[EMPRESA] Mercado Público Central

[justify][size=150][font=fantasy][tab=30]Erguido em tempo recorde, o Grande Mercado Público de Gardignon, localizado no coração da Velha Gardignon, é um local onde dezenas de produtores, artesãos, artistas e comerciantes em geral podem vender sua produção ao povo da capital, contando com um local limpo, organizado e central, em troca de um baixo aluguel que muitos consideram “simbólico”.

[tab=30]Praticamente qualquer produto natural ou manufaturado pode ser encontrado à venda no Mercado, incluindo produtos da Romania e da Dracônia, e até mesmo uma boa variedade de produtos importados.

Dados Empresariais:
[spoil]Razão Social: Mercado Público Central
Conta-Corrente: J009-2
Tipo e Porte: Serviços Grande (8)
Matéria-Prima Necessária: -
Contratos de Compra:
Eletricidade da CEDR
Serviço: Aluguel de espaços comerciais
Proprietário: Duque Alexander Di Draconi[/font][/size][/align][/spoil]

[spoil]As placas indicam que se trata de mais um empreendimento dos Conglomerados Dragão Azul. Embora a finalidade do mesmo ainda seja um mistério, a construção, numa área central da Velha Gardignon, segue em ritmo acelerado, com paredes sendo erigidas ainda enquanto outros operários fazem a cimentação dos pisos.

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Finalmente a construção termina, e o empreendimento é inaugurado.

Após um longo dia de trabalho no Hotel, a Sra. Hamsom se dirige ao Mercado, compra algumas coisas para o Hotel e ao passar em frente de uma banca com produtos importados da Europa, ela avista uma caixa de charutos espanhóis, ela se lembra do gosto de seu patrão por charutos e compra uma caixa para o mesmo.

Em meio às dezenas de vendedores com seus produtos no Mercado Público, um novo chamou a atenção: um imigrante dos Estados Unidos iniciou a venda do que ele chama de “hot-dog”. Embora estranhando o nome do produto - basicamente, um pão com um embutido de carne e molhos diferenciados -, logo o povo começou a provar e a aprovar a comida, chegando a formar filas para provar a nova “iguaria”.

Carlos chega ao mercado e ve uma grande movimentação de pessoas em frente de um vendedor , ele vai passando e quando chega se alegra ao saber que a nova comida a venda era uma tradição em seu pais , fazia muito que nao comia um então pediu quanto era e deixou o dinheiro para o senhor enquanto comia este delicioso alimento

[justify]Após retornar do trabalho, no Palácio D’Iuris, o Ródion Nicolaiovitch, vai ao Mercado Público Central. Um comerciante mulato das Antilhas, disse-lhe que um novíssimo carregamento de tabaco havia chegado, e estava a venda no Mercado. O Sr. Barnstein, seu cocheiro, para o coche coupé na rua de trás, pois Desslock, queria “esticar as pernas”, como dizem. O dia quente fez-lhe deixar a sobrecasaca e o chapéu cartola no coche, com Barnstein. Então, apesar dos quase 50 anos, caminha vigorosamente, mostrando que sua bengala, ricamente adornada e envernizada, não passa de etiqueta e moda.
Ele para numa banca turca, com um toque de esoterismo. De la, compra um cachimbo adornado, para fumar o tabaco cubano, que comprou numa outra banca, na fileira de trás do mercado. A banca do mulato antilhano, era muito simples, sendo apenas madeira pregada em dois alicerces finos, de mesma madeira clara, de aparente pouca qualidade. Apesar das aparências, a forma como os clientes são atendidos e reagem aos produtos, mostra a qualidade do comerciante. Completamente satisfeito com sua nova aquisição, Ródion, volta ao coche, onde o Sr. Barnstein ainda o esperava para leva-lo para o Palacete Desslock.[/align]

O Chanceler estava andando pelo Mercado, acompanhado de dois Legionários, ele para em frente a uma banca de produtos caribenhos, ele olha a mercadoria, verifica a qualidade e acaba comprando uma caixa de charutos cubanos, em seguida ele vai para casa, andando lentamente pelas ruas da Brilhante e Viva Capital.

[justify][tab=30]Um carregamento de novos produtos vindos da América do Sul chega ao porto privativo do Mercado. Rapidamente os produtos são distribuídos entre os vendedores correspondentes.[/align]

Após receber o telegrama da última noite, o senhor Philippe Moreau, gerente-geral do Mercado, toma a difícil decisão, e chega cedo à empresa, lacrando-a e colando um cartaz à porta da mesma:

Os cerca de 3000 empregados diretos e indiretos do Mercado, bem como os locatários, vêem-se sem saber o que fazer, quando começam a chegar para o trabalho e encontram o Mercado lacrado.

[justify]Devido à falta de eletricidade que ataca a cidade, Ródion Desslock vem ao Mercado Público Central, em busca de querosene para acender seus lampiões. Fica decepcionado ao encontrar o Mercado Fechado, e resignado, manda Barnstein, o cocheiro embora, e vai andando para a Praça Hans.[/align]

[justify][tab=30]Com o final do Estado de Emergência a empresa é reaberta,seus funcionários voltam a trabalhar e seus produtos movimentam a economia mais uma vez.[/align]

Com o crescente fluxo de pessoas, os negócios do mercado prosperam continuamente, sendo que eventualmente faltam alguns produtos.

Um homem misterioso adentra o Mercado, e vai andando entre as barracas dos comerciantes, até que chega a uma barraca, essa barraca pertence a um chileno, ao se deparar com o chileno o Homem misterioso cochicha - “O Sol da Manhã nunca se põe” - E o Chileno continua - “Mas a Lua Negra e Tenebrosa sempre chega” - Então ambos dão um leve sorriso e o comerciante entrega um pacote ao Homem, depois de receber o pacote, o Homem sai do Mercado Público Central.

Um carregamento de Firgen chega ao Mercado, trazendo além de produtos diversos um pequeno lote de produtos sunerianos, que rapidamente chamam a atenção dos freqüentadores.






Dando uma passada pelo mercado público, Henry avista alguns itens que lhe interessam: uma garrafa de vinho da Dracônia, e um exemplar, em francês, da recente obra de Émile Zola, Germinal. Ele, então, compra o vinho e o livro, e parte para uma mesa da praça, onde poderá ler e degustar o vinho, calmamente.

[justify][tab=30]Um grupo de marinheiros, visivelmente embriagados, é visto causando certo alvoroço no Mercado Público.
[tab=30]Felizmente, antes que algo mais grave ocorresse, um destacamento da Gendarmeria chega e solicita que os marinheiros deixem o local.
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Como sempre o Sr. Graystone resolveu visitar o Mercado Público no inicio da tarde de sábado, mas desta vez a visita tivera um resultado magnifico, em meio as suas andanças pelo mercado ele encontrou uma caixa de charutos belgas sendo vendida em uma das bancas de fumo, após verificar o produto e sua qualidade ele decide comprá lo, isso alegrará o conde, pensa ele ao deixar o mercado.

[justify][tab=30]Chegando ao Mercado Público, Yama procura o administrador do mesmo. Após verificar a situação dos contratos atuais, conversa com alguns dos locatários, ouvindo algumas reclamações e algumas sugestões.[/align]

  • Como é que o Chanceler não sentiu sequer uma indisposição? Era para tê-lo deixado de cama e a culpa poderia recair sobre os sunerianos. - falava o homem entre os dentes, seu rosto estava preto de tanta raiva, mas nada poderia fazer com aquela mulher, ainda precisava dela.

  • Me desculpe. - abaixou a cabeça, choramingando, eu não sei o que aconteceu. Fiz tudo co…

  • NÃO SABE? - berrou o homem, logo baixando a voz pois as pessoas olharam para ambos - O que aconteceu é que você é incompetente. Nós matamos a copeira para que você entrasse no Palácio podre da Chancelaria, mais um dos antros imperiais. Mas você deve ter jogado fora o veneno ou fez um chá tão ruim que ele nem conseguiu tomar. Agora vá embora pensarei no que fazer. Pelo menos fique ouvindo o que ocorre na Chancelaria e nos passe informações úteis, ou você não servirá mais à nossa causa.

[justify][tab=30]Estranhamente, com a notícia do massacre ocorrido em SunneGod muitas pessoas começaram a procurar artigos do povo do deserto. Os poucos possuídos pelos vendedores foram logo arrematados, quase à tapas algumas vezes. Com isso, a administração inicia tratativas para disponibilizar um fluxo constantes de produtos do deserto.[/align]