Call of Duty: Ghosts

O próximo título da série Call of Duty se chama Call of Duty: Ghosts. A capa do jogo vazou hoje através da rede de supermercados inglesa Tesco.

Os boatos sobre Call of Duty: Ghosts começaram a aparecer no mês passado. O jogo marcaria o início de uma nova sub-série, deixando de lado Modern Warfare, mas ainda focando na guerra do futuro.

Algumas das novidades do jogo, segundo os boatos, seriam:

  • Telas de carregamento dinâmicas. Ao invés de um contador de carregamento o jogo mostraria sequências não-interativas;
  • Capacidade de correr, escorregar e atirar, bem como fazer rolamentos e espreitar pela quina de uma parede;
  • Novo modo de jogo para substituir o Spec Ops;
  • Ambientes mais “destrutíveis”;
  • Terá versões para consoles da próxima geração.

O anúncio oficial do jogo é esperado para maio.

fonte: outerspace.terra.com.br/?dir=not … a_internet

Falando sério mesmo, acho que eles deveriam voltar um pouco para a temática da Segunda Guerra, ou talvez fazer um sobre a WW1

Saudade do Medal of Honor 1 do PSx

PSX é oque? PolySation?

Playstation 1

Eu fiquei na cabeça que seria poly…

Mas me pegou de surpresa, geralmente Playstantion 1 seria PS1 né… mas é como você me explicou

Daqui a pouco vão querer fazer um Call of Duty da Era das Pedras

Guerra do futuro? Meio incerto. Prefiro guerra moderna ou então antiga como WW2 ou WW1. Vamos ver se o jogo pega bem.

Poderia ser uma guerra moderna a lá Vingador do Futuro. Robos, misturados com humanos e alta tecnologia. Quem concorda?

Eu não gosto de jogos que ocorrem no “futuro”, é muita frescura…Já não tem o Crysis pra isso? Não vou comprar, então por mim façam o que quiserem, ultimamente os jogos só vem sendo estragados na mão das grandes produtoras.

Realmente os caras poderiam dar uma mudada, já passamos por dois periodos, WW2 e os “conflitos atuais”… eu queria ver muito algo sobre a primeira guerra. Enfim eu tmbm não gosto muito desse lance futurista, tirando o Crysis.

Eu gostava do Project: Snowblind do PS2…

Games futuristas pra mim sempre são chatos, o único que eu curto é Fallout.
Bom, não espero nada do CoD novo, pra mim a série morreu depois do 4.

Não gosto de jogo futurista não é muita especulação. Bom eu acho que seria interessante fazer um Call Of Duty inspirado nas guerras do Oriente Médio tipo guerra dos seis dias, missões do Mossad. O confronto moderno ainda tem muita coisa para ser explorada, acho que quando ele citou ‘‘futurista’’ quis dizer moderna.

Séria interessante também se houvesse um call of duty dos combates que existem na Africa.

A primeira Guerra é um tema interessante porém eu acho que ta batido.

“Call of Duty: Ghosts” leva franquia para a nova geração de consoles"

A Activision anunciou oficialmente nesta quarta-feira (1º) “Call of Duty: Ghosts”, o próximo capítulo de sua maior franquia, que está sendo desenvolvido pela Infinity Ward, o mesmo estúdio dos títulos da linha “Modern Warfare”.

Com versões para PlayStation 3, Xbox 360, PC e “plataformas da nova geração”, o FPS deverá chegar às lojas no dia 5 de novembro. A página oficial do game no Facebook não possui imagens do jogo e mostra apenas o título do game.

A Activision promete revelar novidades sobre “Call of Duty: Ghosts” antes mesmo da E3 2013, que vai acontcer em junho desse ano.

fonte: jogos.uol.com.br/ultimas-noticia … nsoles.htm

Espero que mudem os gráficos, porque esses já deram o que tinham que dar desde o Black OPS 1.

É facil pra vc dizer isso heim bixão… tem um PC top hehehhe
Bem eu penso mais ou menos assim tmbm, só queria que a engine fosse a mesma, contudo as desenvolvedoras de games andam de mãos dadas com as grandes empresas de hardware, logo jogo novos demandam maquinas novas, ou seja ao passo que vamos daqui a algum tempo pra ter um jogo novo vamos ter sempre de ter um “PC novo”.

Call of Duty: Ghosts" aposta em visual e trama para conquistar nova geração

Ele virou meme na internet, mas a Activision parece nem ligar para isso. Riley, o companheiro canino do jogador em “Call of Duty: Ghosts” é levado a sério pela empresa.

Segundo os representantes da Infinity Ward no estande da Activision na E3 2013, essa é uma das novas técnicas de infiltração que os militares norte-americanos utilizam atualmente.

Mas antes de falar sobre o infame cachorro é preciso falar um pouco da história de “Ghosts”, que segue em uma realidade alternativa em que os eventos de “Mordern Warfare” nunca aconteceram, seus personagens nunca existiram. Aqui é um novo conflito. Uma nova guerra.

Os detalhes são escassos, mas sabemos que um ‘grande evento’ aconteceu nos EUA há 10 anos, acabando com seu status de superpotência mundial.

Em vez de um monte personagens sem muita relação entre si, como nos jogos anteriores, aqui você vai acompanhar a história de dois irmãos que fazem parte de um grupo de soldados chamados Ghosts, que vão lutar contra uma força desconhecida, mas, ao que parece, tem ligação com as companhias petrolíferas da América do Sul.

Uma guerra animal

Durante a E3 a Activision fez uma apresentação que mostrou três partes da campanha solo. A primeira delas, No Man’s Land, se passa em San Diego, agora uma cidade devastada, com casas caindo aos pedaços, prédios desmoronando e ruas destruídas. A mata tomou conta do lugar, dando a impressão de ser qualquer lugar - menos uma cidade dos EUA.

Essa parte foi bastante focada na forma em que Riley é usado no jogo. O seu ‘pet’ é muito mais do que um companheiro controlado por inteligência artificial. Na verdade ele é uma ferramenta de reconhecimento, que se esgueira pela mata, identifica e ataca inimigos desavisados.

O jogador controla o cão com um tablet, dando ordens para ele andar sorrateiramente, latir para chamar atenção ou pular num pescoço dando mole.

Ou seja, ele age como um drone dos games anteriores. Logo no começo da demonstração vimos o cachorro ser a principal arma para se infiltrar em um acampamento tomado por um exército inimigo.

Essa parte do jogo foi bem tensa, com muitos momentos de ação e adrenalina. Porém pude notar que os inimigos não atacavam o cachorro. Na verdade eles fugiam de medo, ficando vulneráveis a disparos do soldado controlado pelo computador.

O produtor que fazia a apresentação foi questionado sobre o que acontece quando o cachorro é morto pelos inimigos e ele respondeu o seguinte: “O que acontece quando seu personagem morre?” – deixando claro que Riley é uma extensão essencial do personagem do jogador.

Uma guerra mascarada

A segunda parte da demonstração acontece na cidade de Caracas, Venezuela. Lá os Ghosts devem invadir um prédio comercial bem alto e eliminar um alvo não revelado.

Como era noite, os fantasmas vestidos de preto utilizam uma técnica de rapel para descer pela lateral do prédio e eliminar uma série de soldados inimigos. Nesse ponto a apresentação do jogo parecia seguir a linha dos jogos de Tom Clancy, como “Rainbow 6” ou os atigos “Splinter Cell”, dando mais atenção à parte tática do que no confronto direto.

Depois de eliminar alguns soldados inimigos, o seu personagem entra na sala de energia do prédio, adiciona uma bomba e elimina um esquadrão de reconhecimento sem chamar atenção.

Ao sair pela janela o jogo mostra uma cena em que o seu soldado elimina mais uns três inimigos sorrateiramente, mas a tela apaga e aparece uma legenda que diz “momentos depois”. A cena corta para o prédio em que os Ghosts estavam desabando. A cena foi rápida, mas bastante emocionante.

A terceira e última parte da apresentação, Into the Deep, mostra os dois irmãos no fundo do mar do Caribe em busca de um navio. O cenário é simplesmente fantástico, dá a impressão de estar assistindo a um documentário sobre a vida marítima do National Geographic ou coisa parecida.

Essa fase, quase uma tech demo, serviu para mostrar a técnica de refração de luz da nova engine de “Call of Duty”, pois os soldados passaram o tempo todo nadando em direção ao objetivo. Apenas no final da demonstração houve um pouco de ação, mas nada muito impressionante.

No final das três demonstrações ficou claro que a Infinity Ward e a Activision vão continuar a entregar aos fãs da série o que eles querem: ação incessante, momentos tensos e uma história cinematográfica.

Tudo ficou mais bonito com a nova engine, desenvolvida para receber de braços abertos a nova geração de consoles. Tudo é muito bonito, muito detalhado e em nenhum momento o jogo engasgou ou mostrou uma deficiência técnica.

Mas continua sendo “Call of Duty”, sem tirar nem por. É um jogo de ação excelente, sim, só que sem novidades substanciais de verdade. É como dizem: em time que está ganhando não se mexe – e esse ditado é seguido ao pé da letra pela Activision.

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fonte: jogos.uol.com.br/ultimas-noticia … eracao.htm

O cachorro vai ser controlado por um tablet? Ele é o q, um ciborgue?

Provavelmente o cão tem um chip no cérebro e tal, hahahaha
Sério, achei ridículo. “Mas continua sendo “Call of Duty”, sem tirar nem por.” Ok, SEM DÚVIDA vai ser o pior CoD de todos. Foda é que ao invés de reclamar, já que a Actvision falou claramente um “CoD completamente novo para a nova geração”, vão comprar, falar mal, comprar DLC, falar mal…