[Citystate] Cidades-Estado

[center]PRÓLOGO[/align]

[font=cursive]A partir de 1667 os holandeses chegaram em a uma nova terra para lá além do pacífico, duas grandes ilhas, a maior foi chamada de Isounia e a menor de Lasania, ficaram colonizando por pelo menos 20 anos, antes que começasse a receber ingleses em massa, e passasse para a coroa inglesa, a primeira cidade foi fundada e recebeu o nome de New Fort, que começou a ganhar autonomia após a independência americana e em 1812 através de uma guerra, conquistou sua independência, e a partir dai até 1870 foi conhecida como a República de Isolania, mas depois de algumas crises, foi oferecido o governo a um monarca, para instituir a nação como uma Monarquia Constitucional, foi eleito Leopoldo, Duque de Albany, oitavo filho da Rainha Vitória do Reino Unido, nesse ano ele tinha apenas 17 anos, ele aceitou e foi devidamente para Isolania quando completou 19 anos, até ai Isolania foi governada por 2 regentes.

Leopoldo viria a ser Leopoldo I, Rei de Isolania, infelizmente ele sofria de hemofilia e acabou morrendo em 1884, mas no mês em que faleceu, sua esposa estava grávida, mesmo assim Leopoldo tinha uma filha, Alice, como a lei de sucessão favorecia um herdeiro masculino, acabou que o parlamento resolveu esperar até nascer a criança, que acabou nascendo menino, com o nome de Carlos Eduardo, que viria a ser conhecido como Carlos I, Rei de Isolania até sua morte em 1954. Viria a suceder João Leopoldo, que ficou conhecido como João I, Rei de Isolania até 1972.

Mas desde 1950 o Partido Republicano vem ganhando espaço na política, e acabaria elegendo Primeiro-Ministros de 1960 a 1972, a partir de alianças com o Partido Social, mas com a morte de João I, o Partido Real, conseguiu fazer uma aliança com o Partido Social, para vencer as eleições de 1972, por conta da situação precária que Isolania estava tendo, a situação já estava tensa, com algumas investigações de corrupção nos três partidos, e o irmão de João I, que iria se coroado parecia não conseguir maneiras de controlar a situação, e então ela piorou quando o exército começou a ser ataco pela mídia, os próprios políticos e as próprias desavenças ideológicas no meio do exército, os Generais de alta patente se dividiram e metade começou a apoiar o irmão do falecido rei, o futuro rei Frederico Josias, e a outra metade queria continuar com o Partido Republicano e de vez instituir uma República, e os oficiais mais subalternos, Tenentes, Capitães e Coronéis tinham ideias mais sociais e começaram a arquitetar planos para ajudar o Partido Social.

No final de 1972 a bomba caiu, perto das eleições a boca de urna dizia que a aliança Real-Social ganharia com 53% contra 47% do Partido Republicano, a bomba foi o assassinato de Frederico Josias, supostamente por um radical republicano, o povo acabou indo para as ruas para tirar o Partido Republicano de circulação, nesse momento metade dos Generais mobilizaram o que podiam do exército para ir as ruas para proibir os manifestantes na capital de Isolania de pararem as eleições por meio da dissolução do Partido Republicano, na frente dos manifestantes estava André e Adriano, os dois filhos de Frederico Josias, eles começaram a discursas, inflamaram os manifestantes que começaram a escarniar os soldados presentes, chegaram tão perto que os soldados começaram a revidar as palavras com a força, de repente os manifestantes foram para cima do exército, depois de 30 minutos de brigas, os manifestantes conseguiram derrubar sinaleiros que caíram nos soldados, matando na hora alguns, com esse incidente terrível o exército começou a revidar com munições reais, acabou virando um banho de sangue, quem não conseguiu ir para ruas adjecentes acabou sendo baleado pelo exército.
1 hora depois, todo Isolonia sabia do que tinha acontecido, o General Alberto, líder das tropas que estavam presentes na capital instituiu lei marcial nas ruas, mas a situação já estava no fundo do poço, por toda a cidade havia tiroteios dos soldados com os civis armados, mas mesmo assim chegaram reforços, unidades mecanizadas conseguiram acabar com os civis armados, agora nas maiores cidades do país os cidadãos horrorizados com o que tinha acontecido na capital, foram armados para a frente dos batalhões, os oficias tentaram acalmar a multidão enfurecida, mas novamente ocorreu outro tiroteio ali, colocaram os soldados do batalhão para correr, os que fugiram foram em direção das bases militares nas áreas desérticas, e da li decidiram sair do exército, algumas bases nas áreas os seguiram e foram para a cidade de Amasgo no litoral depois das áreas desérticas, eram chefiados pelos oficias que estavam do lado do Partido Social e queriam ir a luta, e outros queriam aguardar em suas casas a situação se decidir.

Os generais leais a coroa, incendiaram nas rádios dizendo que estavam do lado dos cidadãos e que iram se rebelar contra as ordens dos generais na capital. A situação na capital teria se amenizado jã que a população republicana não teria ido as manifestações e sairão as ruas para exigir ao General Alberto que institui-se ali uma nova nação republicana e que se fosse preciso iriam a guerra. Enquanto na cidade mais ao sul aonde o exército teria fugido dos batalhões, a discriminação, e violência entre monarquistas e republicanos aumentou, escaramuças de civis armados ocorreram nos bairros mais populares, a matança continuava, e quando o exército leal a coroa chegou com Andre e Adriano que teriam conseguido fujir da capital a violência aumentou e o exército tratou de prender os republicanos quando podiam, mas quando levavam tiros eles revidavam e os tiroteios continuavam, ali foi instituído uma nação leal a coroa.

Os exércitos republicanos e monarquistas partiram para Amasgo para conseguir apoio, mas antes de chegar se encontraram e nos arredores da cidade acontecia a Batalha de Amasgo, sobre fogo cruzado, veio em auxilio das famílias rurais os soldados que estavam sobre o comando do Coronel Marcos, e os trés exércitos se enfrentaram, mas nenhum conseguiu vantagem sobre o outro, e acabaram recuando, essa guerra civil acabou durando por 5 anos, até a ONU e os Estados Unidos intervirem e ali colocar as 4 cidades menos afetadas pela Guerra como Cidades-Estado, pois a capital, Asmago e Sul de Isolania estavam espaçamente povoadas, quase que completamente destruídas, e por mais 10 anos, as cidades foram gerenciadas por nações estrangeiras, e várias ações foram iniciadas para melhorar as relações entre as populações, e Lasania a menor ilha do país, acabaria recebendo levas de pessoas que queriam sair desse meio de guerra entre os 5 anos da guerra civil.

E agora depois de 10 anos, as cidades conseguiram independência, Velucia, Beryye, Megernia e Lasanio se tornaram as 4 novas principais cidades das ilhas, agora não mais como uma nação unida.[/font]

História alternativa e sem loucuras, e que não impede a cordialidade entre as cidades( uma competição esportiva que estou planejando por exemplo)>
As ilhas foram sendo colonizadas após a sua descoberta, mas desde 1972 vem sendo muito mais colonizada, antigamente ilhas pertencentes ao Reino Unido, mas sua importância mínima e a falta de lealdade com a coroa britânica, fez elas se tornarem independentes e fundarem suas próprias parlamentos em 1976.

Que legal!!!

Uma AAR de Sim City! :oba

[center]Capítulo 1[/align]
[center]Velucia[/align]

Antes da Guerra Civil, Velucia tinha apenas 5 mil habitantes, depois de 15 anos, um novo governo se instalou nela, e durante os anos de administração estrangeira, a cidade acabou tendo 22 mil habitantes.

Eles não importam produtos agrícolas, o território de Velucia consegue produzir o necessário.

Mas como uma cidade normal, existe alguns bairros de classe baixa e as principais avenidas com baixo movimento.

Indo para a praia, as grandes mansões começam a aparecer.


Seguindo o Rio que desagua perto de Velucia, foi feito um canal para passar pelo centro da cidade.

E mais acima continua os bairros mais famosos da cidade, do lado do rio.

E o grande movimento de capital e de carros se situa no centro de Velucia, em meio as suas grandes avenidas e prédios.



E no mesmo ano, foi eleito um governo em volta da Democracia Liberal.

:t+

Interessante, tens usado algum mod?

[center]Capítulo 2[/align]
[center]Beryye[/align]
Beryye foi durante o Guerra Civil a cidade do Partido Social, aproveitando esse lado mais social, a URSS conseguiu ser a supervisora da cidade, e hoje o governo eleito foi um governo Socialista, e é o território mais seco de toda a região de Isolania, Beryte pode se tornar a maior exportadora de petróleo da região. E nas áreas verdes as fazendas conseguem suprir as necessidades da cidade.



E por ser uma cidade socialista com políticas públicas sociais e distributivas ao cidadãos em geral, e por não ter qualquer empresa estrangeira, fez com que as classes mais abastadas não tivessem como usufruir de seu estilo de vida em Beryye.

Os únicos que conseguem usufruir de alguns privilégios é a classe média burocrática, em sua maioria trabalhando para o governo, a minoria ainda pode ter empresas privadas mas de pequeno porte, como mercados.


E o centro da cidade é compostos de prédios residenciais feitos pelo governo.

Beryye tem cerca de 11 mil pessoas sobre a supervisão de uma República Popular Socialista.

:t+

Feito!

[center]Capítulo 3[/align]
[center]Megernia[/align]

Megernia é a cidade mais perto da antiga capital, entre as quatro cidades, uma das que mais cresceu após a Guerra Civil, e hoje vem melhorado muito seus índices, uma grande produtora de minério de ferro, e onde o principal escoador de mercadores além das rodovias é o Rio Meger onde nas margens se situa a cidade.


E claro, Megernia tem seus bairros espaçamente povoados, são os bairros mais novos, projetados para o recebimento de pessoas que iriam trabalhar nas fazendas e nas minas.


O antigo centro da cidade é onde se encontra um alto movimento de capital e tráfego, além de ser a moradia para as classes mais abastadas.





No governo eleito, Megernia se econtra com uma Democracia Liberal que tem quase 18000 mil habitantes.

:t+

Só falta Lasanio. Interessante a história e como cada cidade ficou diferente da outra.