.