[EMPRESA] Casa de Artes di Bello Colle

[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]Monte Bello, por ser uma cidade universitária e onde a arte floresce como em nenhum outro lugar de Gesébia, sempre atraiu Sir Alexander Drake. Muitas vezes ele deixava Draco especialmente para vir à cidade conferir as novidades em literatura, peças de teatro e, obviamente, na pintura. Embora a maioria dos livros e quadros da Mansão provenham de suas viagens ao exterior, uma boa parte foi adquirida aqui, em Monte Bello.

[tab=30]Por isso não chegou a ser surpresa a descoberta, no testamento de Drake, que ele era o real proprietário desta pequena Casa, agora sob direção do Conde Sora no Hiryuu, outro conhecido apreciador da arte em quaisquer formas.[/font][/size][/align]

[center]Fachada da galeria[/align]

[justify][tab=30]Apesar do pomposo nome, a Casa de Artes di Bello Colle é, na realidade, uma pequena galeria onde jovens artistas ganham um espaço para apresentar suas obras, sejam elas quadros, pequenas esculturas, manuscritos em busca de publicação e afins, em troca de uma pequena comissão caso consigam realizar algum negócio.[/align]

[justify]Dados Empresariais:
[spoil]Razão Social: Casa de Artes di Bello Colle
Conta-Corrente: J001-5
Tipo e Porte: Serviço Pequeno (2)
Matéria-Prima Necessária: -
Contratos de Compra:
Eletricidade da CEDR
Serviço: Intermediação na Venda de Quadros, Pinturas, Livros, Manuscritos e afins
Funcionários: -
Proprietário: Duque Alexander Di Draconi
[/align][/spoil]

O Arquiduque da Gardennia, que prefere ser chamado pelo seu título de Conde de Gardenne, porem nós o conhecemos como nosso recém caído Imperador, caminhava pelas ruas de Montebello, sem ser reconhecido até então, para sua felicidade, dado o sobretudo que trajava, e a discreta cartola, que demonstrava parecer um simples burguês da Dracônia, ou algum político provincial, talvez da Romania, já que políticos de grande envergadura não são vistos por aqui, pelo menos desde o exílio do Conde de Mandela.

O Conde avistou a galeria e entrou, embora pequena a mesma era muito aconchegante e tinha trabalhos simples porém de grande qualidade, o Conde olhava para la e para cá, e via algumas naturezas mortas, cenas de caça, batalhas passadas, porem viu uma tela meio empoeirada com uma imagem dele mesmo, em um canto da loja e perguntou ao rapaz, que provavelmente era estudante de artes da Universidade de Montebello e disse . . .

  • Jovem, diga-me, quanto sai a tela do Imperador?

Haviam outras pessoas na loja, que conversavam paralelamente, porem quando ouviram a palavra Imperador todos se entre olharam.

  • O rapaz riu alto, e perguntou! Ora essa, Imperador? O senhor não soube da boa nova? O Imperador abdicou!!! dizem que fugiu da capital, ninguém sabe seu paradeiro, deve ser a vergonha daquele velho decrépito em ter feito o que fez com Gesébia! Estou certo que o Almirante Hiryuu proclamará a República! O Condado de Mandela, muito tempo viveu baixo a administração de uma nobreza ausente, o governo nada faz por aqui, ouviu-se o boato em que a administração Imperial assumiria nossa universidade, porem sabemos que foi iniciativa do Senado, não do Imperador.

O jovem que havia desatado a falar entusiasmado, seja pela novidade da possibilidade republicana, seja pela sua juventude que fazia com que o entusiasmo fosse comum em qualquer ato de sua breve vida, foi abruptamente interrompido por uma fitada furiosa e o esbravejo vindo de um homem com seus 40 anos que disse . . .

  • Fique quieto! Não sabes do que falas! rapazinho presunçoso! Eu vi o Imperador servir a esta Nação com seu sangue, eu estava a não menos de 20 metros quando o Imperador foi baleado em campo de batalha, defendendo a nossa liberdade! Tirando-nos do jugo de uma longa ditadura daqueles porcos do sul da Gesébia Cisalpínia(Porto D’Arca), todos homens frios, autoritários que governaram este pais, e hoje almejam chegar ao senado (vide Artnus) e que naquele então se revoltaram contra o governo de sua majestade, para tomar o governo de forma abrupta e deixar cair as trevas neste pais . . .

Neste momento o homem foi interrompido por outro, porem mais jovem que estava ali e disse . . .

  • Não sei o senhor, mas eu sou romano, e o único monarca que reconheço é o Rei da Romania, Rei Philippus

Outras pessoas no recinto dizem . . .
Viva Il Re . . Viva Il Re e se repete mais duas vezes . . .

O mesmo senhor continua sua fala, após ele mesmo dar outro Viva Il Re, que quer dizer Viva o Rei na língua natural da Romania . . .

Este, que foi o melhor Chanceler que nosso pais já teve, os Cisalpínios sempre governaram este pais, e sempre trouxeram trevas baixo complacência da coroa da Gardennia.

Um Cisalpínio que ali estava esbravejou, cuide suas palavras! Este estabelecimento é de propriedade do Marquês Hyriuu e vejo que não sabes diferenciar um Cisalpínio Portenho-Darcaniano de um Cisalpínio Draconiano e sabe-se lá o que ele faria se soubesse que vós o colocas no mesmo pacote . . .

O Conde de Gardenne, esperava sair meio esclarecido daquela discussão, mas a verdade é que entendeu que o povo estava tão confuso quanto ele, aquela confusão todo o fez pensar de como seria caótica a república, dada a falta de legitimidade de um chefe de estado eleito por um povo tão dividido.

As pessoas continuavam discutindo, mas o Conde interrompeu, perguntando, quanto é a tela mesmo? sendo respondido pelo rapaz que iniciou a discussão que respondeu-lhe:

  • Ahh leve isto de graça, não vale nada mesmo . . .

O Conde só levantou as sobrancelhas com um olhar para baixo e retirou-se o mais rápido possível, enrolando a tela e recolocando sua cartola sobre a cabeça, mas ficou contente que alguém gritou antes que ele saísse!

  • Rapaz insolenteee! Como ousa refer-se assim ao Imperador! @#$%&#@$% . . . . .

Sir Wellington chega ao centro de Piemonte e eis que avista uma casa de artes, lembrando das casas de arte de Paris ele adentra a mesma e observa algumas obras.
Observa alguns livros e quadros, vê um retrato de Sua Alteza, o Rei Philippus I, após uma longa avaliação das obras o Visconde se aproxima de um dos empregados da Casa e lhe faz algumas perguntas.

Meu jovem me diga, existiria aqui um retrato do Magnânimo D. Pedro II, Imperador do Brasil?

O Jovem pede que Sua Graça aguarde um momento e se dirige ao fundo da loja, após alguns minutos ele retorna com um retrato de Sua Majestade, colocando o sob a mesa.
O Visconde avalia a obra e após verificar e comprovar que é mesmo um retrato do magnânimo ele diz ao empregado.

Envie a conta para o Palácio dos Inválidos, assim farei o depósito na conta de Sua Graça, o Marquês Hiryuu.
Não esqueça de incluir nesta conta o Livro Uma Campanha Alegre que estou levando, por favor envie tal conta o mais breve possível.

Assim o Visconde se retira da loja junto de seu secretário que carrega com muito cuidado a obra que Sua Graça acabara de adquirir, assim os dois se dirigem ao Palácio.

Um sketch de um jovem pintor é aceito para venda na Casa de Artes. Os gerentes, após analisarem o mesmo, atestaram por sua alta qualidade e resolvem colocá-lo em lugar de destaque na vitrine, esperando um bom lance pelo mesmo.

O Barão que havia saído da IUMB, deparou-se com a Casa de Artes di Bello Colle, e curioso, adentrou-a.

  • Quadro bonito este de leões meu jovem. É de vossa autoria? - Perguntou o Barão.
  • S-sim, senhor! - Disse timidamente o jovem pintor.
  • Não há nada o que temer meu jovem, se continuares a pintar assim terás um futuro brilhante! Moça, venda-me este quadro! - Respondeu o Barão.
  • Obrigado, senhor! - Disse o jovem entusiasmado.

Após falar com o jovem pintor, o Barão dirigiu-se ao caixa e perguntou.

  • Eu gostaria saber se aqui vende quadro de tigres. - Disse pensando no que acontecera anteriormente em Firgen.
  • Sim, deixe-me procurar… - Após procurar durante alguns minutos. - Aqui está

[center][/align]

  • Muito obrigado, minha cara.

O Barão pagou os quadros e saiu pensando “O Tigre da Terra dos Dragões!”.

[justify][tab=30]Um jovem artista coloca para venda um de seus trabalhos, o quadro chamado Rua Chuvosa recebeu elogios dos curadores Giorgio e Franco:[/align]

Após receber o telegrama da última noite, os senhores Giorgio Ferrara e Franco Leone, curadores da Bello Colle, tomam a difícil decisão, e chegam cedo à empresa, lacrando-a e colando um cartaz à porta da mesma:

[justify][tab=30]Com o final do Estado de Emergência a empresa é reaberta,seus funcionários voltam a trabalhar e seus produtos movimentam a economia mais uma vez.[/align]

Outro jovem pintor coloca alguns sketches para apreciação dos freqüentadores:


[justify][tab=30]Um velho pintor, Marcel La Creusse, apresenta um de seus quadros para venda. Ele o chama de “A Sereia do Reno”.[/align]

[justify][tab=30]Um local de destaque é arrumado na pequena vitrine da galeria. Neste espaço, coloca-se um quadro do jovem pintor Fabian Sorin, intitulado “Força Selvagem”.[/align]

Após ter despachado a 1ª Bda. da Carabinieri, voltado ao Quartel onde tirara o restante do dia para descansar no alojamento, no dia subsequente, parti rumo ao centro de Piemonte. Em uma carruajem, emprestada de um correlegionário do Partido Nacional, pude admirar o centro da daquela bela cidade. passando pela Praça D. Marco Mandela e admirando tão magnificas construções existentes naquele meio urbano. Assim sendo, solicitei ao cocheiro que me levasse a Casa de Artes di Bello Colle, onde eu pretendia encontrar um retrato meu. Chegando em frente a loja, desci da carruagem e adentrei na Casa de Artes, onde logo fui recebido por um jovem rapaz que dirigiu-se a mim:

[font=Times New Roman][size=150]- Boa tarde senhor, posso em que posso ajudá-lo?
- Boa tarde rapaz, me chamo Wilhelm von Steindorff-Bayern, sou Comandante da Carabinieri, e eu desejo encomendar um retrato pintado meu.

  • Pois não meu Sr., creio que tenha vindo ao local correto, somos a maior Casa de Artes do Império e abrigamos os pintores mais talentosos.
    - Ótimo, eu gostaria, se assim fosse possível, que vós enviaste um pintor na próxima semana a Áquila. Aqui está o endereço onde ele deve dirigir-se. - entrego um pedado de papel com o endereço - Ele deve ir até o quartel do Comando Central da Carabinieri, lá ele me encontrará e poderei posar para o retrato.
  • Certamente Sr. von Steindorff-Bayern, enviaremos o nosso melhor pintor.
    - Muito bem…ah, antes que eu me esqueça, as despesas do pintor ficam por minha conta, apenas peça para ele me apresentar um recibo que terei um prazer em arcar com o deslocamento e a estadia dele. Tenha um bom dia meu jovem, até mais ver.
  • Um bom dia a você também meu senhor. Até mais ver.[/size][/font]

Saio da loja e entro novamente na carruagem.

[offtopic]Solicito ao proprietário do estabelecimento que poste a ação de chegada do pintor no quartel do Comando Central da Carabinieri na segunda-feira (01/06). Grato![/offtopic]

[justify][tab=30]- Diego…
[tab=30]- Pois não, senhor Giorgio?
[tab=30]- E este pedido de Áquila?
[tab=30]- Deixe-me ver… bem, nenhum pintor apareceu oferecendo seus serviços desde o pedido…
[tab=30]- Entendo… É uma pena…
[tab=30]- Do que se trata?
[tab=30]- Ah, Franco, veja…
[tab=30]- Hum… e aquele jovem que deixou um quadro aqui há algum tempo, como era mesmo o nome dele…
[tab=30]- Marcel?
[tab=30]- Sim, acho que ele poderia fazer este trabalho.
[tab=30]- Deixe-me ver se temos o endereço dele… hum… hum… aqui, Rua dos Limoeiros, 227, Monte Belo.
[tab=30]- Irei ver com ele amanhã de manhã se ele teria interesse.
[tab=30]- Faça isso, Diego.
[/align]

[justify][tab=30]Após vistoriar as contas da Casa de Artes, Akemi compra alguns quadros, que pede para que enviem para Firgen.[/align]

[justify][tab=30]Um novo pintor pede para expor seus quadros na Casa. Após os mesmos serem analisados, apesar do estilo diferenciado são julgados adequados e expostos.[/align]


[justify][tab=30]- Mas como que você me esquece disso???
[tab=30]- Peço desculpas, senhor Giorgio…
[tab=30]- Desculpas não vão fazer os quadros chegarem até Firgen! Temos sorte que os Di Draconi são gente de muita paciência. Dê um jeito de enviar os quadros que a senhorita comprou o quanto antes.
[/align]

[justify][tab=30]A pequena galeria encontra-se movimentada. Para incentivar os artistas da região, decidiu-se organizar uma mostra artística nos próximos dias, e o trabalho para que tal ocorra sem problemas é incessante.[/align]

[justify][tab=30]Com o boato de que a galeria estaria organizando uma mostra, diversos pintores desconhecidos se inscrevem para participar da mesma.[/align]

[justify][tab=30]Os últimos preparativos para a “I Mostra de Arte Amadora de Piemonte” são concluídos. Espera-se um número massivo de visitantes e admiradores durante o período da mesma.[/align]

[justify][tab=30]Os artistas que irão apresentar seus trabalhos na Mostra começam a chegar à cidade e a conversar com os curadores da Di Bello Colle sobre a organização da mesma.[/align]