[CK2/EU3/VIC2/DH] As Grandes Culturas: Os Portugueses

Uma mega campanha na segunda geração da Paradox! Pois é, farei esta AAR em simultâneo com a AAR de Portugal 1944, terá um estilo diferente e uma maior compressão da ação, porque quase 1000 anos de jogo exigem um ritmo diferente daquele que é necessário para apenas 20 anos, mesmo sabendo que esses 20 anos passam 24x mais lento, começarei no Crusader Kings Deus Vult com o mod DVIP+Addons Crusader Kings 2, irei para o For The Glory Europa Universalis III Divine Wind, depois para o Victoria Revolutions Victoria II Heart Of Darkness e por fim para o Darkest Hour Full ou Hearts Of Iron III. Testei todos os conversores, e funciona bem nestes padrões. O meu objetivo é jogar sucessivamente todos os cenários até 1964, começando pelo de 1066, indo depois para o cenário de 1187, 1204, 1337, etc… sempre com uma cultura como base de partida, escolherei o líder mais forte dessa cultura e tentarei de todos os modos mantê-la no território e até mesmo expandi-la noutros territórios, ao invés de focar-me na dinastia, poderei inclusivamente mudar de dinastia ou de pessoa, desde que a nova dinastia/pessoa tenha a mesma cultura da anterior, outro aspeto importante é que o farei bastantes vezes caso os títulos principais da minha cultura passem para outra dinastia/pessoa da mesma cultura, ou no caso do meu líder mudar de cultura e caso não hajam pessoas dessa mesma cultura com títulos, desde que haja pelo menos uma província com essa cultura o jogo continuará na cultura mais semelhante até que essa cultura volte ao poder nalguma província. A minha sugestão é que a cultura seja escolhida pelo primeiro user que aqui quiser publicar. As opções serão as seguintes:

Lista de Biografias Realizadas:

-Duque Dom Nuno II de Vimaranes, na página 1.
-Duque Dom Nuno III de Vimaranes, na página 1.
-Conde Dom Duarte I de Vimaranes, na página 2.
-Condessa Dona Goncinha I de Vimaranes, na página 2.
-Conde Dom Muno I de Vimaranes, na página 2.
-Conde Dom Duarte II de Vimaranes, na página 2.
-Rei Frederico I de Vimaranes, na página 2.

PS. Podem escolher qualquer cultura já que eu tenho um addon que me permite jogar qualquer religião.

Caraca, acompanhamento mesmo. Bela iniciativa

Espero bem que sim! :yeah Depois de ter lido na net que o For The Glory assim como o Europa Universalis II não possuem evento de mudança de cultura aleatória, ou seja, a cultura mantém-se sempre igual à original, tirando quando há eventos específicos para tal ocorrer, ou fora da Europa, onde a cultura realmente muda, decidi mudar do For The Glory para o Europa Universalis III Divine Wind onde essa mudança cultural existe em qualquer província, conhecendo o foco cultural desta AAR, não podia descurar esta atenção à assimilação cultural das populações. Outro problema surge no fato de não haver conversor de Europa Universalis III Divine Wind para o Victoria Revolutions, sendo assim vou passar para o Victoria 2 Heart of Darkness, que possui conversor e pessoalmente adoro, sendo o meu jogo preferido da série, por fim, só se manterão mesmo o Crusader Kings original, porque já possui mudança cultural e o meu computador não consegue correr de forma suportável o Crusader Kings II e o Europa Universalis IV, além de se manter preferencialmente o Darkest Hour que tem conversor do Victoria 2, embora nunca o tenha testado, sendo a outra alternativa o Hearts Of Iron 3, apesar de eu preferir o Darkest Hour, é a solução alternativa caso dê para o torto. Vou atualizar o tópico inicial.

Falta escolher a cultura de foco!

Portuguese :portugal

Muito bem, é com a cultura portuguesa que iremos jogar! Estive a ver o conversor do Crusader Kings para o Europa Universalis III e temos 2 opções que dão mapas muito diferentes, a primeira hipótese faz dos meus vassalos do Crusader Kings vassalos independentes no Europa Universalis III, na minha opinião o mapa fica bastante confuso, mas mais realista, apesar de certos erros do conversor, que apesar de tudo são, na minha opinião, raros, dá-se deste modo menos força ao poder dominante e mais diversidade, um pouco como a França ou o Sacro-Império Romano de 1399 no Europa Universalis III que estão sub-divididos. A segunda hipótese torna o mapa mais organizado, agregando os vassalos, deixando o mapa mais bonito e preparado para as fronteiras do futuro, um pouco como os países de hoje em dia, o jogo tornar-se-á uma disputa de grandes potências desde o começo, o ano 1399(ou 1426, ou 1453). Outra pergunta que faço é se jogaremos o Crusader Kings de 1066 a 1399, de 1066 a 1444 ou de 1399 a 1453, na primeira hipótese o Crusader Kings será jogado durante 333 anos e o Europa Universalis durante 423 anos, na segunda o CK será jogado no meio-termo, durante 378 anos e o Europa Universalis durante 378 anos também, na última hipótese o CK será jogado durante 387 anos e o Europa Universalis durante 369 anos.
[u]
Os próximos 3 users vão decidir À melhor de 3 segundo esta lógica de votação:

Se preferem no Europa Universalis, o mapa 1 desagregado ou o mapa 2 agregado, se quiserem posso colocar imagens dos 2, a partir do ano de partida de 1066.
Ordem de preferência do ano final no CK, digam 1ª, 2ª e 3ª escolha.

1ª = Hipótese Que Preferem
2ª = Hipótese do Meio
3ª = Hipótese Que Menos Querem[/u]

Em caso de empate um 4º user desempatará, o que só poderá ocorrer na segunda votação.

Por ex. Mapa n, 1-Ano X, 2-Ano X, 3-Ano X.
Em que n designa o mapa e o X o ano.

Editado - Vou dar início à AAR, porque a votação não é essencial para o seu início, mas gostaria que quem tiver disponibilidade votasse.

Os Grandes Portugueses : 1066

A Lista dos 20 Portugueses e Galegos Mais Importantes em 1066:

Nº1 - O Conde do Porto Nuno Mendes
Nº2 - O Conde de Compostela Fróila de Trastámara
Nº3 - O Conde de Bragança Ordonho de Bragança
Nº4 - A Herdeira ao Condado do Porto e Coletora de Impostos do Porto Loba Mendes
Nº5 - A Herdeira ao Condado de Bragança e Conselheira de Bragança Mumadona de Bragança
Nº6 - O Herdeiro ao Condado de Compostela Pedro Froilaz de Trastámara
Nº7 - A 2ª Herdeira ao Condado de Bragança e Espiã Gotronda de Bragança
Nº8 - A 2ª Herdeira ao Condado do Porto Elvira Davides
Nº9 - A Esposa do Conde do Porto e Conselheira do Porto Goncinha
Nº10 - A Esposa do Conde de Compostela e Coletora de Impostos de Compostela Elvira de Faro
Nº11 - A Esposa do Conde de Bragança Elvira
Nº12 - O Marechal da Galiza Xelmiro Xelmirez
Nº13 - O Coletor de Impostos da Galiza Rodrigo Ovéquiz
Nº14 - O Conselheiro da Galiza Vela Ovéquiz
Nº15 - O Marechal do Porto Vasco Mendes
Nº16 - O Nobre Diego Xelmirez
Nº17 a 20 - A Preencher com Recém-Nascidos

Lista dos 6 Estrangeiros Vizinhos Mais Importantes em 1066:

Nº1 - O Rei Castelhano de Leão e Conde de León e Salamanca Alfonso ‘‘El Bravo’’ Jimenez
Nº2 - O Rei Castelhano de Castela e Conde de Burgos e Soria Sancho ‘‘El Fuerte’’ Jimenez
Nº3 - O Emir Mouro de Badajoz e Sheik de Badajoz e Cáceres Abu Bakr Muhammad al Aftas
Nº4 - O Duque Castelhano da Galiza e Conde de Santiago e Castelo Branco Garcia Jimenez
Nº5 - O Conde Mouro de Coimbra Sisnando Davides
Nº6 - O Espião Castelhano da Galiza Diego Páez

Lista dos 4 Estrangeiros Cristãos Mais Importantes Representantes de 4 Culturas em 1066:

Nº1 - O Imperador Grego de Bizâncio Konstantino Doukas
Nº2 - O Rei Francês de França Philippe Capet
Nº3 - O Rei Normando de Inglaterra William ‘‘O Conquistador’’ da Normandia
Nº4 - O Imperador Alemão do Sacro Império Romano Heinrich Von Franken

Farei a biografia de cada uma destas personagens quando ocorrer a sua morte, para aumentar o suspanse, este foi o modelo que escolhi, o único tipo de imagem interna ao jogo que publicarei fora das biografias serão mapas políticos e mapas religiosos de 10 em 10 anos.

Mapa da Península Ibérica em 1/1/1067:
O Condado do Porto(Brasão Escolhido) pertence ao Ducado da Galiza de Cor Creme e é seu vassalo, sabemos que a Azul Claro fica o Emirato de Badajoz, a Azul Bebé o Reino de Leão, a Amarelo o Reino de Castela, a Verde Claro o Reino de Navarra, ao seu lado o Reino de Aragão e a Laranja o Ducado de Barcelona.

Acompanhando, certamente!
Pra mais dificuldade, M1-1444

Opção 2 (meio-termo). De resto faz como preferir e, acompanhando.

Hiryuu e Richardlh, o jogo irá até 1444 então. Tenho notícias para vos dar que considero positivas!

Depois de ter descoberto o conversor do Crusader Kings II para o Europa Universalis III, pus mãos à obra e arranjei maneiras de deixar o Crusader Kings II com uma performance incrível , 1º mexi nos settings dos documentos, desativando praticamente tudo menos o terreno e as fronteiras, 2º reverti o jogo para a versão 1.111 antes da expansão Rajas da Índia o que retira essa parte do mapa e deixa o jogo bem mais rápido, era necessário fazê-lo também por causa do conversor que deixou de ser atualizado, 3º apaguei tudo o que existia na pasta map/terrain excepto o colormap.dds, o que estranhamente deixou o jogo ainda mais rápido do antes e voilá, tenho condições de correr o Crusader Kings 2 de forma capaz pela primeira vez desde que o meu PC original se estragou. Dessa forma não se justifica o início no Crusader Kings I, mas sim no Crusader Kings II. Irei retocar o que escrevi anteriormente, para se adaptar ao jogo novo e amanhã darei início ao capítulo dos primeiros 10 anos, de 1066-1076, com a biografia das personagens importantes que morreram nesse espaço de tempo.
Adiciono também que vou usar imagens de um programa chamado Chronicle para explicar melhor a situação a cada momento do jogo.
Até amanhã! :goodnight

Opa! Legal!

[font=French Script MT]A Biografia do Duque Dom Nuno II de Vimaranes ‘‘O Conquistador Efémero’’ (1033-1083)

Nascido no ano de 1033, Dom Nuno II de Vimaranes ‘‘O Conquistador Efémero’’ fica para a história não apenas como o cimentador da identidade portuguesa, mas também como o conquistador de cidades importantes como Lisboa, Alcácer do Sal, Évora e Mértola, além de ter conquistado outras cidades como Setúbal, Alcobaça, Espinheiro, Alcáçovas, Portalegre, Avis, Monsaraz e Beja. Tendo nascido de nobre linhagem portuguesa, foi com naturalidade herdeiro ao Ducado de Portucale, título que viria a herdar em 1050 por morte do pai, descontente com o rumo que o Reino da Galiza estava a tomar, devido a guerras que não nos diziam respeito e que almejavam defender os interesses da família Jimena, criou um movimento em seu torno no ano de 1067, após herdar o Condado de Bragança, aquando a morte do seu Conde, defendendo menos autoridade no Ducado de Portucale, o que viria a culminar na sua recusa pelo Rei e a consequente guerra, ganha com facilidade pelo nosso Duque, visto que a maioria das tropas do Rei Garcia foram dizimadas pelas lutas constantes dos irmãos, em que ele tomava partido segundo os seus desejos e ambições. Após perder a guerra e tendo aceite baixar a autoridade, diminuindo a exploração dos recursos do Ducado, foi assim que o Duque conseguiu em 1070 construir uma vila comercial fora das muralhas do Castelo do Porto, o que viria a trazer inúmeros benefícios financeiros ao Ducado. Em 1073, farto de estar sobre ordens de um Rei que tudo fazia para impedir o desenvolvimento da nossa cultura, língua e costumes, criou um novo movimento a favor da independência do ducado. Com a morte do Rei Garcia em 1074 e sem autoridade alguma para a Galiza continuar a governar Portucale, o simpático regente do Rei da Galiza Garcia II deu autorização para Portucale tornar-se independente da Galiza. Depois de 3 anos de estabilidade, o nosso Duque agora independente declara em 1077 guerra aos Mouros Aftamidas que controlavam os condados de Lisboa, Alcácer do Sal, Évora, Mértola, Badajoz e Cáceres, parecendo uma guerra perdida, mas fruto de infinita sabedoria e engenho estratégico, consegue não só aguentar o longo cerco de Coimbra efetuado pelos mouros, com as suas tropas e muitos mercenários vence a batalha de Aveiro, batalha essa difícil, mas que serviu para manter a cidade em mãos cristãs, não conseguindo os Portucalenses cercar nem Lisboa nem Évora, limitaram-se a perseguir os mouros rechaçados, matando todos os furagidos na Batalha de Setúbal. Em 1078 quando a guerra parecia estar perto do perdido, nasce o herdeiro ao Ducado Nuno e morre a Duquesa Goncinha poucos meses depois, sem demora o nosso Duque casa-se com a Princesa Normanda Mabel do Reino da Sicília, fato importante para o firmar de uma proveitosa aliança com esse Reino, que aceitando entrar na guerra, pelo seu ódio aos muçulmanos, consegue enviar os seus primeiros 7000 reforços no ano de 1080, não sem antes observar a declaração de guerra dos Leoneses aos mouros em 1079, o que ainda mais ajudou a mudar a balança da penosa guerra.Finalmente com a constante chegada de embarcações e tropas sicilianas, em 1083, derrotados e moribundos os mouros aceitaram o tratado de paz que lhes impuseram e que roubaria a independência do Emirato, a cargo de Portucale ficariam as terras já citadas, com o destaque para Lisboa, a cargo de Leão ficaria Cáceres, tomando conhecimento disto, o agora conde de Lisboa e pretendente a Duque desta região e com as emoções à flor da pele, sofre uma apoplexia, morrendo poucas horas depois, deixando em seu testamento o condado de Alcácer do Sal, ao seu neto, o quarto pretendente ao trono e ao seu tio, quem nunca tinha visto com bons olhos, arrependendo-se nas últimas horas, doou-lhe o condado de Mértola. E assim foi a história do Duque Nuno II, duque de Lisboa por um dia, que terá dito nas suas últimas palavras, mais vale ser duque por um dia, do que vassalo a vida inteira.[/font]

Duque de Portucale Enquanto Vassalo do Reino da Galiza - 1 de Janeiro de 1050- 13 de Julho de 1074
Duque de Portucale Independente - 14 de Julho de 1074 - 18 de Junho de 1083
Conde do Porto - 1 de Janeiro de 1050-18 de Junho de 1083
Conde de Bragança - 1 de Novembro de 1067- 18 de Junho de 1083
Conde de Lisboa - 17 de Junho de 1083- 18 de Junho de 1083
Conde de Évora - 17 de Junho de 1083-18 de Junho de 1083

O Mundo No Dia da Sua Morte:

Link com a História Real da sua vida:

pt.wikipedia.org/wiki/Nuno_Mendes

Beleza!

Go Portucale Go!

A Reviravolta Muçulmana: Biografia do Duque Dom Nuno III de Vimaranes ‘‘O Mal-Abonado de Portucale/O Ressurgente de Buchan’’(1078-1145)

Nascido em ano de guerra, 1078, tudo parecia sorrir a este herdeiro, o fato de ser filho varão, o fato da guerra ter dado uma inversão total com a vitória surpreendente dos portucalenses, que por muitos foi uma providência divina do nascimento do herdeiro que iria conduzir Portucale a ainda maiores vitórias, por fim ter herdado o trono no dia a seguir à conquista de Lisboa e de outras importantes praças. A realidade contudo mostrou-se bastante diferente, tendo-se entregue a regência a um governo instável, que ainda assim foi o responsável pela conquista de Salamanca ao Reino de Leão em 1089, já que o conde de Castelo Branco achava-se por direito o verdadeiro governante de Salamanca, mas sendo crescente o revanchismo dos muçulmanos que queriam voltar a controlar as províncias que se achavam donos por defeito, estes, comandados pelos Abadidas, no ano de firmaram uma perigosa aliança com os poderosíssimos Almorávidas, que com a garantia do envio de mais de 12.000 homens, pediam como retorno, o controlo de algumas cidades do sul da Península Ibérica, perto da atual Gibraltar. Daí à invasão de Portucale em 1090 foi um pequeno passo, sem qualquer forma de oposição credível, os Portucalenses assistiram à tomada de 80% do seu território no tratado de paz firmado no ano a seguir ao início da Guerra de 1090. Restava-lhes pois bem Alcácer do Sal e Salamanca. As restantes cidades foram deixadas nas mãos de Portugueses Católicos que lá governavam já anteriorimente, mas tudo isto por pouco tempo, em 1092, o Sheik de Silves toma por sua a cidade de Alcácer do Sal, enquanto que em 1093, Dom Nuno III decide entregar-se ao mal menor, tornando-se vassalo do agora Reino da Galiza, Leão e Castela, procurando proteção contra os muçulmanos, decisão vista pelos historiadores atuais como demasiado tardia, devendo ter sido tomada pelo menos 5 ou 6 anos antes. Denotando a fragilidade de Salamanca e procurando vingança, o Ex-Rei de Leão, agora Duque de Leão, declara a conquista de Salamanca como a sua máxima prioridade, alcançada no ano de 1095, quando Dom Nuno perdeu todos os seus territórios. Quanto aos Condes Portugueses Católicos que governavam as antigas cidades de Portucale, depressa foram obrigados à forçada conversão e viram-se em pouco tempo a mãos de uma destituição dos títulos, realizada pelo déspota chefe dos Abadidas. Restava somente uma cidade, que continuava e continua a resistir aos invasores, Mértola, o último reduto e bastião de Portucale, pertença do Zeloso Sheik Católico Português Dom Duarte I de Vimaranes. O destino cruel de que foi alvo Dom Nuno III, levou-o a juntar-se como mercenário do Rei da Noruega, lutando até aos dias de hoje, na Escandinávia contra Suecos e pagões, vivendo na sombra da sua antiga glória… Até um dia… Em 1103 casa-se com a Princesa da Noruega Sigrid, desta união nascem 1 filho e 2 filhas, o filho tendo nascido com um inteleto fora do comum é educado segundo as normas norueguesas, não tendo aprendido ‘‘a língua morta’’ portuguesa, cresce com todas as condições para ajudar o Rei da Noruega a conquistar a Escócia, em 1116 o nosso Dom Nuno torna-se Espião para o Rei da Noruega, em 1119 o seu filho torna-se Capelão da Corte do Rei da Noruega, por pouco tempo, ao participar na Conquista do Norte da Escócia, em 1127, ganha o título de Conde de Buchan, título esse que conseguiu garantir por apenas 2 anos, pois ferido pela Guerra com os Escoceses, acaba por morrer sem herdeiros. O seu pai volta a possuir um título importante, o de Conde de Buchan. No ano de 1134, a sua mulher torna-se Rainha da Noruega e ele Rei Consorte. Novas perguntas se colocam, conseguirá ele manter o título de conde? Conseguirá dar a cultura Portuguesa aos seus netos, filhos de sua filha? Por quanto tempo durará a cultura estrangeira em Buchan?

Imagem de Dom Nuno III de Vimaranes - A colocar

Duque de Portucale De Facto -1083 a 1091
Duque de Portucale De Jure - 1091 a 1095
Duque de Beja De Facto - 1083 a 1091
Duque de Beja De Jure - 1091 a 1095
Conde do Porto - 1083 a 1091
Conde de Bragança - 1083 a 1091
Conde de Alcácer do Sal - 1091 a 1092
Conde de Salamanca - 1092 a 1095
Conde de Buchan(Atual Grã-Bretanha/Escócia/Aberdeen) - 1129 a 1145

Mapa do Mundo Conhecido em 1110 :

Mundo na Morte de Dom Nuno:

Mértola é pertença de Leão, apesar de ser um enclave em território mouro. Já contarei a sua história.

Nããããããão!!!
:choro

Não será este o fim dos portugueses, nem da dinastia Vimaranes, nem de Dom Nuno, muito pelo contrário, o Mundo nos 19 anos seguintes deu uma volta de 180 graus, veja o que vou editar na biografia anterior e o que vem aí, boas surpresas!

Opa, ainda resta esperança, então!

Claro que sim, a esperança é a última coisa a morrer!
A próxima biografia será a do Conde de Mértola já antes citado, assim que ele morra, ou assim que outro português imponente morra antes dele.

Edit - Hoje baixei um mod que adicionado às medidas que tomei para o jogo correr em condições, me permite correr o jogo totalmente atualizado com as expansões do mapa e as novas personagens. Qual é o limite de AAR’s permitidas no fórum por user? Poderei criar uma AAR extra, no CK2 Conclave, possivelmente com mod, que ainda vou experimentar, para ver se corre direito, mantendo estas duas em atualização? Quero manter esta pois terá continuidade, é uma mega-campanha da 2ª Geração Paradox, e será mantida com certeza absoluta, tendo por base as culturas. Quero manter a outra, porque faz parte do meu projeto de AAR’s da 1ª Geração, que percorrerá o caminho inverso da 2ª Geração, começando no cenário mais recente da saga de 1ª Geração, com o foco nas nações, por fim, quero aproveitar as potencialidades do CK2 que não consiguia aceder faz 1 ano mais ou menos, com o foco nas dinastias.A diferença chave é que no foco das culturas, preocupo-me em narrar e jogar com personagens e países da cultura em questão. Na das nações isso perde a importância, sendo o país o interesse máximo, mesmo que se perca a dinastia. Por fim no das dinastias, é o modo normal do Crusader Kings II, que quero explorar ao máximo e se possível com mod extra como o CKPlus ou outro. Será possível?

Sim, sem problema.

Go portugueses!