Daily European

[center]Esse tópico será usado como jornal de todas as rondas do fórum. Aqui poderão postar as notícias de suas nações, atos diplomáticos, acordos comercias, etc.[/align]

[font=Garamond][size=150][center]Acordo Londres-Berlim.[/align]

[center]Na manhã de hoje o embaixador britânico em Berlim se reuniu com o corpo diplomático daquela nação.
Após horas de negociações fora assinado um acordo que ficará para sempre na história, não pelo seu conteúdo, mas por simbolizar o fim das tenções entre Londres e Berlim.
O acordo definiu que o Império Britânico fornecerá recursos energéticos para a Alemanha em troca de matérias primas, recurso essencial para o desenvolvimento da indústria britânica.[/align][/size][/font]

[center][image]http://i.imgur.com/rT8dYQD.png[/image]
TRATADO SALANDRA-LAMMASCH[/align]
[justify]Depois de alguns dias de diplomacia, o tratado Salandra-Lammasch, simbolizando a aliança entre Itália e Áustria-Hungria, foi firmado.
Sendo nomeado atrás do Primeiro-ministro italiano Antonio Salandra e do Ministro das Relações Exteriores áustro-hungaro, Friedrich von Lammasch, o tratado promete manter um forte vínculo entre as duas gloriosas nações.[/align]

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[center][image]http://i.imgur.com/pngfQHE.jpg[/image]
AGITAÇÃO ITALIANA[/align]
[justify]Já fazem algumas semanas que tropas italianas se movimentam por todo o país. Os planos do Rei Vittorio Emanuele III, até então completamente desconhecidos, ficaram cada vez mais evidentes com a marcha que se sucedeu para o norte, ainda mais após o anúncio da aliança entre Itália e Áustria-Hungria.
Agora, já perto da fronteira Suiça, tropas italianas vindas de todos os cantos do país se organizam para uma possível invasão.
Com todos os olhos europeus voltados para sí, o estado Bélgico-suiço declara estado de calamidade e prepara-se para a tempestade.[/align]

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DECLARAÇÃO DE GUERRA[/align]
[justify]Até então apenas um provável boato, guerra entre Itália e Bélgica, agora no controle das terras suíças, foi declarada.
Em seu discurso público, que precedeu a assinatura do documento de declaração, o Rei Victor Emmanuel III citou a liberação da população italiana presente nos alpes suíços das garras dos “vis belgas”.
Demais motivos foram os recorrentes confrontos e desacordos políticos e econômicos entre os dois países, desde que o Rei Albert I da Bélgica herdou as terras suíças, abrindo fronteiras com os italianos. Também por causa da herança, desconsiderou-se a prévia neutralidade política do povo suíço.
Seguindo o discurso e a declaração aberta de guerra, fervor nacionalista tomou o coração dos italianos, que agora seguem seu Rei à batalha.[/align]

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TRATADO PAN-GERMÂNICO[/align]
[font=Garamond][size=135][justify]Após alguns dias de diplomacia, o Tratado Pan-Germânico foi firmado, simbolizando a aliança entre os Impérios Germânicos.

O tratado, firmado pessoalmente pelos Kaiseres Wilhelm II e Viktor I, promete manter um forte vínculo entre as gloriosas nações irmãs.[/align][/size][/font]

[size=150][font=Garamond][center]GUERRA[/align]

Após a descoberta de espiões belgas na Grã-Bretanha e a recusa do Governo Belga em realizar um pedido formal de desculpas, tropas britânicas foram enviadas para a Bélgica, dentro de poucas horas elas tomaram a nação belga e pacificarão a região.
O Secretário de Negócios Estrangeiros do Império, Sir Edward Grey, publicou uma missiva lamentando o fato do Reino Belga ignorar as vias diplomáticas e forçar o Império a tomar esta ação.[/font][/size]

[center]Pacto Großdeutschen[/align]

Foi com grande alegria que o Pacto Großdeutschen (Pan-Germânico) foi saudado na capital do Reich Alemão. Em uma pequena nota, o Kaiser Wilhelm II disse estar satisfeito pelo acordo realizado junto ao Kaiser Victor I da Áustria-Hungria, tendo em vista que para o Kaiser alemão é direito do povo germânico se expandir pela Europa e espalhar a cultura alemã por povos que são renegados ao longo dos tempos. Além do acordo de livre econômico, ficou estabelecido que em caso de agressão por potências estrangeiras, ambas as potências devem mobilizar-se imediatamente em solidariedade ao Estado-irmão agredido.

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GUERRA! AUSTRO-HÚNGAROS EM MARCHA![/align]
[font=Garamond][size=135][justify]Após uma reunião do Conselho de Estado junto do Estado-Maior das Forças Armadas Austro-Húngaras com o Kaiser Viktor I, foi declarada guerra aos sérvios e romenos.

A reunião durou seis horas, e os membros do Conselho de Estado e do Estado-Maior chegaram ao consenso com o Kaiser da declaração de guerra à ambos os países após austro-húngaros sofrerem retaliações em ambos os países, somados a ataques terroristas partidos de alguns grupos também de ambos os países.[/align][/size][/font]

[center]Polônia Alemã[/align]

Segundo informações advindas do gabinete do Chanceler do Reich Alemão, Theobald von Bethmann Hollweg, é consoante nos corredores do governo que a Polônia deva ser anexada ao Império da Alemanha. Dois fatores são apontados para justificar a pretensão do Kaiser Wilhelm II.

[center] Reichskanzler Theobald von Bethmann Hollweg[/align]

O primeiro fator, parte da prerrogativa que mais de 40% da população que hoje ocupa o espaço determinado como o Estado Polonês tem ascendência germânica, fala alemão e anseia por fazer parte do Reich.
O segundo apontamento, provém dos estudos do renomado geógrafo e etnólogo alemão Friedrich Ratzel, que através de sua teoria do Lebensraum (espaço vital). Segundo Ratzel, que usa a Alemanha como exemplo, escrevendo que “Toda a sociedade, em um determinado grau de desenvolvimento, deve conquistar territórios onde as pessoas são menos desenvolvidas.”

[center] Geógrafo e Etnólogo alemão Friedrich Ratzel[/align]

Assim sendo, o Kaiser Wilhelm II entende que é necessário a expansão territorial do Reich, não só para que a Alemanha alcance cresça e alcance a glória, como também em um ato de compaixão integre povos que vem sendo relegados ao esquecimento ao longo dos anos.

[center]Estado de Beligerância entre o Reich Alemão e a República da Polônia![/align]

[center]Jozef Pilsudski[/align]

Em uma carta-telegrama enviada ao gabinete do Reichskanzler, o Excelentíssimo Chanceler do Reich Alemão Theobald von Bethmann Hollweg, o governo polonês em um ato descabido, na pessoa do chefe da República da Polônia, o Sr. Jozéf Pilsudski acusa o Kaiser Wilhelm II e o Estado da Alemanha de serem lobos pretenciosos à espreita para atacar repúblicas soberanas dentro do continente europeu. Ainda declarou estar ciente do estado de guerra subsequente ao contato por meio da referida carta-telegrama, cortando definitivamente todas as relações diplomáticas entre o Império Alemão e a República da Polônia.
De nenhuma outra forma, o Kaiser da Alemanha e Rei da Prússia, Sua Majestade Imperial Wilhelm II, declara o estado de beligerância entre amas as nações. A Polônia e seus cidadãos de origem não germânica, deverão pagar um preço alto por um insulto de tão baixa estirpe, como o proferido pelo ditador e dépota, o Marechal Józef Klemens Piłsudski.

[center][image]http://i.imgur.com/ItTOIrr.jpg[/image]
DERROTA BELGA NOS ALPES[/align]
[justify]Com o rápido e decisivo avanço do poderoso contingente italiano, a região da suíça foi rapidamente tomada das mãos dos desprezíveis belgas.
Temendo o avanço italiano às suas terras mais ao norte, o Rei belga Alberto I, aceitou sua derrota, cedendo as terras suíças para a superior Itália.
Na foto, soldados italianos marcham vitoriosos em Zurique.[/align]

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A SÉRVIA CAI! AUSTRO-HÚNGAROS VITORIOSOS![/align]
[justify]Após uma breve campanha em território do Reino da Sérvia, um superior exército austro-húngaro adentrou à capital sérvia, conduzindo à guerra ao seu fim. O Kaiser Viktor I da Áustria-Hungria desfilou pessoalmente junto aos vitoriosos soldados austro-húngaros em Belgrado, capital da Sérvia, e após o término do desfile, saiu em viagem para a recém-conquistada província de Craiova, na Romênia.[/align]

[center]Itália e o Império Alemão: Uma nova Amizade[/align]


[center]Gottlieb von Jagow,Ministro Plenipotenciário do Império Alemão para Negócios Estrangeiros.[/align]

Partiu hoje para Roma, capital do Reino da Itália, o Sr. Ministro Plenipotenciário do Império Alemão para Negócios Estrangeiros, Gottlieb von Jagow, afim de deliberar e se possível assinar um acordo, juntamente do Ministro de Relações Exteriores da Itália, o Sr. Sidney Sonnino, que alinhe as potências da Itália e da Alemanha, no sentido e econômico e militar.
De acordo com cientistas políticos, se a relação entre as duas potências se estabelecer de forma benigna, isto só acarretará num crescimento maior das economia de ambos os países
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[center]Sidney Sonnino, Ministro de Relações Exteriores da Itália.[/align]

[center]Kaiser Wilhelm II visita as tropas alemãs em Varsóvia.[/align]


[center]Kaiser Wilhelm II, acompanhado do General Erich Friedrich Wilhelm Ludendorff[/align]

[BBvideo 440,200]http://www.youtube.com/watch?v=WTpozgTtDFs[/BBvideo]

Após a esmagadora vitória do Reich Alemão sobre seus inimigos polacos, o Kaiser Wilhem II, visitou suas tropas em Varsóvia. Grande foi a felicidade dos soldados ao verem que o Kaiser trabalha pelo crescimento, pela glória e pelo triunfo do Reich sobre aqueles que lhe ameaçam a boa existência.

[center]GUERRA![/align]
[justify]Hoje, dia 21 de maio de 1914, a nação italiana fez sua declaração de guerra contra a França!
Depois de meses de desentendimentos políticos e econômicos, as últimas tensões atingiram o limite dos italianos, que, depois de mobilizar suas tropas na fronteira entre os dois países, declarou o confronto.
Os italianos, com um fanático sentimento nacionalista, iniciaram seus avanços às terras francesas.
Do outro lado, a França já previa o conflito, e tem tropas preparadas para defender suas fronteiras.
O involvimento de terceiros, principalmente dos outros dois integrantes da chamada Tríplice Aliança, o Império Alemão e o Império Austro-húngaro, ainda não está definido.[/align]

[center]Guerra Franco-Germânica![/align]

[justify]Tornou-se insustentável a situação na fronteira entre o Reich Alemão e a República da França. Tendo o governo francês, na pessoa de seu presidente, Raymond Poincaré, recebido o ultimato do governo do Kaiser Wilhelm II, para que cessassem as manobras militares francesas próximas a fronteira do Reich, não houve outra saída senão a declaração do estado de beligerância entre os dois Estados.
Unido a isso, surge o sentimento de solidariedade à causa dos irmãos italianos, que assim como nós, foram agredidos pelos vis franceses. Assim sendo, a tendência é que ambas as potências centrais, o Império Alemão e o Reino da Itália, lutem lado a lado, contra os inimigos franceses.[/align]


[center]Tropas marchando em Strassburg[/align]

Quem comandará as ações no front ocidental será o Marechal-de-Campo August von Mackensen, Oberkommandant do Exército do Leste.


[center]Generalfeldmarschall von Mackensen[/align]

[font=Garamond][size=150][center]Pelo Imperador e Pelo Império.[/align]

Na manhã de hoje, 22/05, guarnições francesas próximas fronteira do Protetorado da Bélgica atacaram um comboio comercial inglês, como retaliação o Império Britânico atacou a guarnição envolvida no incidente, declarando assim guerra aos agressores franceses.
O Secretário Edward Grey informou que a ação francesa forçou o Império à tomar esta atitude, “não somos conquistados, mas sim pacificadores”, disse o Secretário.[/size][/font]

[center]Pacto de Não-Agressão Germano-Escandinavo[/align]

Os governos do Reich Alemão e Império Escandinavo, nas pessoas de seus soberanos Kaiser Wilhelm II e Kejare Erik XV, tornam público um acordo assinado entre as duas nações, que prevê a não-agressão entre ambos Estados.

[center]TENSÃO! BÁLCÃS À BEIRA DA GUERRA![/align]
[font=Garamond][size=135][justify]Após movimentações do exército búlgaro nas fronteiras com o Império Austro-Húngaro, o Kaiser Viktor I ordenou o envio imediato de tropas para as fronteiras. Em discurso, o Kaiser da Áustria-Hungria disse que Österreich und Ungarn iria revidar com força máxima qualquer ataque estrangeiro.

A Península Balcânica está à beira de uma guerra de proporções ainda maiores que a devastadora Guerra das Três Coroas, que ficou marcada pelos ataques terroristas sérvios e romenos ao povo e à instituições austro-húngaras, e pelas quedas seguidas das capitais de Sérvia e Romênia apenas uma semana após o início da guerra.[/align][/size][/font]

[center]Kaiser Wilhelm II recebe Kaiser Victor I da Áustria-Hungria[/align]

[justify]Na próxima semana o Kaiser Wilhelm II, Kaiser da Alemanha e König da Prússia, deve receber em Berlin, no Schloss Charlottenburg, o Soberano de um povo irmão, o Kaiser Victor I, Kaiser dos Austríacos e König dos Húngaros.
A recepção prevê, desfile militares, reuniões de cúpula de governos que deverão decidir o futuro Großdeutschen, além de um tradicional baile, em homenagem as Casas Dinásticas Hohenzollern e Habsburgo-Lorena, bem como as recentes conquistas dos povos germânicos.
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[font=Times New Roman][center]Visita Oficial do Kaiser Victor I ao Deutsches Reich[/align]

[justify]Tendo ocorrido na manhã da quinta-feira última, a chegada de Vossa Majestade Imperial Victor I, Kaizer von Österreich und König von Ungarn, o mesmo fora recebido por Vossa Majestade Imperial Wilhelm II, Kaizer von Deutschland und König von Preußen. O primeiro encontro entre os Monarcas Germânicos ocorreu na estação ferroviária central de Berlin.
De lá, toda a comitiva real e ambos os Kaiseres seguiram até o Neues Palais, nos arredores da Capital, onde ocorrera o encontro oficial das Dinastias de Hohenzollern e Habsburg-Lothringen.
Um banquete real fora oferecido por Vossa Alteza Imperial, a Kaiserin Auguste Viktoria von Schleswig-Holstein-Sonderburg-Augustenburg.
Pela tarde, optou-se pelo deslocamento para o Palais Charlottenburg, na Prússia Oriental, onde o Kaiser Victor I e o Kaiser Wilhelm II definirão a agenda e a publicarão.
Estima-se que a estadia do Kaiser dos Austro-Húngaros dure aproximadamente 2 semanas, podendo-se o prazo ser estendido.
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