[EMPRESA] Taverna Barrete Vermelho

[center]Taverna Barrete Vermelho[/align]

[justify][size=175][font=Trebuchet MS][i]"Alguns diziam que era um duende, outros acreditavam se tratar de uma criança selvagem, criada nos becos do porto. Fato é que há décadas era conhecida em Dunord a lenda do Barrete Vermelho.

Dizia-se que o perverso barrete esgueirava-se a noite através de porões e balaustradas, entre barcos e calçadas, caçando ratos e pássaros que se alimentavam de restos no porto.
Aqui e ali pessoas avistavam o astuto e perverso gatuno, com seu cachimbo em brasa e seu chapéu sangrento…

Muito velho o barrete ficou, e buscando um teto longe da igreja, um acordo ele fez: manteria a taverna livre de ratos em troca de algumas doses de cerveja.

A história nunca se confirmou, mas a taverna leva o nome do barrete vermelho, pois sendo coincidência ou não, nenhum roedor nunca ali habitou."[/i][/font][/size][/align]

[spoil]Dados Empresariais:
Razão Social: Taverna Barrete Vermelho
Conta-Corrente: J006-4
Tipo e Porte: Comércio Pequeno (2)
Funcionários: -
Custo Base: G$s9.000
Matérias-Primas necessárias: Bebidas (1) e Comidas (1)
Contratos de Compra: Comida do Restaurante Prazeres do Mar (1)
Importação: Bebidas (1)
Serviço: Venda de Bebida e Comida
Contratos de Venda: -
Exportação: -
Proprietário: Selma Santini Souza e Silva[/font][/spoil]

[justify][size=150][font=Palatino Linotype]René von Biller adentrou a taverna naquela noite, que já ia ao longe. O estabelecimento não estava mais tão cheio… Provavelmente estava próximo de seu horário de fechamento.

  • Uma dose de whisky puro, por favor… - pediu o Conde.

O barista logo trouxe um copo e o dispôs a frente de seu requerente. Este, por sua vez, agradeceu. O Conde virou o copo de uma só vez, como se não quisesse sentir o sabor da distinta bebida que ingeria. Na verdade, a certeza de sua fortuna já estava definida. Não havia mais como se esconder. Iria ter ao encontro do Sr. Alfred Wegener, que voltará dos Campos Noroestes a Porto Dunnord. Logo, Von biller fizera o mesmo.
Deixara para trás sua pequena casa e tomara tudo o que podia carregar… Infelizmente, deixara para trás aquilo lhe era mais importante… Anna. A jovem não quisera mais falar com ele. Nada mais restava lá.

Além de algumas mudas de roupa e alguns trocados, a tristeza era o que carregava e lhe era constritora…[/font][/size][/align]

Após deixar o bairro principal de Dunord, Divilly vai para a taverna e faz algumas anotações.

[tab=30]Carroças chegam das Prazeres do Mar, entregando alimentos que não puderam ser usadas pela mesma. Assim, como os alimentos ainda estão salutares, serão ocupadas para fazer bolinhos, pastéis e outros salgados com frutos do mar, especialmente camarão e polvo.

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[justify][tab=30]O torneio de luta de braço foi um sucesso, houve vários participantes e a final foi entre um marinheiro e um fuzileiro. Numa melhor de três o marinheiro levou a melhor, o que gerou várias chacotas dos marinheiros civis para com os militares.[/align]

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Gravura de uma reunião de alguns políticos democratas na Taverna.[/align]

Depois de ter seu movimento reduzido em virtude do inverno e das catástrofes naturais, a taverna volta a ter seu fluxo de clientes normalizado.

Com a divisão do Império, os administradores ficam preocupados com toda a reformulação administrativa que terão que fazer, embora haja esperanças de que um grande movimento ocorra com isso.

Um novo torneio de queda de braço é anunciado para os próximos dias.

  • Então é isso que vocês descobriram sobre o paradeiro do grego e do caravela? - disse Sir Caçador.

  • Sim meu amigo! - disse o velho marujo - E estamos cuidando também dos contrabandistas e dos traidores e espiões.

  • Mas lembre-se que não será muito difícil explicar vossas participações. E início do mês devo voltar à Sunéria para retomar meu trabalho e as investigações. Abraços caro amigo e até mais.

Os dois se abraçam e o velho permanece na taverna.

Com o desemprego atual, várias são as pessoas que vem pedir emprego, contudo sem êxito.

Os diretores da empresa estranham o baixo movimento, inclusive ocasionando redução nas receitas da empresa.

Dois marinheiros saem no braço após uma rápida discussão sobre uma prostituta.

Um novo torneio de braço de ferro é disputado, tendo como prêmio um barril de cerveja.

A taverna abriga um torneio de boxe, já que não há um melhor local destinado a isso.

Interessado pelo assunto, Yuri chega a taverna, e assiste o torneio de boxe cujo o qual teve um pequeno contato quando estava em Londres, Assistindo tentando ser o mais discreto possível para evitar repercussões.

Dois marinheiros reconhecem o delegado mas optam por ficarem quietos.

Um torneio de Bo é realizado, embora não tenha muitos competidores há muitos interessados em ver o evento.