Cidade de Rieksburg

[font=Times New Roman][size=150][i][tab=30]Localizada a norte do Sacro Império, no Mar do Norte, Rieksburg é uma proeminente vila da ilha de Großarsebra ou Gesebiam(Gesébia, em Alemão e em Latim). Por estar entre as principais rotas de comércio da que ligam os Reinos da Inglaterra e da França e o Grão-Principado de Moscou e a República da Novogárdia, Rieksburg é o principal ponto de abastecimento de embarcações mercantis que transitam por este caminho, principalmente as da Liga Hanseática.

[tab=30]Ao redor do porto, acontece diariamente as Feiras de Comércio, onde se trocam e comercializam os mais variados produtos trazidos pelas embarcações que por lá passam. Mais ao centro, próximo a uma pequena cadeia montanhosa, localiza-se as muralhas do castelo do soberano local, que vive tão confinado em seu reduto particular, que faz com que os moradores da vila questionem a existência de um líder.

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[font=Times New Roman][size=150][i][tab=30]Na movimentada Feira de Reiksburg, os cidadãos locais tem a oportunidade de comercializar suas mercadorias, principalmente alimentos e pequenos artigos em troca de tecidos grosseiros, outros alimentos e artigos para casa, originários das diversas rotas de comércio que passam pelo local. A existência de poucas corporações de ofício limita a produção manufatureira em uma escala maior, o que motiva as pessoas a buscarem por produtos de outras nações, que chegam aos portos da cidade.

[tab=30]Notando esse ponto e utilizando-se de seus contatos, Peter consegue maiores lotes de produtos para venda, obtendo lucros consideráveis para um comerciante local. Como já está no final dos trabalhos, começa a organizar sua tenda e fazer o fechamento do caixa, para levar parte dos ganhos à companhia de comércio.[/i][/size][/font]

[tab=30]Heitor, depois de uma caminhada pela cidade, senta-se num pequeno morro próximo ao mercado e traça o principio de um desenho da baía da cidade, bem como do porto e de parte do mercado. No verso do desenho marca alguns pontos estratégicos.


[tab=30]Mais um dia de trabalho árduo e Peter pouco consegue com suas vendas. O movimento estava fraco no centro da cidade devido a um frio repentino, o que fez com que poucas pessoas saíssem de suas casas, a não ser aqueles que trabalham pelas ruas, como ele. Ao cair da tarde, começa a recolher suas coisas e contar o pouco que conseguiu vender, anotando todos os valores no relatório à companhia e calculando o quanto conseguiu economizar para iniciar uma nova empreitada no local.

[tab=30]Heitor caminha pela cidade após o dia anterior ter sido tomado por uma forte chuva. Em cada ponto da cidade, Heitor para e anota mentalmente quais as estratégias possíveis de defesa, ataque e também alguma oportunidades de negócios. Anda até o mercado conversando com vários vendedores e compradores, buscando informações sobre o líder local. Até que para em frente ao comércio de Peter, com quem conversara na taverna a poucos dias.

  • Bom dia, Peter! Como andam os negócios?

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[tab=30]Peter estava finalizando o atendimento a um cliente quando depara-se com Heitor a sua frente.

- E não é que nos encontramos mesmo! Por aqui tudo tranquilo, agora deu uma acalmada, porém mais cedo o movimento estava intenso!! Venha, sente-se, deseja comprar uma especiaria hoje? rsrs[/i][/size][/font]

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Após alguns dias conhecendo os arredores da cidade, Friedrich decide procurar algum trabalho, logo pela manhã ele vai até a feira onde conversa com vários comerciantes, depois de algum tempo encontra um mercador que partiria em poucas horas para um monastério nas redondezas da cidade.

Depois de muita negociação, e rumores sobre bandos de criminosos na região, Friedrich consegue convencer o comerciante que seria sábio contrata-lo como guarda durante a viagem.

Friedrich juntou as suas coisas e se encontrou com o comerciante na praça da cidade donde partiram em direção ao oeste.

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  • Sim, obrigado! Quais produtos tens? Há algo do Mediterrâneo?


[b][tab=30]- Claro, tenho alguns tecidos,principalmente seda dos dos mouros. Quanto às especiarias, tenho alguns grãos e sementes, e óleos diretos dos gregos.
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  • Óleos de quê?


[tab=30]- Tenho óleos a base de gergelim e de oliva, O de gergelim tem algumas propriedades medicinais, segundo os antigos… Estão saindo por cinco florins as duas!

  • Deixe-me provar o frescor dos dois azeites. - após prová-los - Vou querer um pequeno frasco de gergelim e uma botija média para o azeite de oliva.


- Só um momento… Prontinho, aqui está. São dois florins.

  • Aqui está! - diz placidamente Heitor - Tenha uma boa tarde!

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- Obrigado e boa tarde sr. Heitor, até mais!

[tab=30]Após terminar o atendimento, Peter conversa com alguns mercadores locais e percebe a ausência de meio circulante, o que acarreta preços possivelmente mais altos que o normal. Já sabe então como prosperar em sua nova casa…[/i][/size][/font]

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[tab=30]Friedrich e o mercador chegam na cidade com os primeiros raios de sol da terça-feira, o mercador agradece Friedrich e lhe paga o combinado, a viagem até o monastério fora tranquila, tendo ocorrido apenas um incidente.

[tab=30]Algumas horas depois de terem deixado a cidade um homem tentou embosca los, armado com uma pequena adaga, o bandido pulou em frente da carroça e mandou pararem, mas mudou rapidamente a sua postura ao perceber que, caso tivesse que lutar, teria que enfrentar mais do que um homem armado com um cajado de madeira comum, mas também um homem armado com uma espada.

[tab=30]O criminoso, demonstrando grande sabedoria, decidiu voltar para a mata tão rápido quanto saiu e assim a viagem prosseguiu sem mais incidentes.

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Tendo fugido da França após o ataque a sua crença, Géraud se esconde em uma pequena ilha no Sacro-Império Romano, assumindo como disfarce a função de apóstolo do catolicismo.
Cansado da longa viagem e do medo de ser descoberto e queimado vivo, Géraud finalmente sente um pouco de segurança na pequena cidade, indo assim alugar um quarto em uma pousada, as quais ele havia tanto evitado para não chamar atenção de guardas na caça de seu grupo religioso.Aconchegado e confortável, ele rapidamente caí em um profundo sono até o dia seguinte.

[tab=30]Já naturalizado com os arredores da cidade, Géraud passa despercebido na maioria de seus trajetos em direção a pequena capela na praça central de Rieksburg.Apesar de odiar os dogmas e falsidades empregados pelo catolicismo, sua fê o impede de deixar de visitar os poucos locais da cidade com a presença de Deus, mas a sua reza diária pouco serve para aplacar seu descontentamento.
[tab=30]Logo,Géraud se vê caminhando mais devagar pelas praças e mercados da cidade, em busca de oportunidades para deixar um pouco a cidade e toda a presença cristã nele e se aventurar um no interior da ilha, quem sabe até achar um local abandonado e discreto para secretamente começar um culto catarista, ou uma vila com pessoas pobres o suficiente para facilmente serem convertidas para o verdadeiro segmento do cristianismo.

Acompanhado com aqueles que homens que acabavam de conhecer, vou centro comercial da cidade por orientação do Heitor e chego aonde se localizava a Peter.

-È voce que se chama von Horst? - Nesse momento vejo estranheza nos olhos em razão da chegada homens mais altos que ele.

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[tab=30]Peter que estava organizando seu espaço, fica levemente assustado com os homens que chegaram, temendo que algo de ruim estava por vir. Mas mesmo assim, respondeu a pergunta.

- Isso mesmo, Peter von Horst, de Hamburgo. Desejam algo, nobres senhores?[/i][/size][/font]