[EBDA] Manifesto de Lima

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[b]De los Hermaños Colombianos, por las manos d’El Presidente Adán Vargas Mallariano

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[font=monoscape]S[size=120]into-me na necessidade de explicar, a bem da verdade, mesmo que em uma campanha nos arredores da Cidade de Lima, Capital do Peru, donde escrevo para usted, os fatores que levaram nossa pátria amada a seguir o rumo que decidiu seguir perante aos beligerantes intercontinentais.

[/size][b]E[/b][size=120]m conversas pessoais, cujas palavras vez por outra eram interceptadas internacionalmente, foram inflexivelmente direcionadas a uma ocupação da nação Peruana, e que assim fique dito e explícito para todos os governantes nostra atitude contra tal governo. Desde cedo, em 1840, eles nos vem aparecendo não más como amigos, mas sim como opositores e sua expansão nos deixava traumatizados. Não era coisa pessoal, rivalidade governamental; apenas, desavenças, consequência da crescente e infame imperialismo Peruano dada sua verdadeira face diante de sua tentativa mal sucedida de ocupação final dos territórios equatorianos, cujo parlamento foi agraciado com nosso humilde financiamento na tentativa de salvar um sentimento acabado com uma guerra entre nós.

[/size][b] A[/b][size=120] política anti-peruana deu frutos suficientes entre o Império do Brasil e a República da Nova-Granada. Continuamos nossa observação acerca da situação de guerra, logo notando a não-necessidade de intervenção brasileña e, também, que mesmo que eles o quisessem fazê-lo, teriam de fazer com suas próprias mãos. Insatisfeito com a situação, o Imperador Dom Pedro II do Brasil, não acatou as recomendações colombianas e então a Câmara Presidencial de la Nueva Granada decidiu embargar, a despeito deste assunto, qualquer tentativa de conversação brasileira.

[/size] C[size=120]egado, o bom Imperador Dom Pedro II conduziu os brasileños a uma situação internacional exasperadamente abusiva, cuja consequência se traduz na ameaça de guerra concretizada da Austrália e dos Países Baixos, sendo o primeiro a verdadeira ameaça.

[/size]A Câmara Presidencial, contudo, é surpreendida por dois diplomatas enquanto tratava de assuntos da guerra. Ambas nações aliadas, Brasil e Austrália, chamavam-nos para uma guerra ilógica. Após seções apressadas de debates na câmara, desaforos e tapas entre nossos próprios partidários, o governo não conseguiu tomar outra atitude senão testar, a primeira mão, a boa-vontade de cada nação. E, nisso, peço a condescendência das demais cortes mundiais, pois não há cláusula ou termo que deixe claro, senão as atitudes, a própria consideração de um país pelo outro.
Pois bem, a prova feita, ambos refutaram a ideia de auxílio, mesmo que apenas simbólico, contra o Peru, que à altura juntava seus fazendeiros e os punha contra nossos exércitos ameaçando a vantagem colombiana.
E[size=120]u, pessoalmente bastante abalado, tentei contactar as diretrizes de tais países, que nada mais que continuavam a berrar a palavra “guerra” e “honre sua honra”, sem eles nem tendo honrado a deles. Sem o conhecimento verdadeiro, pressionado pelas coroas Sicilianas e bávaras sedentas por sangue, apenas mandei tal prova para ambos, que acabaram por provar que nada queriam ajudar à República Colombiana. Sem sua boa-vontade, ora, o que nos restava, colombianos, de crível em tais Estados Nacionais? Um que, inicialmente prometendo ajuda, acaba por não aceitar nosso pedido de não intervenção, ou outro, que nos vê meramente como brinquedos?

[/size]D[size=120]esiludido estou, com ambos, senão todos os membros das conversações. Nossos amigos suecos, a quem o nosso primeiro Ministério tentou aproximação, rapidamente se puseram a favor de quem lhe chegasse primeiro pedindo auxílio, e assim o fez ao lado australiano. Nos pesa, no mínimo, ter de ver os homens que brincavam com as moças panamenhas, matá-las.

[/size]A[size=120] despeito de qualquer tratado com o Império Brasileño, não houve nada formalizado. Mas, cabe não a nós a formalização, mas sim a ética política que faz de nós humanos sociáveis. Tendo ou não alguma conjuração, o imperador Dom Pedro II não feriu apenas à constituição e aliança política, mas como a sua própria palavra de que auxiliaria numa guerra que foi decidida sem sequer apoio financeiro por parte do mesmo. Não acredito que tenha sido por má vontade, e espero que assim seja, pois a amizade crescente entre nossos países esfriou, mas voltará a correr quente nas veias da política, uma vez que tanto traçamos e planejamos uma convivência cooperativa. Este episódio é, aos meus olhos, apenas um obstáculo. Algo tão imposto em tantas relações, mas tão facilmente superável. Por isto, ainda tenho fé no governo brasileño e me pesa o coração qualquer atitude, neutra ou contra - neste caso, estritamente doloroso.

[/size][b]S[/b]e me permitem À uma análise logística, com a intervenção da França, a situação do Brasil se melhora bastante. Com ela, dificuldade aos beligerantes suecos e vietnamitas, pois plena capacidade de intervenção os franceses possuem. Sem ela, contudo, a situação do Brasil se complica, uma vez que nosso caríssimo companheiro sofre a possibilidade de invasão de nossos simpatizantes suecos, que por sua vez já tem tendência a visitar nossas jovens panamenhas, estuprar - perdão o palavreado - brasileiras, seria decisivo apenas em campo brasileiro.
B[size=120]rasil, contudo sozinho, não possui capacidade logística de intervenção em território hostil para impor qualquer tratado, resguardando-se à defesa da integridade nacional. Com França, portanto, a situação se altera; mas ainda sim, dependerá do alto escalão franco e sua estratégia naval para subjugar o Reino da Suécia e o Reino dos Vietnamitas, comandados por homens dúzias de vezes mais capacitados e inteligentes logisticamente.

[/size]Após todas as justificativas, então, o MANIFESTO DE LIMA, declara a Colômbia neutra até, enfim, o fim da guerra contra o Peru.[/font]

[font=French Script MT][size=300][i] Libertad y Orden,

[right]El Presidente Adán Vargas Mallariano[/align][/font][/i][/size]

[center]Em nome do König Maximilian I do Reino da Bavaria,[/align]

[font=Times New Roman]Como ousa o Presidente colombiano professar tamanhas mentiras e ultrajes a respeito do monarca bávaro? É sua situação tão desesperadora que precisa maquiar a realidade para que ganhe atenção nas Cortes Internacionais?

O König sente-se deveras ultrajado ao saber das fabricações colombianas a respeito de uma suposta “pressão” de uma coroa “sedenta por sangue”. E logo mais a ficção absurda de que o Königresich vê a Colômbia, país com o qual não tem contato algum ou sequer uma embaixada, como “meros brinquedos”.

Estaria o Presidente colombiano sofrendo de severa esquizofrenia e paranóia?

Verdade seja dita: Embora pouco pudesse fazer por limitações geográficas e princípios éticos diplomáticos de não-intervenção em assuntos alheios, o König demonstrou imenso desprezo pela guerra de “contenção” ao Império Brasileiro e simpatia á causa dos defensores. Ademais, nutria a esperança de firmar acordos de investimento industriais e científicos com a República de Nova-Granada e o Império Brasileiro, no intuito de levar o progresso e cultura superiores de seu país aos justificavelmente atrasados países íbero-americanos, na esperança de que se tornassem arautos do progresso, da cultura e dos ideais da modernidade no teatro da América Latina.

Diante de tais acusações falsas, entretanto, sente-se inclinado a orientar seus magnatas a não investirem suas divisas em tão imprevisível e duvidoso Estado.

[right]Ernst von Augsburg, diplomata em nome de Maximilian I[/align][/font]

[center][/align]

[font=Arial][b][i]o imperador brasileiro está feliz em saber da posição do König nessa guerra e diz que vou me manifestar oficialmente quanto ao reino da Bavaria.

digo que o imperador não tem nada a ver com o pensamento do colombiano por tanto peço oficialmente ajuda finaceira no pós guerra pois estarei a gastar todas as economias do rico império pra supri e melhorar as tropas e embarcações.
meu pais então ficará consequentemente atrasado.
e o seu é muito mais evoluído então peço sua ajuda. [/i][/b][/font]