[EMPRESA] Casa do Caçador

[tab=30]Uma família de cinco membros chegam à Firgen, saindo do Povoado dos Ausentes, situado entre Firgen e Myrce, e com uma carroça cheias de artesanatos, arcos, peles e outros itens similares, além de parcas coisas pessoais. Compram uma pequena casa (através de uma carta de crédito dada por um amigo) que servirá para vender seus produtos.

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[spoil]Dados Empresariais:
Razão Social: Casa do Caçador
Conta-Corrente: J026-1
Tipo e Porte: Indústria Individual (1) e Comércio Individual (1)
Custo-Base: D$s7.000
Matéria-Prima Necessária: -
Contratos de Compra: -
Importações: -
Produção: Artesanato e Peles
Contratos de Venda: -
Exportação: -
Proprietário: Selma Santini Souza e Silva[/spoil]

Após uma verificação rápida pela casa e uma conversa com o responsável, Divilly deixa o local fazendo anotações.

[justify][tab=30]Em homenagem a seu financiador, a Família Skinart pendura uma flâmula do Partido Democrata em seu estabelecimento.

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[tab=30]Alguns dos pesquisadores sunerianos aparecem na loja e ficam interessados, e até maravilhados, com os produtos típicos vendidos ali. Após escolherem os produtos que desejam, começa uma demorada negociação pelos produtos.

O filho mais velho da família Skinart segue com a caravana suneriana para realizar várias trocas comerciais.

Um funcionário da Companhia Elétrica Denki-Ryu visita a empresa, deixando um panfleto:

Retornando com uma caravana suneriano o filho mais velho da Família Skinart, relata todas as maravilhas que viu na cidade suneriana, as dificuldades enfrentadas e todas as oportunidades de negócio, inclusive com a venda dos produtos sunerianos.

[tab=30]Com a aprovação do fornecimento dos arcos pelo governo da Dracônia, tudo é encaixotado e enviado para a Sede dos Rangers.

Exceto por alguns objetos quebrados que anteriormente estavam pendurados nas paredesnão houve danos à empresa. Dois sunerianos que estavam na sede da empresa no momento do terremoto ficaram aterrorizados e falaram que o inimigo do seu Deus Sol estava para sair do submundo e começar a grande guerra contra os humanos.

Com todos os acontecimentos recentes (terremoto, falta de comunicação entre regiões, ataque aos sunerianos) a Casa do Caçador não consegue finalizar sua contabilidade nem previsionar quando será possível a ampliação da empresa. Contudo, ali começa a se tornar um local de encontro dos sunerianos.

[justify][tab=30]A comitiva do Comissário finalmente chega a Casa do Caçador, onde conversa com os proprietários, especialmente com Lucas, o filho mais velho e que foi até a capital suneriana. Dentre vários temas abordados sobre o povo do deserto, o que mais interessa o Comissário é sobre a importância que os sunerianos dão à visão e o fato de fazerem uma cerimônia de luto quando alguém nasce cego ou perde a visão ainda novo. Paulo também relata que está aprendendo a língua de SunneGod.[/align]

Uma carta é entregue quando a noite já ia alta:

Decreto Draconiano 21/1891

O trabalho andava tão árduo que fora pedido aos sunerianos que comumente se faziam presentes no estabelecimento que dessem um tempo em suas visitas até que conseguisse dar o devido andamento nas tarefas.

Várias vagas de emprego são ofertadas, entre elas de contador, vendedor e artesão.

O Comissário e seu companheiro de viagem passam o dia e a noite conversando sobre os preparativos para o treinamento em Mediolano.

Lucas já deixou sua pequena bagagem pronta para a viagem que fará com Sir Caçador. Nestes dias faz os últimos acertos com os sunerianos que retornarão à Sunnéria.

Mal chegam Richard e Douglas a Firgen, fazem uma oração e, junto de Lucas partem com a caravana de comerciantes sunerianos.

Com o findar do mês, uma reunião com alguns sunerianos é realizada e alguns planos econômicos e financeiros são estabelecidos.