[CK] Bornholm - O sonho da independência

Bornholm - O sonho da independência

Primeiramente sou novo aqui na GSB, por tanto me perdoem os erros de português e os estilos de formatação, é a minha primeira AARs e espero que agrade a todos.

Configurações do Jogo:

Crusader Kings: Deus Vult
Patchs aplicados: Dv patch 2.1, Dvip 1.06, Patch de tradução para o espanhol (Devido ao Dvip 1.06 algumas coisas estão em inglês).

A história vai acontecer naturalmente e vai ser imprevisível até mesmo para mim.

O Objetivo desta AARs é tornar Bornholm independente do reino da Dinamarca e permanecer neutra por pelo menos uma década.

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[font=Arial][i]Bornholm, uma pequena ilha pertencente ao poderoso reino da Dinamarca, Conde Ragnar de Bornholm poderia ser somente mais um vassalo, mas este tinha uma ideia diferente a qual começou a florescer devido o descaso do Rei Svend Estridson quanto as suas terras.

Bornholm era uma ilha pobre, não conseguia crescer devidos os impostos aplicados pelo reino, Ragnar enxergando isso começou a procurar formas de estimular a economia local. Começou a estudar muito, devido o tempo disponível de paz Ragnar tentava descobrir como faria à pequena Bornholm prosperar, e de seus estudos surgiu à ideia de se rebelar contra o reino da Dinamarca, de tornar independente e quem sabe assim livrar seu povo da pobreza e tornar Bornholm um lugar próspero, mas como fazer isso sem causar uma guerra? Bornholm seria aniquilada facilmente pelas tropas do rei, seu conde com ideias separatistas poderia ser assassinado junto ao seu pequeno filho de apenas 11 anos, Egil Ragnarsson.
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[font=Arial][i]Ragnar sabia de todos os riscos que iria correr, mas este era seu objetivo, ele estava com uma visão totalmente diferente para sua época, ele tinha que tomar cuidado com os seus pensamentos, a corte poderia achar que estava louco, ou até mesmo suas ideias poderiam chegar aos ouvidos do rei antecipadamente e o seu sonho teria um fim. Ele deixou para revelar seus planos com o tempo até que pudesse ter total controle sobre a corte com suas novas atitudes administrativas.

Suas primeiras ações foram radicais e abalou toda a corte, Ragnar tinha um sonho de tornar Bornholm um lugar totalmente diferente do mundo na época, um local onde a liberdade era respeitada, assim como as crenças e a diversidade cultural. Ragnar alterou as leis de sua terra, seu sucessor seria aquele que tivesse mais influência e poder, ou seja, teria que demonstrar sua força para levar Bornholm ao progresso, esta atitude até mesmo poderia por fim a linhagem de Ragnar no poder de Bornholm, mas ele sabia que seu filho teria que merecer para se tornar herdeiro, era um dos pensamentos libertários de Ragnar, somente o melhor poderia ocupar o seu lugar, e isto é claro seria bom para Bornholm ou não. Ragnar diminuiu o poder da igreja em suas terras e cortou as doações, isto poderia irritar o Papa e as pessoas poderiam acreditar que Ragnar não possui mais fé, Ragnar deixou sua fé de lado não para provocar a igreja, mas sim com o objetivo de cortar custos para alcançar o seu sonho de melhorar as condições de vida em suas terras, e todo o dinheiro deveria ser controlado.

Então a partir daí Ragnar começou o seu legado em busca da independência de Bornholm.

Bem, por enquanto é isso, amanhã vou jogar mais um pouco para continuar a história, espero que tenham gostado desta primeira parte xD.
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Boa!
Antes de mais nada, seja bem-vindo e parabéns pela iniciativa!
Vou acompanhar com certeza!

P.S.: Editei as imagens que não estavam aparecenedo, blz? :wink: Qualquer dúvida é só entrar em contato :slight_smile:

Hiryuu , obrigado pela ajuda, realmente estava um problema com imagens uhauhauhauha , vou usar outro site para postar.

Espero que vocês gostem, sem dúvidas vem muitas surpresas para todos e para mim.

Recomendo o Photobucket, eu usava o Picasa mas começou a dar problemas, migrei pro Photobucket e tá uma maravilha só :slight_smile: O ruim do ImageShack é q tem q abrir a imagem, colocar zoom, clicar nela e copiar o endereço… é mto trabalho xD
Ah, não sei se vc achou, acima do quadro do post tem o botão pra colocar as imagens (do lado do “burrinho”), sempre procure colocar como centralizado que fica com uma aparência bem “mais melhor” :wink:

Opa, seja bem vindo ae cara, toca em frente a AAR, aguardando a continuação…

Belo início, vamos lá.

Oba! Mais uma AAR! Vou ler sim, acompanhando!

PS: deve ser difícil jogar de conde…

Uhtred Ragnarson, concerteza jogar como conde no CK é muito difícil, ainda mais com Bornholm que é pobre e possui um fraco exército, ainda corro o risco de ser assassinado a qualquer momento pelo Reino da Dinamarca devido as idéias separatistas, bem hoje ainda posto mais alguma coisa.

1067 *** Links das fotos corrigidos ***

[font=Arial][i]Ragnar forma o seu novo governo, é anunciado como conselheira Christina Marsvin de apenas 19 anos, Gyda Marsvin de 26 anos como administradora (apesar de terem o mesmo sobre nome não são irmãs, acredito que sejam parentes) e Gyda de Bornholm de apenas 17 anos como Espiã Chefe. Muitos se perguntaram o porquê de membros da corte serem mulheres e ainda jovens.
Ragnar não era um homem pervertido, pelo contrário era até casto, e desde que sua mulher morreu não se envolveu com mais nenhuma. O motivo de escolha dessas mulheres para o seu governo era em relação as suas habilidades em cada área selecionada (Gyda Marsvin não era uma boa administradora, mas era a única até o momento para o cargo).

Ragnar disse que para o seu sonho de independência e liberdade, a escolha de pessoas para assumir o governo de Bornholm não precisavam ser indicadas, nem terem uma família nobre, bastava ser especialista e suprisse a necessidade naquele momento, este era um dos requisitos para servir. A corte estava horrorizada com aquelas ideias, achavam que Ragnar estava louco, que aquelas ideias iriam levar Bornholm a destruição, mas por enquanto não tomaram nenhuma atitude, pois tudo era muito novo e ninguém sabia o que iria acontecer.

Ragnar precisava preparar seu filho para o futuro, e sabia que em Bornholm ele não teria uma educação adequada para os planos da independência, Ragnar queria que Egil fosse o seu sucessor, e para isso devido às alterações na lei de sucessão Egil precisava ser forte e influente, pensando desta forma Ragnar pediu ao Rei da França Phillipe Capet de apenas 14 anos para que educasse seu filho, a escolha era estratégica, garotos de idades próximas, e ainda a França estava em meio a uma guerra com os muçulmanos, Egil precisava conhecer de perto os conflitos já que o reino da Dinamarca estava em paz, e Bornholm não lutava com ninguém. Com isso Egil teria que ser preparado para quem sabe uma futura guerra.

Ragnar sabia que o Rei estava próximo de anunciar quem seriam os responsáveis pelas terras da Escania, e por isso pediu ao Rei para que elas fossem lhe concebidas, pois Bornholm era um lugar muito pobre e era muito difícil se desenvolver somente com a economia local, além do mais Escania era próxima da ilha. E foi aberta formalmente a reivindicação das terras da Escania. O rei parece não ter gostado da atitude ambiciosa de Ragnar, sua relação cai devido a este pedido. Ragnar não estava mais se importando com as relações com o reino, para ele o pensamento era de cada vez mais mostrar sua insatisfação para assim que tiver oportunidade separar Bornholm.

O rei Phillipe Capet da França aceita o pedido de Ragnar para receber Egil em seu reino, uma surpresa até mesmo para Ragnar, parece que tudo estava encaminhando certo para os planos do Conde, este se despediu de seu filho, momento emocionante, mas importante para o futuro de Bornholm.

O problema de se ter mulheres tão novas no Governo é a cobiça de poderosos para o matrimonio, e foi assim com a espiã chefe, o jovem conde de Derby, Estmond do reino da Inglaterra fez o pedido de casamento para Gyda, os planos da liberdade de Bornholm a deixaria livre para tal ato, mas Ragnar não podia a deixar ir embora, e recusou o pedido, Gyda ficou triste, pois sabia que ali estava a oportunidade de se casar com um homem poderoso, mas Ragnar disse a ela que seu momento chegaria e que ela era muito importante para os planos da independência. Este concerteza seria somente mais um de vários pedidos que Ragnar fosse receber, mas por enquanto todos seriam recusados, até mesmo o pedido de um rei.

Devido aos momentos solitários que estas mulheres estão tendo na corte, a amizade entre a Espiã Chefe e a Conselheira está aumentando, isto é bom para manter o bom relacionamento na corte e acalmar os ânimos.

O resultado da afronta de Ragnar para com o Rei teve resultado, o mesmo não atendeu ao pedido das terras da Escania, e concedeu ao seu filho Benedikt o título de conde, e a maior afronta é que o recém-conde teve audácia de pedir à tão cobiçada espiã chefe em casamento, claramente o pedido foi recusado, os ânimos entre o Rei e Ragnar parecem estar cada vez mais acirrados.

Parece que o povo de Bornholm está gostando das atitudes do seu conde, as pessoas estão tendo uma boa visão sobre Ragnar e apreciando seu trabalho e empenho para a prosperidade, na visão comum ele é um verdadeiro cavaleiro, mas Ragnar sabe que ele não vai ser assim para sempre.

No dia do Santo Padroeiro de Bornholm, as pessoas participam da peregrinação à capela, e quem está lá também é Ragnar, que apesar de suas atitudes contra a igreja, e ter se afastado, o momento é propício para chegar entre a multidão e expressar sua fé, ele é um homem cristão,acredita em Deus, mas não quer que nem mesmo a igreja se intrometa diretamente nos assuntos do governo de Bornholm.

Uma gangue de bandidos está atacando as terras de Bornholm e ninguém está agindo, já não bastasse os problemas da pobreza, ainda é castigado pela violência, Ragnar se oferece pessoalmente para tratar dos bandidos, arriscando inclusive sua vida, mas com sucesso Ragnar e seus homens derrotam os bandidos que são presos, e Ragnar é conhecido como Valente.

Um cavaleiro de terras distantes chega a Bornholm pede permissão para se estabelecer, Ragnar precisava de um comandante para seu exército, e Svend Thott chegou a um bom momento para assumir o cargo, não seria muito rápido para confiar em um estrangeiro? Ragnar teria que correr o risco, além do mais Svend Thott jurou lealdade ao seu soberano, e gostou das ideias separatistas de Ragnar, e Svend ainda ficou impressionado, pois de acordo com a linha sucessória, ele seria o próximo conde de Bornholm, Ragnar sabia dos riscos que corria, poderia ser assassinado e este estrangeiro assumir o posto, já que seu filho ainda não estava preparado, mas Ragnar acreditou e confiou em Svend.

OS engenheiros acabaram de descobrir novas formas de cultivação no campo, algo inédito no Reino da Dinamarca e regiões próximas, um triunfo para Bornholm.[/i][/font]

Bem pessoal, por hoje é só, eu falei bastante sobre os eventos, eles se repetem, por tanto da próxima vez que houver um evento repetido eu não irei comentar, acho que falar sobre eles pelo menos uma vez é o suficiente para vocês terem ± a noção do que está acontecendo, qualquer sugestão é bem vinda.

Acompanhando.
Nunca joguei muito CK.

Bem legal o capítulo. Uma informação: seu filho não vai herdar? Mesmo sendo menor de idade?
Você tem mais algum filho? Ou sua corte é essa mesmo?
Se você perder a dinastia, você perde o jogo? Ou segue jogando como o “estrangeiro”?

Acompanhando =)

Bom cap! Joguei pouco CK (tanto o 1 quanto o 2) mas prevejo que o Rei não deve ficar mto tempo só observando a “rebeldia” de seu vassalo, hehe…
Acompanhando :wink:

Não, somente Egil, filho único, se perder a dinastia é game over, por isso o nivel de dificuldade é ainda maior, já que o filho está na França e não possui ninguém em Bornholm para ser o sucessor, no caso a linha de sucessão é passada para o membro mais poderoso que no caso é o comandante recém contratado, mesmo se o filho de Ragnar estivesse em Bornholm, ele seria o herdeiro se a linha sucessória fosse passada de pai para filho.

Por enquanto tive algumas surpresas como o rei da França ter aceitado o garoto para educar, vamos ver no que vai dar rs.

Muito legal a sua AAR Razek, acompanhando, continue.

Cara como vc é novo aqui e ja chegou postando uma AAR, nos conte como descobriu o GSB… pelo visto vc ja conhece games de Grand Strategy para estar jogando CK, clássico da Paradox.

Então cara, eu já conhecia o site bastante tempo, só olhava os comentários e as dicas dos jogos de estragégia, eu ja sou um digamos ‘’ veterano’’ deste tipo de game, no momento jogo o CK pq meu pc é meio antigo mas em breve vou montar um melhor, eu costumava jogar Civilization, Sim City, Spore, EU III, a série Total war, claro quando estava com uma maquina boa, eu me afastei um pouco do pc e estava no console, é claro jogando sempre jogos de rpg, aventura e estratégia, como por exemplo Fable no Xbox, Final Fantasy no PS3 entre outros.

Lembro que o site antes era mais movimentado, acho que teve uma época que vocês sairam fora do ar acho q foi por causa disso que o pessoal se afastou, enfim eu resolvi começar com uma AARs pq eu sempre gostei de criar histórias, penso em um dia escrever um livro, e via aki na comunidade e olhava aquelas AARs do pessoal, e ficava pensando como é incrivel voce jogar e criar uma história ao mesmo tempo, algo magnífico não há comparação, ainda mais para quem lê, quando o autor é bom passa a alma na AARs e torna a história mais cativante por isso eu me arrisquei e esta é a minha primeira, é tudo muito novo para mim. Com o tempo vou pegando experiência e possa melhorar as histórias.

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Ragnar teve uma brilhante ideia para cessar o bombardeio de pedidos de casamento para a ninfeta da corte, a Espiã Chefe Gyda de Bornholm, ele propôs um casamento entre ela e o comandante chefe o recém-chegado Svend Thott, este aceitou prontamente o pedido de Ragnar já que era um homem maduro e estava solteiro há bastante tempo, e ainda seria ótimo para estreitar as relações com o Conde de Bornholm.

Em um momento de tranquilidade, Ragnar visitou a capela, chegou à hora de pensar sobre sua vida, a fé parece que estava voltando a correr em seu sangue, até mesmo o mais duro dos homens tem seus momentos de fraqueza e amor próprio.

Uma grata surpresa, um bispo local resolveu desafiar Ragnar no jogo de xadrez, dizem que ele é bom, e costuma ganhar sempre e devido a isso se gaba,chega beirar a arrogância, há formas de ganhar dele trapaceando, por exemplo, ou poderia ser recusado o convite, mas o Conde de Bornholm é um homem honesto e hospitaleiro e aceita o convite do Bispo. Infelizmente o Bispo ganhou, parece que este tem mais talento para o jogo do que para a Fé.

( Perdi a screenchot desta parte, me desculpem pessoal).

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É um momento de calmaria, Bornholm está sendo estruturado, o Reino da Dinamarca permanece o mesmo, e ao norte a situação da Suécia é de constante movimento de tropas, pois estão em guerra com as tribos, a Suécia parece estar tomando bastante território e se tornando uma potência.

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Conselheira Christina está se sentindo solteira, ainda mais com o casamento de sua amiga com o comandante de Bornholm, e pediu para que tivesse uma oportunidade de matrimonio, infelizmente ela teve que ser liberada pra ser feliz, pois o sonho de Bornholm era a liberdade das pessoas, e naquele momento não havia nenhum pretendente para realizar o casamento, Ragnar naquele momento não queria se casar conselheira Christina se retira de Bornholm para seguir sua vida, agora o governo estava enfraquecido sem uma conselheira, era necessário um substituto que no momento não havia ninguém para tal.

Mas felizmente Svend Thott convidou um membro da sua família, Erik Thott chega a Bornholm e pede a permissão de Ragnar para se estabelecer, e este é claro aceita o pedido e o nomeia conselheiro do Conde, pois seus talentos para negociação e diplomacia mostraram – se bastante apurados.
Alguns membros da corte não estavam gostando da presença dos dois, pois estes eram agora os sucessores diretos ao Condado de Bornholm, aos poucos a família Thott ia tomando conta do governo de Bornholm seria isto uma ameaça futura?

É parece que os problemas de Bornholm afetaram a saúde de Erik, o mesmo não possui a mesma paciência feminina para o trabalho administrativo, o mesmo anda stressado, a vida não é fácil para ninguém em Bornholm, Erik parece sentir isso na pele.

Infelizmente foi recebida a notícia que o comandante Svend Thott foi assaltado nos corredores do castelo, isto é uma vergonha, a violência de Bornholm chegou dentro do lugar que deveria ser considerado o mais seguro de Bornholm, Ragnar admitiu falhas na segurança e disse que vai encontrar os bandidos que fizeram isto a Svend, o prestígio de Ragnar caiu perante a corte, como pode algo deste tipo acontecer sob o teto do conde?

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Este ano começou quente, primeiramente pelo retorno do filho de Ragnar que estava na França, este voltou com 16 anos e já está apto para fazer parte do governo de Bornholm, Egil amadureceu e muito, nem parece que se passaram cinco anos desde a partida do garoto.
Apesar de ter passado um tempo em meio aos conflitos da França para com os muçulmanos, Egil parece que aproveitou mais a vida do que ter posto ela em risco, já que voltou com personalidade totalmente diferente, Egil é um sedutor, luxuoso prefere ficar atrás de um rabo de saia do que lutar, apesar de ter sido treinado no exército e possuir boas habilidades com a espada, sua preferência é o romantismo, Egil ainda voltou preguiçoso, não gosta muito de trabalhar, parece ter sido uma má ideia te-lo mandado para França, o mesmo aprendeu os péssimos costumes dos nobres de lá.
Mas de qualquer forma Ragnar queria que Egil fosse o sucessor de Bornholm, apesar de ainda não ser um homem influente e poderoso, Ragnar tirou Erik Thott do conselho da corte e seu filho assumiu o posto, pois Egil era mais habilidoso com a diplomacia, e seria um preparo para assumir o posto de futuro conde, mas por enquanto o comandante Svend Thott continuava a ser o homem mais poderoso depois de Ragnar em Bornholm, mas veremos até quando.

Outro evento merece atenção de Bornholm, é hora de Ragnar agir, o Reino da Dinamarca declarou guerra para a tribo de Ôlsen, esta seria a oportunidade ideal para se rebelar contra o reino, o Rei concerteza vai precisar das tropas de Ragnar, e aí que este vai recusar, no momento não podemos perder tropas e precisamos focar no desenvolvimento de Bornholm, talvez seja a hora de buscar um aliado, o futuro da independência parece estar se desenhando neste momento difícil.

No momento da guerra, Ragnar se pergunta se é a hora de considerar realmente seus atos de rebeldia com o rei? Sim, as relações com o reino da Dinamarca vão entrar em sua pior situação desde então.

Ragnar é ainda mais ousado, fez o pedido de paz para com a tribo de Ôlsen, ato totalmente ao contrário que o reino se encontra, é uma forma independente de agir, o Rei ficou furioso com esta atitude, resta agora à tribo de Ôlsen aceitar o pedido.

Recebemos o retorno da Tribo de Ôlsen, eles aceitaram o pedido de paz de Bornholm, o reino da Dinamarca está em guerra, mas Bornholm não, como isto é possível? É Bornholm tomou um ato independente, isto chocou os demais membros do reino, a corte de Bornholm apoiou incondicionalmente a decisão de Ragnar, a guerra do rei não é nossa guerra, para tribo de Ôlsen é uma maravilha, um conde a menos para enfrentar, sem falar que Bornholm sairá do alvo de um eventual ataque já que se encontra bem no meio da passagem para o reino da Dinamarca, o rei perdeu sua ilha estratégica, veremos as consequências deste ato em breve.

É as consequências dos atos rebeldes de Ragnar já tem suas primeiras reações, o Rei ordena que Ragnar mobilize suas tropas para serviço do reino, Ragnar se pronunciou a respeito de sua decisão.

‘’ Sua majestade, Bornholm não irá ceder tropas para a guerra do vosso reino, estamos vivendo momentos difíceis, enquanto se levantam as armas o nosso povo passa fome, a nossa guerra é outra, é a guerra contra a pobreza, violência e o crescimento de Bornholm, espero que vossa majestade entenda minha decisão ‘’.

Com este pronunciamento, foi negado o envio de tropas de Bornholm para a guerra.

A corte estava admirada com a decisão de Ragnar para com o Rei, um ato hostil, que poderia ter sérias consequências para Bornholm, não havia contingente e nem recursos para uma provável repressão do rei, seriam aniquilados facilmente, e seu lorde seria preso e enforcado por rebeldia ao seu suserano. Os próximos meses seriam cruciais para o futuro de Bornholm, o reino da Dinamarca estava em guerra, mas nada o impediria de invadir Bornholm e acabar com este inicio de rebelião, mas uma coisa é certa, todos lá estavam cientes de seus atos, e Bornholm não cairia sem lutar.

hahaha inacreditavel as coisas que estão acontecendo nesse jogo, coisas que somente acontecem em uma AARs, totalmente inesperado para mim, ainda mais o pedido de paz aceito pela tribo de Ôlsen, um verdadeiro chute no saco do rei da Dinamarca kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

Sabem quais as chances de uma tribo entrar em paz com um condado de um reino que esta em guerra com ela ? minimas, e isto aconteceu com Bornholm, maravilha kkkkkkkkkkkkkkkkk.

É, o estrangeiro se deu bem, hehe…
Que raio de comandante é esse que se deixa assaltar, e dentro do castelo? ==|
Well, costumes franceses, esperava o q? :hihi

Repito o q disse antes, não creio que o Rei vá aceitar por muito tempo essa rebeldia toda… veremos!
Belo cap! :wink:

Muito legal o capítulo… nossa lembranças nostálgicas do CK. Foi por esse game, uma dúvida com os patchs na instalação, que postei pela primeira vez no GSB.

Gostei da parte hilária da “ninfeta do reino”… aUAHUhauHAUh

Razek, inscreva sua AAR no Paradox AwAARd’s GSB o prêmio para o vencedor é:

[table=width:50%;border:1px solid #cccccc;][tr=text-align:center;][td=border:1px solid #cccccc;]Medalha no perfil:[/td][td=border:1px solid #cccccc;][/td][/tr]
[tr=text-align:center;][td=border:1px solid #cccccc;]Game: HoI III Collection
original via Gamers Gate
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Acompanhando

Opa, acompanhando.

Você aguenta ir de encontro ao Rei? Não era melhor esperar uma guerra mais… forte? Entre a Suécia e a Dinamarca, por exemplo…
Vamos ver, vamos ver…
Acompanhando =)