[FoGII] O Declínio de Um Império

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[center]Field of Glory II[/align]

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[center]O Declínio de Um Império[/align]
[center]Apresentação[/align]

Uma narrativa centrado nas batalhas em turnos do Field of Glory II, sendo feito em batalhas customizadas que não fazem parte da campanha, voltada para acontecimentos fictícios mas com macro eventos reais do final da vida do Imperador Majoriano até o final do Imperio Romano do Ocidente. Acompanhando a trama de Domiciano Natta, e seus comandantes diante deste declínio.

[center]Índice:[/align]

[center]Capítulo I: Legião XVII Gálica
Capítulo II: Batalha de Lugdunum
Capítulo III: Em Avaricum
Capítulo IV: O Recomeço
Capítulo V: Batalha dos Campos Vesontianos Parte 1
Capítulo VI
Capítulo VII
Capítulo VIII
Capítulo IX
Capítulo X[/align]

[center]Capítulo I: Legião XVII Gálica[/align]

[font=Times New Roman][size=150]Era uma tarde nublada perto de Lugdunum, onde estavam acampadas as tropas limítanes, de repente era visto na estrada fileiras de soldados, tocam a tuba enquanto os soldados se viram para olhar os novos soldados chegando, na frente havia alguns homens em cima de cavalos, perceptivelmente o comandante dessas tropas. Até que em certo ponto, alguns deles descem de seus cavalos, enquanto suas tropas começam a descansar, eles seguem alguns metros até uma tenda com 2 guardas do lado de fora.

O comandante da tropa estacionada ali deixa entrar os homens, o primeiro lhe entrega uma carta.

Enquanto ele segura lendo, ele diz, “Então… você seria Lívio Balba, e aquilo do lado de fora seria a Legião XVII Gálica?”

“Sim”, disse Lívio. E continuou “Fui mandando pelo Mestre dos Soldados Egídio com a legião, para dar suporte aos limítanes.”

“Aqui diz isso, e o que você trouxe contigo?” Perguntou o comandante local.

“Trouxe comitatenses e uma cavalaria auxiliar.”, com pausa Lívio volta a falar, “E também veio comigo Séxtio Nerva e Aelio Pulcro.”

“Ótimo, e você está ciente que esta defesa é crucial? Se estivesse controlada Egídio não mandaria uma legião.” Disse Domiciano, o comandante local.

Levantou a voz Aelio, “Nós estamos ciente da situação, é bem deliciada, por isso não fomos colocados no comando da legião, você Domiciano, continua no comandando”.

Com a mão no queixo e olhando pro lado da tenda disse Domiciano, “Entendo, as duas derrotas que sofri, e seguidas, foram a causa disso, querem que eu mostre que não sou totalmente dispensável.”

Declamou Lívio, “Uma mudança de comando agora pode piorar a situação, além disso Egídio, e provavelmente o imperador já sabe de suas derrotas, depois que que o General Félix sabemos que você o próximo na linha de comando, ainda continua aqui também porque as investidas dos bárbaros não acabaram, e você é o comandante mais perto do inimigo.”

“Minha vida depende do sucesso militar nesta fronteira, provavelmente ou serei encarregado de outro cargo pelo império, talvez uma província mais pacífica, se é que existe no momento uma assim.” Continuou Domiciano, “Bem, organizem as tropas, os bárbaros estarão provavelmente por perto amanhã, e mandem batedores ao norte, no momento temos poucos ineficazes.”

“Sim, senhor.” Disse os três comandantes recém chegados.

A legião começou a armar acampamento perto do rio que passa por Lugdunum. Enquanto os generais da legião voltavam a se reunir com Domiciano e discutir sobre a estratégia que usarão, agora o exército sob o comando de Domiciano tinha a vantagem dos números de tropas.
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[center]Capítulo II: Batalha de Lugdunum[/align]

Na manhã seguinte, a Legião XVII Gálica começou a se aprontar para a partida, seguindo o rio que passa por Lugdunum, esperando encontrar os inimigos no terreno plano entre o rio e um segmento de montanhas antes dos Alpes. Domiciano foi avisado que os inimigos estão vindo do norte pelos seus batedores, e organiza sua defesa, o esperado é que chegariam antes do dia acabar.

Era a tarde, cerca de 17h do dia, já era visto os inimigos se aproximando, mas eram relutantes, e então Domiciano, comandando a cavalaria no flanco esquerdo ordenou que Lívio com os comitatenses e os limítanes avançassem aos poucos pelo morro, mas eram atacados pelos arqueiros inimigos significativamente, enquanto os escaramuçadores iam para a linha inimiga com a tática de atacar e correr na infantaria inimiga, Aelio Pulcro foi posto para comandar a cavalaria no flanco direito, enquanto Séxtio Nerva ficava do lado de Lívio no centro com a infantaria.

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Enquanto os inimigos avançavam, ao mesmo tempo conforme a tática prevista, a cavalaria nos flancos começara a atacar os flancos da infantaria, aproveitando que algumas tropas ficaram para trás sendo atrasadas pelos escaramuçadores, enquanto no flanco direito, os escaramuçadores inimigos foram surpreendidos pelos arqueiros e a cavalaria leve de Aelio Pulcro.

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Domiciano no flanco esquerdo, começa a infligir muita baixa nos inimigos, enquanto parte das tropas do centro começam a envelopar o inimigo no flanco esquerdo, e a outra parte a fazer o mesmo, ajudando as tropas de Aelio, onde neste lado, a cavalaria não fora eficiente o bastante, enquanto alguns limítanes começam a recuar diante dos bárbaros.

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Os ataques continuam, o flanco esquerdo inimigo rompe, Domiciano obtém sucesso, a infantaria bárbara se fragmenta e começa a fugir, deixando o Rei Gundíoco perdido atrás das tropas, por outro lado, Lívio continuara a subir o morro, fazendo os arqueiros fugirem. A cavalaria de Aelio conseguiu fazer algumas unidades de infantaria cederem, mas o a maioria deles não cedem, por outro lado, fazem a infantaria romana começar a ceder, enquanto as constantes cargas de cavalaria de Aelio são repelidos, mas agora ele tem a chance de voltar a batalha, e infligir por trás a infantaria inimiga que já começa a sofrer com os escaramuçadores pela retaguarda.

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No final do dia, depois de algumas horas sem nenhuma luta no flanco esquerdo, Domiciano e seus homens já começam a gritar vitória, erguer suas armas aos céus, no flanco direito, as tropas romanas conseguem quebrar a linha inimiga, a infantaria depois de sofrer muito, consegue reverter a situação e colocar as tropas inimigas para fugir. O Rei Gundíoco foge com o restante de suas tropas, mais da metade fora destroçada naqueles morros.

[font=Times New Roman][size=150]Com a noite já caída, com as tropas contando os mortos, saqueando os corpos caídos dos inimigos, pegando seus despojos.

“Que vitória gloriosa Domiciano, Egídio ficara feliz em saber de sua vitória!” Disse Aelio chegando na fogueira de Domiciano.

Domiciano se vira e fala, “Ou… me mandará para servir um senador qualquer.”

Lívio e Séxtio que estavam sentados começam a rir, Lívio diz, “Claro que não, ele provavelmente ira querer você mais perto dele do que em Mediolanum!”

“Que Deus te ouça, bem que eu iria querer um cargo de general, ou quem sabe uma legião ao meu comandando na Gália.” Disse Domiciano.

“Com o Imperador vindo para a Gália acho que continuaremos com os pés sujos de lama…” Disse Lívio.

Aelio o interrompe declamando, “[…] Ou em nossas casas com nossas mulheres – enquanto gargalham com copos de cerveja na mão – Olhe, até que gosto de minha capa vermelha suja de lama.”

Domiciano quase sorrindo, olha pro seu copo e o levanta, “Senhores! A vitória gloriosa de hoje!” E todos levantam seus copos aos gritos e risos.[/size][/font]

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[center]Capítulo III: Em Avaricum[/align]

[font=Times New Roman][size=150]“Domiciano! General Domiciano!” Gritou um homem bem vestido no final da rua, “Eu Sou Líbio, oficial do escritório do Mestre dos Soldados da Gália, Egídio, fui mandado para me reunir com você.”

“Sou apenas Domiciano, não sou general, mas venha, nos siga até a vila (residência do governador).” Disse Domiciano.

“Ah, claro.” Falou Líbio, indicando a seus subordinados para os seguir também.

Domiciano, Lívio e Líbio entram na vila, chegam ao jardim, Domiciano toma a frente e fala, “Ah-ra! Grande Túlio! Olá meu amigo.” Enquanto sorria indo o abraçar.

Após um abraço caloroso, Túlio com as mãos nos braços de Domiciano, o olhando fala, “Domiciano! Soube que defecou nas calças perto de Lugdunum!”.

“Bem, você se borraria todo também!” Disse Domiciano.

“Sente, vamos!” Falou Túlio, indicando a seus servos para trazerem alguma bebida.

“Ah, Túlio, esses são Livío e Líbio, estão comigo” Exclamou Domiciano.

“Venham, venham, sentem também.” Gesticulando os braços disse Túlio. “Domiciano, lhe garanto, farei de tudo para que se torne general, essas províncias precisam ser defendidas.” Continuou Túlio.

“É… Isso já é certo, Egídio me mandou para dar as devidas glorificações.” Interrompeu Líbio.

“Pensei que iriam me mandar para a Dalmatia!” Rio Domiciano.

“Não, não meu amigo, só os melhores comandantes vão para lá!” Todo mundo começou a rir com essa fala de Túlio.

“Isso para que você tome o comando da Legião XVII Gálica.” Declamou Líbio.

“Aparentemente teria que ficar alguns anos em Lugdunum então.” Pensou dizendo Domiciano.

“Certamente, você foi encarregado da defesa contra os burgúndios ao norte, Egídio já tem que se preocupar muito com os francos.” Disse Líbio. “Ah, e não se preocupe se o Imperador precisa sancionar o comando a legião, isso já foi feito, ele está em Arelate.” Continuou Líbio.

“Tudo bem, hoje a noite faça as devidas cerimônias, amanhã já estou voltando para Lugdunum, é claro se Túlio nos fornecer um lugar apropriado.” Disse Domiciano olhando par Túlio.

“É claro que sim, as devidas medidas serão feitas, fique mais 2 dias, temos que botar nossa conversa em dia, além disso você nem me disse quantos bárbaros matou em Lugdunum! Certamente estou ainda na frente.” Disse Túlio rindo.

“Como assim está? Você não pega em uma Spatha a anos!” Continuo Domiciano.

A Noite tinha se tornado longa, após os acertamentos entre Líbio e Domiciano, ele tomou sua viagem para voltar ao escritório de Egídio, enquanto Domiciano, Túlio e Lívio continuaram na noite discutindo assuntos ao vento.

Voltando a Lugdunum, Domiciano começou a desbandar os límitanes, e armar as moradias para o restante das tropas. Líbio, Sextio e Aelio foram postos nos cargos mais altos da legião, já que já faziam parte dela antes de Domiciano.

O esperado era que Egídio convocasse a legião para invadir o reino dos burgúndios, mas sem essas ordens, apenas batedores e pequenos destacamentos entravam no território para verificar os movimentos dos burgúndios.

Em uma carta a Égidio, Domiciano escrevera, “Ao Mestre dos Soldados da Gália, Egídio. Os burgúndios não têm feito o ano todo qualquer movimento invasivo, nem se quer batedores foram vistos, por algum motivo estão pacíficos o bastante para nós fazermos uma investida surpresa, mas as ordens foram claras, esperar por ordens. Continuarei seguindo-a.”

A pacificação na fronteira estava indo muito bem, o Rei Gundíoco nem se quer mandava diplomatas notificar para não entrarem em seu território.
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[center]Capítulo IV: O Recomeço[/align]

[font=Times New Roman][size=150]Após meses no comandando da Legião XVII Gálica, Domiciano e sua tropa aguardavam ordens de Egídio que ainda lutava para se defender de bárbaros ao norte. Até que Líbio chega em Lugdunum.

Fora recebido diante um cenário frio, não muito alegre de um acampamento militar, na verdade parecia mais um ambiente cotidiano de escritórios de oficiais em províncias interiores, o silencio era bem observável.

Em sua sala, que passava a maior parte do dia, Domiciano sentava em sua cadeira, atrás de sua mesa no forte construído pelos soldados, pouco se via de Lívio, Aelio e Séxtio nos arredores.

“Senhor, um homem chamado Líbio está aqui para ver o senhor.” Disse o guarda entrando na sala de Domiciano.

“Oh, mande-o entrar.” Enquanto escrevia em um papel.

“General Domiciano, venho aqui sob as ordens de Egídio.” Disse Líbio.

“Sim, claro Líbio, sente-se.” Disse Domiciano levantando-se de sua cadeira. “Então… qual seria o assunto?” Continuou Domiciano.

“Não é um relatório de rotina, na verdade um relatório antes de você levar a Legião XVII Gálica ao encontro dos burgúndios ao norte.” Exclamou Líbio.

Domiciano se vira com uma cara de surpresa e fala, “Mas é claro, bem eu tenho toda a papelada sobre os soldados aqui mesmo, posso lhe dar, além disso, quando ele quer que eu levante os soldados?”

“Daqui a um mês, como diz nesta ordem no papel, bem eu ficarei aqui por um mês, ele espera que invada a retaguarda dos burgúndios, pois eles têm causado problemas no norte.” Disse Líbio. “Além disso, com seus relatórios mensais, os burgúndios parecem ter negligenciado a fronteira por aqui, para Egídio esse seria uma hora perfeita para o contra-ataque.” Continuou Líbio.

“Me parece algo grande, me parece algo que Egídio agiria sob as ordens do Imperador.” Domiciano disse enquanto pensa sobre.

“É algo que Egídio quer fazer sozinho, você sabe, o Imperador venceu os burgúndios a 2 anos aqui em Lugdunum, mas agora que seus planos de invadir o reino vandálico foram destruídos, acho que o mais sensato seria voltar para a capital. Além disso, Egídio é o encarregado dessa diocese, e sempre esteve fora das incursões do Imperador contra os bárbaros.” Respondeu Líbio.

“Sim, sim claro, irei comunicar a Lívio, Aelio e Séxtio.” Finalizou Domiciano.

As semanas se passaram, os límitanes voltaram a serem chamados, o preparo dessa vez é em maior escala. Egídio esperar transformar o Reino Burgúndio em federados e fornecer tropas para o império. No mês seguintes, os preparativos estavam prontos, a Legião XVII Gálica começara sua incursão dentro do território do Rei Gundíoco.
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Interessante a batalha! Só o texto do primeiro capítulo está estranho…

Minha primeira narrativa :hihi

[center]Capítulo V: Batalha dos Campos Vensontianos Parte 1[/align]

[font=Times New Roman][size=150]A legião partiu acompanhando o rio, esperando que chegasse a Vesontio, antes que os burgúndios levantasse seu exército e fosse em direção aos romanos. E isso não aconteceu como o esperado. O exército do Rei Gundíoco voltava depois de ter saqueado a fronteira norte dos romanos, onde tinha entrado em escaramuças com Egídio.

Com o Rei Gundíoco sabendo que uma legião tinha entrado em seu território, rapidamente ele levou seu exército a atravessar o rio que cortava Vesontio e ir de encontro com seu exército. Agora os romanos seriam parados de avançar até Vesontio, como Domiciano esperava, além de quer Egídio deixou de perseguir Gundíoco e fosse para a fronteira com os francos.

2 dias depois, a 1 dia de distancia de Vesontio, os batedores voltam para Domiciano informando que o exército de Gundíoco esta logo a frente, nas florestas adjacentes. Domiciano percebe que é a hora de colocar os soldados em posição, colocando os limítanes, comitatenses, palatinos auxiliares e mercenários bárbaros no centro, com no flanco esquerdo ao seu comando a cavalaria pesada e os escaramuçadores logo a frente. Com Lívio e Séxtio(dessa vez no comando) da infantaria no meio, e no flanco esquerdo com Aelio.

Domiciano chama seus comandantes para discutir a estratégia no acampamento enquanto os soldados começam a se formar no campo de batalha, sabendo que Gundíoco esta mais perto de uma dupla de morros a frente, Domiciano coloca Lívio em posição defensiva com os mercenários, enquanto no lado onde não há morros, Séxtio tentara ser menos defensivo nas investidas, enquanto Aelio é esperado cargar no flanco direito do inimigo, enquanto Domiciano com a infantaria leve lançar dardos nos inimigos quando puder.[/size][/font]

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O continuamento da batalha começa a ficar fora do esperado de Domiciano, enquanto os burgúndios avançam sobre a infantaria no centro, a cavalaria no flanco esquerdo se dispersa o esta atrasada para atacar o flanco, ele próprio começa a engajar em uma batalha contra um dos generais burgúndios, enquanto Aelio começa a colocar a estratégia para funcionar, Lívio recebe a infantaria leve que fugiu da infantaria inimiga, eles trouxeram eles para baixo do morro, como esperado.

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No centro, alguns destacamentos sofrem grandes baixas contra os inimigos e começam a recuar, preocupando Lívio e Séxtio, ainda mais porque nem toda a infantaria inimiga engajou na batalha ainda.

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Ué, não terminou a batalha?

pq as imagens são spoilers?

Interessante… aguardando a continuação :slight_smile:

Deu assunto para 2 capítulos

Parecia legal ¬¬|

vai ter

Economiza espaço ao meu ver.