[EMPRESA] Mercado Público Central

Um telegrama aos cuidados do Diretor/gerente do Mercado

[justify][tab=30]Uma reunião é feita entre o administrador e os locatários, acerca da oferta das fazendas Caçador. Após muita conversa e contas, decidem que o acordo é razoável e deverá movimentar ainda mais o Mercado.[/align]

[font=Garamond][size=150]Após deixar o parlamento o Chanceler decidiu ir até o mercado público, ao chegar ele começou a conferir os produtos ali dispostos.

Boa tarde meu senhor, esses charutos são realmente belgas? - diz o Chanceler ao vendedor.

  • Boa tarde excelência, são sim, chegaram hoje de manhã, são de ótima qualidade.

Ótimo, levei essa caixa, tome.

O Chanceler paga o mercador e continua a sua caminha pela cidade. [/size][/font]

[justify][tab=30]Estranhando não haverem recebido ainda a resposta das Fazendas Caçador, após questionarem na EGCT sobre a carta e receberem resposta negativa, uma busca é realizada no escritório e a carta encontrada em meio às recebidas. Uma nova carta é escrita e enviada - dessa vez com certeza.[/align]

[justify][tab=30]Um carregamento de produtos frescos é recebido e logo colocado à venda[/align]

[tab=30]Ao terminar o dia, funcionários do Mercado Público iniciam a contabilidade diária da empresa. Após vários cálculos, é concluído que o Mercado arrecadou cerca de G$s 370,00, com a venda de diversos produtos, o que representa um número considerável após as mudanças econômicas no Império. Com a contabilidade encerrada e o dinheiro guardado no cofre, os funcionários limpam e arrumam o estabelecimento, fechando-o posteriormente e dirigindo-se até suas respectivas residências.

[justify][tab=30]A madrugada seguia alta quando duas sombras, esgueirando-se da luz da lua e evitando o olhar dos Guardas que fazem a ronda noturna, conseguem chegar à entrada principal do Mercado. Estranhamente, invés de tentarem adentrar o mesmo, apenas colam um grande cartaz com somente uma palavra, “POVO”, e, depois, desaparecem na escuridão.[/align]

[justify][tab=30]Os Guardas que faziam a segurança ficam perplexos quando são avisados do cartaz pela manhã. Embora não seja nada grave, chamam alguns gendarmes, mesmo assim, para darem uma olhada.[/align]

Os gendarmes fazem anotações e algumas perguntas, contudo por nada mais ter sido notado que pudesse ser configurado como fato típico, a chamada é anotada como de fato atípico.

Um oficial da EGCT deixa a seguinte correspondência junto a Sala de Administração do Mercado, com a frase sobre o Envelope “A/C do Responsável pelo Mercado Público Central”.

[spoil]

[/spoil]

[justify][size=150][font=Garamond Bold][tab=30]Alguns gendarmes e militares fazem a patrulha pela região do Mercado, se aproximando dos guardas e iniciando uma pequena conversa.

[tab=30]- Então? Irá acontecer? - diz um, fazendo o sinal de garra no ombro.
[tab=30]- Estamos no aguardo. Interceptamos um telegrama que diz que o Duque terá uma reunião com o Chanceler para tentar resolver tudo pacificamente. - reponde um segundo, completando o sinal de garra ao coração.
[tab=30]- E as tropas?
[tab=30]- Todas na fronteira. Se a negociação falhar, agiremos assim que elas começarem a se mover.
[tab=30]- Aguardemos, então. Draca Clawu.[/font][/size][/align]

[justify][tab=30]Apesar da divisão do Império, produtos da Romania, da Dracônia e de SunneGod continuam a ser vendidos normalmente, junto com produtos locais e importados. A procura por produtos sunerianos continua em alta.[/align]

[size=150][font=Palatino Linotype]Após se abastecerem com suprimentos no mercado publico, tanto os investigadores quanto Manfred agora partem em direção ao estação afim de pegar o primeiro trem para a Romania.

  • Ao final da tarde espero já estarmos na Romania senhores! Sei que estão indo a contragosto, mas mesmo assim fico feliz de terem aceitado a convocação. O motivo que me fez vir a essas terras, foi tentar solucionar o mistério do desaparecimento do Conde de Piemonte.

  • Enfim, não vamos perder mais tempo e vamos para a estação![/font][/size]

[justify][tab=30]Os carregamentos continuavam a chegar dos mais diversos pontos. Vinhos da Romania e da Dracônia, artesanato da Sunéria, cereais diversos, tecidos importados, temperos da Índia Britânica… todo dia um carregamento chegava e era colocado à venda, e apesar disso a rentabilidade do mercado continuava em baixa, em parte devidos aos impostos de importação… A diretoria estudava uma forma de contornar a situação, sem, entretanto, chegar a um consenso.[/align]

[justify][tab=30]Apesar do prejuízo recorrente, os trabalhos do Mercado continuam incessantemente. Mercadorias chegam, compradores perambulam pelos estandes, serviçais carregam as compras para a residência de seus patrões…[/align]

[justify][tab=30]Novos produtos chegam ao Mercado, principalmente importados. O interesse é grande, embora as vendas, poucas, devido à crescente crise que atinge o arquiducado. Porém, notícias de que a economia deve, em breve, melhorar, atiça o interesse das pessoas.[/align]

[justify][tab=30]Um novo carregamento de artesanato e tecidos sunerianos é desembarcado e colocado à venda no mercado, atraindo a atenção do povo.[/align]

[justify][tab=30]Um arrombamento é notado em uma janela da ala sul do Mercado. Mas, após uma vistoria, não se nota pela falta de nenhum produto.[/align]

Um dos passageiros que desembarcaram na Estação chega ao mercado e se reúne com os administradores, sendo observado pelos demais clientes mas sem chamar muita atenção.

[justify][tab=30]Alguns produtos são transportados por uma porta lateral para uma carroça. Alguns reconhecem o carroceiro como o senhor que falara com os administradores há algum tempo…[/align]