[EMPRESA] A Vinícola do Dragão Esvoaçante - Straubingen

[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]Logo após a fundação da Vila de Draco, muitas das famílias trazidas para a região começaram a se dedicar a diversas empresas diferentes, algumas foram minerar nas montanhas, outras plantar aveia e trigo, algumas se dedicaram à caça. Mas uma família vinda de Roma decidiu se aventurar na produção de uvas.

[tab=30]Se aventurar, sim, pois como todos sabem Draco, pela proximidade com as Montanhas Azuis e Dracônia, possui invernos rigorosos, chegando a ter nevascas que obrigam os moradores a ficar dias fechados em suas casas. Isso obviamente era um empecilho para os Di Romani.[/font][/size][/align]

[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]Os Di Romani eram pobres, camponeses que viviam a trabalhar nas propriedades circundantes de Roma. Mas haviam trabalhado sempre em meio aos parreirais, ajudando a fazer os melhores vinhos que Romania conhecia. A notícia de uma oportunidade nas longínquas montanhas a oeste levou o patriarca Pietro a juntar seus poucos bens em uma carroça, e, juntamente com a esposa Luna e o filho Augustine, partiram em sua jornada.

[tab=30]Ao chegarem à, ainda em construção, Vila de Draco, foram recebidos por Alexander Drake em pessoa, que estava organizando os migrantes de acordo com seus conhecimentos. Ao saber do desejo de Pietro de plantar uvas, a princípio Drake ficou receoso, pois já conhecia o clima da região. Mas, mesmo assim, designou um dos lotes mais ao sul, uma área que, anos depois, iria se chamar Straubingen e fazer parte do território de Porto Cisalpe, para que os Di Romani se instalassem, e inclusive os auxiliou na construção da casa que abrigaria a família. Agradecidos, os Di Romani mudaram seu nome para Di Draconi.

[tab=30]Obviamente tiveram problemas com o clima mais frio e úmido pela proximidade com as montanhas, mas a persistência levou-os a cruzar diversos tipos diferentes de uvas, até chegarem à uma variedade resistente à neve e à geada anuais. Após isso, em poucos anos a produção tornou-se um sucesso, e uma pequena vinícola foi construída na propriedade. A mesma, em lembrança ao benfeitor Drake e à névoa matutina, sempre presente nas montanhas, recebeu o nome de O Dragão Esvoaçante.

[tab=30]Nesse meio tempo, Augustine casara-se com uma prima distante do próprio Drake, Lucienna, e tiveram um filho, Alexander. Porém nem tudo foram flores, e a peste de 1847 levou tanto Pietro e Luna quanto Augustine e Lucienna, deixando o garoto, então com 10 anos, órfão. Drake adotou o jovem Alexander Di Draconi, dando-lhe estudo e conhecimento sobre o mundo, tanto que, ao completar 20 anos, o garoto pediu permissão para viajar e ver, ele próprio, os lugares que só ouvira em histórias e lera em livros. Drake obviamente concordara, embora triste de ver o garoto que vira crescer partir, mas feliz ao ver que o mesmo herdara a mesma vontade, a mesma curiosidade, o mesmo desejo que o tornara um explorador.

[tab=30]O jovem Alexander viajara por muitos países, estudara em universidades, viajara em navios de corsários - onde adquirira seu exótico gosto por Rum -, lutara ao lado de revolucionários contra governos opressores e, ao conhecer as longínquas terras do oriente e ter contato com aquela cultura exótica e o senso de honra daquele povo de olhos amendoados, adotara um novo nome em homenagem ao modo de vida deles - Sora no Hiryuu, “Rei-Dragão Voador dos Céus”, também homenageando, assim, sua terra natal e seu benfeitor. Após muitos anos longe de casa, recebera um comunicado de que Drake estava morto, e que havia deixado todos os seus bens para ele. Assim, retornou, agora um homem vivido, às pressas para Gesébia, encontrando um Império florescente ao qual logo tratou de se adaptar, entrando na Armada Imperial e, com sua experiência, galgando postos e honrarias. Era o ano de 1886, e ele contava então com 49 anos.[/font][/size][/align]

[justify][tab=30]Tanto a Mansão como a Vinícola continuaram em atividade entre a morte de Drake e o retorno de Hiryuu, de forma que, praticamente, nada mudara. A produção de uva e vinho, que sempre fora feita de forma artesanal, assim continuou.[/align]

[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]As uvas, devido ao clima mais frio, produzem um vinho mais ácido, mais encorpado e de sabor mais complexo e equilibrado que os vinhos de Romania, por exemplo, pois amadurecem mais lentamente. Essa diferença no sabor sempre causou uma boa procura pelos vinhos de Cisalpínia, mas nem os Di Draconi, nem Drake e, por fim, nem Hiryuu quiseram alterar a forma artesanal de produção, mantendo grande parte da produção de cerca de 100 garrafas anuais de tinto especial envelhecido em barris de carvalho como estoque pessoal, e vendendo o restante (cerca de 5000 garrafas anuais) como forma de manter a Vinícola e, também, a Mansão.

Dados Empresariais:
[spoil]Razão Social: Vinícola do Dragão Esvoaçante
Conta-Corrente: J001-6
Tipo e Porte: Agronegócio Média (4)
Matéria-Prima Necessária: Fertilizante
Contratos de Compra:
Fertilizante da Fazenda de Porcos Ol’ Big Mac
Eletricidade da CEDR
Importações: -
Produção: Uvas (4) e Vinhos (4)
Contratos de Venda:
Vinho para a Confeitaria Les Amis de Sange (4)
Exportação: Uvas (4)
Funcionários: -
Proprietário: Duque Alexander Di Draconi[/font]
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[center]Vossa Excelencia!,intrometeu-se Bernhard e com o seu geito pouco trabalhado tipico dos camponeses, boas tardes ,acrescentava ele enquanto podava as videiras animosamente recordavam-lhe as vinhas que abundavão na sua terra natal embora nenhuma de entre elas chega-se perto ao oceano de purpura que se estendia diante dele e tudo graças aquele homem, um pensamento apenas se lhe ocurria, salve Gesebia![/align]

[justify][tab=30]- Bernhard! - cumprimenta o Conde ao chegar à fazenda que fora de sua família e ser recebido pelo Capataz.
[tab=30]- Diga-me, meu caro, - entabula o Conde, após ambos entrarem na casa principal - como está o trabalho? Estive pensado em comprar mais um lote de terras, mas sei que teríamos que contratar mais algumas pessoas para cuidarem de tudo, pois quero manter a produção da forma mais tradicional possível, é a diferença entre nosso vinho e outros que há por aí. Obviamente, como haverá mais trabalho, você iria receber um aumento. Então, o que me dizes?
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[center]Uma óptima ideia vossa excelência,como já confiava,oficialize-se o trato e em cerca de 8 anos de zelo estarão prestos para a colheita , qualquer dia adesse reconhecer até no palácio o gosto deste nosso suco.[/align]

Ainda seguindo de Cisalpe para Firgen, o Marquês passa por sua velha Fazenda:

  • Olá meus caros, vim apenas ver como ficou a ampliação da Vinícola.
  • Caro Marquês, tudo está perfeitamente bem, temos seguido as recomendações deixadas pelo capataz e a produção tem sido entregue no prazo.
  • Muito bem, muito bem… Bom, espero que o Senado não acabe tomando muito tempo de Bernhard, ele tem sido um bom empregado e seria uma pena perdê-lo para a política, hahaha! Demetrio, me traga uma garrafa do tinto especial, irei descansar algumas horas antes de seguir viagem. A remessa mensal já foi enviada para a Mansão?
  • Certamente, Marquês.
  • Ah, perfeito, perfeito… Traga-me algumas uvas, também.

Enquanto seguia para Firgen, o Duque passa nas terras da antiga fazenda de seus pais. Parando alguns minutos na mesma, conversa rapidamente com os empregados, para novamente seguir caminho.

[justify][tab=30]Um novo lote de vinhos tintos e brancos atinge o ponto de maturação considerado ideal, e começa a ser carregado para ser vendido à restaurantes por todo o Império.[/align]

[justify][tab=30]Mais uma safra começa a ser colhida ao atingir o ponto de maturação ideal para a produção de vinhos.[/align]

Funcionários da CSC chegam à fazenda para fazer o transporte de produtos.

[justify][tab=30]Os primeiros vinhos especiais da temporada começam a ser vendidos, são vinhos que envelheceram quase 2 anos em barris de carvalho, ou seja, os chamados “Esvoaçantes Especiais”.[/align]

[justify][tab=30]O início da temporada fria acelera a produção, para que as vinhas de verão não percam o sabor característico da região.[/align]

[justify][tab=30]- Ouviram? Primeira coisa a fazer amanhã, carregar este pedido![/align]

[justify][tab=30]Chegando à Vinícola, Akemi é prontamente atendida. Solicitando os dados atuais da empresa, analisa-os com cuidado, conversa com os trabalhadores, faz algumas sugestões e parte para a próxima empresa.[/align]

[justify][tab=30]Dois carregamentos são realizados: um para a Les AMis de Sange, e outro para os Cassinos Gesébia. Antes de partirem, são recomendados a terem cuidado com a carga.[/align]

[justify][tab=30]Um jovem estrangeiro recém-chegado ao Império aparece na Vinícola. Após um pouco de dificuldade de comunicação, ele pede um carregamento de vinhos para sua nova residência, em Cisalpe.[/align]

[justify]Um carregamento de vinhos termina sua maturação, sendo então encaixotado e aguardando transporte para seu destino.[/align]