[EMPRESA] Fazendas Reunidas Romaniana - Gado I

[center]Filial V - Vale Verde[/align]

[center]Localização: Asti.[/align]

Após uma grande analise da Região, Julio Cesar manda um capataz para cuidar da estruturação da Plantação de café, a primeira colheita foi um sucesso, e logo chamou atenção de novos investidores, assim que o capital foi investido, Julio solicitou que a grande pastagem do lado esquerdo da Plantação fosse comprada e lá foi montado um curral e vários cercados para pastagem de gado de corte. Foram também adquiridos 100 cabeças de Gado e um Touro reprodutor chamado Baruck.

Utilizando da Reserva Financeira restante, os dois sócios decidem por comprar mais alguns hectares de terras e criar um Aras com bons puro sangues.

Tudo ainda é bem inicial, apenas uma casa principal e mais 5 casa para as 5 famílias que trabalham na plantação, dois barracões para estocagem de semente e dos grãos do café colhido, uma pequena moedora manual.

Mais a frente temos um bom descampado para a preparação das sementes para plantação, e a frente disso começa as valas de plantações.

Pastagens e gado de corte


Reprodutor da fazenda

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Criação de Cavalos[/size]

Registro dos primeiros pés de café.

Logo será época da colheita.

E COMEÇA A COLEITA

CARREGADORES CARREGANDO OS NAVIOS QUE LEVARAM O CAFÉ PARA AS OUTRAS LOCALIDADES

Relatorio final da colheita:

Total:

  • 120 sacas de 20 kg de semente torradas de café

    - 40 sacas para Condado de Gardenne - Capital do Império
    - 40 sacas para Draco
    - 20 sacas para Condado de Mandela
    - 20 sacas para Porto da Arca Perdida
    
  • 200 pacotes de 2 kg de café torrado moído em pó

    • 75 pacotes para Condado de Gardenne - Capital do Império
    • 75 pacotes para Draco
    • 25 para Condado de Mandela
    • 25 para Porto da Arca Perdida

Conforme pedido do Sr. Julio Cesar foi enviado 2 pacotes de café torrado moido em pó sem custo para os Senhores, Chanceller Hiryuu em sua residencia em Draco e 2 pacotes no Palácio dos Marqueses, 2 pacotes para Sua Majestade Imperador Stephano no Palácio Imperial, 2 pacotes para o senhor Lord Victor no gabinete do Presidente do Senado, 2 pacotes para o senhor Wellington no Gabinete do Comissário-Geral e 10 pacotes para Confeitaria Tal Shiar , 10 pacotes para o Senhor Henry II d’Athennie no restaurante Ristorante Fratelli e 10 pacotes para o Senhor Asdiar na Padaria Sertro & Co

Um mensageiro chega á plantação e entrega uma cara com o Selo do Barão de Medeiros.

[justify][size=150][font=Palatino Linotype]Interessado na expansão da base agrícola no Império, o Visconde Biller envia alguns de seus mais competentes funcionários para avaliar as potencialidades da Plantação de Café Vale Verde. Entrando em comum acordo com o Barão de Medeiros e o atual proprietário, Julio Cesar, resolve investir a vultosa quantia de novecentos mil gesebos de forma a transformar aquelas pequenas plantações em grandiosas fazendas.

Com este último investimento, o Visconde Biller torna-se um dos maiores fazendeiros do Império, senão o maior na atualidade, ao deter e investir em diversas propriedades rurais.[/font][/size][/align]

15 soldados da Guarda Real da Romania chegam na plantação com a seguinte mensagem:

‘‘Devido aos recentes investimentos do Visconde Biller sinto em ter de informar a interdição desse local até que a situação se normalize.’’

[right]Sir Allan I
Comandante da GR e Protetor do Reino de Romenia[/align]

Um mensageiro chega a plantação

‘‘Com a compra da parte do visconde Biller pelo grande Julio Cesar essa plantação poderá voltar a funcionar normalmente.’’

Um camponês com roupas sujas e desgastadas estaria caminhando por uma estrada de terra, com certo olhar de tristeza e frieza para a paisagem de fazendas e campos de Roma. Carregava uma sacola de pano listrada em seu ombro, com algumas peças de roupa e poucas lembranças de sua família. Estava no auge de sua jovialidade, na casa dos 19 anos de idade, mas pelo seu físico era possível notar que realizava alguns trabalhos braçais e por suas mãos, que já havia mexido com plantações. Não era belo, mas não era uma abominação, tendo cabelos morenos, olhos castanhos, uma barba rala que ainda estava para crescer e uma pele branca-morena, devido aos trabalhos anteriores ao Sol.

Ainda caminhando, deparou-se com uma cerca próxima que se estendia até onde podia ver, já que tinha também, certo grau de miopia. Observava assim que caminhava, cavalos e gado separados e andando pelo pasto, e, mais a frente, notou plantações de café e um pequeno portão, que era a entrada para a fazenda. Aproximou-se e visualizou pendurado no alto uma placa com os dizeres: “Fazenda Vale Verde”.

Puxou um sino, que tocou e chamou a atenção do administrador da fazenda, que veio ao encontro do rapaz. Os dois se falaram, se apresentaram, e o camponês disse que procurava por emprego e lugar para ficar. O administrador ficou em dúvida e falou para o rapaz que checaria os registros, foi em direção ao casebre principal e deixou o camponês esperando. Estava ansioso pela resposta do administrador, querendo um emprego de peão em que poderia ter onde ficar.

Meu caro Castejón, estou a me retirar da Fazenda, e o senhor Julio e Wellington me deram autorização para nomear outro Administrador, o senhor gostaria de ficar com o cargo? salario de G$ 50.000

Assustou-se o camponês, tão jovem e já recebendo de cara tal proposta? Nunca tinha passado por tamanha responsabilidade, a única coisa que administrou em sua vida foi seus irmãos e parte da plantação familiar.

Pensou um pouco e aceitou a proposta. O antigo administrador o encaminhou a um casebre, mostrando-lhe os aposentos, as funções do cargo e apresentou Castejón a outros camponeses, que se assustaram de início com a idade de seu novo administrador, mas após algum tempo de conversa, até chegaram a o apelidar de “Feijão”, que foi um apelido aceito devido à sua humildade.

Acompanhou o antigo administrador até uma carroça e o viu sair da propriedade. Entrou dentro do casebre e tratou-se de descansar, deixando para o dia seguinte os afazeres da fazenda, onde faria um levantamento geral.

Ao nascer do Sol, Castejón, o novo caseiro da fazenda Vale Verde, põs-se a tomar um “banho de gato”, limpando apenas o necessário para não ficar fedendo. Vestiu-se e caminhou até uma mesinha, onde tinham alguns livros e relatórios antigos. Apesar de não ter recebido muita educação, Castejón sabia ler e escrever, mas de forma não tão boa. Leu os relatórios de colheita anterior e percebeu que tinham várias informações vitais faltando, como por exemplo, o número de bezerros, pés de café, maquinários, animais de uso interno, etc.

Leu algumas partes de livros até o almoço e já tinha certa ideias para coletar informações da fazenda. No almoço, reuniu-se com as cinco famílias de empregados e conversou com os mesmos, ordenando que os mesmos contassem o número de bezerros, cavalos e de pessoas que viviam na fazenda. Após um almoço reforçado com batatas e legumes, cavalgou até o centro de beneficiamento de café, onde fez anotações sobre a área. Fez anotações sobre o número de mulas de carga, bois de arado, etc.

Ao fim do dia, pegou as informações com os empregados e entrou em seu casebre. Acendeu uma vela e começou a escrever um relatório.

Ao terminar o relatório, a vela já estava quase em seu final. Apagou-a e foi para a cama. No dia seguinte, fez questão de rapidamente fazer uma cópia e cavalgar até a cidade de Roma, onde adereçou e enviou o relatório para os donos da fazenda. Retornou para a fazenda e começou a fazer seus afazeres normalmente, à espera do tempo de colheita.

[justify][font=Arial]No tempo que se passou, a fazenda continuava em seu ritmo normal. As famílias esperavam ansiosamente a colheita para depois poderem ter um pequeno período de descanso. A maioria das famílias ficava pela fazenda, enquanto algumas iam até a cidade encontrarem parentes ou encontrar algum bico para conseguirem mais dinheiro. Castejón estava preparando a logística de transporte, certificando se as mulas estavam sendo bem cuidadas e que teriam físico para viajarem até grandes distâncias se fosse preciso.[/align]

[center][/align]

[justify]Também, havia contratado alguns dias atrás um mapeador para mapear a fazenda de forma representativa, que já tinha realizado o trabalho e apareceu de manhã para entregar seu trabalho, atentando que o mapa não possuia escalas reais.[/align]
[spoil][center]

[/align][/spoil][/font]

[justify]Gostou do mapa feito, apesar de ter alguns erros, e pagou o mapeador, virou-se e foi andando até seu casebre vendo o mapa. Na maioria do seu tempo livre no casebre, ficava lendo pilhas de livros sobre agricultura, gado e de vez em quando alguns livros de história e romance. Assim, melhorava cada dia mais sua leitura e escrita, mas a pronúncia continuava a mesma, com um sotaque caipira carregado.
Após ler bastante, um trabalhador bateu na porta trazendo uma mensagem vinda da capital. Abriu a carta e pôs os olhos sobre a carta.[/align]

Ao terminar de ler a carta, fez questão de pegar um chapéu e cavalgar sob o Sol ardente até o grupo mais próximo de trabalhadores, ordenando que trouxessem o boi, o arado, pacotes de semente que estavam sendo armazenados e ramos. Podiam plantar alface, milho, cenoura, repolho, batata, abóbora e couve. Na chegada do boi e do arado, dirigiram-se até o campo e começaram a arar e plantar o novo campo, que produziria alimentos para os trabalhadores e dispensaria a compra de alimentos vindos da cidade e de outras fazendas.

Não conseguiram terminar antes do anoitecer e no outro dia continuaram, terminando o campo que agora produziria comida para seus trabalhadores, que notou que não tinham uma lista de obrigações fixa. Continuou seus afazeres do dia-a-dia e deixaria para fazer a lista em um outro dia, sabendo que a colheita de café estava próxima.

Um mensageiro chega a fazenda e entrega uma carta ao administrador:

[mod=“Stephano”][b]EVENTO BÔNUS!
Dada a interação constante, com riqueza de informações considero dar o incentivo de:

[center]25% a mais de Lucro, ou seja, do líquido gerado +25%[/align][/b]
Favor justificar tal incremento de renda, como super safra, ou compra de novos fertilizantes, usem a criatividade como ja o vem fazendo.
Parabéns![/mod]

[font=Verdana][justify]Castejón estava fazendo relatórios sobre a safra que iria ser colhida quando recebeu a carta do mensageiro, agradecendo-o e indo em direção ao seu casebre. Fecha a porta e arreda um livro, sentando-se numa cadeira quebrada e lendo a carta. Tratou-se de pegar um papel limpo e colocou-se a escrever, com certa pressa.

Dobrou o papel e entregou a um funcionário, mandando o mesmo ir até Roma para despachar a mensagem. Terminou o seu relatório e anotou que a safra daria 58 sacas de café. Comeu a janta com o resto dos funcionários, que discutiram o que iriam fazer quando a colheita acabasse.

A colheita estava bem próxima.[/align][/font]

Um mensageiro chega a cavalo:

Uma carta, chega da Capital, com o selo dos Conglomerados Dragão Azul:

[font=Verdana]Acordando pela manhã, tratou-se de tomar um suco de laranja e ler algumas frases de um livro antigo que tinha achado, sabendo que o dia iria ser especial, onde as preparações para a colheita iriam ser feitas. Não passou muito tempo e bateram na porta. Abriu e deu de cara com um mensageiro, que entregou duas cartas, uma do dono da fazenda e outra de uma empresa que queria fazer negócios. Agradeceu e foi para seu quarto, sentando-se em uma banqueta velha e dando uma rápida espiada sobre as cartas. Arredou-se até sua escrivaninha, pegando dois papéis de carta e escrevendo nas mesmas com uma caneta meio falha. Foi até a cidade e as endereçou.

Ficara bem feliz com seu aumento, pensando em até construir ou reformar o seu casebre meio velho. Porém, deixou os pensamentos de lado e se dirigiu até a plantação, onde acompanhou e gerenciou as preparações. As mulas sendo colocadas próximas aos centros de beneficiamento, os fornos sendo limpos e tonéis e galpões sendo lavados. Tinha conseguido fazer os trabalhadores estarem animados para a colheita, o que ajudaria na eficiência em geral. Estava sempre atento, corrigindo falhas dos empregados e atentando às habilidades que alguns tinham.

Com o dia terminando, dirigiu-se para seu casebre e acendeu uma vela ao lado da escrivaninha, escrevendo um relatório que depois deixaria guardado para futuras análises.

Após terminar, jogou o relatório em uma gaveta da escrivaninha e deu uma bocejada. Despiu-se e colocou um pijama novo, deitando-se e dormindo, tendo sonhos com a tal colheita.[/font]

Sir Supah e Jose Karl chegam na região rural de Aquila e Supah se encontra com alguns camponeses, eles dizem que a fazenda esta em certo modo modo prosperando, mas por causa da guerra civil, o comercio com o restante do Imperio foi abalado, então Sir Supah começa a falar:

  • Amigos, creio que com minha politica de reconstrução da Romania, o comercio ira voltar a prosperar na região, então me digam o dono das terras e justo com vocês?

Entao os camponeses depois de pararem e pensarem respondem:

  • S-Si-Sim…ele e nos trata bem, somos gratos com o que ele nos da senhor.]

E Supah responde:

  • Hum…que bom…bem amigos, espero contar com o voto de vocês, mas por favor, tomem esse pequeno presente como sinal de minha estima com o povo do campo.

Então alguns homens que trabalham na campanha de Sir Supah trazem 10 sacos de fertilizante europeu e entregam aos camponeses que agradecem o presente, então Sir Supah sai da fazenda e vai direto a próxima propriedade.