[CK2] Crônicas Polonesas

A Crusader Kings 2 AAR

Mazowicke

Crônicas Polonesas

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- Índice -
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Mazowicke

Crônicas Polonesas - Parte 1

~ 867 ~

Após notícias chegar a Jogawde sobre guerras na qual os prussianos estariam lutando entre si, rapidamente ele convoca seu irmão, Goscimir de Czersk, para Plock, com o intuito de o convencer a invadir algumas terras dos prussianos ao norte. Não seria difícil Goscimir se juntar a seu irmão, e rapidamente convoca suas tropas, os dois ávidos a guerra saem no mês seguinte, marchando ao norte.

1.300 soldados liderados por Drogowit vão a Galindia e derrotam o exército do Alto Chefe Jogawde na Batalha de Galindia, enquanto a batalha esta no seu auge, em Plock nasce o primeiro filho de Drogowit, que antes de sair pediu a sua esposa para colocar o nome de Drogomir caso fosse um menino. Com a vitória, os senhores prussianos locais fogem, deixando toda a Galindia para Drogowit, algumas fontes sugerem que a família governante da Casa de Galindas emigrou para a proteção do Alto Chefe Jorûnas, da tribo dos Deltuvians.

As tropas de Mazovia são novamente reunidas em Plock, dessa vez Drogowit planeja atacar o Alto Chefe Sobieslaw ao oeste, para ir de frente a tribo de Kuyavia, ele envia rapidamente pedido de ajuda a seu cunhado, o Alto Chefe Zintis da tribo de Courland.

De surpresa, Drogowit inicia um cerco a Inowroclaw, algumas semanas depois seus soldados entram e capturam a família de Sobieslaw e o Chefe Warcislaw. Em seguida seu exército toma o importante Templo de Wloclawek. Sem esperanças, Sobieslaw aparece a Drogowit em seu acampamento se rendendo, após ele sair de seu esconderijo. Ao se render Sobieslaw jura vassalagem a Sobieslaw. Enquanto Warcislaw logo depois jura vassalagem a Sobieslaw após sair da prisão.

A população de Mazovia estava quase voltando a degustar da paz mas, Drogowit, convocaria seus homens e seus vassalos para a guerra, e abertamente desafiava o poder do Alto Chefe Piast da Grande Polônia.

Nos meses seguintes, Drogowit permaneceria em território inimigo, conquistando e saqueando os assentamentos do Alto Chefe Piast, que não tinha como se defender, perderá um alto numero de homens e suas guerras externas, deixando suas terras livres para Drogowit. Após a rendição de Piast em Plock, o Alto Chefe Drogowit declara a intenção de se tornar o líder de toda a Polônia para suas tropas e os chefes das tribos sob suserania de Drogowit. Enquanto alguns senhores levantavam seu punho e gritavam em favor de Drogowit juntamente com os soldados, outros senhores, principalmente os derrotados em guerras anteriores viam aquilo como algo perigoso, cada vez mais Drogowit se tornava inalcançável.

Drogowit, pacientemente planejou por anos sua invasão final aos senhores poloneses, dessa vez ao respeitado comandante Lechoslaw da tribo de Lendians ao sul, o mais poderoso enfrentado até agora. Mas Drogowit para se manter por cima, arranja noivados estratégicos a seus filhos, se aliando com Borivoj Premyslovci dos Czechs e Ctibor z Kaszebe dos Pomeranians que recebem o chamado de Drogowit a guerra.

Drogowit vence os Lendians na Batalha de Rawa, e logo conquista Sandomierz, partindo para Wislica logo em seguida, que após um assalto cai para as tropas de Drogowit. Enquanto os soldados saqueavam os assentamentos, Borzyslaw traz a Drogowit o próprio Lechoslaw, líder da tribo dos Lendians e sua família. Drogowit propõe que Lechoslaw jure vassalagem a ele, oferecendo a liberdade dele e de sua família.

Drogowit é coroado o Rei de toda a Polônia em Plock, enquanto os outros senhores se curvam diante dele e a coroa é colocada em sua cabeça, é assim então fundado o Reino da Polônia.

A tribo de Sorbs entra em colapso, o Alto Chefe Uldarich se converte ao cristianismo, iniciando várias revoltas dentro de seu território perante os senhores contrários a essa religião; e para se protegerem, alguns senhores poloneses, vão até Plock, e oferecerem sua lealdade ao Rei Drogowit, que calorosamente aceita os votos do Senhor Milowit de Glogów e do Senhor Gardomir de Wroclaw.

~ 881 ~

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Aê, vai Polônia! :grin:

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Mais uma AAR de CK! Aê!

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Mazowicke

Crônicas Polonesas - Parte 2

~ 881 ~

Aproveitando a decadência do Reino da Grande Moravia do Rei Slavomír, a guerra chega novamente, com o Rei Drogowit conquistando sem muitos esforços a tribo de Opole, e logo depois ele vai para o norte, derrotando o Alto Chefe Tlokote dos Skalvians, tomando a cidade costeira de Cranzkuhren principalmente, agora o Reino da Polônia possui um território costeiro.

Após passar anos lutando guerras ao oeste, conquistando cidades, templos e tribos inteiras, vem a falecer o primeiro Rei da Polônia, Drogowit aos 45 anos, um líder que fez seu nome na história. Seu filho mais velho, Drogomir se torna o Rei da Polônia aos 24 anos, um comandante respeitado, desde seus 16 anos o jovem Drogomir acompanhava seu pai nas guerras de conquista, é esperado que ele vá ainda mais expandir as bordas do Reino da Polônia. Enquanto Boneza, segundo filho homem de Drogowit, se torna o Alto Chefe de Kuyavia.

Após 6 anos estabilizando o reino, usando da diplomacia para manter os senhores poloneses e seu próprio irmão na linha, o Rei Drogomir organiza uma invasão as terras do Senhor dos Czechs, Borivoj Premyslovci, aproveitando que o mesmo teria que se preocupar com outras guerras nas quais esta envolvido. Na Batalha de Glatz, Drogomir liderando as tropas em conjunto com seu amigo, o Alto Chefe Bogdan de Belz comanda 2.000 soldados contra 1.000 soldados inimigos nos morros de Kladsko.

Alguns dias depois, o exército polonês já estava em Prague. Borivoj imaginava que estando em seu castelo ele estaria protegido, ele via de longe o acampamento do Rei Drogomir a noite, apenas imaginava o número de soldados pelas fogueiras que conseguia contar, mas no início do dia ele já não conseguia contar quantos soldados o Rei Drogomir havia juntado, algumas fontes diziam que 8.500 soldados estavam cercando Prague, que cai algumas semanas depois e Borivoj é feito prisioneiro, terminando a guerra, com toda a Bohemia subjugada.

Ao chegar em Plock, festas são iniciadas, enquanto os espólios são divididos entre os senhores poloneses. Para Drogomir infelizmente, sua esposa, que havia lhe dado 4 filhos, seria encontrada morta, um assassinato na qual o autor não seria descoberto, assim morreria Matylda z Kaszebe.

Por outro lado, o artefato mais prestigiado dos espólios Drogomir toma para si, o livro Ljetopis popa Dukljanina, que compõe texto sobre as Crônicas do Padre de Duklja, um trabalho escrito por padres anônimos de Duklja, que contém histórias semi-mitológicas sobre o início da história dos Eslavos do Sul Ocidental.

~ 898 ~

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O Rei está morto! Vida longa ao Rei!

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Drogomir ainda pode expandir um bocado, hein…

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Mazowicke

Crônicas Polonesas - Parte 3

~ 898 ~

Bubilas Zemaitis funda o Grão-Ducado da Lithuania ao norte, unificando todo o seu povo, mas alguns assentamentos lituanos ainda estão sobre autoridade do Grão-Duque Sviatoslav de Polotsk, futuras guerras são bem prováveis entre os dois; o Rei Drogomir acaba vendo isso como uma oportunidade.

O Príncipe-Arcebispo Payen continuava a pregração de sua religião em Plock, e parece que conseguiu juntar uma grande audiência. Depois de escutar um de seus sermões, o Rei Drogomir admitiu para si mesmo que esta nova fé parece ter suas vantagens.

Logo toda sua família e seu irmão o Alto Chefe Boneza de Kuyavia abraçam a nova fé. A instabilidade logo começa a se alastrar por toda a Polônia.

Após 3 anos da conversão do Rei Drogomir, outros senhores poloneses acabaram por seguir seu rei, como o Senhor Dobromir de Bartia, o Senhor Doman de Galindia, o Senhor Bogdan ‘Braço de Ferro’ de Belz, o Senhor Siemowit ‘o Sapo’ de Greater Poland e o Senhor Hostivit II dos Czechs.

Ao norte da Polônia, governa o Senhor Boriwoj dos Pomeranians, uma tribo pagã, da antiga região eslava, maioria ainda praticada no território polonês. O Rei Drogomir, após deixar o reino se estabilizando, mantendo a ordem, acabando com qualquer problema gerado pela diferença religiosa, decide por fim declarar uma guerra santa contra os Pomeranians, com o apoio de seus mais poderosos vassalos cristãos.

O Rei lidera as tropas unidas polonesas, segue até Swiecie, e comanda um ataque as forças pagãs, nessas planícies ocorre a Batalha de Tuchel, que com reviravoltas no combate, os pagãos ganham a batalha no final do dia, infligindo 1.500 baixas aos poloneses, enquanto perder apenas 1.000 soldados segundo algumas fontes.

Enquanto os pagãos tomam Poznan, Drogomir convoca reforços ao sul, e novamente lidera seus homens em batalha, perto de Poznan, infligindo 1.000 baixas enquanto pere apenas 350 soldados, uma vitória que parecia decisiva, e rapidamente a guarnição em Poznan é destruída, e o assentamento recuperado.

Sem medir esforços, o exército polonês rapidamente chega a Bialogard, em menos de 2 dias Drogomir lidera um assalto ao assentamento. Suas tropas ao chegarem ao salão principal, capturam o Senhor Boriwoj, sua esposa e suas concubinas são também levadas até Drogomir. A guerra termina com um acordo pela soltura de Boriwoj e suas esposas/concubinas, enquanto nas terras recém conquistadas o Rei Drogomir a conversão dos templos pagãos para bispados, como o de Colberg e Stolp.

Alguns anos depois, chega a vez dos lituanos, suas terras são invadidas pelo motivo de fé, as forças polonesas lideradas pelo Rei, partem para as terras do Senhor Algirdas de Samogitia. Os lideres lituanos são presos e exilados em batalhas pelas florestas de Upyte, suas terras são tomadas, e senhores poloneses são postos para governar a região. O Templo de Birzai transformado em um Bispado tem início com as pregações do Bispo Sieciech.

As coisas não melhorariam no ano seguinte, milhares de pagãos se unem perante um líder camponês e se rebelam contra o rei, o próprio Dromogir chega a matar o líder em batalha, mas o exército pagão ainda consegue dominar o assentamento de Plock, os dois filhos mais novos do Rei são executados após a tomada. Após longos 2 anos, o exército rebelde vai diminuindo seu numero constantemente, e finalmente são derrotados na Batalha de Wloclawk, trazendo de volta a paz, pelo menos nas terras próximas a capital, que agora precisaria de um longo tempo para se recuperar.

~ 920 ~

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Mazowicke

Crônicas Polonesas - Parte 4

~ 920 ~

Por anos, o Rei Drogomir passa seu governo com a Polônia em paz, enquanto ele tenta estabilizar os problemas religiosos dos outros senhores poloneses e seus súditos, vários senhores católicos caem enquanto pagãos conquistam suas terras, o Rei tenta de todas as formas fazer com que esses novos senhores pagãos se convertem a fé católica, principalmente após o Senhor dos Czechs cair, e Sobieslaw, um pagão passar a governar a região.

A sucessão de seu filho é garantida, após o irmão do Rei, Boneza de Kuyavia morrer por conta de sua obesidade apenas com 50 anos. O Príncipe Witosz, senhor da Prussia passa a ser o sucessor mais apoiado.

Com seus 62 anos, Drogomir descentraliza o poder ainda mais na Polônia, agora a sociedade polonesa fica mais parecida com o feudalismo da Europa Ocidental, e Castelo são fundados, o Castelo de Plock, Rawa, Brzesc, Inowroclaw e Schlawe pelo próprio Rei. E logo conforme as tradições medievais, uma coroação é iniciada, e Drogomir é finalmente coroado Rei da Polônia.

Drogomir já com seus quase 70 anos, passa a não comandar mais suas tropas, outros senhores poloneses passam a ter mais liberdade ao usar seus soldados, as conquistas acabam se tornando menos comuns, e apenas acontece algumas vezes do Reino da Polônia entrar em guerra, o Rei Drogomir tenta economizar as riquezas do reino e investir no mesmo.

Na década seguinte, diplomatas do Grande Duque Voislav de Kiev vão a Plock, conseguir o apoio do Rei Drogomir, para deixar a passagem da fé eslava para a fé católica em Kiev de uma forma mais pacifica, aonde semanas depois o Grande Duque oficialmente se converte.

~ 941 ~

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Mazowicke

Crônicas Polonesas - Parte 5

~ 941 ~

Com seus 75 anos, Drogomir certo de que não teria muito mais tempo, decide arrumar empréstimos, com sua riqueza acumulada, ele se declara Rei de Galicia-Volhynia e da Grande Moravia. Algum tempo depois o Bispo Szczesny de Gostynin coroa novamente Drogomir em uma grande celebração em Plock, dessa vez como Imperador da Grande Polônia, com festas em todo o reino, mas com os outros senhores feudais na capital prestando homenagem.

Por alguma razão, o agora Imperador Drogomir decide se dedicar ao serviço a Deus, e renuncia a coroa imperial, e para viver o restante de seu pouco tempo de vida como um monge. Seu filho Witosz aceita a sua renúncia, e se torna no dia seguinte o segundo Imperador da Grande Polônia, meses depois o próprio Papa vai a Plock e em uma grande cerimônia coroa Witosz como Imperador.

O governo de Witosz seria passageiro, ele inundaria o Império com dívidas, após construir vários castelos na região da Prussia, e não conseguiria pagar pelas dívidas; acabaria falecendo ao 56 anos, após ter ficado um período doente. Nesse tempo conseguiria fazer com que seu único filho fosse apoiado para a sucessão, assim subiria ao trono o Imperador Witosz II aos 22 anos.

Um ano depois, o Príncipe Árpád Liuntika II invadiria as terras do Império com quase 6.000 soldados. Logo depois o Khan Meger aproveitaria e invadiria também. A superioridade numérica de Árpád consegue vencer a guerra, após derrotar as tropas dos poloneses na Batalha de Trencsén, Árva e Borsod.

Mesmo após ter perdido territórios, Witosz II consegue finalmente pagar as dívidas da coroa, e logo investe em uma cerimônia de coroação em Plock. Uma das grandes surpresas da festa seria a Imperatriz Grzymislawa, que na época estava grávida, vários dos senhores poloneses ficam impressionado com a deslumbrante Imperatriz, sua beleza, seus modos e o respeito que ela exaltava, facilmente se tornando a grande atração da festa.

Algum tempo depois morre Drogomir aos 82 anos, primeiro Imperador da Grande Polônia, em sua humilde cama em um mosteiro próximo a Plock. Logo depois por ordens imperiais, o Senhor Bogumil de Sandomierz com quase 2.000 soldados invade a ilha de Gotland, com o intuito de tomar para o Império, já o resto das tropas imperiais parte para leste, liderados pelo Starosta Milosz Branicki, para combater a invasão do Grande Duque Karijotas da Lithuania.

Após 1 ano de guerra, Milosz vence a guerra, após grandes vitórias nas Batalhas de Jurbarkas, Pasvalys e na 1ª e 2ª Batalha de Zagaré, aonde só elas infligiram mais de 5.000 mortes de invasores pagãos. Em Gotland, o Senhor Bogumil efetivamente toma a ilha e repele vários ataques do Rei Sigurdr Gut.

Com essas grandes vitórias, o Imperador Witosz II muda sua corte para Inowroclaw, se tornando no local a nova capital imperial, e com um grande investimento, é fundada a República de Gotland, Witosz II coloca Pelka Sobieski como primeiro governante da ilha. Reformas profundas são ainda mais feitas, o Imperador muda a lei de sucessão imperial para Seniority, diferentemente da antiga lei de eleição gavelkind herdada das antigas tribos polonesas.

Vários senhores poloneses viram as mudanças como muito radicais, então lideradas pelo Senhor Bogumil declaram uma rebelião com o intuito de colocar as antigas leis polonesas de novo como a principal no Império. Após 1 ano e 7 meses, os rebeldes se rendem, após sofrerem várias derrotas no campo de batalha para as forças imperiais, o Senhor Bogumil, antigo líder das tropas que tomaram Gotland, é aprisionado após a Batalha de Romuva. Os lituanos aproveitando a guerra, tomam a região de Samogitia do Império, aonde Wirosz II não tinha como contra-atacar.

~ 962 ~

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Nem tudo são vitórias… mas, se elas continuarem sendo maioria, ainda está bom…

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Se ficar no positivo, ta no lucro hehehe

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Mazowicke

Crônicas Polonesas - Parte 6

~ 962 ~

Aproveitando o estado de guerra que os lituanos se encontravam, o Imperador Witosz II convoca os senhores poloneses para uma invasão as terras pagãs, além disso, ele recruta 4.000 soldados, que com o Rei Goscimir no comando as tropas partem para o leste.

As forças polonesas somavam 7.800 soldados, e mesmo assim seriam derrotados por 5.600 soldados na Batalha de Kymuntipilis. Quase 1 ano depois, o Rei Goscimir voltaria, dessa vez com 5.100 soldados, derrotando o exército pagão que estava desgastado na Batalha de Luks. Ao final os pagãos perderam quase 7.000 soldados, e os poloneses conquistaram Suvalkija, Trakai e Dzukija.

As invasões polonesas ao leste ficam cada vez mais recorrente, liderados pelo Rei Wszebor, os poloneses conquistam Pinks, Turov, Minsk e outros territórios valiosos. Aos 45 anos, Nadbor herda o Reino da Lotharingia, fazendo assim a Casa Mazowiecki subir ao trono de um reino fora da Grande Polônia.

O Reinado de Nadbor não dura muito, ele morre aos 46 anos, sua filha então se torna a Rainha Anna, seu reinado fora marcado por uma guerra civil que durou 1 ano, e terminou com sua abdicação forçada, o Reino da Lotharingia foi então herdado pelo Rei Jacob da Francia Oriental, enquanto o Ducado da Bavaria é herdado pelo Imperador Wszebor.

~ 984 ~

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Que bom!

Que mau!

:sweat_smile: :grimacing:

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Não tive a chance de defender os parentes por la infelizmente hehe, então quem sobrou se exilou nas minhas terras novamente.

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Esse hehe aí entregou tudo. Tem que defender os parentes e mandar a porrada nos inimigos, rapaz…

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Eles não queriam aliança, tinha muitos pontos negativos, como por exemplo o infame “Political Concerns”.

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Mazowicke

Crônicas Polonesas - Parte 7

~ 984 ~

Chegando aos seus 60 anos, o Imperador Witosz II ainda achava que poderia ver o Império conquistar território, então ele planeja com o Rei Wszebor em Plock uma invasão ao coração da Lithuania. A invasão é efetivamente concluída após 8 meses de campanha, o Starosta Przemyslaw de Czersk liderando quase 10.000 soldados poloneses vence os pagãos na Batalha de Sciutinas e Salcininkai, parte para a capital inimiga e captura o pequeno Grande Duque Karijotas II e sua corte, terminando a conquista.

Alguns anos depoiis, o Imperador brinca com a sorte aos 61 anos, e inicia o preparativo para uma grande conquista ao Oeste, com o intuito de tomar a Francia Oriental. Liderando as tropas polonesas estava o Duque Boguchwal da Lithuania, que consegue sua primeira vitória na Batalha de Walkenried, uma batalha bem equilibrada aonde o exército comandado por Franko fon Rottweil é derrotado, mas não decisivamente, apenas perdendo 100 soldados a mais que Boguchwal.

Essa vitória proporciona aos poloneses tomarem a capital inimiga, Hanau, cidades e castelos em volta. Enquanto o exército inimigo se reagrupa e contra ataca, Boguchwal passa a perseguir o inimigo e eles se encontram novamente na Batalha de Wetzlar, que se encerra com uma vitória decisiva dos soldados de Boguchwal, que ainda lideraria os poloneses na Batalha de Aschaffenburg, o encontro final entre os dois exércitos.

Apenas alguns dias depois, Witosz II morre naturalmente em sua cama, dormiu certo dia e não voltou a acordar. Seu primo, Wszebor se torna o Imperador, já aos 65 anos de idade, e gravemente ferido após as suas guerras pessoais. Enquanto Karol, filho de Witosz, se torna o Rei da Polônia e Francia Oriental.

O governo de Wszebor seria bem breve, e ele morreria 1 ano depois aos 66 anos, por conta de seus ferimentos severos. Sobe ao trono Siemomysl, se tornando Imperador aos 38 anos, a sua ligação mais prestigiada que ele tem é com seu bisavô, Drogomir, o primeiro Imperador da Grande Polônia.

Toda essa rápida sucessão causa uma grande instabilidade no Império juntamente com uma falta de fundos no tesouro, vários senhores pelo Império fazem drásticas demandas ao Imperador sem se quer ir a capital. A primeira demanda que Siemomysl tem que aceitar é a de tornar a sucessão do Ducado da Bavária para uma sucessão eletiva, apenas aonde os senhores dentro das terras legais da Bavária podem votar.

Pelos anos seguintes fora necessário endividar os cofres do Império, mandar presentes e subornar nobres por todo o território, além de organizar uma coroação imperial. Outro ponto difícil do início da administração de Siemomysl foi declarar Boleslaw, Duque da Alta Bavária, o Duque de toda a Bavária, e assim dispersar as intenções imperiais de seu irmão, e de outros nobres bávaros da região.

O Imperador Siemomysl decide descentralizar o poder imperial ainda mais, decide declarar seu meio irmão, como Rei da Galicia-Volhynia, e por decreto Imperial transforma o Duque da Alta Hungria, Konrad, em Rei da Moravia. Enquanto muda a sua corte para Konigsberg, após o Duque Piska Czartoryski morrer sem herdeiros homens, e portanto suas terras na região da Prussia passaram para o Império.

~ 1000 ~

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Essa Polônia tá mais parecendo a Alemanha, no HOI4, se expandindo bastante kks
O que mais me dá agonia é esse bodergore dos bizantinos, o que que custa tomar o resto da Bulgária, se já tomou a Croácia?

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Provavelmente infinitas guerras civis, e cada vez mais que um Basileus é deposto com menos tropas ele começa seu reinado, enquanto a Bulgaria um estado menor e mais estável segura um pouco mais, o fim dela pode vir através dos Strategos dentro do Império se ficarem muito fortes.

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