[EMPRESA] Fazenda e Apiário Haafingar

[center]Fazenda e Apiário
Haafingar[/align]

[font=Palatino Linotype]Excelência na produção e altíssima qualidade de produtos selecionados com primor, são as principais filosofias da Fazenda e Apiário Haafingar;
Empreendimento desenvolvido e acompanhado com ardor por seu fundador, Victtorio Stewart Willer Medeiros, mais conhecido como Tigre da Dracônia ou Visconde de Firgen.
O desenvolvimento Agroindustrial Imperial é visto pelo envolvido no projeto como base sólida para a expansão produtiva e comercial gesébiana, somente através da produção local a economia pode tornar-se competitiva e musculada, podendo assim rivalizar e futuramente através da dilatação das capacidades locais, por conseguinte, superar produtores estrangeiros.

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[spoil]Dados Empresariais:
Razão Social: Fazenda e Apiário Haafingar
Conta-Corrente: J003-6
Tipo e Porte: Agricultura Grande (8)
Matéria-Prima Necessária: -
Contratos de Compra: -
Importações: -
Produção: Malte, Cevada, Cana-de-Açúcar, Mel (8)
Contratos de Venda: Malte, Cevada, Cana-de-Açúcar, Mel para a Destilaria Solitude (8)
Exportação: -
Funcionários: -
Proprietário: Victor Stewart Willer Medeiros[/spoil]

[font=Palatino Linotype][size=150]Com a chegada do verão, e o começo de um novo ano, era chegada a época das colheitas.

  • Encham a carroça! Iremos levá-las a Firgen para a destilaria Solitude, essa foi a ordem do Barão! - Dizia Jack, administrador da Fazenda e Apiário Haafingar.[/size]

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Os agricultores faziam a colheita na fazenda.[/align][/font]

Após uma boa colheita, as sementes eram plantadas na fazenda para a próxima colheita.

O plantio do trigo era realizado. Jack, o administrador da Fazenda, espera que esta colheita seja próspera, para assim, aumentar a produção dos destilados da Destilaria Solitude.

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Os agricultores faziam, mais uma vez, o plantio, para uma futura próspera colheita.[/align]

O plantio do mês era estocado e estava pronto para ser transportado à destilaria Solitude.

Novas sementes eram plantadas nas férteis terras da fazenda Haafingar.

Um funcionário da Companhia Elétrica Denki-Ryu visita a empresa, deixando um panfleto:

O estoque mensal era levado à estação e de lá seria transportado para Firgen.

A fertilização na plantação seguia com todo o vapor.

Mesmo com toda a agitação por conta do terremoto, o dia era ‘normal e rotineiro’ na fazenda já que a mesma não sofreu danos.

A produção mensal era estocada no depósito enquanto novas mudas eram plantadas.

[font=Palatino Linotype][size=125]Durante à tarde, um homem à cavalo parou aos portões da fazenda e logo um dos capatazes chegou para saber quem era o homem.

  • Quem és tu?
  • Boa tarde! Eu sou Victtorio e desejo tratar com o administrador da fazenda.
  • O chefe está ocupado! Vá embora!
  • Então, por favor, abra o portão para que eu entre e espere.
  • Eu já disse para irdes embora!

O capataz, armado com uma espingarda de cano serrado, apontou a mesma para o homem do cavalo. O homem, rápido como um raio, colocou as mãos no coldre, pegou, engatilhou e apontou o revólver em direção ao capataz, quando um grito foi ouvido.

  • O QUE PENSA QUE ESTÁ A FAZER?!

Era Jack Breckenridge, o administrador da fazenda, que vinha a passos galopantes em direção ao portão. Ao chegar, ele tomou bruscamente a espingarda do capataz e o repreendeu.

  • Queres perder a vida? Sabes quem é o homem que está em sua frente?
  • Senh…
  • Este é o Visconde Victtorio de Firgen, dono destas terras, meu chefe, teu chefe e o gatilho mais rápido de Gesébia!
  • Pare com isso, Jack. Eu iria atirar na espingarda, não no garoto…
  • Peça desculpas ao Visconde! Andas!
  • Desculpe-me, vossa Graça…
  • Fique tranquilo, garoto.
  • Agora vais para teu posto. Sumas!

O Visconde de Firgen gargalhou com os gritos que Jack havia dado no jovem capataz e ambos entraram para a casa grande.

  • Vida agitada, velho Jack?
  • Demais, Victtorio, demais…
  • Mas conte-me, como estão as coisas por aqui. Bem?
  • Muito bem, meu amigo. A plantação está indo muito bem e eu sinto que a próxima safra será uma das melhores!
  • Muito bom ouvir isso.

Victtorio e Jack passaram bastante tempo a conversar, e quando os homens da escolta finalmente chegaram, após terem a certeza de que ninguém perseguia o Visconde, Victtorio contou da situação na capital entre outras coisas.

  • Então é isso…
  • Sim, Jack. Tudo bem para vós se esse bando de bêbados ficar por aqui?
  • Sim, tudo bem, mas saiba que esconderei os Solitude. Principalmente de ti, Chibs!

O grupo todo de velhos amigos começou a gargalhar e relembrar histórias e momentos nostálgicos do grupo.[/size][/font]

O Visconde de Firgen foi a fazenda e comunicou à todos da viagem que fariam para Gardignon ainda na noite do dia 28. Enquanto ele comunicou, a produção era enviada para a Destilaria Solitude, em Firgen.

Os papéis com as finanças da empresa são enviados para o novo contador da mesma.

Como acontecia ao final de cada mês, produção era enviada para a Destilaria Solitude, em Firgen.

Como acontecia ao final de cada mês, metade da produção era enviada para a Destilaria Solitude, enquanto a outra metade era enviada para exportação.

Como acontecia regularmente ao final de cada mês, metade da produção era enviada para a Destilaria Solitude, enquanto a outra metade era enviada para exportação.

Como acontecia regularmente ao final de cada mês, metade da produção era enviada para a Destilaria Solitude, enquanto a outra metade era enviada para exportação.

A fazenda finalmente havia sido liberada pelos oficiais do governo, e logo Jack Breckenridge, o administrador, retomou seus trabalhos e retornou os trabalhadores para a colheita do plantio.