[ESTATAL] Grande Theatro de Ópera de Gardignon


[center]O Grande Theatro de Ópera de Gardignon finalmente é Inaugurado depois de meses de planejamento.[/align]

Tendo-se sido fundado desde os Primórdios de Gesébia o Grande Theatro de Ópera que recentemente estava fechado para reformas e estabilizações financeiras fora adquirido por Nero de Bragança e seu largo gosto sobre a Musica Clássica Européia, após o atentado contra S.M. Steffàn I o Theatro caiu no esquecimento até que o mesmo fora fechado e posteriormente adquirido pelo Visconde de Medeiros que o reformou, tornando-o um símbolo da história, tendo em sua arquitetura alegorias que contam parte da história do Império.
O Theatro de Gardignon comportará cerca de 400 pessoas em sua capacidade máxima e abrigará concertos de dramaturgia,classicismo etc de classes variadas a todo público .
Tendo-se como sua principal atração a ópera um gênero artístico teatral que consiste em um drama encenado acompanhada de música, ou seja, composição dramática em que se combinam música instrumental e canto, com presença ou não de diálogo falado. Os cantores são acompanhados por um grupo musical, que em algumas óperas pode ser uma orquestra sinfônica completa.
O drama é apresentado utilizando os elementos típicos do teatro, tais como cenografia, vestuários e atuação. No entanto, a letra da ópera (conhecida como libreto) é normalmente cantada em lugar de ser falada. A ópera é também o casamento perfeito entre a música e o teatro.


[center]Vista do Theatro internamente[/align]


[center]Área destinada a Realeza Gesebiana bem como os Nobres[/align]

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Após o anuncio de abertura, empregados colam Cartazes em toda Gesébia sobre o concerto de inauguração.
No cartaz dizia-se:

[b][center]" VENHAM, VENHAM, VENHAM INAUGURAÇÃO DO Imperial Theatro de Ópera de Gardignon.
É HOJE, ÁS 20:30!!!
ENTRADA FRANCA AOS NOBRES DE GESÉBIA E MEMBROS DO GOVERNO "

CONCERTO EM CARTAZ: Rossini. O Barbeiro de Sevilha - Fígaro.

[BBvideo 560,350]http://www.youtube.com/watch?v=jyiLscCyJ98[/BBvideo][/align][/b]

Sir Wellington estava caminhando pela Rua Principal e conversava com o seu secretário, estava abismado com as mudanças, derrepente ele vê um rapaz entregando panfletos, ao indagar o mesmo sobre o conteúdo dos panfletos, o rapaz lhe responde dizendo que era a ópera de reinauguração do Imperial Theatro.
Sir Wellington da um largo sorriso e diz ao seu secretário.

Veja Sr. Archer, finalmente reinauguraram o Theatro, achei que continuariam a privar a sociedade da beleza arquitetônica que tal prédio possui, finalmente um pouco de cultura, vamos meu amigo, vejamos qual é a peça desta noite.

O Visconde que ainda trajava o seu uniforme da Armada se aproxima do Theatro e sobe as escadas junto de seu secretário, ao adentrar ao Theatro, Sir Wellington para e admira a beleza do local, um senhor que aparentemente estava varrendo um dos corredores avista o Visconde e forçando a memória se lembra de quem é, o senhor se aproxima do Visconde, Sir Wellington se vira em direção ao homem que para ante o Visconde e abruptamente solta a vassoura e bate continência dizendo, Soldado da Reserva da Gendarmeria Nacional de Sua Majestade, Senhor.
Sir Wellington surpreso retribui o ato e lhe indaga sobre como lhe reconhecera, o ex-gendarme lhe diz que esteve na Batalha de Gardignon ao lado do Visconde, sorrindo o Visconde lhe aperta a mão, o ex-gendarme dando um grande sorriso diz ao Visconde que o melhor lugar é na Área da Realeza, o Visconde agradece e se despede do homem, então se dirige a Área da Realeza para assistir a ópera da noite.

[justify][tab=30]Após receber os relatórios sobre a abertura da Invernada e dos Açougues, o Marquês decide relaxar um pouco. Saindo do Palácio dos Marqueses, pensou em pssar na Les Amis, mas, vendo o movimento no recém inaugurado Theatro Imperial, decidiu assistir à peça apresentada, afinal há muito não tivera oportunidade. Adentrando o Theatro, cumprimentou e foi cumprimentado pelos presentes, subiu até os camarotes do 2º andar e, ao avistar o recém-retornado Visconde de Medeiros, foi cumprimentá-lo antes da peça começar.[/align]

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Coche Imperial aproxima-se do Theatro[/align]

O Imperador, ao saber da reinauguração do famoso Theatro, dirige-se ao centro da capital, para contemplar a Ópera da noite, chegando lá, já vê muitos dos nobres do Império posicionados nas cabines destinadas a estes, e dentro da grande ala real para sua surpresa, avista o Sr. Wellington, o Imperador sem hesitar, aproxima-se do Visconde, enquanto este levanta-se e faz a reverência ao Imperador, seguindo-se este gesto de um forte aperto de mão por parte de Sua Majestade, que não escondia sua alegria em rever o Visconde.

Em seguida os presentes tomam suas posições, sentando-se, visto que com a entrada do Imperador, todos os presentes no Theatro haviam-se levantado, o Imperador senta-se fazendo um leve gesto de saudação a todos os presentes, e começa a ler o folhetim com a programação da Ópera.

Tiberius aproxima-se do Theatro, admirando a belíssima arquitetura do prédio. Aproximando-se da bilheteria, mostra o título de nobreza, o que lhe deixa entrar por cortesia do Theatro. Ele recusa quando mostram-lhe o caminho para sua cabine, dizendo: “Irei me sentar junto ao povo, é de lá que venho e é lá que permanecerei, obrigado.” Senta-se na plateia que estava aos poucos tendo seus assentos preenchidos. Para aproveitar o tempo de espera até o início do espetáculo, Tiberius fica observando a beleza interna do Theatro, que o fazia lembrar de belas histórias sobre os teatros europeus.

Nero chegava ao lugar e conferia se tudo estava pronto para dar inicio ao concerto que pagara bem caro para acontecer, ao ver os dignatários presentes e demais assobiava para o contrarregra que fechava-se a cortina do palco instantaneamente ao ouvir tal assobio .
Após Nero se dirigia até a ala aonde Sua Majestade se encontrava juntamente aos demais nobres para acompanhar o espetáculo que viria se iniciar em minutos.

[offtopic]Favor redimensionar as imagens do post da empresa.[/offtopic]


[center]O Espetáculo se inicia com alguns minutos de atraso devido há alguns atrasos dos atores…[/align]

[font=Century Gothic][size=150]Após Dez minutos de espetáculo com todo o público vidrado ao palco um homem aparentemente “Nobre” com um uniforme militar de cunho da Gendarmeria arriva-se na bilheteria do Theatro Imperial e diz ao bilheteiro:

  • Boa noite, meu jovem… ( Fala do assassino )
  • Boa Noite, Senhor… veio assistir a Ópera? ( Fala do Bilheteiro )
  • Certamente, mas creio que cheguei atrasado não!? existiria uma possibilidade de eu adentrar ao espetáculo? Sou sargento da Gendarmeria e nobre de Sua Majestade o Imperador, Cavaleiro para assim dizer. ( Fala do assassino )
  • Ah desculpe-me, é claro que pode assistir ao espetáculo, *Dizia o bilheteiro entregando o ticket para o homem adentrar , logo após entregar o ticket o bilheteiro pergunta: - Senhor!?, poderia por favor me mostrar sua declaração de nobreza? É algo rotineiro se é que me entende.
  • Mais é claro, meu jovem * Dizia o homem, retirando oque aparentava ser sua declaração nobiliarquica, ao chegar mais perto do bilheteiro que estava ao lado oposto do balcão o homem retirava de seu pulso uma adaga escondida que apunhalava o pobre bilheteiro no estômago.
  • Humpft… menino burro! * Dizia o homem após apunhala-lo e ter cobrido sua boca para evitar alardes… Logo após limpava sua mão que estava com vestígios de sangue e seguia rumo ao Espetáculo com seu ticket em mãos.

Após entregar seu ticket ao segurança que estará a porta, o Homem entrava a majestosa ópera que se estava encenando e olhava em direção a plateia e logo após aos camarotes no 2º Andar… Tal vê a cabine aonde o Imperador e toda corte e alguns nobres estavam assentados e se dirige em direçã a cabine subindo as escadas.[/size][/font]

[font=Century Gothic][size=150]O Homem arriva no 2º Andar e sai em direção a porta da cabine do Imperador que estava sendo assegurada por 2 Ulanos Imperiais , após ficar diante de tais um dos Ulanos diz:

  • Senhor!? Está na hora!? Dizia o Ulano mostrando sua marca nos punhos " Coroa Invertida "
  • Sim, esta é a hora… hoje,aqui faremos um novo rumo a esse país que por tanto tempo se viu assolado pela peste Republicana e Monárquica, está na hora de termos nossa merecida Vingança.
    Após ouvir tais os Ulanos fazem um sinal positivo com a cabeça e abrem a porta da Cabine da Coroa Gesebiana.

O Homem adentra ao recinto e vê todos sentados acompanhando distraidamente o espetáculo ( Imperador, Visconde de Medeiros, Chanceler Alexander,Nero de Bragança etc. ) os Ulanos que estavam a porta também adentravam ao recinto com suas armas em mãos e trancavam a porta.
O Homem então dizia: - Majestade!? demais excelências presentes… tenho o orgulho de anunciar uma comemoração extra ao espetáculo
Após ouvir tais Nero vira-se rapidamente e diz: - Ora, Que atração EXTRA? eu não encomendei nenhuma atração EXTRA meu Senhor… * Dizia levantando-se e indo em direção ao homem
O Homem então retrucava : - Você!? Você não encomendou nada… esse show é por minha conta dizia o homem retirando sua camisa e ficando expostas todas suas cicatrizes
Nero então após ouvir, dizia: - Olhe aqui meu senhor… esta é uma cabine restrita vejo que por vosso uniforme sejas membro da Gendarmeria ou Armada mas não tolerarei tamanha maluquice … dizia Nero olhando para o homem, logo após olhara para os Ulanos e dizia: - Soldados, retirem esse homem daqui e de preferência do Theatro.
Um dos Ulanos avança com sua Arma e dispara um Tiro sob a perna de Nero que automaticamente cai sob o chão se remoendo de dor.
O Homem então dizia : - Bem, não era assim que eu pretendia iniciar o show mas que assim seja… Os ulanos rendem os demais presentes na cabine e retiram as armas que carregavam convosco.
O tiro havia-se ecoado por todo Theatro, o espetáculo se pausava as pessoas se alarmavam que o disparo havia-se vindo da Cabine reservada a Coroa e começavam a sair correndo do Prédio.

O Homem ao ver o total alarde das pessoas diz: - Primeiramente , Executaremos Visconde de Medeiros nosso recém nobre turista - dizia a um tom de sarcasmo por ter tomado ciência da recente volta do Visconde.

  • Logo após O Chanceler do Povo, Alexander di Draconi e depois o Imperador ou seria nossa amada Imperatriz? * Dizia o Homem visivelmente calmo

Os Ulanos , começavam a verificar as saídas da cabine e as trancavam e sempre a alerta dos ilustres convidados do Homem.[/size][/font]

O Visconde vira a cena e ao ver que os homens empunhavam pistolas retirara a mão de seu sabre, ao ver Sua Excelência o Sr. Nero ser baleado, o Visconde se adianta e logo é apontado como a próxima vítima.
O Visconde calmamente olha para os conspiradores e diz

Senhores, quem são vocês e o que querem? não veem que não saíram daqui vivos? quem quer que tenha os enviados não deve ser muito inteligente, vocês podem possuir armas mas são três e em questão de minutos toda a Gendarmeria e Fuzileiros estarão cercando o Theatro.

O Homem ao ouvir a indagação do Visconde de Medeiros a um som Intimidador diz: - Ora, Visconde? E quem disse que nosso objetivo é sair desse recinto com vida? servimos a um IDEAL mais louvável que a vida e a morte, todos vocês aqui presentes nessa cabine pagarão oque devem.
Após dizer o homem aponta sua arma em direção ao Visconde de Medeiros e dispara em direção a sua perna direita, fazendo tal Cair se corroendo de dores enquanto os demais assistiam incrédulos.
O Homem dizia - Bem, já temos 2 baleados… alguém mais quer ter uma bala? Da próxima vez acertarei na cabeça para finalizar as lamentações dizia o homem chutando Nero após ficar enjoado de ouvir sua dor.

Senhores, dizia o homem aos ulanos… qualquer movimento brusco atirem para matar!
Logo após o homem pegava o Imperador pela roupa e dizia: Majestade, é tão bom falar com vós nesse dia de hoje… após dava um tapa em seu rosto e se dirigia até um dos bancos para se acomodar.

Victor, que estava na área da plebe comum ao ouvir os disparos vindo da Área da Nobreza, procurou então o Comissário-Geral da Gendarmeria, o Barão Tiberius, que vira mais cedo na entrada. Após procurá-lo mas não o achar, Victor resolveu agir por conta própria, ele então abriu sua maleta que além de papéis e relatórios continha seu inseparável Colt Peacemaker .45 e começou a subir as escadas com cautela e furtividade.
Ao chegar próximo a cabine do Imperador, ouviu homens discutindo, uma voz lhe era familiar, era a voz de Wellington, seu primo que também havia ido ao Theatro.
Ele chegou próximo a porta, apontou a arma para frente segurando-a com as duas mãos e chutou a porta surpreendendo aos sequestradores. Ele então em uma ação rápida atirou acertando ao peito de um dos Ulanos, que com o impacto do tiro bateu na proteção e caiu de cabeça no chão.

  • Ainda me sobram mais 5 balas no tambor, alguém arrisca-se a se mexer? - Perguntou em tom irônico.

O outro Ulano restante tentou acertá-lo com a baioneta do mosquete, mas com o movimento lento graças ao peso da arma, Victor desviou do mesmo e atirou por duas vezes no homem que o atacara.

  • Pelo crime de Alta Traição e de Lesa-Majestade para com sua nação, para com seu povo e para com seu Imperador, eu o declaro sentenciado a morte in nomine Patris, et Filii et Spiritus Sancti. Que Deus tenha pena de vós, por que eu não terei.

E após dizer isso, ele atirou na cabeça do homem, que caiu de joelhos ao chão.

O Imperador que assistira a todo o sangrento espetáculo em estado de choque, trêmulo cai sentado novamente na cadeira, vagarosamente retira a petaca de de uisque de seu bolso, bebe um gole e entrega ao Sr. Victor e diz, coloque nos ferimentos destes homens, eu estou sem forças!

Neste momento já houvem-se dezenas de gendarmes subindo as escadarias, e poucos populares haviam ficado na área comum do Theatro olhando para a cabine imperial, certamente todos militares e nobres de grande fidelidade.

Era visível a revolta do Sr. Nero, que tentava levantar-se e desculpar-se com o Imperador pelo acontecido na estréia do Imperial Theatro, mas a preocupação agora era outra, quem seriam estes homens? Por quem foram enviados?

Sir Wellington que fora baleado pegara um lenço e pressionava a ferida enquanto os médicos não chegavam, com muita dificuldade ele se senta.

Obrigado Vossa Graça, não creio ainda no que presenciei, como chegamos a isto? nem durante a Intentona eu vi algo assim.

Nero Ferido ao chão ao lado do Visconde de Medeiros, se desculpava ao Imperador.

  • Majestade, eu disse que tramavam algo maior… viste as cicatrizes e os anagramas da Coroa invertida? São os ’ Mesmos " que assassinaram os funcionários do palácio e alguns de nossos soldados, eu lhe disse… Malditos assassinos… Dizia nero visivelmente alterado .
    Olhava para o Visconde e dizia: - Está bem? são uns animais… não é a 1 vez que agem dessa vez tiveram a ousadia de atacar-nos pessoalmente…

O Visconde levanta uma sobrancelha e olha para o Sr. Nero.

Como? dizes que esses rebeldes já atentaram contra Sua Majestade indiretamente? que vidas já foram perdidas? como podes deixar a situação chegar a tal ponto? eis o Chefe do Gabinete tens que cuidar da segurança de Sua Majestade, quem escolheu esses Ulanos? só pessoas de confiança deveriam proteger Sua Majestade.

Nero olhava para o Visconde e dizia: - Ninguém atacou o Imperador Indiretamente … tivemos casos isolados no palácio de degolamento de alguns funcionários e soldados… evitamos deixar tal vazar aos jornais para maior segurança.
O Imperador já havia sido notificado e estava cuidando como estou para os assuntos da Coroa, mas visconde uma coisa é certa tais homens seguem alguém ou algo…sem pestanejar… eu não posso prever atos e sim tentar evitá-los, o Imperador confia totalmente em minhas capacidades administrativas, não preciso de indagações. Dizia Nero se prostrando de Pé com a ajuda do Chanceler Alexander.

O Chanceler, que já estava pronto para sacar seu velho Colt M1860 do compartimento secreto em sua bota quando o Barão de Firgen irrompeu na sala, com a rendição dos criminosos corre examinar os dois feridos, seu anos de guerras e combates pelo mundo lhe ensinaram bem mais do que simples primeiros socorros. Após alguns mintuos examinando os dois, declara:

  • Nada muito grave, apenas devem ser levados até a Casa Murista para a retirada das balas, mas fora isso, com um pouco de descanso logo estarão como novos.

  • Agora, como que os próprios Ulanos Imperiais, a mais alta estirpe da Armada, aceita se conluir com um plano como este? Alteza, se permitir, irei dispensar a todos e encaminhar ordem ao Sr. Tiberius q os investigue e interrogue. Enquanto isso, cedo para Vossa segurança minha própria Guarda de Honra. São homens com os quais eu próprio servi no campo de batalha, e os quais dariam a vida por mim assim como eu daria por eles.

O Visconde ouvira o Sr. Nero mas ainda não se conformara.
Obrigado Excelência, Senhores irei para a Casa Murista se me permitirem.
Majestade peço que se cuide, não confie em ninguém.

Após dizer isto o Visconde com a ajuda de um Gendarme se retira do local.

Após acabar com o planos dos assassinos, cuidar dos ferimentos do Visconde e do Chefe do Gabinete da Coroa junto ao Marquês Alexander, Victor ouviu as indagações a saída do Visconde para a Casa Murista e entrou na discussão.

  • Como pode a Elite da Elite da Armada e dos Fuzileiros fazerem uma coisa destas agora? Esconderam isto pra não atiçar a mídia, tudo bem, mas que levasse o Imperador para um local seguro. O Palácio dos Inválidos, um Palacete em Dracônia, a Villa Augusta do Rei da Romania, várias são as possibilidades de locais, mas por que vós não levastes o Imperador para um local seguro? Deixaste-o aqui a mercê desses malfeitores, ou melhor, ASSASSINOS SANGUINÁRIOS que buscam arruinar com a nação. Até alguns meses, ou semanas quando vós assumistes este cargo, não lembro de ter havido algum fato similar a estes que dissestes aqui.