[EMPRESA] Restaurante Prazeres do Mar

[spoil][justify][tab=30]Localizada no em torno da Praça Pilatus, um prédio espaçoso começa a ser reformado. Na frente é posto uma faixa:[/align]

[center]FUTURAS INSTALAÇÕES DO RESTAURANTE PRAZERES DO MAR[/align][/spoil]

[justify][tab=30]No dia 09/01/1891 foi inaugurado o restaurante Prazeres do Mar, contando com pratos requintados e uma gastronomia baseada em frutos do mar frescos. Nenhum dos pratos do restaurante leva ingredientes perecíveis que tenham ficado mais de três dias refrigerados.[/align]

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Vista parcial do interior do restaurante.


Mesa para degustação.[/align]

[spoil]Dados Empresariais:
Razão Social: Restaurante Prazeres do Mar
Conta-Corrente: J015-4
Tipo e Porte: Comércio Médio (4)
Funcionários: -
Custo Base: G$s40.000
Matérias-Primas necessárias: Peixes e Frutos do Mar (4)
Contratos de Compra: Peixes e Frutos do Mar da Companhia de Pesca Maré Alta (4)
Importação: -
Produção: -
Contratos de Venda: Taverna Barrete Vermelho (1)
Exportação: -
Proprietário: Selma Santini Souza e Silva[/spoil]

Uma carroça carregada chega ao prédio ainda em reformas.

  • Senhores, somos da Lua Azul, nossa nova traineira acabou de retornar do alto-mar, e trouxemos cerca de 300kg de pescados e frutos do mar diversos.

O encarregado das obras diz:

  • Nossa, vocês vieram mais rápido do que pensávamos! Mas ainda bem que os depósitos já estão prontos. Podem descarregar tudo. Homens temos que andar rápido com isso, ao trabalho, vamos!!!

Após a conclusão da parte interna mais construtores são chamados para terminar a parte externa da construção, bem como a decoração, para amanhã se inaugurar o restaurante.

Divilly adentra o estabelecimento com indisposição, a noite no trem não lhe fora agradável, mas zela pelo capricho ao fazer algumas anotações na prancheta que carregava.

[justify][tab=30]Com o sucesso do restaurante é inaugurado um novo salão para a realização de bailes e recepções da nobreza.

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[justify][tab=30]O restaurante faz sucesso com a aristocracia e a baixa nobreza de Dunord, sendo utilizado para festas e comemorações diversas.[/align]

Ao chegar no restaurante observo o mesmo e digo à recepcionista:

  • Realmente ficou muito bonito aqui. Poderia ver-me uma mesa e uma refeição rápida.

  • Sim senhor! Por aqui.

Sento-me e peço pelo gerente, quando este chega informo-lhe que se algum de meus conhecidos vir jantar após a inauguração do Museu, pode-lhes não cobrar coisa alguma, desde que haja parcimônia no consumo dos mesmo.

Em poucos minutos chega um prato de risoto de camarão, uma pequena travessa com ostras, acompanhados de um vinho branco romaniano.

Passo no restaurante e antes de almoçar deixo ordens específicas sobre a comida do Imperador, inclusive que a mesma deverá ser levada ao hotel se assim o Imperador desejar.

[justify][tab=30]Chegando ao Prazeres do Mar após vistoriar suas empresas em Dunord, o Duque pede uma mesa privativa, comunicando que lhe fossem conduzidos qualquer um que desejasse lhe falar. Após, pediu uma garrafa de rum e pôs-se a escrever alguns relatórios.[/align]

[justify]Ródion e Wallace entram no restaurante. Ródion veste uma sobrecasaca redingote preta, uma cartola faixa à meio dia e traz uma bengala fina e preta, além de que como sempre, fuma seu cachimbo churchwarden. Ele fala com o maître que os leva à uma mesa circular na janela. Ródion pede um bouillabaisse, ostras, camarões e uma garrafa de vinho branco da Romania, safra de 1840. Após o garçom ser dispensado, Ródion e Alfred continuam a conversa, e enquanto isso, Ródion fuma o cachimbo e anota numa pequena agenda várias coisas. [/align]

[justify][size=150][font=fantasy][tab=30]Levantando os olhos cansados de escrever, o Duque vê, a uma mesa ao canto, o Sr. Ródion e um companheiro. Chama um garçom.
[tab=30]- Meu caro, peça para que o Sr. Ródion se junte a mim, por favor.
[tab=30]- Imediatamente, Alteza.

[tab=30]- Senhor Desslock?
[tab=30]- Pois não?
[tab=30]-O Duque da Dracônia pede que se junte a ele, se for possível.[/font][/size][/align]

[justify]— Certamente. — ele se levanta, e apaga o cachimbo. Deixando a cartola sobre a mesa.— Dr. Wallace, por favor espere aqui.[/align]
[justify]Ródion segue o garçom até a ala privativa, e assim que entra saúda o Duque.[/align]
[justify]— Vossa Alteza, é uma honra e um prazer revê-lo. Como está Vossa Alteza hoje?—ele então se aproxima, e o garçom puxa uma cadeira para ele, e então senta.[/align]

[justify][tab=30]- Muito bem, e o senhor? Seu amigo não quer se juntar a nós? Ao contrário de alguns, não há nenhum segredo em nenhum de meus assuntos. Mas… como preferir, é claro. Bem, eu estava bebericando um Rum com Especiarias do Caribe, mas creio que deves preferir um bom vinho, estou certo?[/align]

[justify]— Bem, sendo assim —olhando então, para o garçom— Senhor, por favor chame o Dr. Wallace que está sentado naquela mesa, de onde eu vim, sim? Muito obrigado. — ele volta sua atenção para o Duque— Sim, Alteza, certíssimo. Meu paladar ainda não aprecia o sabor doce do rum apropriadamente. Alteza, suponho que devamos falar sobre minha função na Dracônia, referente ao fim da Federação. Perdoe-me ser tão direto, mas não sou bom em circeios.[/align]

[justify]Pouco depois, o garçom retorna com Alfred Russel Wallace, que faz uma reverência ao Duque, e sem falar palavra senta-se em um assento mostrado pelo garçom. Ele aceita o rum.[/align]

[justify][size=150][font=fantasy][tab=30]- Muito prazer, Sr. Wallace. Sou um grande entusiasta de vosso trabalho. Tenho, em minha biblioteca em Firgen, exemplares de The Geographical Distribution of Animals, Island Life e Travels on the Amazon and Rio Negro, belos livros, diga-se de passagem.

[tab=30]Após solicitar uma garrafa do melhor vinho ao garçom e outra de rum, o Duque continua:

[tab=30]- Meu caro Ródion, me agrada que assim seja. Bem, como deves saber, um dos pontos do atual acordo de autonomia é que a Cisalpínia foi… digamos… “cedida” até que o Visconde Victtorio reorganize as forças imperiais na região, o que quer que isso queira significar… Não creio que ele vá se utilizar dos Administradores-Gerais para tal,mas isso será uma decisão dele. Bem, de qualquer forma, alguém deverá assumir a Baixa Dracôna interinamente enquanto ele se ocupa com a Cisalpínia. Estou pensando em vós. O que me dizes?[/font][/size][/align]

[justify]Depois de pensar por um momento, e então responde.[/align]
[justify]— É uma região relativamente rica e populosa, em suma, eu ficaria honrado, Vossa Alteza.[/align]

[justify][size=150][font=fantasy][tab=30]- Ah, muito bem, então! - exclama o Duque, enchendo os copos com ovinho e o rum que acabavam de chegar à mesa - Saúde!

[tab=30]Após o brinde, o Duque continua:
[tab=30]- Além disso, há outra questão, uma mais… permanente, digamos. Sei bem de vossa experiência jurídica, embora a mesma tenha sido… abreviada… por interesses políticos do Chanceler Valeyard… Como sabes, instituímos a Corte de Justiça Draconiana em Cisalpe, embora agora a mesma tenha de ser transferida para Firgen, ao menos momentaneamente… Enfim, embora a mesma certamente não deverá ter nem sombra da movimentação e responsabilidade da Suprema Corte, gostaria de indicá-lo para o cargo de Juiz da mesma.[/font][/size][/align]

[justify]Seu rosto se alegra, pois a jurisprudência continuava sendo sua principal área de atuação.[/align]
[justify]— Não tenho palavras para expressar minha gratidão, Vossa Alteza, portanto, brindemos mais uma vez! — ele pega a taça de vinho e brindam. Após o brinde, ele da goles no vinho— Vinho fantástico, uma safra boníssima. Sabe, Vossa Alteza, faz muito tempo que, de certa forma, não sinto paz. A capital é um lugar que pode levar qualquer um à loucura, apesar de suas tentações de riqueza e poder, sem dúvida. Eu muito lhe devo por me acolher na Dracônia, a primeira terra em que pisei neste país. E essa chance que me dás, não é equivocada, vou honrar vossa confiança, eu lhe juro, Vossa Alteza.[/align]

[justify][tab=30]- Muito bem, então! Assim que retornar à Dracônia irei tratar da transferência da Corte e do DInAE para Firgen, e após conseguir falar com os outros Administradores que deveriam ocupar cargos na Cisalpínia, irei apresentar vosso nome para o Conselho. - conclui o Duque, após o que passam aconversar amenidades esperando que chegue a hora do jantar.[/align]