[ESTATAL] Empresa Romaniana de Estaleiros e Nav. - Filial I

[center]Empresa Romaniana de Estaleiros e Navegação (EREN) - Filial I[/align]

[justify][tab=30]Após serem fechados, em razão da crise de 1892, os Estaleiros Medeiros & Valeyard foram adquiridos pelo Governo Romaniano, passando a operar como a Empresa Romaniana de Estaleiros e Navegação (EREN), responsável não só pela manutenção das naus e navios pertencentes à Marinha Real, assim como pela produção e venda para o mercado nacional e estrangeiro, de embarcações civis e militares.[/align]

Histórico Empresarial:
[spoil][justify][font=Garamond][size=150][center]Estaleiros Medeiros & Valeyard - Matriz[/align]
[tab=30]Os estaleiros Medeiros & Valeyard foram fundados pelo então Visconde de Medeiros, Aidan Medeiros von Valeyard, com a intuição de suprir as demandas do Império e do povo gesebiano, tendo entre seus funcionários técnicos alemães e ex-oficiais da Kaiserlich Marine, a M&V utiliza as mais modernas técnicas de construções, a M&V é especializada em embarcações civis mas possui em seu seio técnicos capacitados para o desenvolvimentos de embarcações militares.
[tab=30]A M&V se destaca por utilizar equipamento nacionais, tendo contratos com a Valeyard Industries e subsidiárias, suas necessidades são completamente supridas, possibilitando assim um ótimo desempenho e uma grande pontualidade em suas entregas.

Construção:
[tab=30]Dezenas de carroças chegaram ao terreno recentemente adquirido pela Valeyard Industries, vários trabalhadores desceram das mesmas e pegaram alguns equipamentos.
[tab=30]Rapidamente ergueram um pequeno edifício de madeira e afixaram a ele uma placa com o símbolo e nome da Corporação pertencente a Aidan von Valeyard.
[tab=30]Ao longo da tarde, vários carregamentos de materiais de construção chegaram, alguns técnicos alemães que vieram a convide do Visconde, também chegaram e deram algumas ordens.
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[size=150][font=Times New Roman]Dados Empresariais:
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Vários operários chegaram ao campo de obras durante a manhã, algumas máquinas foram trazidas bem como animais para ajudarem na locomoção de pedras e do maquinário, alguns engenheiros também visitaram o local, analisaram o que já havia sido feito e fizeram algumas correções no projeto.

Sem qualquer tipo de cerimonia, os responsáveis pela empresa chegaram ao local, um breve discurso de agradecimento aos operários fora feito, em seguida um pequeno banquete foi realizado e vinho romaniano fora servido a todos, ao término do banquete, a empresa foi oficialmente aberta.

Já era noite quando um mensageiro chegou ao Estaleiro com um telegrama.

Assim que o Chefe terminou de ler o telegrama, ele escreveu algumas cartas e enviou para alguns funcionários informando que todos deveriam se apresentar antes das 6 horas de amanhã.

Após uma longa jornada, um mensageiro acompanhado de dois legionários chega a empresa, ele é levado a sala do Administrador.

[font=Garamond][size=150]Boa tarde, senhor está é uma mensagem do Chanceler.

-Chanceler? deixe me ver.

Aqui esta - diz o mensageiro ao entregar um envelope lacrado ao administrador, em seguida ele se retira da sala.

  • Vejamos… interessante… inovador… vai dar trabalho.

Em seguida o mensageiro e os legionários voltam para Gardignon, o Administrador da algumas ordens aos funcionários e se dirige a filial.
Após algumas horas, vários carregamentos de chapas e ligas de aço são entregues no estaleiro.
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Ao chegar no porto,Stanislau novamente mostra suas credenciais para entrar no mesmo,e logo após isso ele começa a se dirigir para as docas onde à “Nova Armada”,chamada assim por operários dos dois portos estava a ser construída.
Chegando na doca onde estava a ser construído o primeiro submarino de Gesébia,pode-se notar que os engenheiros estavam a ter dificuldade em reproduzir o projeto para uma forma mais real,então Stanislau percebe que o projeto adquirido por eles era o inicial que possuía algumas falhas,onde não havia sido feita as melhorias no sistema dos lemes de profundidade,no tanque de lastros e também mandou usar um material mais resistente na hélice que movimentasse mais água.

Após uma intensa discussão entre o engenheiro-mor e o Stanislau sobre o material a ser usado na hélice,os dois entrarem em acordo e assim Stanislau pode continuar sua visita no estaleiro,indo agora na doca onde estava a ser construído o encouraçado.
Chegando lá,ele faz uma rigorosa inspeção no encouraçado para ter certeza que não havia nenhum erro como o submarino,mas depois de analisar o projeto é checar o casco ele chegou a conclusão de que não havia falhas no mesmo.

Logo,Stanislau pode se retirar do porto e ir em direção ao hotel onde terminaria de escrever o relatório para o Chanceler.

No começo do dia o pátio da empresa e as docas foram limpas e organizadas, bandeiras do Império foram espalhadas por todas as docas e um pequeno palanque fora montado.

Trajando o seu terno preto e o tradicional broche do partido, o Chanceler chegou ao estaleiro, os portões da empresa foram abertos duas horas antes e tanto o pátio quanto as docas se viam cheias de curiosos que desejavam ver as novas belonaves do Império.
Alguns gendarmes estavam no local e abriram espaço para a passagem do Chanceler e outros grandes do Império passarem, o Chanceler estava acompanhado de alguns políticos locais e antigos nobres da corte romaniana, o Chanceler subiu ao palanque, acenou para a multidão e sentou em sua cadeira. Enquanto a cerimônia não começava, uma banda da Carabinieri tocava algumas marchas da Armada.

O Grande-Almirante Medeiros chegou ao estaleiro e ficou na espera do início da cerimônia.

[font=Garamond][size=150]Assim que o Grande Almirante chegou, o Chanceler o cumprimentou, a banda se silenciou e o Chanceler se dirigiu a multidão.

Boa noite filhos e filhas de Gesébia, me sinto honrado de estar na presença de vocês, o povo, aqueles que fazem o Império ser mais forte a cada dia, muito obrigado pelo esforço de todos vocês.
Como todos sabem, hoje estamos aqui para incorporar as mais novas belonaves de nossa gloriosa Armada, esse é o primeiro passo em um longo e árduo caminho que resultará na completa modernização de nossa Armada, bem como em seu ampliamento.
O caminho fora longo, tivemos grandes dificuldades, mas superamos essas dificuldades graças ao espirito guerreiro e inovador de nosso povo, graças a união de todos os gesebianos em prol deste grande projeto, projeto este que há muito é aguardado pela nossa Armada que viu seus navios se tornarem obsoletos perante as modernas e poderosas belonaves europeias, mas HOJE tudo isso muda, HOJE Gesébia se tornará uma das futuras potências navais, HOJE a nossa Armada terá a sua força revigorada e poderá proteger de forma mais eficiente os nossos mares.
Senhoras e senhores, hoje iremos comissionar as nossas mais novas e modernas belonaves, os couraçados NSM Hiryuu e NSM Steffàn, o contra-torpedeiro NSM Moraes e o primeiro submarino de nossa poderosa Armada, o SSM Philippus.

Como Chanceler de nosso Império, eu tenho o orgulho de entregar essa jaque ao ilustre Grande Almirante Medeiros. - disse o Chanceler enquanto pegou o jaque dobrado de um dos guardas-marinha e a entregou ao Grande Almirante, ele deu um passo para trás e começou a bater palmas, o gesto fora repetido por boa parte da multidão que se via emocionada pela beleza do couraçado e do submarino ainda nas docas.
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[font=Garamond][size=135]Após o discurso do Chanceler, o Grande-Almirante pôs-se a falar.

  • Senhoras e senhores. Filhos de Gesébia. Vim aqui hoje para participar da cerimônia de entrega destas belonaves que servirão para aumentar ainda mais a segurança nos mares gesebianos, que servirão para proteger nossa gloriosa Pátria-Mãe de inimigos, sejam externos ou internos. Recebo hoje, orgulhoso, esta jaque do Chanceler como sinal de entrega. Aproveito para agradecê-lo por ceder seu estaleiro para a construção destas magníficas belonaves. Terminarei meu breve discurso por aqui, mas digo que farei de tudo para fortalecer ainda mais a segurança nacional! Obrigado à todos!

O Grande-Almirante foi aplaudido pelos que ali estavam e sentou-se agradecendo com acenos.[/size][/font]

A cerimônia prosseguiu conforme o planejado, alguns políticos locais aproveitaram a chance para falar e fazer a sua “propaganda”. Por volta das 22 horas todos ficaram em silêncio para assistir o lançamento do couraçado e do submarino, fora uma cena magnifica, assim que as comportas foram abertas, a doca se imundou de água, as amarras foram soltas e ambos o couraçado como o submarino deixaram as docas enquanto o povo aplaudia e acenava para as embarcações. A cerimônia fora encerrada logo em seguida, o Chanceler se despediu do povo e do Grão Almirante, junto de sua comitiva ele partiu para o seu palacete.

Com a conclusão das belonaves imperiais, os funcionários da M&V voltam a rotina normal, construção de pequenas embarcações de pesca, reparo e manutenção de algumas embarcações, bem como o desenvolvimento de novas embarcações.

Após uma profunda analise das contas da empresa, os Diretores elaboraram uma lista de possíveis medidas a serem analisadas pelas Corporações Valeyard.


[tab=30]Passando por uma nova administração, o Estaleiro elabora, rapidamente, um orçamento sobre os custos de construção das embarcações solicitadas pelo Governo Real no último decreto do poder executivo.

[justify][tab=30]Ao passo que pequenas embarcações pesqueiras e alguns iates de luxo, respectivamente, encomendadas por pescadores e nobres gardenhos são entregues, iniciou-se, por parte da Direção da Empresa, a contratação de engenheiros dispostos a trabalhar num grande projeto para um companhia de navegação da própria Romania.[/align]

[size=140][font=Times New Roman][justify][tab=30]Tendo o estaleiro da Filial II sido escolhido para atender a encomenda de uma traineira a vapor, encomendada por uma empresa de pesca de Belle Nord, é no estaleiro da Filial I que tem início a construção de um transatlântico, encomendado por uma companhia de navegação romaniana. Após o remanejamento de alguns funcionários, o processo de estruturação do casco do grande navio apresentava-se deveras adiantado.

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[tab=30]Após vários dias de projeto, tem início as obras das belonaves solicitadas pelo Governo, na unidade.