[CG3] Discussões pré-jogo

Depende do que vão querer, individual, método clássico ou o de blocos :slight_smile:

Pera gente,

Vou dar um exemplo:

Um jogador de Milão, outro de Naples e outro de Holanda. Os três tem cobiça por territorios franceses ( Milão ao Sul da França, Naples por causa de Provence, Holanda por terras do norte) - Ai esta uma aliança. Não quer dizer que será o jogo todo.

Logo Napoles e Milão, por ventura, disputarão territorios da Italia, logo terão duas vias: Negociar ou guerra.

Outro exemplo pode ser Napoles e Veneza. Ambos tem interesses na penísula grega. Ou rola guerra ou diplomacia. Assim pode ser com a The Hansa e Holanda, Bohemia com Bavaria, I. Bizantino e Veneza.

Todos podem se tornar potências, na base de guerras e diplomacia.

Não é o caso de limitar as alianças, o que aconteceu no CG2 com o Dudu e o Luan é que faltou outro pra complementar a aliança com a França, se tivesse uma Austria ou Bohemia aliada a França, seria bem mais equilibrado, ai sim eles iriam se :censored x.DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD. O maior problema foi a ascensão do Monarca Inglês sobre territórios Germânicos sem que o Sacro Imperador combatesse esse povo da ilha ò.ó. Ai pra segurar eles depois ficou difícil.

Sobre as regras, as mesmas do CGII. Só evitar certos exageros, como quando o Reino Polones foi socorrido pelo Monarca Inglês e seus 300 :sparta vassalos contra a pobre Republica :help Novgorod… Fato que levou o Comandante dessa bela Republica ao suicídio repentino =X

Eu quero reparticipar.

O jogo chama Cachorro Grande. Não Cachorro Médio haushaush.

Mas a idéia dos paises centrais ocupados por jogadores médios, e paises medios por jogadores experientes parece dotar de algum equilíbrio. O unico problema é o comprometimento.

Para não dar problemas Dudu, começemos longe, e médios hahahahah

Também prefiro assim. Nada fixo, nada combinado, tudo diplomacia e política, como realmente era.

Ah, e o único problema do CG2 foi o gangbang que fizeram no Mandela no começo do jogo, de 3 great powers contra 1, hahaha

Esse tipo de aliança deve ser evitada por fairplay, mas não limitada por regras.

Poder-se-ia tentar afastar um pouco os melhores jogadores uns dos outros, o problemas é q os países “Cachorros Grandes” mesmo tão tudo meio embolado…

Como bem sabem sou novo no forúm…e queria saber como funciona esse ‘‘Cachorro Grande’’

Concordo 100%!

Acho que podemos fazer aquele esquema de escolha de 4 países por pessoa mesmo. E aí analisamos os casos, priorizando potências para players médios mas reconhecidamente comprometidos. Uma comissão de 3 pra ponderar isso acho que seria legal. Acho que poderia ser nós dois, juntamente com mais um player que tenha jogado com boa parte dos possíveis jogadores. Concordam? Discordam?

Quanto às regras, podemos tentar enxugar um pouco as regras do cg2 tb, pois temos algumas que não são utilizadas. Só servem para poluir e complicar. Há que se pensar em novas tb.

Uma que sugiro, baseado nas percepções do povo sobre o cg2, é a impossibilidade de um player ser aliado a mais de dois CGs. Se ele for um CG, só pode se aliar a 1. Isso evita a formação de blocos imbatíveis e ainda evita que alguns países sejam aliados de todo mundo.

Das coisas ridículas do abandonado, menciono:

  • Todo mundo batendo na França (não que ela não mereça… não que o Mandêlê não mereça).
  • Inglaterra intervindo na Bavária
  • Acordos exdruxulos entre Espanha e Otomanos…

Acho que um limitador poderia ser a religião, nada de acordos entre nações de religiões diferentes… sim, isso isola Ming do resto do mundo, hehehehe, mas vc´s podem se converter a verdadeira fé.

Mas de resto, creio que só faltou mesmo um ou dois player´s fortes na Europa Central, França e Áustria.

É áre se evitar um player com Castela e outro com Aragão?

Eu acho que não precisa limitar aliança por regra. É só ter bom senso mesmo, não sair fazendo aliança com quem você não tem nem contato logo de início.

Por que é perfeitamente possível um player acumular tanta força que consegue bater 3 do mesmo nível se estes deixarem… E aí uma coalizão pode ser necessária.

Acho que é bom a relação de alianças, mais não exageradas. Acho melhor deixar o mesmo método de escolha de países, cada 1 escolhe 4, assim como o Dudu disse.

Ahn??? Isso não existiu…

Ele deve se referir a intervenção na Germânia… Mas ai é culpa do Monarca Austríaco que permitiu o assalto. Mas ai ele aproveitou, é parte do jogo. Caso o monarca austríaco fosse inimigo da Inglaterra, isto dificilmente teria acontecido… òó.

Nada de regras sobre alianças, cada um faz como quiser, mas vamos ter bom senso… Mesmo que tenha que abrir mão de alguma coisa para o jogo fluir.

E o jogo, daqui a 1 mês? Prefiro até menos, por que daqui a muito tempo e ferias e nego viaja.

Concordo com o Marquês hehe. Temos que centralizar mais as decisões políticas ( de que país pegar, algo sobre a geolocalização dos experientes) mas descentralizar mais o administrativo (enxugar as regras para deixar menos burocrático)

A idéia de uma certa fidelidade ao espírito do país eu acho interessante, como propôs o Marques Lost. A religião poderia ser um fator importante na formação de alinças. Não impedir, mas ser um grave limitador…

Cachorro Grande é o nome do nosso Grande Multiplayer semanal de Europa Universalis III, que visa imprimir máxima competitividade em uma partida que se inicia em 1399 até o fim da timeline

A Religião como obstrutor de alianças é uma boa ideia, assim como as alianças deviam ser feitas como se fosse AI. Só se alia se tiver amity acima de 150 com o país.

Se for por esse caminho, sobre a religião em determinado momento do jogo, seria até mais realístico, em partes. Principalmente pela estéria religiosa que contempla o período do jogo. Mas sem obrigatoriedade…

Também concordo em se fazer alianças como se fosse com a AI, pelo menos ñ tem como 2 nações q mal se falaram fazerem planos por baixo dos panos daí.

Sim, por isso que falei Hiryuu. E sobre religião, se em 1510 alguém virar protestante ou reformista, não pode mais se manter aliado a outros que não sejam, ou seja, ninguém vai virar kkk