Expectativas

Bem pessoal, pra estrear essa sub seção sobre o Total War Atilla, gostaria de criar esse tópico para que nós possamos dizer nossas expectativas sobre o jogo em todos os aspectos! Não gostaria de ser o primeiro, então vou deixar por conta de vocês, digam aí, o que esperam desse novo jogo?

Nao muito, achei mais do mesmo com algumas inovaçoes quase que insignificantes e com grafico aprimorado. Mas se eles n pisarem na bola agora, eu vou pegar, talvez, n sei ainda pq ainda ta em pre-alpha. Ah, eu n sei se vcs sabem, mas eu achei um pacote completo do Attila ate agora.

youtube.com/watch?v=p4bJSteX18k

Minha expectativa é sempre que o MP exista de verdade :stuck_out_tongue:

Se fizessem uma dlc, atualização ou qualquer coisa no M2TW que permitisse uma campanha MP, isso sim seria um aviso bomba! =O

Alien: Colonial Marines foi um fiasco sem concerto e Rome II com certeza foi responsável por um intenso frio na barriga da Sega, como publisher. Mesmo que a gigante do setor de entretenimento eletrônico, responsável por grandes títulos do mundo dos games, não faça parte da produção direta dos novos jogos da série Total War (A Creative Assembly, criadora e produtora da franquia desde o inicio, foi adquirida pela Sega a partir do primeiro jogo Rome), em um mercado bilionário e constantemente em expansão, sequencias de tropeços acabam gerando grande perda de capital financeiro. Com certeza a Creative Assembly e Sega tiveram muitas conversas após o lançamento do Rome II.

A maioria do consumidor final, isto é, aquele que não necessariamente entende a fundo a logística e mercadologia por detrás da industria de jogos eletrônicos, mas simplesmente usufrui da maquina como passa-tempo sem vinculo financeiro ou cultural, não compreende a fundo os fatos que ocorrem desde o anuncio de um jogo, passando pela fase de produção até o lançamento e posterior feedback de mão dupla que ocorre entre empresa e consumidor. A maioria do jogador comum, aquele que não se importa com os aspectos técnicos e confiabilidade das informações passadas pelo produto, que se interessa apenas em sentar-se na frente do monitor e jogar, não que isso seja um erro, não compreende na sua totalidade a dificuldade e intenso trabalho para se criar um jogo, de qualquer espécie, de qualquer categoria, no mundo de hoje. O jogador casual, aquele que não acompanha noticias, lançamentos, entrevistas, que não entra em sites especializados, que não frequenta forums, quase na sua totalidade desconhece o funcionamento e o impacto direto que a industria dos video jogos causam na economia mundial, inclusive das supostas fraudes, espionagens, subornos e guerras silenciosas entre empresas que ocorrem no “mundo virtual”. Gráficos não são necessariamente importantes, vide a intensa parcela da industria que está segmentada no novo conceito “Indie”, onde a diversão conta muito mais do que o aspecto gráfico, mas o jogador de fim de semana, aquele que possui o maior poder de compra, porém, o menor grau de especialização no ramo do entretenimento eletrônico, não reconhece, ou mesmo desconhece, o labor árduo da programação e desenvolvimento de um jogo, desde as primeiras linhas de comando, digitadas por um engenheiro computacional, até os últimos retoques de linhas e cores, feito por um design gráfico.

Diferente da Creative Assembly, a Gearbox (desenvolvedora do fiasco Alien Colonial Marines) não pertence à Sega. Segundo informações que circularam através de noticiais nos últimos meses, o que ocorreu com Alien Colonial Marines foi um problema de ordem administrativa entre Sega e Gearbox, onde é possível encontrar até indícios de fraude e assuntos criminais. Ocorre que a Gearbox, aparentemente, desviou o dinheiro da produção de Colonial Marines para desenvolver Boderlands 2, e que a produção de Alien teria ficado sobre a supervisão de uma 3º empresa a um valor irrisório perto do orçamento inicial da produção. Verdades ou mentiras já não importam mais depois do grande estrondo que foi Colonial Marines. Em contrapartida, a Sega em parceria com a sua desenvolvedora Creative Assembly, anunciou para o final de 2014, Alien: Isolation, produto que servirá como reposta de que, se Colonial Marines foi ruim, não foi culpa da Sega. Ok, e Rome II?

Rome II foi lançado em setembro de 2013 e logo uma chuva de criticas negativas permearam o titulo. Diversos usuários relataram problemas técnicos como bugs que afetavam diretamente a jogabilidade. Os gráficos estavam pesados e até mesmo máquinas poderosas estavam enfrentando problemas para rodar o jogo. Mas a grande maioria das criticas era, sem dúvida alguma, voltada para a reformulação do sistema de jogo. Quase que em sua totalidade Rome II foi alterado em relação aos seus antecessores. Muita coisa, que eram aclamadas pelos fãs, como arvore genealógica, recrutamento de unidades sem necessitar de generais e sistema de administração e evolução de uma cidade/região, foram totalmente alterados. Para aqueles que acompanharam a série desde os primeiros jogos foi um impacto, voltado para o lado negativo, o que gerou notas baixíssimas em diversos veículos especializados em jogos e entretenimento eletrônico, manchando assim parcialmente o nome Total War. Parcialmente pois, que eu me lembre, nenhum outro jogo teve tanto retorno dos desenvolvedores mesmo um ano após o seu lançamento. Foram 15 patches oficiais (Levando-se em conta os 12 meses do lançamento do jogo até o ultimo patche disponível, tendo assim uma média de 1 patche por mês) e vários conteúdos extras, desde campanhas alternativas até unidades de exercito novas. Mas o que ocorreu de errado?

Absolutamente nada vazou em relação aos erros que negativaram Rome II entre o publico gamer em geral. O que se pode analisar, em relação aos bugs e gráficos, foi a utilização de uma nova engine gráfica, o que consequentemente acarretou em diversos problemas que, mesmo com os diversos patches, ainda há alguns que persistem, mas de uma forma diminuta. Já o fator da reformulação no modelo base do jogo, que a cada novo titulo recebeu sempre uma pequena alteração, mas que nunca havia sido tão drástica como Rome II, tem a ver mais com conceitos pessoais e a velha máxima de “time que ta ganhando não se mexe”. Mas até que ponto ousar e arriscar não é benéfico para uma franquia.

Uma opinião franca e pessoal: Eu joguei pouco os títulos anteriores da série. Empire:Total War, antes de Rome II, foi o que eu mais joguei, cheguei a ter 40 horas de gameplay, mas foi só com Rome II que realmente me apaixonei pela série, com 330 horas de jogo até o momento. Realmente a dificuldade de Rome II é visivelmente mais fácil que os outros títulos, e é nisso que CA acertou, em termos. Rome II marca um novo inicio na série, novos gráficos, nova jogabilidade, novo sistema, mas a grosso modo, segue o mesmo conceito. Utilizando de uma perspectiva panorâmica, Rome II foi o esboço para atrair novos membros, angariar novos fãs, enquanto seria necessário apenas tentar manter a base já formada. Com o mercado em continua expansão, trazer um Rome II evoluído a partir dos seus antecessores, muito mais complexo, muito mais difícil, deixaria de puxar para a franquia novos adeptos e manteria-se somente a base, e afinal, em um mundo moderno qual empresa bilionária almeja manter-se estática na mesma situação? O crescimento dentro de um mercado competitivo requer esforço e alguns sacrifícios, como encarar a critica dos fãs saudosistas e dominar uma engine gráfica nova, e acredito que Rome II fez muito bem isso, pois mesmo com os problemas vendeu aproximadamente um milhão de cópias, e isso é um número fantástico para jogos de estrategia nos dias atuais. O futuro, observando a Sega e a Creative Assembly, sem dúvida alguma é promissor.

Total War: Attila será um divisor de águas. Se Rome II foi o esboço de uma nova direção, infestado de criticas, Attila será o ponto de nova convergência na série. Muita coisa antiga irá retornar, agradando assim os fãs mais arcaicos, enquanto novos modelos e novas ferramentas irão chegar para balancear a nova formula que iniciou-se em 2013. A perfeição, o jogo nota 10, a obra-prima, ainda não virá em Attila, isso ficara para 2016/2017, mas teremos sim um atraente e imersivo jogo de estrategia, muito mais sombrio (como a própria guerra é) muito mais imersivo, e acima de tudo, com gráficos polidos e uma engine mais adaptada. Olhando por detrás da cortina, observando os responsáveis pela criação, seja a Creative Assembly com aproximadamente 200 funcionários no desenvolvimento da franquia, seja a Sega com o investimento e a distribuição, e analisando os últimos acontecimentos do mercado, Total War: Attila, será um jogo excepcional. Palavra de um fã!

Nenhuma.

kkk

Pior… ótimo post, simples e direto. Estou com vc guilherme

Eita, baita de um texto ein thiago!

Pior que eu li o texto inteiro. Ele começa pessimista, mas termina otimista. Não deixa de apresentar uma boa visão sobre o assunto.

Tmbm não estou muito animado,mas não pelo que o jogo possa a vir a ser; estou mais contido em relação a expectativa por conta de mim mesmo, me desiludi muito com o Rome 2. Não vou dar tanto hype até que a CA/Sega prove o contrario, mas compartilho um pouco da opinião do thiego em relação a esse, e aos possiveis novos titulos, acho que o Atilla será para o Rome 2 um divisor de águas assim como foi o FotS para o Shogun 2. Claro tomadas as devidas proporções.

E eu acabei esquecendo de falar das minhas expectativas. Não são tão altas, mas eu espero uma melhora no sistema de política principalmente, já que haverá agora uma family tree e isso foi o que mais me empolgou. Esse sistema de destruir cidades tô com curiosidade de ver como ficou na prática também. De resto, espero que tenham ouvido a comunidade.

Estou na expectativa, apesar da decepção de não ser um medieval 3 ou empire 2.

Acredito que este jogo terá grandes novidades, como o rome 2 teve na questão de batalha naval e terrestre junto, sistema de províncias, etc. Sabemos que o rome 2 não foi grande coisa em seu lançamento mas que depois de um ano é outro jogo. O Atilla sera a cereja do bolo para finalizar o rome 2 e com certeza o ingrediente para o medieval 3. Haja visto o histórico dos total wars, o medieval 2 foi um salto nas batalhas terrestre (em graficos) dos seus antecessores, o empire incorporou a batalha naval, o shogun 2 o sistema de atribuir skills aos generais e personagens, o rome o sistema de batalhas terrestre/navais etc, então acredito que vai vir coisa boa por ai.

A CA esta se aprimorando, quem sabe não teremos um medieval 3 com o sistema igual o crusaders kings e o combate do velho e bom total war :wink:

Sem esquecer que o Attila vai incorporar um sistema de destruir cidades que, particularmente, tá me deixando bem empolgado!

Eu to com medo de isso virar um civilizacion, apesar de admitir que é uma boa ideia.

Eu gostaria de, além de um sistema de destruir cidades, tivesse um de construir. Eu adorava o “pipocamento” de vilas do Empire, e fiquei triste quando não isso nos jogos subsequentes. Parecia mais real, e dava um significado especial no crescimento populacional. Eu acho que eles deviam investir mais nisso…

Não estou com muitas expectativa, apesar de ter adorado as barricadas. Imaginem um mod sobre as revoluções na Europa, agora com barricadas?! Seria épico demais! =D

Concordo contigo. Sempre senti falta de construir algo, nem que fosse pequeno, em algum local estratégico. E também gostei da ideia das barricadas!

Na realidade barricada ja tinha desde o medieval 2, se não me engano era as unidades de arqueiros que podiam faze-las e vieram aprimorando até o rome 2 só que na verdade nunca foi muito eficiente.

Na verdade no Medieval 2, nâo sâo barricadas mas estacas para protege apenas da cavalaria, mas barricada sâo para atrasa o inimigo

realmente, acho que um exigiria o outro, mas espero que eles tomem bastante cuidado, uma vez que pode virar um civilizacion.

Acho que esse aspecto de civilization seria uma coisa boa, dando para nós um pouco mais de liberdade…

Não curti muito civilization. Acho que o sistema poderia ser igual ao Empire, mas ao invés da cidade surgir do nada a gente escolhia onde ela seria erguida.