[Espaço] Velocidade de Dobra é possível?


Em “Star Trek” de programas de TV e filmes, o motor de dobra da USS Enterprise permite que o navio se mover mais rápido que a luz, uma habilidade que é, como Spock diria, “altamente ilógico”.
No entanto, há uma brecha na teoria geral da relatividade de Einstein que poderia permitir que um navio de atravessar grandes distâncias em menos tempo do que levaria luz. O truque? Não é a nave que está se movendo - é o espaço ao redor.
Na verdade, os cientistas da NASA estão agora trabalhando no primeiro teste de campo prático para provar a possibilidade de propulsores de dobra e viajar mais rápido que a luz. Talvez a velocidade de dobra em “Star Trek” é possível depois de tudo.

Segundo a teoria de Einstein, um objeto com massa não pode ir tão ou mais rápido do que a velocidade da luz. O original " Star Trek série “ignorado esse” limite universal de velocidade "em favor de um navio que pode fechar em torno da galáxia em questão de dias, em vez de décadas. Eles tentaram explicar as capacidades mais rápido do que a luz do navio, ao ligar o motor de dobra com um motor de “matéria-antimatéria”. Antimatéria é um campo popular de estudo na década de 1960, quando criador Gene Roddenberry foi primeiro a escrever a série. Quando matéria e antimatéria colidem, sua massa é convertida em energia cinética de acordo com a fórmula de equivalência massa-energia de Einstein, E = mc 2.
Em outras palavras, a colisão de matéria-antimatéria é uma potencialmente poderosa fonte de energia e combustível, mas mesmo isso não seria suficiente para impulsionar uma espaçonave para velocidades mais rápidas do que a luz.
No entanto, é graças a “Star Trek”, que a palavra “warp” é hoje praticamente sinônimo de viajar mais rápido que a luz .
É warp drive é possível?
Décadas após o original “Star Trek” show tinha saído do ar, físico pioneiro e confesso Trek fã Miguel Alcubierre argumentou que talvez a velocidade de dobra é possível depois de tudo. Ele simplesmente não iria funcionar completamente a maneira “Star Trek”, pensou ele fez.
Coisas com massa não pode se mover mais rápido que a velocidade da luz. Mas e se, em vez de o navio se mover através do espaço, o espaço estava se movendo em torno do navio?
O espaço não têm massa. E nós sabemos que ele é flexível: o espaço vem se expandindo a uma taxa mensurável desde o Big Bang. Sabemos disso a partir da observação da luz de estrelas distantes - ao longo do tempo, o comprimento de onda da luz das estrelas, uma vez que atinge a Terra é alongada em um processo chamado de “redshifting”. De acordo com o efeito Doppler, isto significa que a fonte de comprimento de onda é o movimento para longe do observador - ou seja, da terra.
Então, nós sabemos a partir da observação de luz redshifted que o tecido do espaço é móvel.
Alcubierre usado esse conhecimento para explorar uma brecha no “limite de velocidade universal.” Na sua teoria, o navio nunca é mais rápido do que a velocidade da luz - em vez disso, o espaço à frente do navio é contraída, enquanto o espaço atrás é expandido, permitindo que o navio viajar distâncias em menos tempo do que a luz seria necessário. O próprio navio permanece no que Alcubierre chamado de “bolha de dobra”, e, dentro dessa bolha, nunca vai mais rápido do que a velocidade da luz.

Desde Alcubierre publicou seu artigo “A velocidade de dobra: travel Hyper-rápido dentro da relatividade geral”, em 1994, muitos físicos e escritores de ficção científica ter jogado com a sua teoria, incluindo “Star Trek” em si. [Veja também: Top 10 Star Trek Technologies ]
Teoria warp drive de Alcubierre foi retroativamente incorporada no “Star Trek” mythos pelo 1990s série de TV “Star Trek: The Next Generation”.
De certa forma, então, “Star Trek” criou o seu próprio paradoxo do avô pouco: Apesar de, finalmente, a sua teoria de viajar mais rápido que a luz era muito falho, a série estabeleceu um vocabulário de viagens na velocidade da luz que Alcubierre finalmente formalizado em sua própria urdidura teorias unidade.
A velocidade de dobra Alcubierre ainda é teórica por enquanto. “A verdade é que as melhores idéias parecer loucura à primeira vista. Então chega um momento em que não podemos imaginar um mundo sem eles.” Essa é uma afirmação de organização Starship a 100 anos, um think tank dedicado a fazer da Terra o que “Star Trek” chamaria de uma “civilização warp-capaz” dentro de um século.
O primeiro passo para uma unidade de dobra é funcional para provar que uma “bolha de dobra” é mesmo possível, e que pode ser criada artificialmente.
Isso é exatamente o que o físico Harold “Sonny” White e uma equipe de pesquisadores do Centro Espacial Johnson da NASA no Texas está fazendo agora.
Projeto warp drive da NASA
De acordo com a teoria de Alcubierre, pode-se criar uma bolha de urdidura através da aplicação de energia negativa, ou a energia criada no vácuo. Este processo baseia-se no efeito de Casimir, que refere que o vácuo não é na verdade um vazio, em vez disso, o vácuo é, na verdade, cheio de ondas electromagnéticas flutuantes. Distorcem estas ondas gera energia negativa, que possivelmente distorce o espaço-tempo, criando uma bolha de dobra.
Para ver se a distorção espaço-tempo ocorreu em um experimento de laboratório, os pesquisadores brilhar dois lasers altamente direcionados: uma através do site do vácuo e um através do espaço regular. Os investigadores então comparar as duas vigas, e se o comprimento de onda de um atravessando o vácuo é alongada, isto é, desvio para o vermelho, em qualquer forma, saberão que passou através de uma bolha de dobra.

Branco e sua equipe têm estado a trabalhar durante alguns meses, mas eles ainda têm de obter uma leitura satisfatória. O problema é que o campo de energia negativa é muito pequena, o laser tão precisa, que mesmo o menor movimento sísmico da Terra pode jogar fora os resultados.
Quando falamos com Branco, ele estava no processo de mover o equipamento de teste de um edifício no campus Johnson Space Center, que foi originalmente construído para o programa espacial Apollo. “O laboratório é sismicamente isolado, portanto, todo o piso pode ser lançada,” White disse TechNewsDaily. “Mas o sistema não tivesse sido (ativado) por um tempo tão parte do processo foi, tivemos o sistema inspecionados e testados.”
Branco está agora trabalhando em recalibrar o laser para o novo local. Ele não quis especular sobre quando sua equipe poderia esperar dados conclusivos, nem quanto tempo de viagem até warp accionado pode ser possível, mas ele permanece convencido de que é apenas uma questão de tempo.

Gostaria de Agradecer ao Google Tradutor por sua inestimável ajuda.
FONTE: Science NBC

Há basicamente duas teorias para uma tecnologia FTL (Faster Than LIght, Mais Rápida Que a Luz): viagem no espaço normal e viagem no hiper-espaço.
A viagem FTL no espaço normal baseia-se no conceito Star Trek, onde quantidades massivas de energia são convertidas em campos de força que “dobram” o tecido espaço-tempo ao redor da nave, de forma que a mesma se mova ainda no espaço normal, mas dentro de uma “bolha de sub-espaço” que avançaria dobrando tanto o tempo quanto o espaço, ocasionando assim uma viagem em menor tempo do que seria esperado.
A viagem no hiper-espaço, como utilizada no universo Star Wars, Homeworld, Macross, etc, vêm do conceito de que há um sub-universo atômico que pode ser acessado através (novamente) de quantidades massivas de energia, e que viajando, digamos, 1 minuto-luz através desse sub-universo equivaleria a algo como 1 ano-luz no nosso universo. Um hyperdrive poderia ser instalado em naves ou usado como pontes base.
Tecnicamente, o sub-espaço de Star Trek e o Hyper-Espaço de Stra Wars são o mesmo, um “sub-Universo” que permite viagens FTL, mas “acessados” de forma diferente.

Algo que eu acho intrigante é que os cientistas da NASA que estão desenvolvendo esse projeto conseguiram acabar com uma das afirmações que os céticos usavam para denegrir esta Teoria, eles conseguiram reformular o cálculo usado para medir a quantidade de energia necessária para o funcionamento de um motor deste porte e provaram que não seria necessário uma quantidade de energia tão exorbitante como era imaginado.

"Havia apenas um problema com tudo isso: de onde a energia vem? Embora soubéssemos que propulsores de dobra são teoricamente possíveis, os físicos sempre argumentaram que exigiriam uma bola de matéria exótica do tamanho de Júpiter para ligá-lo. Claramente, não era prático. Mas, felizmente, o Dr. White encontrou uma solução que muda o jogo completamente.

A equipe Eagleworks descobriu que os requisitos de energia são muito menores do que se pensava anteriormente. Se eles otimizarem a espessura da bolha de dobra e “oscilar sua intensidade para reduzir a rigidez do tempo-espaço”, eles seriam capazes de reduzir a quantidade de combustível a uma quantidade gerenciável: em vez de uma bola do tamanho de Júpiter de matéria exótica, você só vai precisar de 500 kg para “enviar uma bolha de 10 metros de diametro (32,8 pés) a uma velocidade efetiva de 10C.”

10c? Dobra 2? Acho q deveriam primeiro tentar surpassar 1c. Um passo de cada vez.

Ainda é uma teoria e a NASA não vem revelando muitas informações pois essa teoria lida com o campo do talvez também conhecido como área do se mas eu acho que terão sucesso pois estão muito empenhados em desenvolver novas tecnologias, como o raio trator e o teletransporte.

A dobra já é perfeitamente aplicável teoricamente… falta-nos tecnologia para desenvolver um motor que crie, de forma eficaz e viável, a massa necessária para dobrar o espaço-tempo. Não há dúvidas em relação a dobra espacial, pois é a teoria da relatividade de Einsten, que já foi confirmada pelo DR. Huble, lá nos anos 60.

O problema é viajar na dobra e criar ela… mas como vcs bem explanaram, soluções já estão ai e com o avanço tecnológico e teórico, não tenho dúvidas na capacidade humana em dobrar o espaço-tempo de forma mecânica, ainda neste século.

Até lá, outros problemas terão de serem resolvidos… blindagem das naves, radiação e capacidade de propulsão, para fora da terra, mais barata e eficaz que os motores de combustão e etc…

Mas estes últimos problemas são todos problemas técnicos e tecnológicos, e não teóricos.

Ou seja! Tudo esta ai a nossa frente… estamos no limiar.

Bem colocado, Phil.
Mas, infelizmente, como é de praxe na humanidade, antes de ser utilizado nisso uma fonte de energia dessas certamente terias outros “usos”.

A minha esperança é que aconteça oque aconteceu em Star Trek quando a humanidade desenvolveu a tecnologia de Dobra Espacial e fez o primeiro contato.

Cara… desculpe a minha total ignorância e off topic, mas vc acompanha esta saga por que tipo de mídia?

Seriados, filmes, livros ou outro?

É que eu vejo tantos comentários e tal, mas sempre estive por fora. Querendo me introduzir nesta saga, qual seria a melhor forma para eu iniciar? E de praxe ja me indica um site brazuca deste universo, onde eu possa baixar tudo sobre… vlw.

Eu olho as séries, acho q o melhor seria olhar o TOS (The Original Series) primeiro, depois o TNG (The Next Generation), até por ser a ordem “histórica”. Dublado acho q nem passou completo no Brasil, eu olho legendado, peguei o TOS por torrent.

Para fãs de Jornada nas Estrelas, um site interessante é o Trek Brasilis. Costumo frequentar o forum de lá.

Para baixar, teria que apelar aos fornecedores de torrones, como o TPB.

Não creio que dobra espacial e viagem super-luminal sejam possiveis. Einstein justamente estabelece o limite teórico da velocidade da luz (massa, energia, espaço e tempo podem ser deformados, mas o limite da velocidade da luz, não; essa é a lei).
A possibilidade de dobra espacial ainda tem pés de barro, e depende de malabarismos teóricos; pessoalmente, acho uma teoria tão fraca quando à da existência dos táquions.
Teóricos de respeito como Kip Thorne e Michio Kaku sugerem que o uso de “buracos de minhoca”, os “wormholes”, seja possível.
Edwin Hubble morreu em 1953 e sua obra se refere à medição da velocidade de afastamento de galáxias e suas implicações cosmológicas, e não se refere diretamente à dobra espacial.

Existem vários sites brasileiros e grupos no facebook, o Trek Brasilis também é muito bom, tem o Jornada nas Estrelas, pra baixar é como o Hiryuu falou, vai ter que apelar pro torrent ou se você for assinante da Netflix pode ver a TOS(Série original de 1966), a TNG e alguns dos vários filmes.
Tem o fã clube FFESP(Federação da Frota Estelar de São Paulo) que tem muitas informações e vários projetos legais.
Se quiser ficar sabendo mais sobre o universo de Star Trek podes olhar no Banco de Dados do Grupo USS Venture através

Em inglês tem o Star Trek Minutae, se não o melhor, um dos melhores sites sobre a série, embora seja um pouco confuso de navegar, e, claro, o Memory Alpha, a Wiki do universo Star Trek.

Sempre uso o Alpha pra fazer pesquisas, tem muita informação, ainda bem que temos o Google Tradutor para dar aquela mãozinha

Portais fixos de hyper-espaço são, na prática (teórica), buracos de minhoca estáveis.

A viagem em uma dobra espacial é teoricamente, perfeitamente possível. Isso não tem nada haver com romper a velocidade da luz, até pq, a nave em tal viagem, praticamente não sairia do lugar. Einsten tem sua famosa frase, vc não pode ir mais rápido do que a luz, mas existe um porem ai. Einsten deixou teoricamente possível a manipulação do tecido espaço-tempo em sua teoria, pois como ja vimos a massa distorce este tecido. Ou seja, vc não viaja mais rápido do que a luz, ou mesmo perto de tal velocidade, mas vc utiliza um atalho, dobrando o espaço. Então uma nave em uma dobra espacial, aceleraria alguma coisa a frente, para passar pelo atalho criado pela distorção do tecido e a cada tanto que ela viajar, mais tecido a sua frente é dobrado, fazendo com que se possa percorrer distâncias enormes. É um truque teórico que carece de tecnologia para gerar a massa necessária para dobrar o espaço.

Os resultados que Hubble obteve, provaram, de forma experimental, uma parte substancial da teoria da relatividade de Einsten, que até então, era uma teoria sem comprovação experimental, pois era resultado dos “jogos mentais” lógicos e matemáticos de Einsten. Hubble observou, em seu telescópio, o brilho de estrelas que estavam “encobertas” pele nosso sol. Posteriormente estes resultados, analisados e etc, pela comunidade cientifica, mesmo após a morte de Hubble, comprovaram de qual estrela o brilho se tratava, e que o brilho desta estrela foi distorcido pela massa do sol, por isso chegou até a terra e pode ser observado pelos telescópios. Bingo, um dos fundamentos da relatividade geral estavam comprovados. Ou seja, a massa dobra o tecido do espaço-tempo. Essa situação é tão forte, que mesmo a luz sofre influência desta dobra espacial. Ou seja, não era a pesquisa que Hubble estava desenvolvendo, mas foi um resultado que ele encontrou e que depois foi utilizado. Agora, viagem em dobra espacial, isso não era tema nem de Einsten nem de Hubble, obvio. São observações, analises, conjecturas e etc, relativamente modernas.

Hubble observava e calculava o afastamento das galáxias, realmente. Este é um dos casos curiosos da ciência, pois Einsten nunca aceitou a teoria do universo em expansão e hj sabemos o quanto ele errou nisso. Morreu acreditando em um espaço estacionário, a própria constante cosmológica que ele havia teorizado, para corrigir “falhas”, na teoria da relatividade, aplicada a um universo estacionário, e que ele mesmo não compreendeu de todo, haja vista tb a falta de tecnologia para a época, ele retirou de sua teoria da relatividade, como seu maior erro, após os resultados de Hubble. Mas a constante foi reabilitada na década de 90, quando se percebeu que a expansão do universo se acelera…

Me intriga como a mente de Einsten, se apegou tanto a um universo estacionário, quando sua própria teoria apontava para um universo em expansão. E depois mesmo com resultados de outros e etc… Quão mais longe ele poderia levar a teoria, caso tivesse atentado para estes sinais e revisasse suas posições? Um pena que a física hj, não possui mais um Einsten… imagina um Einsten nos dias de hj com a tecnologia disponível!!!

Sobre todas as teorias de viagem intergalática e interestelar, eu, na minha visão leiga, vejo a da dobra espacial como mais plausível de aplicação.

Olhem tudo deste episódio, é muito legal, mas olhem em 30:45 para frente, para este ponto de interesse do nosso debate sobre a dobra.

[BBvideo 560,350]http://www.youtube.com/watch?v=gAexaZs8LQA[/BBvideo]

Ai mais alem da dobra comum, necessitando de massa, vem a questão de velocidades acima da luz, imitando os táquions. Eu tb acho que é uma teoria fraca, pois é muito teórica ainda.
Mas eu não confundo ela com a dobra espacial clássica, são coisas diferentes.

Não entendi onde seria o ponto fraco da “viagem de dobra” clássica Não acho que ela tenha pés de barro.

Os buracos de minhoca, vejo como algo muito fraco e sem base suficiente para comprovar sua existência. Eu li por sites ai e vi no The UIniverse tb, que apesar de não serem excluídos da relatividade geral, são puramente hipotéticos. Modernamente, com a física quântica, eles inclusive podem ser descartados como hipótese. Mesmo que sejam reais, eles seriam anomalias naturais criadas no centro de galáxias, nos buracos negros, o que os tornariam impraticáveis de serem reproduzidos ou mesmo observados e comprovados.

Se certas premissas forem aceitas, o que não parece ser prático. Talvez o futuro esclareça as coisas.

Ah, você está se referindo à observação de estrelas no eclipse de 1919(em Sobral, no Ceará, e em S. Tomé e Principe, na África); a comprovação da relatividade foi efetuada por britânicos, liderados por Arthur Eddington; esta comprovação foi feita enquanto Hubble estava vivo, e não contou com sua participação; a deformação do espaço-tempo e a dobra espacial são efeitos diferentes do mesmo fenômeno ( qualquer quantidade de massa deforma o espaço-tempo, a luz simplesmente percorre o “trilho” deformado, por assim dizer, mas é necessária uma massa considerável para a medição ser feita )

Discordamos aí, acho que a “dobra” exige condições impossíves de serem cumpridas na prática, e que sua aplicação não está no horizonte.
pt.wikipedia.org/wiki/Propuls%C3%A3o_Alcubierre

Também tenho minhas reservas quanto aos “buracos de minhoca”, mas eles são relacionados aos buracos negros, e sabe-se que estes existem ( a topologia do universo pode ser modificada), assim os considero ligeiramente mais plausíves que a “dobra espacial”.

Minha opinião pessoal é que nos próximos milênios será necessário recorrer a propulsão sub-luz se quisermos explorar outros sistemas estelares.

Acredito que neste século veremos a descoberta da propulsão de Dobra pois nos últimos anos está parte da Física teórica está sendo muito mais explorada do que antigamente, toda teoria parece loucura até que é provada, a história comprova isso, quantos cientistas só foram reconhecidos após anos de suas mortes, muito do que temos hoje, da ciência moderna que temos foi proposto no passado, em épocas sombrias como a inquisição e a tirania da igreja católica.

Cara eu tava tão certo que a observação foi do Hubble que nem fui consultar novamente, mas quando abri o tópico aqui e vi o 1919, que vc colocou, ja me caiu a ficha e vi a confusão q fiz de nomes e datas. Enfim, mas era isso que eu me referia… e agora que vc colocou, me lembrei de onde vi isso pela primeira vez. Foi no final da primeira temporada do The Universe… muito alem do big bem, inesquecível para mim, pois foi um dos episódios mais legais do The Universe.

Para quem não viu, veja que vale muito apena! Tem muito do que estamos debatendo aqui… e é um apanhadão geral da física até ± 2007.

[BBvideo 560,350]http://www.youtube.com/watch?v=MJLpL-FYshk[/BBvideo]

Bom, eu tb acho, pelo que leio, assisto e conheço, mas como disse, sou leigo… só sou mesmo aficionado no assunto, adoro ciência e história.