[CG3] Sala de Conferências

Saudo-vos, Líderes.

Declaro aberta a Sala de Conferências para os participantes do MP Cachorro Grande 3. Este espaço é reservado para a discussões e debates de cunho político, diplomático e econômico.

Regras da Sala de Conferencias

  • Os posts deverão ser Padronizados, contendo: Brasão/bandeira/símbolo do seu Estado centralizado; Suas propostas/idéias expostas no idioma culto da língua portuguesa; nome do/dos representantes(s) diplomático(s) ou do soberano como signatários da carta como o modelo abaixo.

  • Não é permitido bate-papo, piadinhas e quaisquer assunto fora do contexto.

  • Os tratados podem e devem ser discutidos aqui, mas selados em tópico próprio, que será indexado à lista de tratados (Index Diplomatica). Tratados expostos aqui não possuem validade até serem selados em tópico próprio.

  • Para responder à carta de algum jogador específico é necessário citá-la em [quot]

  • Entrem no espírito da era Moderna! Procurem realmente interpretar os representantes diplomáticos e os soberanos, expondo sua fé religiosa, suas convicções políticas etc etc

  • Este espaço é exclusivo para os participantes do Cachorro Grande 3. Posts de qualquer outro usuário serão sumariamente apagados.

[font=Times New Roman]Dinamarca, Outubro de 1399

Saudações monarcas de Europa.

Em nome de Vossa Majestade Erik VII, da Casa de Gryf, soberano monarca dos Reinos de Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia, vos falo neste concílio.

Poucos dois anos atrás a União de Kalmar oficializou a soberania do jovem Erik sobre toda a região, iniciando uma Nova Era nos Reinos Nórdicos. Após séculos divididos, o povo escandinavo finalmente se encontra unido sob um único Senhor. Entretanto, muito do que é de seu direito ainda encontra-se fora de sua proteção.

Sendo assim, reivindica e/ou (re)afirma aqui:

I - Soberania sobre toda a Escandinávia, incluindo a península Escandinava, península Jutlândica (Incluindo o ducado de Schleswig-Holstein) e as ilhas do Reinado nórdico: Faroe, Orkney, Islândia e ilhas dinamarquesas.
II - Proteção dos povos saami do norte e bálticos do sul.
III - Soberania sobre as terras da Pomerânia.
IV - Apoio aos monarcas católicos que respeitarem e/ou apoiarem tais reivindicações.

Gud velsigne jer alle,

Leif Magnusson, conselheiro-mór e tutor de Erik VII[/font]

Império Otomano, 14 de outubro de 1399,

Edirne, capital provisória do Império

Venho por meio deste, representando Bayezid Yildirim I, quarto Sultão do império Otomano, filho de Murad I, neto de Orhan I e bisneto do fundador da dinastia, Osmã Gazi de Sogut, saudar todos os monarcas europeus.

Crescendo rapidamente, o Império Otomano vêm mostrando seu poder a todos os Europeus, com tecnologias de pontas e muitos soldados bem armados. Logo o cerco a Constantinopla estará acabado, e do antigo Império Bizantino nada restará. Quando isso acontecer, nós nos viraremos para a Europa. Damos a vocês duas opções, aliar-se a nós ou falecer sobre nossas espadas.

Somos de religiões diferentes e temos muitas outras diferenças, mas o nosso presado sultão, no auge de sua sabedoria, decidiu que deveriamos nos unir aos mais poderosos nobres da Europa pois o território seria demasiadamente grande para controlarmos sozinhos. Por isso, espero a resposta dos mais sábios e poderosos reis da Europa para se unirem a nos em uma poderosa aliança.

دولت ابد مدت
“O estado eterno”

Iskander Çelebi, emissário e concelheiro do sultão

[size=150][font=Old English Text MT]Carta Aberta aos Soberanos Europeus e Além

[tab=30]Em nome de Sua Majestade Henry IV Lancaster, Rei da Inglaterra

[tab=30]Por meio desta missiva o Reino da Inglaterra proclama suas intensões sobre as Ilhas Britâncias, isto é, os Reinos de Tyrone, Connacht, Leinster, Ulster e Escócia, e as ilhas de Orkney, bem como das regiões de Normandie, Caux, île-de-France, Picardie e Armagnac, territórios historicamente ingleses de direito.
[tab=30]Quaisquer nações que não se oponham ao direito inglês sobre estas regiões são desde já consideradas amigas do trono inglês, o qual poderá até mesmo avaliar uma possível aliança político-militar, de acordo com o caso e o interesse de nosso monarca.
[tab=30]Por outro lado, Sua Majestade Henry IV Lancaster deixa claro que qualquer objeção ao direito inglês sobre estas regiões não será tolerada, e não hesitaremos em usar de força marítima-militar, caso seja necessário, para fazermos valer nossos direitos.

[tab=30]Esperando o bom-senso e a boa-vontade dos demais soberanos europeus e além, despeço-me

Alexander Drake, Cavaleiro da Ordem do Dragão
Conselheiro-Mor de Sua Majestade Henry IV Lancaster[/font][/size]

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[i]Caro Rei Henry IV Lancaster

A Casa da Holanda está de acordo com os termos ingleses e vos apresenta ótimos votos de amizade e boas relações, desde que as terras reivindicadas por vosso rei, no norte de Borgonha e Oeste de Bremen sejam respeitadas e protegidas, se o povo da grande ilha europeia seja chamado. Caso o grande reino inglês esteja de acordo com os termos aqui apresentados, nosso rei dará um grande jantar na província de Zeeland para comemorar a união e um futuro próspero, convidando assim todos os Duques e Nobres ingleses e holandeses.

Christyntje Boudewyn emissário a serviço da coroa Holandesa.[/i]


Emissario Francês Gui De Dampierre
[font=Bradley Hand ITC][size=170] Em nome de Vossa majestade Charles VI de Valois saudamos todos os representantes das outras nações nessa conferência.
Meu Rei proclama sobre o direito sagrado as regiões de Labourd, Gascogne, Calais que está nas mãos Inglesas. A região de Cambray, Valencienses, Picardie, Artois, Nevers, Charolais, Bourgogne e Franche Comté em mãos Borgonhesas.De Roussilon em mãos Aragonesas. De Savoie em mãos do reino de Savoie. Além da anexação do reino da Britania.

Que Deus ajude nossa graça Charles VI [/size][/font]

[font=Times New Roman][size=150]Viena, outubro de 1399.

Representando o Duque d’Áustria, Alberto IV de Habsbugo, eu, Leopoldo IV, Conde de Tirol venho publicar esta carta aberta aos respectivos monarcas aqui presentes.

O Ducado d’Áustria, maior membro entre aqueles do Sacro Império Romano-Germânico tem a missão cristão de manter a unidade deste Império, abençoado por Deus.

Portanto, o Duque D’Aústria, meu senhor Alberto IV, faz valer sua vontade e não aceitará a intervenção de outros Reis dentro do Sacro Império. Mesmo que meu soberano não fora eleito, não veremos com bons olhos qualquer intervenção. Ajudará sem pestanejar o Imperador eleito.

A hegemonia germânica deverá ser unicamente repartida entre os seus, e solicito que os representantes aqui reconheçam, de forma irrestrita, a hegemonia austríaca dentro do limites do Sacro-Império.[/size][/font]

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Ao Rei da Dinamarca, solicito que apresente o real motivo para a anexação do ducado da Pomerânia, independente e membro do Sacro Império. Mas já faz valer nesta presenta data que reconhece a pretenção dinarmaquesa na penísula Escandinava e Jutlândica.

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Ao Rei da Inglaterra, reconhemos o direito inglês sobre as ilhas britânicas. Mas vejo com ressalvas o desejo do ducado da Holanda, cujo é governado pelo monarca de Hainatu em solicitar sua ajuda. Qualquer intervenção será mal vista pela casa d’Áustria e implicará nas relações entre ambos os países.

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Ao Rei da França, reconhecemos o direito francês sobre seus vassalos. Mas desconsidera a possibilidade de anexação por vossa parte de qualquer terra dentro dos limites do Sacro Império.

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Ao representante do Império Turco. Meu senhor receber com grande estima vossa carta. Sua alegria se fez em parte pelo reconhecimento de vosse senhor que não poderia gerir um território tão extenso. Isto é pertinente, aquele que não é devoto de nosso Deus, já mostra sua inferioridade. Aceitaremos de bom grado auxilia-lo nesta missão. Como sinal de cooperação, meu senhor solicita a liberação dos territórios povoados por cristãos, sobre a proteção d’Áustria.

Leopoldo IV d’Áustria.
Conde de Tirol.

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[size=150][font=Old English Text MT]Portugal, Outubro de 1399.

Saudações monarcas europeus,

Em nome de Vossa Majestade Dom João I da Dinastia de Avis, desejo clarificar a todos que Portugal não deseja conflito com nenhum país, porém gostaria de salientar que mesmo buscando a paz, nossas alianças continuam fortes e caso nossa ajuda seja solicitada não nagaremos auxilio sempre que estiver este a nosso alcance.

Sob as vistas de nosso Deus poderoso, firmo o presente.
Joaquim Alenquer, Conselheiro Maior de Portugal.[/font][/size]

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[font=Century Gothic]Em nome do Knyaz Yeufimei II, representando a República Mercante de Novgorod, trago saudações à todos monarcas e diplomatas. Fiquem cientes que em Novgorod todos serão respeitados e bem-tratados.

Sabemos da necessidade dos países firmarem suas posições e áreas de influência direta e respeitamos a maioria das aqui citadas. Saibam que países que reconheçam a proteção da República Mercante de Novgorod sobre os povos eslavos do leste, bem como a nossa futura iniciativa de levar a civilidade para os bárbaros povos tártaros, terão nossa amizade.

Quanto aos representantes dos países mais próximos: Dinamarca, Império Otomano e Áustria, deixamos aqui explicitado que temos profunda estima pelos vossos povos e desejamos que cresça somente a amizade entre as nações.

Ao caríssimo Leif Magnusson, representante da Dinamarca, solicitamos que sejam detalhadas vossas pretensões acerca da Escandinávia. Parte da Finlândia pertence à República Mercante de Novgorod. Deixamos claro que não temos pretensões em expandir naquela região, afinal, queremos somente a amizade do povo dinamarquês, desde que nosso território não seja violado.

Ivan Shchusev,
Secretário de Diplomacia da República Mercante de Novgorod[/align][/font]

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Saudo-vos presentes.

Em nome do Consilgio dei Mercanti eu, Doge Antonio Veniero cumprimento os eminentes líderes presentes. A Sereníssima república de Veneza possui seu trato inteiramente dedicado ao comércio e as artes. Temos total interesse em relações de amizade e cordialidade com todos os reinos e repúblicas do mundo conhecido. Parceiras em busca de novos horizontes, seja no longínquo oriente, ou pelas fainas africanas (quiçá alem do mar tenebroso, se algo existe lá…) serão muito apreciadas.

Nossas casas de finanças e nosso esplendoroso mercado estão abertos a todos. Dos perfumes arábicos, ao melhor arenque salgado escandinavo. Do bom vinho francês, ao famoso Xerez Castilhano. Das madeiras inglesas às peles russas. Do bacalhau português aos tecidos flamengos… Tudo e todos se encontram no Grand Canale di Venezia

Logo, a Sereníssima do Adriático também se oferece para sediar e mediar tratados, congressos e querelas das cortes europeias, por se consolidar como mais neutra, dourada e amistosa cidade do mundo.

Con la grazie di Dio

Antonio Veniero
Doge della Serenissima Repubblica di Venezia

[size=150][font=Old English Text MT][tab=30]Sua Majestade Henry IV Lancaster saúda o digníssimo Doge Antonio Veniero, e estende a mão da amizade para com a República Mercante de Veneza, grande centro comercial e cultural do Mediterrâneo. Apoiamos a neutralidade veneziana e, conquanto nossos interesses não colidam, também nos manteremos assim para com vossa bela República.

Alexander Drake, Cavaleiro da Ordem do Dragão
Conselheiro-Mor de Sua Majestade Henry IV Lancaster[/font][/size]

[font=Times New Roman]Ao nobilíssimo Ivan Shchusev, da República Mercante de Novgorod:

O monarca dinamarquês manda esclarecer que também nutre das mais boas intenções de amizade e harmonia com a República do Leste. Como vizinho, deseja paz, prosperidade e estabilidade entre nossas fronteiras. Por isso esclarece: Tem intenções sobre as terras finlandesas atualmente sob domínio eslavo, mas apenas intenções pacíficas. Não deseja de forma alguma entrar em qualquer conflito armado ou diplomático por estas, embora muito lhe interesse um possível acordo, contanto que num contexto de paz e boa vontade, para venda ou troca, ou qualquer outra qualidade de acordo, que venha a unir todo o povo finlandês sob um único senhor escandinavo.

A Vossa Alteza Leopoldo IV d’Austria,

As terras da Pomerânia são as terras de origem do jovem Erik VII (Por isso conhecido como Erik da Pomerânia), atualmente governadas por seu tio usurpador. Sendo o único herdeiro varão do antigo Duque da Pomerânia, tais terras pertencem ao atual monarca dinamarquês mais do que a qualquer um. Por isso, assim que preparadas, as tropas dinamarquesas marcharão para a Pomerânia a fim de reclamar o que é de Erik por direito.

Com votos de amizade e prosperidade me despeço,

Leif Magnusson, conselheiro-mor e tutor de Erik VII[/font]

[size=110][font=Palatino Linotype]Outubro de 1399.

Viena – Austria.

Eu, Leopoldo IV - Representando o Duque Alberto IV de Habsburgo, nesta carta aberta, expresso a lástima de ver um reino católico se aliando a um inimigo da fé. Quando chegar o momento de combatermos esses inimigos, não exitaremos em enfrenta-lo.

Comunico em carta aberta que as negociações com o Reino da Inglaterra não foram bem sucedidas.

É de conhecimento da corte austríaca que a nobreza holandesa, submetida ao condado de Hainaut a mais de um século, moldou um acordo com o rei inglês. Desejamos uma relação harmoniosa com os reinos continentais. Mas tal atitude provocou rusgas na relação entre ambos.

Saudo as repúblicas de Veneza e Novgorod. Reconheço a pretensão da Republica do leste sobre os povos eslavos vizinhos a República e na boa vontade de levar a fé cristã sobre os barbáros tártaros.

A vontade do Duque austríaco é a mesma que a da coroa portuguesa, meu nobre amigo.

[/size]Leopoldo IV -Em serviço do Duque d’Áustria, Alberto IV
Conde de Tirol.[/font]

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[i]Em nome da Casa da Holanda trago aqui comigo um comunicado de extrema importância diretamente de nosso rei para o Reino da Áustria. O nosso rei ordenou-me dizer que a Holanda já ficou muitos anos esperando uma libertação pacifica, mas nenhuma das negociações tiveram um fim que fosse de contentamento holandês, o povo da Holanda já sofreu muito nas mãos de Hanhaut e quer sua liberdade e irá se aliar a quem for e enfrentar qualquer um para consegui-la. O povo holandês gritará o doce som da liberdade até o dia em que suas gargantas forem cortadas, por isso digo a todo o povo áustriaco, que podem nos matar, saquear nossas casas e destruir nosso país, mas nunca irão tirar a nossa liberdade.

Christyntje Boudewyn emissário a serviço da coroa Holandesa.[/i]

Castela simpatiza com a vontade de liberdade e unificação do povo Holandes.

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Saudo, líderes.

A Sereníssima Repubblica di Venezia vem neste concílio para apresentar seu plano de ações sob estas águas do mediterrâneo ocidental. Em prol da expansão de sua liga comercial, que já conta com a honrosa presença de grandes estados aqui presentes, necessitamos expandir posicionamentos estratégicos pelo mediterrâneo.

Com isso, A Sereníssima Repubblica, com o Apoio da piedosa dinastia Trastâmara de Castela, torna pública a futura anexação do Reino de Sicília, Reino de Sardínia, ilhas Baleares e ilha de Corsica, como mostra nosso mapa. Qualquer medida de intervenção contará com a resistência da Sereníssima e do Reino de Castela, além de seus colaboradores ao momento.

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[i]Con la grazie di Dio

Antonio Veniero
Doge della Sereníssima Repubblica di Venezia[/i]

O Reino de Castela, em prol do auxílio econômico e militar para a criação da Espanha, aprova.

[size=150][font=Old English Text MT]Carta Aberta aos Soberanos Europeus e Além

[tab=30]Em nome de Sua Majestade Henry IV Lancaster, Rei da Inglaterra

[tab=30]Por meio desta missiva o Reino da Inglaterra conclama seus aliados do Reino da Holanda, do Reino da Dinamarca, do Sultanato Otomano, do Reino de Portugal e da República Mercante de Novgorod, bem como seus amigos do Reino da França, do Reino de Castela e da República Mercante de Veneza, além do Reino da Áustria, apesar do não-entendimento entre nossas nações.
[tab=30]Sua Majestade conclama a todos para que venham visitar o Castelo de Windsor, onde será servido um belo banquete com faisão e javali assados, acompanhados do melhor vinho e e do mais forte ale, e com a mais doce das tortas de morango por sobremesa; em vistas de que a amizade se espalhe pela Europa, e que todos os monarcas presentes tenham a paz em mente.

[tab=30]Que o Senhor nos abençoe e ilumine.

Alexander Drake, Cavaleiro da Ordem do Dragão
Conselheiro-Mor de Sua Majestade Henry IV Lancaster[/font][/size]

[size=110][font=Palatino Linotype]Fevereiro de 1409.

Carta-Resposta ao monarca inglês.

Já faz dez anos que tal convite chegou ao Ducado d’Áustria. Embora tivesse sido esquecido em algum monastério austríaco, meu suserano toma a liberdade de responder.

“Quem vós fala é Alberto IV de Habsburgo, Duque d’Áustria e soberano da Bavaria e Thuringia. Infelizmente, por consequência da aliança forjada com os infiéis, entramos em guerra com vosso reino e com a casa de Holanda. Sinto-me triste com as consequências deste ato. Estaria dirigindo-me com o mais veloz alazão para Calais, previamente ocupada por tropas austríacas, afim de apaziguar este mal entendido. Mas me encontro preso aos arredores de Viena, com a honrosa missão de enterrar, ao custo do tesouro d’Áustria, os corpos de milhares de muçulmanos mortos em combate. Que isto sirva de um valioso aviso para manter vossos interesses e de seus aliados longe do Sacro Império.”

[/size]Leopoldo IV -Em serviço do Duque d’Áustria e soberano da Bavaria e Thuringia, Alberto IV
Conde de Tirol.[/font]

Caros Nobres Governantes,

É verdade que nos idos de 1400 e Europa era cercada de intrigas, traições, falcatruas, egocentrismos e outros elementos anti-Cristãos que nos dias atuais regem o nosso modo de vida.

Não tenho nada contra aplicarmos isso no jogo mas, apenas chamo a atenção, como já dito ao Nobre Mandêle em outros tempos de que também temos um processo de aprendizado aqui. Afinal, nos anos vindouros, teremos Universidades.

Infelizmente, muitos de nós, não temos tempo para nos aprofundarmos no EU como faz, por exemplo, o Nobre Dudu que conseguiu, de Ástria, a dominação Global (em tempo, parabéns - por isso falei de jogar com os Incas).

Assim, a única coisa que percebo são os player´s jogando nos erros dos adversários sem ao menos darem uma dica do que erraram ou qual a melhor opção em cada momento do jogo.

Ganhar é bom, MUITO bom… mas ganhar de noob´s (e eu me considero um) não tem graça, exceto, é claro, para as mentes pequenas.

Lembrem-se do que um Grande Mestre Oriental irá dizer (quando tivermos contato):

  • Meu aprendiz, tudo o que você sabe fui eu que te ensinei, mas não te ensinei tudo (ou algo assim).

Então, a única coisa nova que aprendi na nossa primeira partida foi uma nova forma de unir a França mais rapidamente e que outro player comentou.

Assim, aguardo a próxima partida.

Conde Lost Ark da Casa de Castela que não vai virar Espanha tão cedo.

:lol