[EMPRESA] Café Independência

[center]CAFÉ INDEPENDÊNCIA[/align]


[tab=30]Comprada e reformada pelo então Barão de Medeiros, Wellington Antonius di Medeiros, o Café Independência abriga os melhores doces e bebidas da Romania sendo conhecido por seus famosos bolinhos. Localizada no centro de Áquila, está confeitaria remonta aos tempos mais distantes, muito antes desta cidade ser conhecida pelo nome de Áquila.
[tab=30]Durante a Intentona Odinista este prédio se viu alvo de diversos furtos e ataques que levaram o então dono há falência, Sir Wellington que era um frequentador assíduo da confeitaria enquanto estava na Romania, ao saber do triste fim que teria a Confeitaria resolveu comprá la e reinaugurá la, um fato marcante do Café é o sua grande adega que abriga os mais variados tipos de vinhos, dizem os mais curiosos que em meio aos seus diversos vinhos estão inclusive garrafas das primeiras safras do Segundo Império.

[center]Uma de suas maravilhas, o vinho da Romania.[/align]

Wellington adentra confeitaria sendo muito bem recebidos pelo ali presentes e conduzido á sua mesa de costume
Garçom me traga aquelas magnificas carolinas do Sr. Odo e aquele vinho do porto que chegou no último navio da Taylor’s, a propósito, sirva uma rodada de brandy para todos os presentes.

[font=Palatino Linotype][center]Panificadora Popular[/align]
[size=150][justify]Entre os muitos empreendimentos planejados pelo Visconde Biller, ele inaugurou um pequeno estabelecimento dedicado à panificação, venda de laticínios, frios, doces e outros produtos de fabricação própria.

Com o tempo, o Visconde alterou seus empreendimentos e ampliou o estabelecimento para uma grande panificadora de grande porte.

O bom atendimento com qualidade e baixos preços, voltado às camadas medianas e populares da Capital, é o nosso diferencial!

[center]Alguns de nossos produtos[/align][/align][/size][/font]

Dois inspetores e quatro gendarmes adentram no estabelecimento, sendo que um enuncia:

  • Por ordem do Mandato Número 2 emitido pelo Juiz da Suprema Corte, Nero de Bragança, há dois dias atrás, este estabelecimento permanecerá fechado até as investigações se derem por concluídas. Qualquer resistência será considerado um ato de Obstrução a Justiça. Somente os Gendarmes e os investigadores tem permissão para adentrarem neste recinto de agora em diante.

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Os inspetores levam documentos e mais afins, e após Gendarmes retirarem os funcionários e os devidos objetos para a investigação, o estabelecimento é trancafiado e o mandato é fixado na porta do estabelecimento.

Pela manhã, um Gendarme fixa na porta outra mensagem:

[font=Palatino Linotype][size=150]Após muitas indefinições sobre o futuro do patrão daquele estabelecimento, a agora Panificadora Popular pode voltar com suas operações. Reafirmando os antigos contratos com as demais propriedades do Visconde, a gerência desta empresa pode finalmente acertar as contas da empresa.

Naquela noite o padeiro já preparava a fornada do dia seguinte…[/size][/font]

Uma carta, chega da Capital, com o selo dos Conglomerados Dragão Azul:

[font=Palatino Linotype][size=150]Após vários meses de atendimento no setor de panificação e pequeno varejo, a Panificadora Popular passa a atender a crescente demanda de refeições à baixo custo para a camada operária que cresce a cada dia em em Gardenne.

Por isso, ela passa a servir refeições bem como realizar a entrega das mesmas para fábricas ou estabelecimentos que desejarem ter este contrato para seus funcionários.

Custo das refeições por funcionário por ano = G$ 500
100 funcionários: G$s 45.000 anuais
Até 500 funcionários: G$s 200.000 anuais
Até 1000 funcionários: G$s 350.000 anuais
Acima de 1000 funcionários: valor a negociar

[center]EMPRESAS, CONTACTEM-NOS![/align][/size][/font]

[offtopic]Se a empresa oferece refeições, pode pagar menos ao funcionário xD
Assim, em vez de descontar isso dos lucros líquidos da sua empresa, você adicionaria a eles (o desconto seria apenas no custo-base, mas como aqui o custo-base gera lucro, não dá pra mexer nele).[/offtopic]

Antes de se reunir a comissão o Visconde vai a sua confeitaria para se inteirar da situação.

Veja Sr. Archer a Tal Shiar, o meu primeiro empreendimento, venha vamos provar o bom e velho vinho da Romania, aquela velha garrafa da primeira safra ainda deve estar na adegá.

Após entrar o Visconde e seu secretário são levados pelo Gerente ao segundo andar, da sacada ele consegue ver todo centro de Áquila.

Sr. Mycroft traga aquela garrafa da primeira safra de nossa terra, ah e traga também aquelas carolinas para o nosso amigo aqui experimentar.

Após beber e conversar com o seu secretário o Visconde vai até a sacada, já era tarde da noite e as ruas estavam em sua totalidade vazias.

Veja meu amigo, esta cidade é chamada de Muy Leal pela coroa mas está jogada aos tripeiros, Sua Alteza voltou mas ninguém sabe por onde anda e o seu administrador… bem eu creio que não preciso dizer nada, apenas olhe para essa cidade que veras o quão grande já fomos.

Sir Wellington pega a sua cartola e a bengala e se dirige á carruagem, antes de chegar a mesma ele saúda um membro da GR e então entra em sua carruagem e parte para junto da Comitiva.

Após assistir ao discurso de alguns aristocratas gesebianos, o Sr. Valeyard se despede do Sr. Graystone, que volta para a mansão, e vai para a confeitaria experimentar algumas de suas delícias.
Ao chegar ele vê que quase ninguém estava no local e que alguns reparos ainda estavam sendo feitos.

Boa Tarde me traga uma xícara de Earl Grey - diz ele ao sentar se em uma mesa na calçada em frente a confeitaria.

  • Aqui está senhor, deseja algo mais?

Não é só mas chame o gerente e diga a ele que o Sr. Valeyard está aqui.

[i]Após alguns minutos o Sr. Mycroft chega.

  • Boa Tarde, então o senhor é o novo proprietário? o Sr. Graystone me avisou que o senhor poderia aparecer por aqui.

Sim, sou o seu novo patrão, mas vou ser direto, vou reformar esse local, eu não gostei nem um pouco do nome e é claro temos que modernizar esse belo local.

  • O que o senhor planeja?

Primeiramente vou alterar o nome, já mandei fazer uma nova placa, logo um dos empregados da mansão irá vir colocá la.

  • Qual será o novo nome?

Café Libertà

  • Bom nome, senhor eu irei mandar os funcionários terminarem os reparos, o Sr. Graystone já entregou o material.

Muito bem, ah e mande trazerem um pouco de brandade de atum.

  • Boa escolha senhor. [/i]

Enquanto tomava o seu café o Sr. Aidan consegui ver o movimento próximo a estação.

Enquanto ia para o hotel em sua carruagem Sir Supah percebe que se aproximavam da Café Libertà, então ele manda o cocheiro parar pois ele iriam entrar na confeitaria. Então ao entrarem no local Supah e Jose se sentam e ouvem certos pessoas dizerem: “Olhe! E o politico que ficou prometendo aquelas coisas aos pobres”, então o garçom chega e Supah pede um pedaço de bolo de amora e um vinho romaniano e Jose pede um brigadeiro e um suco de amoras, depois de comerem alguns funcionários da confeitaria cumprimentam Sir Supah e depois Supah sobe em sua carruagem junto com Jose e partem para o hotel.

Sir Supah depois de um dia planejando sua campanha politica no hotel de Aquila o mesmo decidi se arrumar para ir viajar para Piemont, então ele e Jose saem de carruagem para a Via Appia, mas antes decidi ir para a principal confeitaria da cidade, então ele e Jose adentram o local e ambos pedem um vinho especial da região, o ar do local era ótimo e estava ate tendo um pequeno show de musica tradicional da região, mas tudo isso iria mudar quando três indivíduos adentraram o local rapidamente se sentaram e pediram um vinho depois de tomarem o garçom veio pedir a conta, mas foi nesse momento que eles anunciaram o assalto, o clima ficou tenso e todos se jogaram no chão, mulheres ficavam desesperadas e crianças choravam, o gerente da confeitaria perguntou aos bandidos qual quantidade de dinheiro eles queriam mas um dos bandidos exclamou:

  • Oque? Dinheiro?! Não venho aqui por dinheiro, e sim por uma causa muito maior! Somos membros da Mortuus Rex! E queremos eliminar um individuo chamado Sir Supah D’Mil-Margaridas, nos sabemos que ele esta aqui, entreguem-no para nos e todos serão libertos!

Todos olham em direção a Supah, e Supah sem ter o que fazer se levanta e diz:

  • Oque vocês querem comigo bestas infernais?!

O bandido responde:

  • Nos queremos justiça! Nos Romanianos não queremos ajuda de um Gardenho estupido! Venha conosco!

E Supah retruca:

  • Ir com vocês?! Não irei fazer isso!

E o bandido ao ouvir a reposta de Supah manda um de seus comparsas agarrar uma mulher e seu filho e apontar uma arma para a cabeça da criança e diz:

  • E agora?! Você vira conosco? Você que diz ser um defensor do povo, faça jus de tal afirmação e salve essa criança e sua mãe!

Supah sem ver opção possível decidi acompanhar os bandidos, ele acompanha dois dos bandidos enquanto o 3° aos poucos liberava as pessoas de dentro da confeitaria entre elas Jose Karl que havia acompanhado a cena calado, enquanto isso os 2 bandidos que Supah acompanhava param no meio da rua pouco metros depois da confeitaria, eles então mandam Supah se ajoelhar e colocam um saco na cabeça de Supah, era uma noite escura nao havia ninguém na rua, então um dos bandidos saca uma pistola e aponta para a cabeça de Supah e manda ele pedir um ultimo desejo e Supah diz:

  • Nao quero nada de vos! Pois o inferno ira roubar suas almas depois de mortos!

Os bandidos riem e quando o bandido se preparava para atirar, houve-se um barulho de tiro vindo da confeitaria, era Jose que havia atirado no 3° bandido, Jose havia atirado com a pistola que ele havia comprado a alguns meses para proteger Supah, os outros dois bandidos se assustam com a situação e depois de pensarem eles decidem fugir. Jose então chega perto de Supah o desarmara e retira o saco de sua cabeça, e pergunta se ele estava bem, ele responde que sim, então os dois voltam para a confeitaria onde a guarda local já havia chegado e prendido o bandido baleado por Jose, um policial da guarda chega pero de Supah e diz:

  • Ola Comendador, me desculpe pelo ocorrido, nos estamos combater essa seita, mas esta difícil, mais uma vez te peço desculpas, mas o senhor esta bem? Precisa de algo? Que fazer um boletim?

E Supah responde:

  • Não precisa meu bom homem, no momento somente preciso ir para Piemont, quando eu voltar para a capital do Império eu irei falar com o Comissario-Geral sobre o ocorrido aqui, mas no momento eu peço para que os senhores enviem uma mensagem para a sede da Gendarmeria, avisando sobre o ocorrido em meu nome, agora eu irei para a Via Appia.

  • OK Senhor, tenha boa viagem! Irei mandar dois homens fazerem sua escolta ate a Via Appia, e mas uma vez peço desculpas em nome da Romania.

Então depois de se despedirem Supah e Jose vão para o porto escoltado por homens da guarda.

Assim que desembarcou, ainda enjoado pela viajem de navio, Beny e seus 4 companheiros adentram o café, rapidamente chamam atenção dos presente pois eram 5 homens elegantes vestidos em seus ternos e suas camisas de seda.

Os 5 escolhem uma mesa para se sentar, rapidamente um garçom se aproxima para pegar os pedidos.

  • Desculpa senhor, mas por que parece que todos estão nos olhando assustados.

  • É que esse lugar é sempre frequentado pelas as mesmas pessoas, o movimento mudou com a chegada das eleições.

O garçom se abaixa para não ser ouvido.

  • Esse dias 3 homens entraram aqui, anunciaram um assalto mas na verdade queriam pegar o candidato e ex-senador Supah, queriam mata-lo, se não fosse o homem que o acompanha, que disparou contra eles deixando um homem ferido, mas o mesmo conseguiu fugir no tumulto.

  • Nossa que historia maluca, fiquei até com medo.

  • É para se preocupar senhor, eles adentraram aqui de cara limpa sem se esconder, eles não tem medo são de uma tal seita secreta, eles tem uma sede aqui na cidade.

  • Nossa pode me passar o endereço dessa sede para ficarmos longe de lá.

  • Naturalmente senhor, é bom não se envolverem com essas pessoas mesmo.

Após anotarem o endereço, Beny e seus companheiros tomam café tranquilamente e depois saem para observar a tal sede.

Após receber um breve bilhete vindo da capital, o Sr. Mycroft se prontifica a colocar a bandeira do Império no Portão da mansão bem como em suas sacadas, logo ela começa a tremular incessantemente, um símbolo do orgulho e da honra Gesebiana.
Ao ver tal cena alguns populares se dirigem ao balcão e juntamente de alguns fuzileiros começam a entoar canções em homenagem a Gesébia e a Romania.

[center]A Bandeira Imperial tremula gloriosamente sobre as gloriosas terras romanianas.[/align]

O novo ano havia chegado e junto dele alguns clientes que comemoravam a grande data, um deles que estava visivelmente bêbado, resolvera brigar com um dos garçons que se recusará a servir mais bebidas alcoólicas ao individuo, felizmente a confusão fora rapidamente contida por oficiais da Gendarmeria que estavam em patrulha.

Algumas caixas contento quadros que retratavam batalhas da Intentona e a colonização de Gesébia foram trazidas por funcionários da Cafeteria, logo eles a desempacotaram com cuidado e colocaram os quadros, junto deles veio dois estandartes do Partido Nacional com um bilhete do Visconde de Medeiros, o bilhete dizia que os estandartes deveriam ser colocados na entrada da Cafeteria todos os dias, assim fora feito pelos funcionários.

Após uma breve caminhada, o Chanceler e os dois legionários chegam ao Café, como fora ordenado, dois estandartes do Partido foram colocados na porta, assim que o Chanceler adentro ao Café, o administrador foi ao encontro dele, o mesmo fez a saudação romana para o seu patrão.

[font=Garamond][size=150]- Vossa Graça, é bom revê lo.

Olá Mycroft, é bom revê lo também, o local esta ótimo, vejo que os quadros foram colocados como ordenado, muito bom.

  • Sim Vossa Graça, deseja a mesa de sempre?

Sim, traga uma garrafa do bom vinho romaniano e duas taças, estou aguardando a chegada do Ministro Ivysson, quando ele chegar, leve-o a minha mesa.

  • Sim senhor.[/size][/font]

Em seguida o Chanceler sentou em sua mesa e os Legionários em uma mesa logo atrás, assim que o vinho chegou, o Chanceler se serviu, colocou o quepe sobre a mesa e tomou um gole do vinho.