Contos do Espaço Profundo

Excelente, acompanharei também! Gostaria de um dia escrever uma AAR de Stellaris, mas não tenho capacidade suficiente para ficção científica hahahahaha

Não pode faltar hahahahaha

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Stellaris

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Capítulo VII
Wendel Prime

 Julho, 2208. A descoberta dos Lavis em Bregglar III ainda é o principal tema de discussão da comunidade científica terrana. Os dados preliminares apontam que, embora não tenham alcançado a unificação planetária nem o vôo espacial, sua cultura alcançou o equivalente à Era Atômica do Século XXI terrano, demonstrando, assim, inteligência e uma cultura avançada. Muitos xenólogos instam para que essa civilização seja estudada.

 Agosto, 2208. A colônia em Wendel Prime finalmente termina a construção dos módulos iniciais. Com a oportunidade de uma nova vida, muitos que se inscreveram no Departamento de Colonização iniciam a migração para a nova colônia, embora ainda deva levar anos até que se torne totalmente suficiente. Um Distrito Agrícola começa a ser construído, já pensando no futuro.

 Novembro, 2208. O Departamento de Sociedade finaliza o projeto de criação de uma Eco-Simulação, possibilitando a simulação de novas técnicas de plantio e o aumento a produção de comida. Seu próximo trabalho será estudar uma Unificação Planetária mais eficiente.

 Janeiro, 2209. A ISS Wanderer detecta leituras atmosféricas inconsistentes em Bregglar VI, que não condizem com outras análises de planetas semelhantes. Mais pesquisas começam a ser realizadas sobre essa Anomalia.

 Janeiro, 2209. Enquanto Bregglar VI é investigado, a nova Nave de Construção ISS Foundry é enviada para construir uma Base estelar no sistema.

 Março, 2209. A ISS Luchtaine finaliza a Base Estelar em Rurius, e inicia a construção de Estações de Mineração e Pesquisa no sistema.

 Abril, 2209. A ISS Wanderer determina que as leituras inconsistentes em Bregglar VI são causadas por materiais orgânicos que estão à deriva nas camadas superiores da atmosfera – se estes agrupamentos são fora ou fauna, impossível dizer, mas podem ser uma valiosa fonte de estudos.

 Julho, 2209. A Base Estelar é concluída em Bregglar, e um Posto de Observação, oculto dos habitantes, começa a ser construído em Bregglar III.

 Novembro, 2209. O Posto de Observação é finalizado, e sua equipe ordena a Observar de forma Passiva os Lavis, sem interferir em seu modo de vida. Enquanto isso, Estações de Mineração e Pesquisa começam a ser construídas no sistema.

 Fevereiro, 2210. Na Terra, um Holo-Teatro começa a ser planejado, para tornar mais confortável a vida dos habitantes e conter a alta migração para Wendel Prime.

 Fevereiro, 2210. Novos protocolos de Inteligência Artificial Administrativa são definidos, possibilitando uma melhor organização e, assim, auxiliando nas pesquisas. A Pesquisadora-Chefe do Departamento de Física, Qiao Hu, após discutir longamente com a Diretoria, inicia a criação de Protocolos de Exploração Automatizados, que deverão auxiliar na inspeção dos planetas encontrados.

 Maio, 2210. Com a conclusão da inspeção do sistema Esteraeus, a ISS Luchtaine é ordenada a construção uma Base Estelar para possibilitar maior exploração das descobertas nele.

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Os ETs beligerantes estão demorando a chegar…

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Mais paz e amor, @Lord_Victor… Podemos ser todos amiguinhos :face_with_hand_over_mouth:

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Paz e amor nada, que venha a guerra! :japanese_ogre::imp::skull_and_crossbones:

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Capítulo VIII
Facções e Iluminismo

 Agosto, 2210. A ISS Wanderer, em inspeção no planeta Ksora VII, descobre que sua atmosfera é repleta de Gases Exóticos, nunca encontrados na Terra ou em outros planetas. A capitã Yekaterina Ivanova, após alguns testes, acredita que poderão ser muito úteis no futuro. Embora formas e utilizá-los com segurança ainda sejam desconhecidas, ela recomenda à Diretoria que seu uso futuro seja assegurado.

 Outubro, 2210. A recente colonização de Wendel Prime e Erdosca Prime têm causado uma verdadeira Febre de Colonização entre a população terrana. Cada vez mais pessoas se voluntariam para desbravar esses novos mundos que não param de ser descobertos. Tornou-se uma Tradição para muitos, se candidatar à uma das vagas entre os novos pioneiros.

 Novembro, 2210. A ISS Astute finalmente termina a inspeção da nave encontrada na órbita de Rurius C I. Sem sombra de dúvida, trata-se de uma nave Yuht, mas não qualquer nave. A julgar pela quantidade de corpos parcialmente preservados em cápsulas criogênicas, trata-se de uma nave colonial. Uma prova incontestável de que os Yuht, se não colonizaram vários mundos através da galáxia durante seu auge, ao menos tentaram. Cientistas da Terra começam a solicitar um estudo maior da nave, que indique de onde os Yuht vieram e para onde partiram.

 Janeiro, 2211. As descobertas e avanços obtidos desde o início da Era Espacial terrana têm causado mudanças na política da Tecnocracia. O próprio Diretor-Geral Pietro Giordano tem liderado a criação de uma nova facção política, A Associação de Tecnologistas. Com uma agenda que busca incitar o governo a focar ainda mais no avanço científico, por enquanto seu apoio à Diretoria é bem significativo…

 Abril, 2211. Com a construção de uma Base Estelar no sistema Esteraeus concluída, a ISS Foundry é ordenada a deixar o sistema Bregglar e ir auxiliar a ISS Luchtaine na construção de Estações de Mineração e Pesquisa no sistema.

 Maio, 2211. A ISS Astute termina uma análise rigorosa dos restos da nave Yuht encontrada em Rurius C I. Embora em péssimas condições, o estudo da estrutura e dos motores da nave dão a entender que os Yuht nunca romperam a velocidade da luz. As cápsulas criogênicas encontradas e outros dados recuperados sugerem, porém, que eles possuíam uma vida extremamente longa e, dessa forma, criaram um império estelar. Todos esses dados impulsionam a pesquisa da Tecnocracia sobremaneira.

 Julho, 2211. Uma nova facção começa a se formar na política terrana. Pouco após o Diretor-Geral Pietro Giordano apoiar a criação da Associação dos Tecnologistas, a cientista Sally Charlesworth toma a frente da Marcha dos Bravos. Essa nova facção possui tendência militarista, e seus membros falam abertamente da necessidade de a Tecnocracia se fortalecer também nesse aspecto.

 Agosto, 2211. Um aparentemente simples asteróide na órbita do sistema Kibbin chama a atenção da ISS Wanderer. Os sensores da Nave Científica detectaram níveis alarmantes de radiação no asteróide C-9000, e logo inicia uma varredura mais detalhada para descobrir o motivo.

 Dezembro, 2211. A construção dos primeiros assentamentos em Erdosca Prime é concluída, sendo muito festejada pelos pioneiros. Logo a primeira leva de novos imigrantes chega, e decide-se pela construção de um Distrito Agrícola para suportar sua nova população. As primeiras explorações dos arredores dão conta de que, dentre a geografia do planeta, dois pontos se destacam: um enorme Pântano Efervescente, com gases em abundância, e uma enorme Caverna Cristalina, cujo interior é composto quase exclusivamente de cristais raros. O Diretor-Geral recebeu com satisfação essas notícias, congratulando os pioneiros por sua dedicação à causa terrana.

 Janeiro, 2212. O Departamento de Sociedade terminou de compilar um histórico dos avanços terranos em sua unificação governamental, desde quando antigas tribos guerreavam entre si, passando pelas grandes nações e culminando na unificação do século passado. Tornando-se matéria obrigatória no sistema de ensino, esse estudo também objetiva trazer um fervor patriótico na população, independente de sua etnia, procurando aumentar a Unidade terrana.

 Janeiro, 2212. Tantos avanços em tão pouco tempo levaram o Diretor-Geral Pietro Giordano a promulgar uma mudança significativa nas políticas da Tecnocracia. Com a pressão das facções e a descoberta de vida inteligente, decidiu-se que a Tecnocracia Terrana passará a incentivar a evolução tecnológica de quaisquer civilizações consideradas primitivas que encontrarem, para que assim partilhem de todos os avanços que a Terra também tem descoberto. Embora com alguma objeção de poucos setores da sociedade, o Diretor-Geral deixou claro que “Manter outros povos inteligentes, independente de sua origem, presos ao passado quando poderiam usufruir de todos os avanços que temos agora e teremos no futuro, isso seria um crime! Estendamos a mão a eles, compartilhemos nossos séculos de conhecimento, e todos seremos beneficiados, pois será um novo amigo da Tecnocracia que estaremos ajudando!”

 Janeiro, 2212. A mudança na legislação acerca de Iluminismo Nativo, como passou a ser conhecida, teve o efeito de um rastilho de pólvora. Diversos setores começaram a indagar à Diretoria acerca dos Lavis, descobertos em Bregglar III. A observação dos últimos meses descobriu que são humanóides evoluídos do que, na Terra, seriam plantas. Prezam por uma sociedade Igualitária e, por seu entusiasmo acerca do cosmo e entre suas diferentes etnias, são considerados Xenófilos. Apesar disso, como os próprios terranos, também possuem um passado Militarista, de gerações em conflito através do planeta. Logo, respondendo a essas indagações, o Diretor-Geral ordena que o Posto de Observação inicie os protocolos de Iluminismo Tecnológico, incentivando, indiretamente, seu avanço científico até que alcancem o vôo espacial.

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Avante, Marcha dos Bravos!

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Capítulo IX
Encontros e Descobertas

 Novembro, 2212. A ISS Astute descobre uma espécie de escotilha de docagem no asteróide B4-3-285, no sistema Mithar. Intrigada, a capitã Sally Charlesworth inicia uma investigação mais detalhada.

 Março, 2213. A ISS Astute descobre que o asteróide, aparentemente, servira de base a um bando de piratas alienígenas. Indo a bordo, a tripulação descobre que o local estava abandonado, certamente há milhares de anos. Encontram, também, um enorme tesouro, composto de uma série de artefatos e amuletos, provavelmente roubados pelos piratas, que poderão ser bem utilizados pela Tecnocracia.

 Maio, 2213. A ISS Wanderer faz uma descoberta inesperada no asteróide C-9000: no fundo de uma cratera, milhares de circuitos formam um estabilizador para um buraco de minhoca. Investigando mais a fundo, descobre-se que se trata de um buraco de minhoca de via única, e a entrada parece se encontrar em uma área ainda não mapeada, próxima de um buraco negro. O mais surpreendente, entretanto, é que pequenas quantidades de Matéria Escura - uma substância extremamente rara que poderá, no futuro, impulsionar a ciência a alturas ainda inimagináveis – atravessam esse buraco de minhoca, e poderão, um dia, ser extraídas do asteróide.

 Julho, 2213. Cada vez mais a descoberta de mundos colonizáveis impacta a sociedade terrana. A Tecnocracia inspira uma nova Tradição, de que pessoas com poucas chances na Terra podem começar Uma Nova Vida em uma das colônias. Essa campanha massiva a favor as colônias aumentou a taxa de migração para as novas colônias.

 Agosto e Setembro, 2213. As Naves Científicas concluem a inspeção dos sistemas estelares Mithar e Kibbin. O primeiro poderá, no futuro, servir como uma área de mineração, e o segundo, além da produção de energia, concentra o recente depósito de Matéria Escura. Ambos os sistemas deverão receber proteção da Tecnocracia no futuro.

 Dezembro, 2213. A ISS Wanderer faz uma descoberta surpreendente ao acessar, pela primeira vez, o sistema Siccon. Em órbita de um dos planetas do sistema, uma frota de naves alienígenas foi detectada pelos sensores. Sendo chamados no relatório de “Beta Aliens”, estes seres certamente são diferentes dos Lavis encontrados em Bregglar III. Enquanto a Diretoria inicia a análise dos dados coletados, a Wanderer deixa o sistema, evitando qualquer tipo de conflito.

 Janeiro, 2214. Enquanto aguarda a análise dos dados dos “Beta Aliens”, o Diretor-Geral Pietro Giordano ordena a construção de 7 novas Corvetas Classe-Nimble na Estação Sol, caso um conflito seja inevitável.

 Maio, 2214. A ISS Astute descobriu os restos de um antigo estaleiro orbital em Brink II, severamente danificado. Sem detectar sinais de vida a bordo, uma análise mais detalhada tem início.

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São dois sóis?
Faz tempo que não jogo Stellaris, mas uma coisa que sempre gostei muito de fazer jogando foi ficar observando o design do espaço e os detalhes dos mundos e das estrelas. A Paradox fez um ótimo trabalho.

Off-topic: Estou pensando em começar uma AAR de CK2, mas como vocês sabem, meu estilo é mais focado no RP e narrativa que no jogo e suas características, então não sei se faço ou não. Fiquei desanimado de escrever AAR desde a minha única não-finalizada de M2TW, cujo save corrompeu. O que vocês acham, @Richardlh e @Hiryuu?

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Pois então, @Lord_Victor, eu peguei um sistema randômico pq daí tem chance de surgir os humanos, e seria interessante ver isso… Embora seja difícil… Ter saído um binário e vários múltiplos nas proximidades é sorte mesmo, rsrs
Escreve! Faz q nem eu, autosave mensal, 10 saves, e mais 2 manuais a cada 2-3 capítulos… Esse eu não perco mais… Espero…

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Capítulo X
Os Lavis Synergetics

 Setembro, 2214. O Departamento de Física conclui a criação de Protocolos de Exploração Automatizados, que auxiliarão as Naves Científicas na inspeção de sistemas desconhecidos. Com a recente descoberta de uma frota alienígena em Siccon, a prioridade da Tecnocracia passa a ser fortalecer nossa própria frota, e uma forma de aprimorar nossos Escudos Defletores começa a ser pesquisada.

 Outubro, 2214. A ISS Astute inspeciona o antigo estaleiro orbital, descobrindo tratar-se de um estaleiro automatizado, com pelo menos mil anos de idade, que fora atacado, provavelmente por mísseis. Embora danificado, um dos diques de construção ainda parece operacional, se a energia puder ser restaurada. A ISS Luchtaine é enviada imediatamente para trabalhar no estaleiro, enquanto a Astute segue para o sistema Higashik-Ata, trabalhar na escavação do Sitio Arqueológico.

 Novembro, 2214. O estudo dos dados acerca da frota alienígena encontrada em Siccon traz uma surpreendente descoberta: as “naves” são na realidade criaturas vivas, apesar de seu imenso tamanho, maiores que uma Corveta. Ainda são necessários maiores estudos sobre essa “Amebas Espaciais” para se descobrir de onde vieram, como cresceram tanto e, principalmente, como conseguem sobreviver no vácuo espacial.

 Novembro, 2214. A programação do novo sistema de simulação de Padrões de Montagem é concluída e entra em operação, de forma que novas construções poderão ser concluídas muito mais rapidamente. Da mesma forma que o Departamento de Física, o Departamento de Engenharia foca seus estudos na área militar, iniciando estudos na melhoria dos Canhões de Bobinas.

 Março, 2215. O sistema Ellor termina de ser inspecionado, sem nada muito relevante sendo encontrado. A ISS Wanderer, porém, é ordenada a suspender as inspeções e seguir para o sistema Erdosca, onde deverá aguardar novas ordens.

 Abril, 2215. Depois de anos trabalhando, primeiro de forma silenciosa, depois contatando os principais líderes das nações e, por fim, abertamente para acelerar o nível tecnológico de Bregglar III, finalmente os Lavis alcançam a unificação planetária e o vôo espacial. Referindo-se a si mesmos como Lavis Synergetics, seu governo é chamado de Megacorporação, tendo resultado da fusão das maiores empresas do planeta que assumiram os esforços de aprimoramento tecnológico sob nossa tutela. Anda agradecidos pela benevolência da Tecnocracia Terrana, os Lavis Synergetics aceitaram a Proteção da Tecnocracia, recebendo em troca, além do avanço tecnológico, todo o sistema Bregglar.

 Abril, 2215. Dentro das comemorações do avanço dos Lavis Synergetics e o pacto com a Tecnocracia, pela primeira vez o Diretor-Geral Pietro Giordano visita um planeta alienígena. Após os encontros entre o alto escalão das duas raças, fica definido um Tratado de Migração entre os Lavis e os Terranos. Nas palavras do Diretor-Geral, “Esse é um momento histórico para ambos, uma forma de demonstrar que, apesar de nossas diferenças, podemos todos trabalhar juntos pelo bem geral”, sendo complementado pelo CEO Petals of Ebony, “Que um intercâmbio entre nossos mundos é essencial para o avanço econômico de todos, e que a troca de idéias entre os povos apenas pode ser benéfica para o crescimento da Tecnocracia e dos Synergetics”. As comemorações se espalharam pela Terra e as demais colônias, com todos confiantes em um futuro ainda mais promissor.

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Faz sim @Lord_Victor. Sempre sou a favor das AARs

Novembro, 2214. O estudo dos dados acerca da frota alienígena encontrada em Siccon traz uma surpreendente descoberta: as “naves” são na realidade criaturas vivas, apesar de seu imenso tamanho, maiores que uma Corveta. Ainda são necessários maiores estudos sobre essa “Amebas Espaciais” para se descobrir de onde vieram, como cresceram tanto e, principalmente, como conseguem sobreviver no vácuo espacial.
Lembro que teve esse evento nas outras duas AARs que você fez @Hiryuu

@Richardlh, acredito q seja um evento padrão do dlc Leviathan quando do primeiro encontro com uma dessas criaturas colossais.

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Capítulo XI
Escavações e Eleições

 Setembro, 2215. A ISS Astute chega a Higashik-Ata II, mas para iniciar a escavação do Sítio Arqueológico precisa aguardar a ISS Foundry construir uma Base Estelar no sistema.

 Fevereiro, 2216. A ISS Luchtaine termina os reparos no Estaleiro Orbital Automatizado, restaurando a energia na doca ainda operacional, que inicia imediatamente a construção ainda em sua programação. O estaleiro termina a construção de 3 naves classe-R44, equivalentes às Corvetas Terranas, mas com armamento muito mais avançado. Infelizmente, logo após a construção das 3 naves, o Estaleiro sofreu danos críticos e a tripulação da Luchtaine determinou ser impossível repará-lo novamente. As 3 naves foram tripuladas e receberam a ordem e seguir para o sistema Erdosca, onde se reunirão com a Strike Force Scylla. A ISS Luchtaine, por sua vez, é ordenada a construir uma Base Estelar no sistema Mithar.

 Maio, 2216. Com a construção da Base Estelar em Higashik-Ata, a ISS Astute inicia, finalmente, a escavação. A ISS Foundry, por sua vez, inicia a construção de Estações de Mineração e Pesquisa no sistema.

 Julho, 2216. Matshediso Iwu, uma jovem oficial, é promovida a Almirante da Strike Force Scylla. Conhecida por ser Inflexível nas simulações e treinamentos, ela parte, juntamente com a ISS Wanderer, explorar o sistema Ussaldon, onde os dados obtidos informam se localizar o chamado “Rubricador”.

 Agosto, 2216. Chegando a Ussaldon, a Strike Force Scylla e a ISS Wanderer localizam as coordenadas do Rubricador. Elas apontam para um Mundo Relíquia, um planeta classe 21 onde ruínas de uma imensa cidade cobrem o mundo inteiro. A ISS Wanderer inicia a inspeção do sistema, enquanto a Strike Force Scylla se mantém alerta caso haja alguma eventualidade.

 Setembro, 2216. Após concluir a Base Espacial no sistema Mithar, a ISS Luchtaine inicia a construção de Estações de Mineração e Pesquisa.

 Dezembro, 2216. A Diretoria institui a Educação Politécnica universal, determinando que seja Tradição que todos os Terranos sejam educados com base em princípios científicos multidisciplinares, preparando os futuros cidadãos para essa nova era tecnológica que a Terra vivencia.

 Março, 2218. O Departamento de Sociologia conclui a análise dos dados acerca das Amebas Espaciais, determinando que, embora sua origem não possa ser determinada, são animais solitários, mas “acompanhados” por flagelos espaciais, criaturas semi-autônomas criadas pela Ameba capazes de manipular objetos próximos de seu hospedeiro. Estudando mais detalhadamente os padrões de movimento dos flagelos, os cientistas foram capazes de programar os computadores das naves terranas para executarem manobras de evasão mais efetivas.

 Março, 2219. Concluindo as construções no sistema Mithar, a ISS Foundry segue para o sistema Kibbin, onde iniciará a construção de uma Estação Espacial.

 Janeiro, 2220. Após 20 anos da Era Espacial Terrana, o mandato do Diretor-Geral Pietro Giordano chega ao fim, e novas eleições têm início entre os membros da Diretoria Científica para escolher quem guiará a Tecnocracia pelos próximos 20 anos. Em seu discurso final, o Diretor-Geral disse que “Foram os grandes feitos dos líderes do passado que permitiram que eu guiasse a Tecnocracia nessa era histórica. Enfrentamos o desconhecido com a coragem e a curiosidade que sempre guiaram nosso povo, e muito ainda temos a descobrir nos anos que virão. É por isso, pela certeza de que tenho feito meu melhor nessa era de novas maravilhas, que também tenho a certeza de que ainda tenho muito a oferecer à Tecnocracia. É por isso que peço, uma vez mais, o mesmo voto de confiança que me foi dado há 20 anos, para que possa seguir meu trabalho à frente da Tecnocracia, à frente de nosso povo, certo de que farei meu melhor frente as maravilhas que ainda iremos descobrir no futuro.”

 Janeiro, 2220. Com o discurso de Pietro Giordano, uma rápida reunião se realiza entre os demais candidatos e as lideranças das Facções. Sem muita discussão, decidem retirar as demais candidaturas e apoiar o Diretor-Geral. Logo, a decisão é comunicada, recolocando Pietro Giordano como Diretor-Geral da Tecnocracia Terrana pelos próximos 20 anos.

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Cade o ensino em Filosofia e Sociologia? Vai ser Educação Moral e Cívica e Organização Social?

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Capítulo XII
Mudança de Postura

 Janeiro, 2220. Uma das primeiras decisões do Diretor-Geral Pietro Giordano em seu novo mandato é iniciar uma Campanha de Reciclagem, dado a elevada utilização de Bens de Consumo pela população.

 Janeiro, 2220. Ainda em Janeiro, com ambas a ISS Astute quanto a ISS Wanderer envolvidas em escavações, é ordenada a construção de uma nova Nave Científica. Para comandá-la é promovida a cientista Naima al-Hazmi, conhecida por capacidade de adotar novos métodos científicos quando necessário. Em meados de Março, a ISS Wayfarer inicia sua jornada de inspeção em sistemas inexplorados.

 Maio, 2220. A ISS Astute envia um relatório do progresso na escavação do enorme buraco encontrado em Higashik-Ata III. Apesar da dificuldade em liberar e içar os detritos centenas de metros abaixo da superfície, com vários acidentes, inclusive, lentamente a escavação segue progredindo.

 Junho, 2220. A escavação em Ussaldon V prossegue, segundo o relatório da ISS Wanderer. Muito descobriu-se acerca de acontecimentos antigos, como combates entre os nativos e inimigos superiores, bem como fatores que impossibilitaram a fuga dos habitantes. Apesar de haverem encontrado relatos acerca do Rubricador, sua localização ainda é desconhecida da equipe.

 Junho-Julho, 2220. Diversos avanços científicos são alcançados na metade do ano. O Departamento de Física melhora o sistema de absorção de dano dos Defletores Aprimorados, o Departamento de Sociedade implanta em definitivo as mudanças no sistema de Burocracia Adaptativa, agilizando os trabalhos governamentais, enquanto o Departamento de Engenharia conclui o projeto dos novos Canhões de Bobinas. Novas pesquisas nos campos de Laboratórios de Zero Gravidade, Mapeamento de Genoma e Refinarias de Zero Gravidade são iniciadas pelos Departamentos, a fim de otimizar as pesquisas das Estações de Pesquisa, possibilitar tratamentos genéticos para doenças e ampliar a capacidade de Estações de Mineração, respectivamente.

 Setembro, 2220. Para atenuar o déficit na produção de Bens de Consumo, mesmo com a Campanha de Reciclagem, novas Indústrias Civis são construídas em Wendel Prime.

 Outubro, 2220. Com a Base Estelar concluída no sistema Kibbin, a ISS Foundry inicia a construção de Estações de Mineração no sistema.

 Novembro, 2220. As constantes descobertas advindas da exploração espacial e os notáveis avanços científicos dos últimos anos levam a população a acreditar ainda mais na Ciência, tornando-se Tradição que muitos tentem a carreira de Pesquisadores.

 Novembro, 2220. Assim como em Wendel Prime, em Erdosca Prime novas Indústrias Civis começam a ser construídas, para aumentar a produção de Bens de Consumo.

 Fevereiro, 2221. A ISS Wayfarer finaliza a inspeção do sistema Rubiz, considerando-o uma boa opção para a produção de energia e minerais. Em Abril, a ISS Luchtaine inicia a construção de uma Base Estelar.

 Junho, 2221. Novos relatórios são recebidos da ISS Wanderer. A busca no planeta Ussaldon V continua, com vários arquivos encontrados detalhando diversos artefatos, seus usos e perigos, bem como uma pista enigmática sobre a localização do Rubricador.

 Junho, 2221. A ISS Foundry finaliza as Estações de Mineração no sistema Kibbin, seguindo para construir uma Base Estelar no sistema Ksora.

 Julho, 2221. Os engenheiros da Tecnocracia concluem a modernização do projeto de Corvetas, utilizando os novos Defletores Aprimorados e Canhões de Bobinas. A Classe-Nimble é dividida nas Classes Agile, focada no uso de Canhões de Bobina e Lasers Vermelhos, e Lithe, equipada com Lasers Vermelhos e Mísseis Nucleares. A Strike Force Scylla, sem detectar nenhum perigo iminente no sistema Ussaldon, retorna para a Estação Sol aprimorar suas Corvetas Classe-Nimble para Classe-Agile.

 Novembro-Dezembro, 2221. A ISS Luchtaine e a ISS Foundry concluem a contrução das Bases Estelares nos sistemas Rubiz e Ksora, iniciando logo em seqüência a construção de Estações de Mineração.

 Janeiro, 2222. O sistema Vanniko é inspecionado pela ISS Wayfarer, mas é um sistema com poucos recursos para serem explorados de imediato.

 Junho, 2222. As Corvetas da Strike Force Scylla terminam de serem convertidas da Classe-Nimble para a Classe-Agile. Com o apoio dos Marcha dos Bravos, o Diretor-Geral ordena a construção de novas Corvetas Classe-Lithe para reforçar o poderio militar da Tecnocracia Terrana.

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Capítulo XIII
Batalha em Siccon

 Agosto, 2222. A escavação em Higashik-Ata II continua a apresentar contratempos. Conforme se avança adentro da cratera, altos níveis de radiação são detectados, obrigando à equipe da ISS Astute a utilizar equipamentos de proteção e sistemas de descontaminação enquanto continuam a retirar os entulhos.

 Novembro, 2222. A ISS Wayfarer detecta uma anomalia em um campo de destroços em órbita de Durabbius IIIa, e a capitã Naima al-Hazmi inicia uma investigação mais aprofundada.

 Fevereiro, 2223. Com a construção das Corvetas Classe-Lithe concluídas, a Strike Force Scylla inicia viagem ao sistema Siccon, onde Amebas Espaciais hostis foram detectadas anteriormente.

 Abril, 2223. A ISS Wayfarer descobre a causa da anomalia em Durabbius IIIa: uma pequena cápsula hermética. Intrigante é o fato de haver um relógio atômico na mesma, em contagem regressiva datada para zerar em 42 anos e 3 dias. Sem muita certeza do que aguardar, mas com a curiosidade típica dos terranos, decide-se deixar o artefato incólume e aguardar o final da contagem…

 Agosto, 2223. A equipe da ISS Astute finalmente consegue chegar ao fundo da cratera em Higashik-Ata II, localizando uma gigantesca máquina de perfuração desativada. Analisando a máquina, descobrem uma bomba de fusão de detonação remota, concluindo que o plano (de quem quer que tenha construído a máquina) seria perfurar até o núcleo do planeta e detoná-lo. Mas… por quê?

 Setembro, 2223. A Stryke Force Scylla chega ao sistema Siccon, e logo iniciam procedimentos de combate.

Extraído dos logs de comando da Almirante Matshediso Iwu:

 - Todas as naves, mantenham formação e iniciem os disparos ao entrar no alcance das armas. Travem o sistema de mira nas Amebas menores.

 - Almirante, as Amebas iniciaram manobras evasivas enquanto atacam com rajadas de plasma.

 - Medidas contra-evasivas. Manobras de cerco em espiral.

 - Uma das Amebas menores destruída.

 - Continuem com o sistema de mira nas outras menores. Deixem a Ameba-Mãe para o final.

 - ISS Agile, ISS Bard e ISS Brave informam danos aos escudos.

 - Manobras de evasão, inverter fluxo da espiral.

 - Última das Amebas menores abatida. ISS Brave informa danos críticos ao sistema de escudos.

 - Todas as naves, mantenham a formação em espiral. Força total nas armas. Acabem logo com a Ameba-Mãe.

 - Ameba-Mãe destruída, Almirante.

 - Bom trabalho, homens. Situação da frota?

 - Danos moderados em 4 naves. Mas perdemos a ISS Brave.

 - Maldição! Fizemos o possível para acabar com essa batalha o mais rápido possível, mas não foi suficiente. Envie o relatório para a Diretoria, e informe que estamos retornando ao sistema Sol para reparos.

 - Imediatamente, Almirante.

 Novembro, 2223. O relatório recebido da Strike Force Scylla ao mesmo tempo animou e preocupou a Diretoria. Enquanto a vitória na primeira batalha espacial da história da Tecnocracia Terrana é algo a se comemorar, a destruição da ISS Brave e a morte dos 150 tripulantes demonstrou a necessidade de se expandir ainda mais a força militar terrana. O Diretor-Geral Pietro Giordano falou em transmissão que “Ao mesmo tempo que nos solidarizamos com as famílias dos mortos, devemos considerar os tripulantes da ISS Brave heróis, pois a morte em defesa da Terra e de nossos entes queridos é a mais honrosa possível. Faremos o possível para fortalecer nossa presença militar no espaço, de forma que, quando novamente tivermos que enfrentar os perigos que certamente encontraremos, não tenhamos mais que chorar pelos mortos”. Logo após, a ISS Astute foi ordenada a seguir imediatamente para o sistema Siccon, analisar os restos das Amebas Espaciais.

 Novembro, 2223. A ISS Wayfarer finaliza a inspeção do sistema Durabbius, detectando que a lua Durabbius IIIa trata-se de um Mundo Continental Classe 13. Com a informação recebida, a ISS Luchtaine imediatamente inicia a contrução de uma Base Estelar no sistema.

 Novembro, 2223. Com a baixa produção de Ligas Metálicas, o Diretor-Geral decide comprar, emergencialmente, 250 mil toneladas de siderúrgicas privadas. Apesar do alto gasto, isso permite que uma nova Nave Colonial comece a ser construída imediatamente.

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Me explica como foi que uma nave foi abatida?

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Quisera eu saber, @Richardlh… Tudo tranquilo, escudos suportando de boa, no fim da batalha, uma corveta abatida… Tive q dar um contexto pra esse… sumiço… :man_shrugging:

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Acontece. A inteligência deve ter refeito um cáculo e “percebeu” alguma falha. Ou o contrário. hehehe

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