[CG2] Tratado de Götland

[b] A todos os reinos do Leste Europeu, dentre eles Novgorod, Polônia, Hungria e Suécia, com a participação do reino de Brandemburgo
[/b] O Tratado de Götland visa formar uma união entre as potências do Leste Europeu, com o objetivo de evitar eventuais competições ou disputas territoriais, e apenas territoriais. Aqueles países que estiverem interessados em assinar o tratado, apresente-se para seus vizinhos. Caso não esteje muito bem situado no Leste Europeu, aconselho uma votação entre os já países-membros para definir se tal país adentra ou não na aliança. As cláusulas obrigatórias do tratado são:

• 1° Cláusula Obrigatória: A aliança entre os países, incluindo apoio militar obrigatório entre os países-membros no caso de defesa e opcional no caso de ofensiva.
• 2° Cláusula Obrigatória: Acesso militar entre os países para um melhor atuação.

Aqueles que não honrarem suas palavras serão punidos pelos demais.

Entre as cláusulas facultativas que visa o fim da disputa territorial e econômica entre os países do Leste, membros da Liga estão listadas a seguir:

• 1° Cláusula Facultativa: Os países-membros reconhecem a soberania húngara sobre os territórios da Sérvia, Bósnia, Transylvânia e o Império Otomano, especialmente na região do já desfeito Império Bizantino.

• 2° Cláusula Facultativa: Os países-membros reconhecem a soberania de Novgorod sobre as estepes dos muscovitas e territórios da Ásia.

• 3° Cláusula Facultativa: Os países-membros reconhecem a soberania sueca para a dominação da Escandinávia, tais como Noruega, Dinamarca, Finlândia, as ilhas de Götland e Islândia.

• 4° Cláusula Facultativa: Os países-membros reconhecem a soberania brandemburga sobre o território do Sacro Império.

• 5° Cláusula Facultativa: Os países-membros reconhecem a soberania polonesa sobre os territórios da Lituânia e regiões próximas.

• 6° Cláusula Facultativa: Os países-membros se comprometem a ingressar na liga econômica de Novgorod. Salvo às exceções daqueles que já estão em alguma liga econômica. Tal cláusula, sendo facultativa, é opcional.

As cláusulas estão abertas a discussões, e o destino de territórios como os da Ordem Teutônica e a Grécia devem ser revistos, uma vez que são possíveis ambições de dois reinos ou mais membros da liga. Problemas em comum como a Horda Dourada devem ser abordados entre os aliados.

É aconselhável que o país diga qual(ais) cláusula(s) irá aceitar/reprovar.

[i][size=150][b] Adamastor[/b], Representante do Grande Povo Sueco.[/i][/size]
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[b]Em nome do Rei Lazlo V ratifico esse tratado,concordamos com todas as cláusulas do tratado , Que deus abençoe a Húngria e a todos seus aliados.

Norbert Gombokm, Representante do Reino da Húngria [/b]

Em nome do Rei August II.

O Reino da Polônia já havia demonstrado simpatia com os princípios do tratado ao declarar guerra ao Reino da Lituânia, colaborando assim com a união do povo russo. No entanto está pouco claro o que significa “regiões próximas a Lituânia”, bem como a questão da Ordem Teutônica. O Rei August II não pode reinar sem provincias portuárias, e uma Polônia forte será de extrema ajuda contra invasões mulçumanas. Aguardamos uma definição mais específica dos territórios que farão parte de nosso reino, uma vez que o Tratado de Götland, da forma como está escrito, só garante a Polônia poucos territórios sem grande importância na região.

Ricardo I , Representante do Reino da Polônia

Venho em nome do Conselho Regente de Neumark que, após o trágico falecimento do Prinz Friedrich I von Habsburg, assumiu o controle do principado de Brandenburgo até que seu príncipe-herdeiro, Friedrich Wilhelm I von Habsburg, assuma o trono em seu lugar.

O Conselho de Neumark anuncia que o principado de Brandeburgo não assinará o Tratado de Götland pelas seguintes razões:

.Quanto às Cláusulas diversas do Tratado:

1o. : Não está de acordo com a cláusula primeira proposta no Tratado. Não tem interesses em formar uma Aliança militar e política com todos os reinos nele envolvidos, tampouco permiti-los que marchem por suas abençoadas terras.
2o : Não está de acordo com a 1ª Cláusula Facultativa. Não reconhece a soberania húngara sobre os territórios otomanos acima mencionados, tampouco a soberania otomana. Tais territórios ainda são, por direito, do Império Romano do Oriente e hão de ser reclamados um dia.
3o : Não está de acordo com a 4ª Cláusula Facultativa. Não afirma a soberania exclusiva da Casa de Brandenburgo sobre o Sacro Império Romano. Tal soberania tange á todos os Habsburgos mas somente a estes, sejam da Casa de Brandenburgo ou da Casa de Vienna.

.Quanto às soberanias e alianças entre os povos envolvidos no tratado:

O Conselho reafirma suas intenções de apoio aos reinos de Suécia e Polônia. Sendo assim, mesmo que não ratifique este Tratado, se compromete a:

1o : Reconhecer e ativamente suportar a soberania da República de Novgorod sobre todos os territórios eslavos.
2o : Reconhecer o direito divino do Reino de Suécia sobre os demais reinos nórdicos. Foi feita uma revelação ao Bispo de Brandenburgo de que o povo sueco está pré-destinado a unir os Reinos do Norte em um único Império Escandinavo.
3o : Defender a soberania do Reino de Polônia e proteger seu povo contra as Hordas do Leste.
4o : Embora não reconheça o direito de posse do reino Húngaro sobre as terras romanas (Grécia e peninsula de Bizâncio), apoia a iniciativa de expulsão dos demônios muçulmanos de nosso sagrado continente e não vê problemas numa ocupação temporária.

.Quanto à divisão de territórios proposta pelo representante Sueco:

O Conselho gostaria de alertar aos países que assinarem todas as cláusulas deste contrato que o principado de Brandenburgo não apoia a divisão proposta pelo reino de Suécia.

1o : Os territórios de Dantzig, Warmia e Oustpreussen e os povos que o habitam são genuinamente germânicos e pertencem por direito ao principado de Brandenburgo. Não tendo o reino de Polônia nenhum direito sobre estas terras.
2o : Questiona as intenções Suecas trans-bálticas. O povo letônio que habita essas regiões tem uma similaridade muito maior com o povo polonês. O apoio à Polônia numa ação de expansão para essas costas seria muito mais sensata.
3o : Não vê problemas nas demais sugestôes propostas.

O principado de Brandenburgo espera que os líderes do leste analisem as Cláusulas e as proposições com mais cuidado e deseja que a graça de Gott recaia sobre todos.

Gott segne euch alle,

Frederick von Bismarck

repostei o mapa

O Governo Provisório sueco entende as razões que levaram ao Conselho Regente de Neumark von Habsburg a não reconher o tratado, e ainda vê de bom grado as decisões independentes do tratado tomadas pelo mesmo Conselho Regente. Entretanto, é notável um certo mal entendido entre as propostas suecas e o governo Habsburgo.

A divisão dos territórios a oeste traçadas por mim foram apenas um rascunho, tendo eu me empenhado mais do lado balcã. Sendo direito de Brandemburgo, este e somente este poderá decidir quem reinará livremente ou não nas terras vistas como suas. Sendo dois ou cinco reinos a dividir o território imperial, tendo a autorização e aprovação brandemburga, é apenas decisão do governo de tal país. Caso os ocupantes sejam invasores indesejados, o reino da Suécia estará a ordens.

[size=100] Tal questão o reino da Suécia não poderá fazer nada, a não ser sugerir uma negociação separada de tais países por tais territórios. Sendo eles ambições de dois ou mais, estes devem se entender. [/size] O território teutônico ainda é uma questão aberta, pois o enviado de August II ainda não se prontificou a posicionar-se acerca da divisão. O Governo Provisório Sueco está de acordo com o apoio à Polônia, mas um tratado em separado com a República Mercante de Novgorod levanta a necessidade de ideinização pela província finlandesa que será passada à república, portanto é de total direito sueco de deter uma região razoável para si, muito embora a região ou a origem de tal província ser ainda uma questão em aberto. As ilhas entre a Ordem e a Escandinávia devem ser passadas para a Suécia sem hesitação.

É necessário defender a posição sueca de dominação da Dinamarca, sendo está subjugada a futura coroa sueca. A região de Holstein, entretanto, está negociável. Também é importante ressaltar que a Suécia não pretende violar as cláusulas do tratado, parando sua expansão em direção aos aliados no momento que alcançar as terras reconhecidas para nós pelos demais membros.

O restante das hesitações do Conselho Regente é totalmente entendido pelo Governo Provisório. Vida longa ao rei Neumark e que seu reinado seja esplendoroso.

[i][size=150][b] Adamastor[/b], Representante do Grande Povo Sueco.[/i][/size]

[i]Antes de mais nada, saúdo a todos os presentes e iniciativa do Reino da Suécia em começar o processo de aproximação dos povos do Leste. A República de Mercante de Novgorod aceita de bom grado a entrada de vossos mercadores na Liga Comercial de Novgorod, provendo crescimento mutuo entre todos os participantes.

Mas, nosso governante, o excelentíssimo Knyaz Yuriy Nagiey, não vê com bons olhos a ganancia do Reido da Suécia em territórios além das províncias Escandinavas neste momento. Somente será destinado ao Reino Sueco, em um espaço de 20 anos, a ilha de Ösel e ratificando que a ilha de Gotland é de propriedade Sueca.

Assim como reconhecemos a vontade do povo Sueco de se tornar independente, reconhecemos de forma irrevogável o direito de Brandemburgo aos territórios que o representante Sueco tratou de “ceder” a Polonia. O apoio militar e financeiro a Brandemburgo esta assegurado contra a Ordem Teutônica e a divisão territorial já descrita entre os mesmos. Assim como o apoio militar e financeiro ao Reino da Suécia em sua guerra de independência.

Sobre o acesso da Polônia ao mar, é uma situação que deverá ser tratada entre os governos de Novgorod e Brandemburgo. Porém, como efeito de compensação imediata, Mazóvia pode e deve ser integrada a Polônia.

Os territórios lituanos serão divididos. Caberá ao Reino da Polônia e ao governo de Novgorod esta discussão em separado.

Reconheço a legitimidade do Reino da Hungria sobre a Transilvânia

Não temos a prerrogativa em sermos os árbitros de disputa entre países membros, sem a devida analise, portanto, espero que todos os membros se comprometam em fazer o mesmo neste momento.

O caso da Hungria deve ser estudado em reunião a parte, já que é a única, no presente momento, a ter um acordo já firmado com o Reino de Castela. Tal aliança pode interferir, de maneira significativa, a condução da politica externa dos estados membros.

A Aliança militar em caso defensivo esta assegurada a todos os estados membros desse trato. Em caso de guerra declarada por um dos membros, cabe a cada estado membro se dispor em ajuda-lo ou não, sem sofrer sanções entre os membros.

De forma resumida, o tratado deverá abranger;

• Defesa mutua e irrevogável, somente sendo negada a participação de um país caso aja efeitos negativos para algum membro (perca de estabilidade ocasionada por Truce).
• Ingresso, neste momento, na liga mercantil de Novgorod, para assegurar o crescimento deste CoT no leste europeu.
• Em guerras de agressão ocasionados pelos membros dessa aliança, cabe o agressor convidar um país aliado, e este, deve recusar ou não, participar desta guerra.
• Priorizar a independência dos Reinos do Leste frente aos demais reinos europeus.

Estas são as premissas que trazemos para a apreciação dos presentes.

Alexander Lyachin
República Mercante de Novgorod [/i]