[EMPRESA] Padaria Sertro & Co.

[center]Padaria Sertro & Co.

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Fundada por Asdiar Sertro no ano de 1890 e vendida para a Arquiduquesa da Dugardenha, a Padaria Sertro foi adquirida pelo Marquês da Cisalpínia nos tempos mais recentes, mas apesar de ter seu dono modificado, o Marquês optou por manter o tradicional nome de seu fundador, Asdiar Sertro. Estando próxima dos principais centros políticos e empresariais da cidade, a padaria é extremamente bem conceituada na Capital Real da Dracônia e, como tal, é muito bem frequentada pelos mesmos em buscas de desjejuns, pães, doces e cafés, ou até mesmo de um lugar calmo para alguma reunião qualquer.

[spoil]Dados Empresariais:
Razão Social: Padaria Sertro & Co.
Conta-Corrente: J060-1
Tipo e Porte: Comércio Pequeno (2)
Custo-Base: D$s9.000
Matéria-Prima Necessária: Farinha de Trigo
Contratos de Compra: -
Importações: Farinha de Trigo
Produção: Pães, Bolos, Tortas, etc.
Contratos de Venda: -
Exportação: -
Funcionários: -
Proprietário: Victtorio Stewart Willer Medeiros[/spoil]

Após uma noite mal dormida em um banco na Boulevard Tedesco, Lucky se levanta morrendo de fome. Ele ve grande alvoroço em frente a um prédio, ao se aproximar percebe que se tratava de um padaria recém inaugurada.

Lucky adentra, a fila é grande, mas mesmo assim ele decide esperar, a fome fala mais alto. Enquanto aguarda percebe o principio de uma confusão, um homem alto forte começa a empurrar uma senhora buscando ser atendido logo.

[font=Garamond Bold]Lucky não suporta a cena e não espera a policia chegar, caminha até o indivíduo, põe a mão no peito dele ficando entre ele e a senhora que já se encontrava caída no chão e desfere um cruzado de direito acertando o queixo do mesmo, fazendo desabar. Lucky se virá para mulher e ajuda a levantar, a mesma agradece mas antes de um resposta de Lucky, ele sente braços cercando sua cintura e com uma forte dor em suas costelas é arremessado ao chão deslizando até próximo a porta, ao se levantar é pego desprevenido com a sola do pé do indivíduo em seu peito, jogando Luky para fora da padaria.

Dessa vez Luky se levanta com mais agilidade e consegue bloquear um soco vindo em direção ao seu rosto, Lucky em extrema agilidade se esquiva para as costas do agressor, lhe acerta um chute logo atrás do joelho esquerdo fazendo ele se curvar para frente e mais um vez com uma agilidade incrível desfere uma joelhada no meio do rosto do agressor quebrando lhe o Nariz.

O agressor, pelo seu porte físico, ainda se levanta, coloca a mão no bolso e retira um canivete, Lucky pensa em sacar sua faca, mas havia muitas testemunhas o que poderia ligar ele as mortes do porto. Antes que Lucky descida o que fazer ele vê a ponta do canivete vindo em direção ao seu rosto, Lucky curva o corpo levemente para traz, mas não o bastante para evitar um corte na testa, Lucky gira em torno do proprio corpo e acerta uma cotovelada na orelha esquerda do agressor, gira em sentido contrario e acerta um golpe de mão aberta com a base da mão quebrando o maxilar do mesmo, que cai desacordado no chão.

Lucky escuta apitos e logo a policia chega, cercando e agarrando Lucky, logo os populares que estavam e testemunharam tudo intervêm, solicitando que Lucky seja liberado pois ele só defendeu uma senhora, a policia o libera e leva o indivíduo agressor preso.[/font]

No meio da confusão, Asdiar sai da loja e observa um herói praticamente, defendendo uma cliente de idade avançada de um jovem folgado. Ele vê que após liberado pela policia o jovem ainda esta se recuperando do corte em sua testa, então Asdiar puxa-lhe e diz:
-Senhor, queira comer de meus pães por conta da casa, por ter salvado o dia de abertura de minha padaria.
Então Asdiar chama o padeiro e pede que faça dois pães, e traga-lhes café preto.

Um funcionário da Companhia Elétrica Denki-Ryu visita a empresa, deixando um panfleto:

[font=Garamond][size=150]Cansado e com fome, o Chanceler decide fazer uma rápida refeição na principal padaria da cidade.

Senhores, por favor sentem-se. Garçom, traga uma xícara de Earl Grey e um pedaço de torta de chocolate.
Peçam o que desejarem senhores.

Os legionários fizeram os seus pedidos e agradeceram ao Chanceler.

  • Senhor, eu posso saber o que fora dito naquela reunião? - disse o Sr. Lavoisier.

Sim e não, uma força hostil está atacando o povo do deserto e eles solicitaram a nossa ajuda - disse o Chanceler com uma calma que não condicia com a situação.

  • Excelência? - disse surpreso o legionário - uma força hostil? como assim?

Digamos que os fantasmas do passado sempre voltam para atormentar o presente, direi o resto no trem.

Eles continuaram com a sua refeição, mas o ar se tornara pesado como se uma nuvem negra pairasse sobre eles. [/size][/font]

Chegando na padaria junto a João, o Comendador se senta em uma mesa perto a janela seguido por seu primo, eles fazem seu pedido e esperam a Chegada de três homens. Depois de algum tempo esperando, eis que os homens aparecem e cumprimentam o Comendador e João, eles se sentam e retiram de uma maleta um documento, neste documento está toda a explicação dos planos futuros do Movimento e suas próximas ações. O Comendador agradece pelo documento e apresenta seu primo João, que logo deverá ir com os homens para Dunnord. Depois de um tempo conversando ambos os homens saiem da padaria, o Comendador também decide sair e junto a João vai em direção ao Banco local.

Mesmo sem estar no ápice de sua capacidade de produção, a Padaria não interrompe sua produção para que pudesse ser fornecida, gratuitamente pão para toda população atingida pelo Grande Cataclisma.

[size=150][font=Times New Roman]Após caminhar alguns minutos pelas avenidas centrais, sentia-me mais faminto ainda. Finalmente, pude avistar algo que parecia ser um padaria. Mas poderia um padaria estar aberta àquela hora? - Me restava apenas verificar e ao fazê-lo, constatei que estava certo, era uma padaria. Então adentrei a mesma, e notei que não havia muito movimento, logo dirigi-me a uma mesa e sem tardar um garçom veio me atender. Escolhi uma torta de frango, alguns pedaços de presunto a uma xícara de café.

Escolhi uma torta de frango, alguns pedaços de presunto a uma xícara de café. Permaneceria ali algumas horas, comendo, fumando meu cachimbo, e lendo a última edição do Diário Nacional. As 23h00, pagaria minha conta e deixaria o local, dirigindo-me para Estação Ferroviária, a fim de retornar para Áquila.[/font][/size]

O Comendador e sua mulher chegam na Padaria, ao adentrar o recinto, o Comendador percebe a presença de um homem do Partido Nacional, ele se esqueceu exatamente quem ele e, mas o Comendador não se importa com o homem e junto de sua mulher se acomoda em uma mesa e faz seu pedido e de Gisele. O Comendador pretende voltar a meia noite para casa.

[justify][tab=30]Chegando pela manhã, aos primeiros raios de sol, o Comissário e sua comitiva (sua pupila Selma Santini e seu noivo, a secretária Dilma e seu esposo) passeiam pela cidade e vão fazer sua refeição matinal na padaria a ele pertencente. Após ser prontamente atendido, e terminar sua refeição, o Comissário conversa com seus funcionários e ouve algumas reclamações e sugestões.

[tab=30]Seguindo uma das sugestões, o Comissário pede que seja efetuada a compra de um terreno para um novo empreendimento.[/align]

[justify][tab=30]- Boa noite.
[tab=30]- Senhorita Drakengard, em que posso ajudá-la?
[tab=30]- Gostaria de um frango assado, um bolo de carne e uma torta de chocolate. Podem entregar para o Duque?
[tab=30]- Certamente, senhorita. Não será nenhum transtorno.
[tab=30]- Obrigada e boa noite.
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A falta de contadores prejudica o andamento dos trabalhos, bem como a organização do estoque.

Com a abertura de outros restaurantes na cidade, a Padaria vê um decréscimo em seu movimento.

Com a divisão do Império, os administradores ficam preocupados com toda a reformulação administrativa que terão que fazer.

Se aproximava das 10:00 quando adentro a Padaria junto de Ana em busca de um desjejum, por ali sentamos por alguns minutos enquanto fazia o pedido de pão, manteiga e café forte.

Não se passou muito e Cullen Bohanon e Sr. Fergusen adentram e me encontram.

  • Barão! - Chama-me atenção Bohanon - Soubemos que o senhor estava aqui, logo que concluímos a construção da malha ao norte de Draco soubemos do seu desaparecimento e ficamos todos por aqui.

  • E então são verdadeiros os boatos que foi sequestrado pelos rebeldes da suneria? - Questiona Fergusen.

  • Sim, e eles ainda estão com Isabelle e minha filha. Sentem-se vamos comer algo. Está é Ana, Ana estes são Cullen Bohanon e Fergusen me ajudaram na construção da ferrovia. Ana é uma refugiada rebelde, ainda não sei se confio nela, estamos a nos conhecer ainda. Sentem-se vamos comer algo.

Logo após fazermos o restante do pedido a conversa continua.

  • Isso aqui virou um bagunça, essa guerra com esses sunerianos, a divisão do império, aqui sabíamos que seriamos bem aceito, afinal a maioria dos operários permaneceu aqui. - Me informa Fergusen.

  • E o que pretende fazer com relação a vossa senhora? - Me pergunta Bohhanon.

  • No momento é esperar, Ana vai ver o que descobre para nós…

  • Já falei que sua esposa e filha já devem estar mortas.

Fergusen sem excitar levanta e saca sua pistola colocando-a na cabeça de Ana.

  • Se quiser atira, mas isso não vai mudar o fato do que eu disse.

  • Abaixe isso Fergusen, não vamos complicar as coisas mais do que estão, não temos certeza de nada então vamos continuar procurando.

  • Ja ia me esquecendo. - Diz Bohanon enquanto pega uma caixa em sua bolsa de viagem. - Sua pistola Willer Whitesnake .45 Edição Imperial.

  • Maravilha, está carregada? - Questiono.

  • Não, mas isso não é problema. - Responde Fergusen colocando um punhado de munição .45 na mesa.

Enquanto carrego, ficamos ali conversando e comendo durante a tarde.

  • Viste homem? Como está demorada esta reunião com o rebelde suneriano? Que será que está acontecendo?

  • Um tratado de paz, porque já teria terminado se tivessem brigado.

Os diretores da empresa estranham o baixo movimento, inclusive ocasionando redução nas receitas da empresa.

A padaria sofre problemas de infraestrutura e precisa ser temporariamente fechada para reforma.

Boa parte da população olha espantado quando adentra à padaria uma jovem draconiana e um comerciante suneriano, visto, pelo que se sabe, ser o primeiro casal das duas nações.