[EMPRESA] Destilaria Solitude

[center]Destilaria
Solitude[/align]

[font=Palatino Linotype]A Destilaria Solitude foi construída e fundada por Sir Victor Medeiros, que, após estabelecer-se definitivamente em Draco, e contatar o então Barão das Montanhas Azuis e hoje Marquês, Alexander Di Draconi, conseguiu que algumas terras lhe fossem cedidas, para a criação do prédio da Destilaria.
Com amplo espaço para expansão, o empreendimento pretende suprimir todas as necessidades industriais de Gesébia, que dependam do seu produto.

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[spoil]Dados Empresariais:
Razão Social: Destilaria Solitude
Conta-Corrente: J002-1
Tipo e Porte: Indústria Grande (8)
Matéria-Prima Necessária: Maltes e afins para o fabrico de bebidas (8)
Contratos de Compra: Maltes e afins para o fabrico de bebidas da Fazenda e Apiário Haafingar (8)
Importações: -
Produção: Bebidas
Contratos de Venda: Bebidas para os Cassinos Alvorescer de Gesébia (1)
Exportação: Bebidas (7)
Funcionários: -
Proprietário: Victor Stewart Willer Medeiros[/spoil]

[font=Palatino Linotype]Após uma limpeza geral em todos os cantos da destilaria no primeiro dia do ano de 1891, os funcionários ligaram as máquinas e começaram a fazer o que a destilaria Solitude produzia de melhor: Whisky.

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Os funcionários voltaram ao trabalho no começo do novo ano.[/align][/font]

O estoque estava sendo colocado em caixas, para ser levado ao norte do Império.

Movimentações entre os funcionários eram realizadas à todo momento. O estoque do mês seria levado para a cidade de Dunord.

Movimentações entre os funcionários eram realizadas à todo momento. A produção do conceituado whisky Solitude estava em processo final e quase pronta para ser posta em estoques de lojas.

Movimentações entre os funcionários eram realizadas à todo momento. A produção do conceituado whisky Solitude havia finalmente terminado e seria enviada para Dunnord no próximo trem.

Um funcionário da Companhia Elétrica Denki-Ryu visita a empresa, deixando um panfleto:

O carregamento mensal era levado para à estação e de lá seria enviado para Dunnord.

O carregamento mensal, como sempre, era levado para à estação e de lá seria enviado para Dunnord, mas desta vez, uma pequena parte do total havia ficado pois seria usado nos futuros planos do Visconde de Firgen.

O dia era de reparos na Destilaria. Apesar de boa parte das máquinas estarem a funcionar, os empregados além de repararem as que foram danificadas, também iniciaram uma checagem nas que estavam a funcionar.

As coisas estavam finalmente em ordens na Destilaria. As máquinas haviam sido consertadas e a Destilaria estava a operar com sua capacidade total. A produção armazenada no estoque seria enviado para os Cassinos Gesébia.

Como de costume dos finais de cada mês, a destilaria enviou o carregamento para os Cassinos Gesébia.

Como acontecia ao final de cada mês, a conceituada Solitude enviou o carregamento para os Cassinos Gesébia espalhados pelo Império.

Papéis diversos com as finanças do mês são avaliados e enviados para o novo contador das empresa do Visconde.

Como acontecia ao final de cada mês, a conceituada Solitude enviou o carregamento para os Cassinos Gesébia espalhados pelo Império, mas somente para os que não estavam em locais considerados perigosos e de risco devido a situação do Império.

Como acontecia ao final de cada mês, a conceituada Solitude enviou o carregamento para os Cassinos Gesébia espalhados por Gesébia e também iniciou o negócio de exportação para o exterior.

Como acontecia ao final de cada mês, a conceituada destilaria Solitude enviou o carregamento para os Cassinos Gesébia espalhados por toda Gesébia e enviou a outra parte para exportação, além de iniciar o desenvolvimento de um novo tipo de whisky.