[CIV V] Aço e Gelo: As Crônicas de Rus

[center]Catarina - Rússia[/align]

Jogo: Sid Meier’s Civilization V
Mods em uso: City-State Diplomacy, Custom Advanced Setup Screen, Info Addict, UI for Unit Stacking, R.E.D. modpack, R.E.D. Xtended.
Objetivo do jogo: Ganhar o jogo com maior pontuação e a vitória científica.
Dificuldade: Rei (Difícil)
Velocidade do jogo: Padrão
Mapa: Aleatório, para 8 jogadores e 16 cidades-estados.
16 cidades-estados.

PREFÁCIO
[size=130][font=Garamond Bold]O ano é 4000 A.E.C., numa região com um grande rio que alimenta a terra e possibilitou que uma união de abrigos fosse possível. Assim, a primeira cidade do (futuro) Império Russo foi fundada, a chamada Moskva. Com poucos habitantes e uma primitiva organização, Mosvka é o coração da nação russa. A Grande Imperatriz Catarina, a Grande, deseja elevar seu povo à grandiosidade e se sobrepor a todos os obstáculos adiante.

[center]Localização da capital russa.[/align]

Os primeiros cidadãos que se voluntariam para defender contra invasores se instalaram na cidade, fazendo a chamada Guarda Citadina.
A população está entusiasmada com o estabelimento da capital e se encontra feliz. Com isso, haverá uma notória vantagem para a produção inicial e a pesquisa.
Catarina, em seu palácio, aguarda os conselhos de seus ministros para tomar os próximos passos.
Esse é o inicio duma longa jornada para a Glória e Honra da Rússia[/font][/size]

[center]Catarina, a Grande[/align]

Capítulo 1: O Início
Capítulo 2: Os Primeiros Passos
Capítulo 3: Políticas e Descobertas
Capítulo 4: A Primeira Invasão
Capítulo 5: O Contra-ataque Russo
Capítulo 6: O Solstício da Rússia
Capítulo 7: Novgorod
Capítulo 8: Florescimento russo
Capítulo 9: O Exército Russo

Tentarei acompanhar. Boa sorte nessa campanha!

Acompanhando
O q os mods adicionam no jogo?

R.E.D. é legal, eu jogava com ele :slight_smile:

Acompanhando!

Capítulo 1: O Início


[center]4000 A.E.C[/align]

Sou Catarina II, conhecida como Catarina, a Grande. Tenho como dever divino liderar o meu povo para além do esperado. Junto com ele, organizarei um império tão grande que demorará anos para meus súditos saírem de nossas fronteiras.
Minha primeira decisão que devo tomar é o que produziremos em Moskva. Decido por construirmos um monumento. Assim, teremos um volumoso aumento em nossa grande cultura eslava. A imagem que nele será representada é a do povo, o grande povo rus.
Agora, vejo num impasse: o que devemos desenvolver para o avanço de nossa tecnologia. Meus conselheiros dizem que essa tal de “tecnologia” é tudo o que podemos fazer para facilitar nossa vida e produzir bens. Achei um pouco vago, mas me contento com tal descrição. Eles apresentaram várias opções para mim, dentre elas, escolhi a que nos permitirá explorar dos animais, pois temos muitos deles ao redor. Segui o conselho dos meus ministros Ivan e Natasha, meus ministros da Economia e da Ciência, respectivamente.
Ordeno que nossa Guarda Citadina explore o terreno no qual nos instalamos, para que possamos aproveitar o máximo do ambiente. Também, servirá para nos defender e conhecer outras comunidades.

[center]Opções de pesquisa dadas por Natasha.[/align]

[center]Uma imagem do monumento e os benefícios trazidos pelo mesmo.[/align]

[center]3960 A.E.C[/align]

A única informação que é importante para meu relato é que achamos mar! Tal fato é magnânimo. Como ficamos perto de um grande rio, desconfio que ele desemboca num grande mar. Nosso achado pode ser de grande valia para o futuro, para caso queiramos utilizar ele para nosso bem. Ilyich, o conselheiro militar, me informa que também serve como proteção para nossa capital, caso possamos guarnecer apropriadamente tal região. Os sábios ainda tentam domar os animais e se eles podem nos servir de algo além de comida. O monumento está em seu início, mas já é possível ver que será imponente, a altura de nossos cidadãos.

[center]O momento do encontro com o mar. Tal região fica a sul de Moskva.[/align]

[center]3920 A.E.C[/align]

Recebo mais um relatório de nossos exploradores, a Guarda, a respeito de suas aventuras. Agora, eles encontraram uma região com gelo, seguindo a costa encontrada e foram em direção ao sul. Como é notório, no passado, na época em que eramos nomades, gostávamos da neve, aparentemente somos naturalmente adaptados para o clima gélido. Nossas próximas comunidades deverão ser estabelecidas na área recém descoberta.

[center]O gelo que nos fez sentir em casa.[/align]

[center]3680 A.E.C[/align]

Muitos anos se passaram e até agora aumentamos o tamanho de nosso mapa. Nossos cartógrafos estão contentes com o que achamos. Conseguimos achar o Leste do Mar Gélido, o qual achamos há séculos. Os Guardas estão sendo muito úteis para nossas ambições. Recebi ótimas notícias do meu Ministro da Economia: a população de Moskva cresceu consideravelmente! Com isso, poderemos explorar ainda mais nosso terreno.

[center]O mapa que os cartógrafos se orgulham.[/align]

O Monumento acaba de ser finalizado pelos nossos grandes trabalhadores. Agora, nossa cidade tem mais cultura e uma imponente decoração e representação.
Produziremos um Batedor, para explorar ainda mais nossos arredores.

[center]Representação de nossa capital em 3680 A.E.C.[/align]

O City-State Diplomacy altera a diplomacia com as cidades estados, influencia mais no futuro, para os votos das Nações Unidas;
Custom Advanced Setup Screen ajuda na hora de criar o jogo, pois adiciona várias opções para a partida;
InfoAddict cria um gráfico com vários aspectos do jogo, como o score ao decorrer do tempo, exércitos, população e etc.;
R.E.D. Modpack, R.E.D. Xtended diminui o tamanho das unidades e adiciona mais, ou seja, unidades menores, e se forem unidades militares, há mais “individuos”.
Exemplo do R.E.D.:

[offtopic]Tentarei postar a cada 3, 4 dias cada capítulo. No mínimo, terá um capítulo por semana.[/offtopic]

Começo calmo. Bom. :slight_smile:

Capítulo 2: Os Primeiros Passos

[center]3640 A.E.C[/align]

[size=150][font=Garamond]Segundo relatórios dos sábios, estamos a um passo de descobrir a pecuária. Após isso, poderemos construir áreas específicas para criação de animais. Teremos muito mais alimento disponível.
Talvez o melhor que tenha acontecido para toda a corte em anos, é o que recebi pela manhã. A Guarda moscovita entregou uma carta para minha pessoa, havia um pedido bem peculiar, mas importante:

  • Achamos o estuário do Grande Rio. Pedimos, humildemente, para Vossa Majestade que deixe que chamemos o rio de Volga, em homenagem à esposa do líder da expedição, Olga.
    Tive que criar uma desculpa extremamente formal e digna do trono, mas, para ser sincera, apenas gostei do nome, a sonoridade é maravilhosa, tem a força de um rus.[/font][/size]

[center]O estuário do Volga.[/align]

Como imperatriz de uma grande nação, esperava mais, não gostaria de apenas resolver conflitos locais e decidir qual será a punição de um ladrão qualquer. Nada de magnânimo está acontecendo nesse exato momento, por isso, minhas escritas serão escassas e apenas cobrirão o essencial.

[center]3600 A.E.C[/align]

[center]A notícia que eu mais esperava.[/align]

Os importantes pesquisadores do reino conseguiram trazer uma importante tecnologia em minhas mãos: A Pecuária.
Agora conseguimos domar cavalos, construir pastos e criar uma rota comercial. Natasha me explicou, detalhadamente, que isso nos diferenciará de possíveis outros povoados.
Com pastos, podemos ter mais comida em estoque, pois teremos um controle e não precisaremos caçar os animais, eles estarão à disposição. O comércio possibilitará trocar produtos com o mundo exterior, com cidades estrangeiras ou futuras russas.

[center]As possibilidades de novas tecnologias.[/align]

Após horas e dias de debate acalorado entre os que me cercam, cheguei a uma decisão: tentaremos fazer armadilhas.
Trará para nós os campos de caça, que aumentará a eficácia da mesma. Não entendo muito bem porque isso fará nossa produção ser melhorada, mas confio em meus conselheiros.
Novamente entraremos no marasmo, a corte terá que reciclar comentários a respeito da última descoberta, obstante, nenhuma novidade.

[center]3560 A.E.C[/align]

[font=Garamond][size=150]Ilyich parece agitado e ansioso, dificilmente o vi assim em toda minha vida. Entrei na sala do Conselho e me deparo com um burburinho, que me alegrou muito, diga-se de passagem. Sentei e perguntei qual era o motivo para tal movimento incomum no Palácio. O Ministro Militar se aproximou e começou a falar:

  • Achamos uma cidade, Vossa Majestade. Pelo noticiado, é Wittenberg. A população local é apegada à fé, são religiosos. Também, nos deram um presente de trinta moedas, para nos agradecer pelo encontro. Generosos.
    Esbocei um sorriso e não escondi minha satisfação:
  • Isso é ótimo! Notícia magnífica!
    Ivan, com um olhar cauteloso prossegue a conversa:
  • Achamos que seria o mais prudente se nós a protegermos.
  • De fato, caro, acho que devemos o fazer também - continuo.
    Todos concordam que isso deverá ser feito. Peço para que mandem um emissário avisando tal decisão.[/size][/font]

[center]O relatório de Wittenberg apresentado.[/align]

[center]3520 A.E.C[/align]

Atualmente, temos uma unidade especializada em exploração, os primeiros batedores russos. É notório que o mapeamento da região será mais rápido e fácil.
O nosso mapa é atualizado com a nova unidade e a descoberta da primeira cidade-estado.

[center]Os batedores russos.[/align]

[center]O Mundo Conhecido em 3520 A.E.C.[/align]

Com conselho de Natasha, a qual eu mais deposito confiança, e intuição própria, decido produzir construtores, que trabalharão na terra para construir pastos. Já deixo claro que o que a cidade de Moskva deve ter logo após isso é uma caravana, que aumentará mais nosso poder local, comercializando com a récem descoberta vizinha cidade.
Tenho a sensação que o mundo agora está ficando mais desafiador e minha nação depende de mim para não sucumbir para nossos inimigos.

[center]Foco produtivo de Moskva para os próximos anos[/align]

Recebo o relatório geral de todos os Ministérios. A situação econômica e social da Rússia em 3520 A.E.C. é esta:

[center]Contexto socioeconômico russo.[/align]

Cultura quase completa. Qual será a escolha?

Estava pensando em tradição ou honra. Como queria fazer algo, meio que, histórico, acho que tradição, uma vez que aumentaria minha fronteira.

Começo tranquilo e sem tretas.

Sim, até agora nem Bárbaros foram achados. A cidade-estado é a única grande descoberta.

Espero que daqui alguns milhares de anos adote a Ordem :hihi

Hmmm, eu não traduziria Scouts como escoteiros, nesse caso. Talvez batedores fosse melhor =)

Bem, acompanhando a história =D

Para min o ideal seriam exploradores

Esqueci de mencionar isso! O termo mais correto é mesmo batedores. A palavra scout seria “parente” da nossa palavra escolta.

Opa, valeu pela ajuda. Mesmo que tenha visto em alguns lugares empregados nesse sentido, de fato “batedor” é o mais compreensível.

[offtopic]Próximo capítulo terá uma abordagem diferente, achei que o diário seria uma boa forma, mas receio que não ficou muito bacana.[/offtopic]

Eu até gostei dessa forma de diário. Contudo ela suprime eventuais diálogos.

Capítulo 3: Políticas e Descobertas

[center]3520 A.E.C.[/align]

Os orgulhosos e destemidos soldados da Guarda de Moskva descobriram uma paisagem tão linda e estupenda que é uma maravilha do mundo conhecido. De acordo com o Capitão Yuri, há um pequeno espaço com água que jorra do chão para o céu. Ao chegar e se espalhar pela cidade, o fato se tornou motivo de alegria e regozijação entre os russos, muitos dizem que é um bom presságio.

[center]O “Staryy sluzhaka”, o velho fiel.[/align]

O relatório econômico não é bom à altura da Rússia. Ganha-se uma mísera moeda e temos apenas sessenta para uso imediato. Porém, os estudiosos analisaram a região e chegaram a conclusão que temos 4 recursos de grande valia, que se trabalhados pelos moscovitas, pode ser um diferencial. Eles são: Cervos, à sudoeste; trigo, à oeste; corante (tinta), à noroeste; tecido à leste.
Os cidadãos estão, atualmente, utilizando-se da terra fértil e cultivando trigo, e caçando os cervos, ainda que sem uma estrutura decente.

[center]A capital.[/align]

[center]3480 A.E.C.[/align]

Os recém recrutados batedores já estão em atividade, explorando à Oeste da nossa cidade. Informaram que encontraram mais recursos naturais e mandaram um esboço da região.

[center]O esboço dos batedores.[/align]

[size=150][font=Garamond]A rainha recebe um relatório dos seus conselheiros a respeito de qual política o império irá adotar. O debate ficou entre Honra e Liberdade. Os com veia militar defenderam a Honra, uma vez que daria uma grande vantagem bélica para a nação. Já os diplomatas optaram argumentar a favor da Liberdade, que proporcionaria mais cultura à Rússia.

  • Vossa Majestade, devemos focar no tecido militar, para quando acharmos inimigos, estarmos preparados. Ter um exército forte significa não temer ninguém - o ministro da Guerra iniciou a discussão.
    Natasha ouviu atentamente, mas rebateu:
  • Com todo respeito, discordo veementemente de sua opinião. Com mais produtividade, poderemos ter uma economia forte. Uma nação que se preze tem uma economia estabelecida e grandiosa.
  • Senhora e senhores - Catarina falou - creio que soldados no momento não é nosso foco, uma vez que nossa capital ainda é frágil no sentido econômico. Devemos admitir que agora, não estamos como gostaríamos estar. Por isso, devemos adotar a política que foca na nossa produção.
    A decisão de Catarina foi assertiva, ainda que tardia. Notoriamente uma mulher que procura o desenvolvimento interno e estabilidade, optou por Liberdade.[/font][/size]

[center]A descrição que os estudiosos deram na decisão da rainha.[/align]

[center]3400 A.E.C.[/align]

Os viajantes trouxeram boatos: alguma nação, ainda desconhecida, fundou um Panteão. Acreditam no poder das rochas.
Mais importantes notícias advindas dos nossos exploradores: descobriram um acampamento bárbaro e uma ruína. O inimigo está bem próximo da ruína, o que pode dificultar a futura exploração da mesma.
Por sorte, nossos bravos guerreiros encontraram outra ruína, à nordeste. A ordem é que as duas unidades retirem o que puder das duas locações. Os batedores não deverão entrar em contato com os bárbaros, pois estes são guerreiros e massacrariam os nossos.

[center]A ruína à oeste[/align]

[center]A ruína à nordeste[/align]

Os exploradores encontraram centenas de sobreviventes de uma antiga cidade, destruída pelos bárbaros vizinhos. Eles, os fugitivos, foram direcionados para Mosvka. Foi um grande progresso para nossa capital, agora podemos contar com mais trabalhadores. Os mesmos foram empregados na exploração de tecido, à leste, aumentando a entrada de moedas no reino.
Na outra ruína foram descobertos artefatos antigos, de outra civilização, o que fez com que os estudiosos pudesse ter material para estudo, além de ter maravilhado a todos, inclusive a Vossa Majestade.


[center]As descobertas.[/align]

Em pouco tempo teremos descoberto como construir um campo para caça, aliado com a futura construção de um na região dos cervos, teremos uma considerável melhora na produção local.

[center]3360 A.E.C.[/align]
[size=150][font=Garamond]Encontramos outra cidade-estado, a 2ª. Lhasa, que é muito religiosa e nos deu um generoso presente com 30 moedas por termos encontrado ela. Eles também compartilharam os deuses deles, aumentando substancialmente a fé dos Rus. Em pouco tempo, talvez, possamos fundar nosso próprio Panteão.
O debate do posicionamento com relação a cidade começou:

  • Receio que não podemos fazer muita coisa com eles, Vosssa Majestade - proferiu Ivan.
    Ilynich concordou com a cabeça e acrescentou:
  • Já prometemos proteger Wittenberg, não conseguiremos cumprir nossa primeira promessa, dessa forma.
    Os outros não discordaram, pelo visto, era uma decisão unânime ou, no mínimo, irrefutável.
    Catarina seguiu o conselho e nada fez com relação à cidade. Talvez no futuro, a relação seja de mais proximidade.[/font][/size]

[center]Lhasa[/align]

Com os artefatos encontrados nas ruínas, conseguimos ter conhecimento o suficiente para dar um passo adiante em nossas políticas. Dessa vez, a rainha fez um pedido: que se encontrasse uma que aumentansse nossa produção. E achamos. A República conseguiu dar vigor aos cidadãos moscovitas e agora produzem mais do que nunca.
Os conselheiros e ministros reais acharam melhor chamar a Catarina de Cônsul, um título mais apropriado com o aspecto de liberade da nação.

[center]A República[/align]

[size=150][font=Garamond]Novamente, nossos valorosos exploradores rastrearam outra ruína, mais ao Norte da expedição. Todo o povo está ansioso para o que se achará lá.
Catarina pediu para que seja feito um estudo sobre a nação, a situação geral dela, para que ela possa tomar os futuros passos.

  • Bom, receio que todos aqui têm interesse em levar a Rússia ao nível das maiores civilizações e ser a melhor. Com isso em mente, peço que todos os ministros façam um relatório detalhado sobre nosso país. Assim, nossas decisões serão mais assertivas e terão melhores resultados.
    Todos anotaram cuidadosamente o pedido e começaram a pesquisa.

Após alguns meses, a ministra Natasha trouxe para a Cônsul o pedido feito pela mesma. A feição da Ministra era de satisfação, aparentemente todos estavam positivos quanto ao futuro da nação.[/font][/size]

[center]O estudo feito pelos russos.[/align]

[center]A segunda parte do estudo[/align]

[font=Garamond]A situação da Rússia é esta:[/font]