[CK2] Vikings: Contos Inglórios

Bem vindos a minha mais nova tentativa de criar um AAR de CK2! Embora eu não esteja usando o modo Ironman (acho essas pausas de save automático mensais irritantes, principalmente porque meu notebook não é lá essas coisas) eu nunca, nunca dou reload para tentar corrigir algum erro ou algo assim. Vou tentar atualizar esse AAR de modo mais frequente, mas não posso garantir nada. Estarei jogando com o Chefe (Conde) de uma pequena ilha, pertencente ao reino de Jure da Noruega. DLCs: The Old Gods

Sem mais delongas, boa leitura.

[center]Índice[/align]

[center]Introdução
Capítulo 1: Um Saque, um Aniversário e um Casamento
Capítulo 2: Uma Viagem para a Islândia
Capítulo 3: Um Tempo para a Dor
Capítulo 4: Quando Não Podia Ficar Pior…
Capítulo 5: A Família Finalmente Reunida
Capítulo 6: Um Encontro com os Francos
Capítulo 7: De Volta á Irlanda
Capítulo 8: Sorte e Revés
Capítulo 9: A Guerra Continua
Capítulo 10: Uma Aventura na Itália
Capítulo 11: Vida de Viking
Capítulo 12: De volta á Rotina
Capítulo 13: As Batalhas de Con Doire
Capítulo 14: Em meio ao Júbilo, uma Maldição
Capítulo 15: Um Novo Hobby para Sigurdr, o Empalador
Capítulo 16: Uma Taça de Vinho para sua Majestade[/align]

[center]Introdução[/align]

Bom, este sou eu, Sigurdr Hrolfing, Chefe de Faereyar, um pequeno arquipélago entre a Islândia e a Noruega, ao norte da Escócia. As pessoas me descrevem como um garoto corajoso e humilde, embora um tanto, erm, infiel em relação aos deuses. Mas há uma parte de mim que eles não conhecem, uma parte mais secreta, que pessoas de inteligência limitada chamariam de “lado sombrio”, mas eu prefiro chamar de esperteza.

Desde que eu me entendo por gente, sou o chefe desse punhado de ilhas nesse fim de mundo. Não me lembro de meus pais, o mais perto que tive disso é meu guardião, Sverker. Devido a um detalhe que eles chamam de “menor idade”, eu ainda não posso governar de fato, então é ele quem cuida das coisas por aqui, sendo o meu Regente. Um homem confiável e sociável, porém ambicioso e cheio de segredos. Eu acho que foi ele quem me colocou no comando dessa ilha, embora por razões desconhecidas.

[center]Meu mentor, Sverker[/align]

Há outras pessoas habitando a minha corte. Gandalfr é uma delas: um homem de bom coração, embora se enfureça facilmente. É um tanto tímido, acha que as leis são um conjunto idiota de regras que “só servem para escravizar um homem”, e é o nosso atual marechal. Ou pelo menos ele tenta, já que não é muito bom nessas coisas de guerreiro.

[center]Gandalfr, o Marechal[/align]

Temos também Birger, nosso administrador. Tão descrente nos deuses quanto eu, porém é um homem mesquinho e covarde, além de um negociador ruim. No entanto, ele é paciente, e sabe esperar a hora certa para agir.

[center]Birger, o Administrador[/align]

Glod é nossa Mestre Espiã, mas é mais conhecida pelo seu amor por falcões. Uma outra descrente, também é uma mulher paciente e humilde, embora seja um tanto invejosa. Uma boa negociadora, quando necessário.

[center]Glod, Mestre da Espionagem[/align]

O último membro do meu conselho é Suni, o Capelão da Corte. Um homem zeloso, defensor dos deuses, característica essa que lhe rendeu a inimizade dos outros membros do conselho. Também é um homem confiável, além de trabalhador e paciente. Além disso, entende mais de guerra do que o nosso Marechal.

[center]Suni, o Fiel[/align]

Além dos conselheiros, há outros dois homens habitando a minha corte. Tryggve é um bom orador, porém é facilmente enfurecido e passa mais tempo do que deve nas minhas cozinhas. Também é ambicioso, embora seja atrapalhado demais para conquistar seus objetivos. O outro homem é Eirikr, a maior ameaça por aqui. Embora seja preguiçoso, tímido e indiscreto, é ambicioso e corajoso, duas qualidades que os homens comuns prezam. Além disso, caso algo ocorra comigo, ele logo assumiria o poder dessas terras, ou melhor, ilhas, ou ilhotas, sei lá. O importante é vigia-lo com cuidado…

[center]Esta é a minha humilde aldeia. Um ferreiro, um pavilhão para os guerreiros (que não são muitos) e um pequeno estaleiro. Além, é claro, do meu humilde palácio (está mais para choupana glorificada, mas ainda assim é a melhor residência da cidade, ou melhor, da aldeia).[/align]

Bom, agora que já conheceram tudo sobre a minha corte a as minhas terras, é hora de começar a contar as minhas histórias gloriosas (ou inglórias, dependendo do seu ponto de vista é claro). Boa leitura, caros vikings.

Good, good :wink:

[center]Capítulo 1: Um Saque, um Aniversário e um Casamento[/align]

No começo da primavera, Eirikr veio falar comigo, sobre um plano de levar meus homens e barcos por aí para saquear terras cristãs. Ele repetiu várias vezes as palavras “riqueza” e “glória”, até que me convenceu. Sverker aprovou o plano, e então Eirikr embarcou meus homens e partiu para o sul. Eu só espero que eles não sejam necessários até lá. Enquanto isso, o Conselho se pôs a trabalhar. Gandalfr treinando suas tropas, Birger espalhando histórias sobre a minha “grandeza” entre os camponeses, e Suni pregando a importância de se respeitar os deuses. Não que eu concorde com esta última, mas os camponeses parecem gostar. Glod e Sverker não tinham muito o que fazer, então permaneceram no “palácio”.

O ano passou relativamente rápido, sem nada de interessante para relatar. No entanto, nos últimos tempos Sverker fica pegando no meu pé, dizendo que ignorar as leis é errado e tal, só Gandalfr me entende e me apoia. Essa maldita ilha é minha, e eu governarei ela do jeito que eu quiser.


Logo eu completei dezesseis anos, atingindo a maioridade, e assumi o controle total das minhas terras. Não que tenha muito o que fazer por aqui, mas é bom saber que sou eu quem toma as decisões por aqui agora. Sverker, meu guardião e regente, retornou á sua posição de Chanceler. Ele me educou bem, e me ensinou todas as “artes inconvencionais” que aprendeu ao longo da vida.

Nesse mesmo dia, uma boca a mais para alimentar apareceu no meu palácio, Ylva. A garota parece ser boa com números, mas me odeia porque sou “um homem mentiroso e infiel”. Só não a expulsei porque Suni fez questão que ela ficasse. Agora temos dois “pregadores” espalhando suas chatices pela corte.


No banquete do meu aniversário, Sverker começou a sugerir que eu achasse uma “senhora de nascimento adequado” para me casar e “fazer herdeiros”. Dada a falta de senhoras jovens por aqui, pedi para que Glod me encontrasse uma. No dia seguinte, uma garota chamada Svanhildr apareceu na minha corte. Mais para a frente eu descobri que temos muito em comum: ela é tão corajosa quanto eu, e mente igualmente bem. A garota também tem seus meios de obter o que quer, sendo hábil com as palavras e com outras coisinhas, que não seria cortês mencionar.

Nos casamos no mesmo dia, e quando eu percebi estávamos festejando novamente. Eu havia acabado de me baquetear ontem, então não comi muito no dia. Claro que isso não foi um problema Tryggve, aquele saco sem fundo vai acabar me falindo. É verdade que nossas ilhas não são famosas por suas riquezas, mas temos as melhores ovelhas do atlântico norte. Além da lã, elas também servem como bons aperitivos. Porque aqui, ou você come ovelha, ou você come peixe, e peixe enjoa mais rápido do que você pensa. Escolhida a carne, é só ingeri-la com um ensopado de repolhos, ou qualquer outro vegetal que você encontrar por aqui, que não são muitos.

Gandalfr parece estar desempenhando bem o seu trabalho. Mas desde a partida de Eirikr, ele não tem muitos soldados para treinar.

Alguns de nossos jovens também expressaram o seu desejo de partir para essa tal de Grécia, mas eu não vou me dar ao luxo de perder os poucos camponeses hábeis com a espada que eu tenho. Lembrei a eles que, até que Eirikr volte com nossos barcos, ninguém irá para lugar algum. E, quando ele voltar, discutiremos essa possibilidade. Se ele voltar.

Se os deuses existem, eles certamente não estão ao meu favor. Acabo de receber notícias de Eirikr: no momento, ele está saqueando o canal da mancha e perdeu alguns homens combatendo um pequeno bando de anglo-saxões. Mas eu soube que os mares estão cada vez mais perigosos, e a probabilidade de contrair doenças letais no sul é alta…

Maldições á parte, ele também me informou sobre os acontecimentos no sul. Aella de Nortúmbria foi derrotado pelos filhos de Loodbrok, e se refugiou em Mércia. Suas terras agora pertencem a Halfdan Whiteshirt.

Noticias distantes vindas de lugares distantes.

Eirikr retorna. Uma pena, eu sei. Pelos menos tenho meus navios e meus homens de volta, ou ao menos a maioria deles. Segundo ele, muitos morreram em uma emboscada armada pelos galeses. Também trouxe muitos tesouros, e falou de vários feitos heroicos, todos em meu nome, é claro. Talvez Eirikr me seja útil, ao menos por enquanto.

Mas ele também me trouxe notícias ruins. Um tal de Haraldr Fairhair, um rei na Escandinávia, andou ocupado expandindo seus domínios. Eu não me preocuparia com isso, se ele estivesse se expandindo por lá, mas Eirikr me disse que o esse Haraldr capturou a ilha de Orkno, nosso vizinho bem próximo ao sul, e agora avança sobre a islândia oriental.

Gandalfr sugeriu que tomássemos uma atitude, mas não especificou muito o que devia ser feito. Consultei Sverker, e ele me deu uma ideia brilhante: a melhor defesa, é o ataque. Obviamente eu não vou atacar Haraldr - ele parece muito forte, e tem muitos seguidores -, mas sim outro alvo, mais fraco, mais vulnerável… Assim, eu ampliarei meus domínios, e estarei pronto para quando esse rei escandinavo vier para cima mim. Mas quem, quem eu deveria atacar? Os irlandeses, e suas terras férteis porém de cultura diferente? Ou a Islândia ocidental, e arriscar a ira de Haraldr? Parece que estou diante da minha primeira grande escolha, e suas consequências serão de importância fundamental para o futuro.

A não ser q eu esteja muito enganado, as batatas são originárias do México/Guatemala, então sua corte comia ovelha e peixe com outra guarnição, hahahaha

To gostando bastante! No capítulo um tem uma imagem repetida (sobre a guarda varangiana…

Estou me coçando para comprar o “The Old God’s” e a “Charles Magne” =X

Esperando a próxima promoção da Steam!

Q eu saiba são originárias do Peru…

Verdade, eram dos Andes, depois se expandiram para o México e depois, com a conquista do Império Inca e do Asteca, para a Europa…

Acompanhando… Uma pergunta: você deixou o apelido de Haraldr em inglês porque quis ou porque pensou que fosse parte do nome?

Ooooooooops, esqueci que as batatas vêm da América :cabecada Parece que a minha pobre aldeia terá que se contentar com peixes e ovelhas.

Realmente, TOG vale a pena. Vikings, Zoroastristas, Karlings, Abácidas, etc.

Acabei de pesquisar isso na wikipédia, embora tarde demais :hihi

Logo eu já edito essa parte.

Eu sei que “Fairhair” é como o cara era conhecido na época. Eu poderia traduzir para “Cabelo Bonito”, mas ia ficar um tanto… estranho :hihi

Fairhair soa mais Viking e tal.

Alguém me explique como q n percebi sua AAR até agr anyway acompanhando

Deve ser porque os meus tópicos estão ficando muito comuns nessa sessão :hihi

[center]Capítulo 2: Uma Viagem para a Islândia[/align]

Enviei Glod em uma viagem para Hjaltland, para que estudasse a probabilidade de conquistarmos a ilha, já que o chefe local estava longe. Infelizmente ela logo enviou uma carta, relatando que o chefe já estava de volta, e que atacar a ilha seria loucura. Isso só nos deixa uma alternativa.

Este é Ingólfr, Chefe de Vestisland, mais conhecida como Islândia Ocidental. Um homem paciente, justo, bom com os números e fiel aos deuses, embora seja conhecido por suas escapadas. Afinal, a população islandesa é pequena demais para poder guardar segredo de algo.

Vestisland é fria, pobre e praticamente estéril, mas será minha mesmo assim. Eu envio a declaração de guerra a Ingólfr, anunciando a minha decisão ao meu Conselho. Nenhum deles objeta, não que isso fizesse alguma diferença, é claro.

Preparo meus pouco mais de quinhentos homens, e surpreendo a todos quando anuncio que eu os liderarei pessoalmente. Isso foi um tanto embaraçante. Eu sei que não me pareço com um típico guerreiro nórdico, já que prefiro adagas e venenos ao invés de um machado, mas ainda acho que o meu método faz muito menos sujeira. De qualquer modo, os camponeses não compreendem esse tipo de coisa, mas apreciam a minha coragem ao ver que estou indo para o combate. Só espero não levar uma flecha no olho ou algo assim.

Perguntei a Eirikr se ele desejava ir comigo ao combate, mas ele recusou. Sua preguiça está cada vez mais evidente, e ele desenvolveu um gosto por livros. Parece que vou ter que me virar sozinho no comando desse bando de guerreiros esfarrapados.

Após uma viagem tediosa de aproximadamente um mês, desembarcamos na Islândia Oriental, que são terras neutras. Na longa viagem até o outro lado da ilha, perdemos alguns homens devido ao frio. Talvez não tenha sido uma boa ideia invadir a Islândia em pleno inverno.

Após quase dois meses de jornada pela Islândia (quem diria que essa ilha poderia ser tão grande!?) finalmente encontramos Ingólfr e seus homens. Com a nossa superioridade em números e um líder como eu, não há como perder esta batalha.

Matamos um terço dos islandeses, e o resto fugiu. A vitória é nossa! Mal posso esperar para voltar para casa. Por incrível que pareça, esse lugar é muito pior do que lá.

Esqueci de um pequeno detalhe: não tenho homens suficientes para um assalto frontal á aldeia local, então vamos ter que cerca-los até que fiquem sem suprimentos. Depois de sete dias nesse cerco, estou ponderando quem é que vai ficar sem comida primeiro.

Recebo uma carta de Glod. Parece que ela já lá está de volta em casa, e têm notícias da Escandinávia. Haraldr continua sua expansão implacável. Temo que logo todos cairemos perante a ambição desse homem.

Após meses de cerco, quando o verão já se aproximava, os islandeses finalmente capitularam. Logo agora que eu já estava começando a gostar do lugar, sabe, essa terra estéril tem lá a sua beleza… Ou talvez eu esteja enlouquecendo. Deuses, preciso sair desse lugar.

Nem preciso dizer que não tivemos muito o que saquear. Um anel de latão aqui, uma pele de morsa acolá. Acho que o nosso prêmio mais precioso foi Gyda, a esposa de Ingólfr. A mulher se recusava a deixar a aldeia, e temi que tivesse que desacorda-la, mas meus guardas simplesmente a carregaram até os nossos navios. Ah, e parece que ela está grávida. Talvez isso apresse a rendição de seu marido, que atualmente se encontra no outro lado da ilha.

Um de meus homens sugeriu que eu tomasse a mulher como concubina. Já estava prestes a descartar a ideia, quando um deles me desafiou, dizendo que minha “adaga” não seria o suficiente para duas mulheres. Não quero parecer fraco na frente dos meus homens, e duas mulheres certamente aumentam as probabilidades de produzir um herdeiro, então parece que Gyda não voltará para casa.

Finalmente recebemos a tão esperada carta de rendição. Embora ela estivesse recheada de ofensas e as mais variadas palavras rudes, como “rouba-esposas”, “descrente”, “víbora”, e etc., foi um alívio saber que eu vou poder voltar para casa.

Enquanto eu atravesso os mares chuvosos do norte na minha viagem de retorno, envio o nosso barco mais rápido á frente, com uma mensagem para Glod. Lá está especificado que ela comece a bolar algum modo de nos livrar desse Fairhair e seus hábitos expansivos.

Agora, só me resta aguentar as chatices e infinitas reclamações de Gyda até chegar em casa, onde eu me certificarei de arrumar para ela o quarto mais afastado possível do meu. Se não estivesse grávida, temo que meus homens já teriam jogado ela ao mar.

História intrigante, ta parecendo o relato de uma nação do Leste Europeu em plena guerra fria kkk
Muito bom mesmo, quem sabe teremos mais uma medalha em seu perfil xD xD

Vc atacou o chefe de lá para o punir pelas suas escapas né hehehe

[center]Capítulo 3: Um Tempo para a Dor[/align]

Após a minha conquista, a primeira coisa que fiz ao chegar em casa foi reafirmar a minha autoridade. Se eu tivesse vassalos, eles certamente estariam irritados.

Mas não fiquei muito tempo por lá: parti com meus homens, em buscas de riquezas. Sem falar que isso me deixará afastado de Gyda por um tempo, pelo menos até ela se acalmar e se acostumar com o novo lar.

Glod se infiltrou na corte de Haraldr. Logo nosso plano deverá dar frutos, mas não será nada fácil…

Após enfrentar as fortes tempestades do Outono, finalmente desembarcamos na costa galesa, pilhando tudo o que encontramos pela frente.

Um mensageiro vem até mim, com notícias de minha esposa, Svanhildr. Aparentemente, o pouco tempo em que eu permaneci em casa deu, literalmente, frutos.

Passamos a saquear as terras da Bretanha. Parece que eles estão ocupados em suas infinitas guerrinhas.

Recebi outro mensageiro, informando que Gyda deu a luz á filha de Ingólfr. Enviei uma resposta, na qual ordenei que a criança fosse entregue ao pai, atualmente refugiado na Escandinávia.

Um exército do lorde local, pouco mais de duas centenas de homens, começou a marchar em nossa direção. Com o dobro de homens, a derrota seria impossível.

Eu não poderia estar mais errado. Eles nos expulsaram de volta para nossos barcos, com sua infantaria pesada e seus cavaleiros de armadura brilhante. Malditos sejam, espero que voltem para casa e descubram o estrago que causamos.

Fomos saquear as terras do francos. Notei que o número de guerreiros sobrevivente era exatamente trezentos. Talvez isso signifique boa sorte.

Ou talvez não. Pelo menos conseguimos fugir dessa vez.

Conseguimos saquear em paz mais ao sul. Os rebeldes da região nos forneceriam a distração necessária, caso algum Lorde Karling aparecesse por aí.

Aproveitamos a nossa estadia em Bordeaux e saqueamos uma boa quantidade de vinho. Isso é muito raro no Norte, embora tenhamos cerveja por lá.

Recebo uma mensagem vinda de casa. Minha filha nasceu! É verdade que eu esperava um menino, mas tudo tem seu tempo… Me certificarei de saquear alguns brinquedos para ela.

Nosso vigia se embebedou demais e acabamos atacados de surpresa. Metade dos meus homens morreram, e o resto deles parece um tanto decepcionado, eu devo dizer.

Voltamos para casa com uma quantia considerável de riquezas. No entanto, não pude comemorar.

Grande foi a minha tristeza ao saber que Sverker havia morrido durante a minha ausência. Meu mentor morreu devido a alguma doença, me disseram. Ele era um bom homem, gostaria de ter perguntado para ele mais sobre o meu passado. Em sua homenagem, mandei que os camponeses construíssem criptas embaixo do meu palácio, e lá ergui uma estátua em sua semelhança. Seu corpo foi cremado, e suas cinzas depositada embaixo de sua estátua, que continha uma inscrição “Aqui jaz Sverker, o Mentor”. Descanse em paz, meu amigo.

Quando fui conhecer minha filha, recebi outro golpe do destino: descobri que ela estava doente, e que dificilmente sobreviveria a infância. O que mais de errado pode acontecer?

Tive que nomear alguém para o cargo de Sverker. Sem muitas opções, escolhi Tryggve. Muito me dói ver aquele glutão se sentando na cadeira do meu Mentor.

Glod me serviu lealmente todo esse tempo, então conferia ela a honra de ser minha regente, caso eu precise de um.

Svanhildr veio reclamar sobre as minhas frequentes ausências. Depois de tudo que vem acontecendo, não estava com muita paciência para discussões e simplesmente a presenteei com um par de brincos que saqueei na França. Ela pareceu gostar muito, e se tornou muito mais compreensiva, me confortando nesses tempos infelizes. Eu sei que é difícil de acreditar, mas acho que estou apaixonado pela minha esposa. Não me julguem.

Com o tempo, percebi que seria impossível assassinar Haraldr. O Mestre Espião dele, Björn é extremamente habilidoso, e sabe como proteger o seu lorde. Então, cheguei á conclusão que teria que mata-lo primeiro, se eu quisesse chegar a Haraldr.

Afim de ampliar minhas riquezas, organizei uma nova expedição de saque. Mas dessa vez, preferi ficar em casa, e enviei Eirikr em meu lugar. Por enquanto, eu não quero mais nada além de ficar em casa, com minha esposa e minha filha. Já passei tempo demais longe do lar.

Cerca de um mês depois, minha esposa falece, vítima de uma doença. Se os deuses existem, eles estão rindo da minha cara. Pelo menos eu estava aqui, para conforta-la em seu leito de morte, e para participar de seu funeral. Os artesãos locais fizeram uma estátua em sua semelhança, como foi com Sverker, que foi colocada nas criptas, juntamente com seus restos mortais. Lá, uma inscrição: “Aqui jaz Svanhildr, minha amada esposa”.

Agora, tudo o que me resta é minha pequena filha. Se eu a perder, então pouco me restará senão o ódio por este mundo cruel.

Não sei pq, mas acho q alguém levantou do lado errado da cama :hihi

Cara, azar é pouco!! o.o

Cara, toma um banho de sal e coloca um galho de arruda na orelha pq a coisa tá feia rsrsrs

E, por incrível que pareça, só vai piorar :confused:

Entoa a tua situação ta incrivelmente feia , pela mor salve se os vikings