[FROTA] I Frota da Marinha Arquiducal

[center]I Frota da Marinha Arquiducal[/align]

[size=140][font=Times New Roman][justify][tab=30]A I Frota, nomeada Imperador, é fundeada em Logromo, sendo composta pelos Encouraçados NSA Stéffan (capitânia) e NSA Cólera; pelo Cruzador NSA Azorrague; pela Corveta NSA Duquesa de La Luna e pelos Submarinos SSA Cetro e SSA Coroa. Atualmente, a I Frota é comandada pelo Vice-Almirante José Patrício Costa e Souza.[/align]

[center]NSA Stéffan[/align]

[spoil]Tipo: Encouraçado
Classe: Warrior
Tonelagem: 9.284t
Construção: 1891
Tripulação: 27 oficiais e 680 marinheiros
Armamento: 4 Canhões de 280mm e 8 Canhões de 170mm e 12 Metralhadoras de 50mm
Velocidade: 14 Nós[/spoil]

[hr]

[center]NSA Cólera[/align]

[spoil]Tipo: Encouraçado
Classe: Warrior
Tonelagem: 9.380t
Construção: 1891
Tripulação: 27 oficiais e 680 marinheiross
Armamento: 6 Canhões de 280mm e 6 Canhões de 170mm e 10 Metralhadoras de 50mm
Velocidade: 14 Nós[/spoil]

[hr]

[center]NSA Azorrague[/align]

[spoil]Tipo: Cruzador
Classe: Bahia
Tonelagem: 928t
Construção: 1865
Tripulação: 14 oficiais e 106 marinheiros
Armamento: 1 Torre com 2 Canhões de 150mm e 2 Metralhadoras de 50mm
Velocidade: 10 Nós[/spoil]

[hr]
[center]NSA Duquesa de La Luna[/align]

[spoil]Tipo: Corveta
Classe: Dunnord
Tonelagem: 2.382t
Construção: 1891
Tripulação: 16 oficiais e 152 marinheiros
Armamento: 2 Canhões de 150mm e 5 Metralhadoras de 50mm
Velocidade: 13 Nós[/spoil]

[hr]
[center]SSA Cetro / SSA Coroa[/align]

[spoil]Tipo: Submarino
Classe: Plunger
Tonelagem: 109t
Construção: 1891
Tripulação: 2 oficiais e 7 marinheiros
Armamento: 1 Bocal para Torpedo de 460mm
Velocidade: 7 Nós[/spoil]

[/font][/size]

[font=Palatino Linotype][size=150][justify]Às 16:00 daquele sábado, as tripulações do NSM Cólera e do NSM Azorrague estavam dispostas em seus respectivos conveses.

O Comandate-em-chefe Von Biller subiu pela escada lateral, acompanhado do Capitão do NSM Cólera. Um intendente gritou:

  • Comandante no convés! Sen-tido!

A tripulação bateu continência e foi passada em revista. Seu comandante lhes falou diretamente então:

  • Homens! Acredito que muitos dentre vocês esperavam aproveitar os últimos dias antes do recesso do ano-novo em nossa base… Contudo, não será assim. Não sou de muitas palavras, mas não há leveza nem esmorecimento para aqueles que estão sob meu comando! Há a missão e a justa recompensa após esta! Partiremos às 16 horas e 30 minutos, pontualmente. A seus postos!

O intendente novamente gritou:

  • Sen-tido!

Enquanto isso, o Comandante subiria para o passadiço. A II Frota Imperial partiria de Dunord e faria manobras a cerca de quarenta milhas à noroeste da Ilha Termonde.[/align][/size][/font]

[font=Palatino Linotype][size=150][justify]Pontualmente, às 16h30, o NSM Cólera e o NSM Azorrague deixaram o atracadouro da Base Naval de Dunord. Sendo levados por navios-rebocadores, os navios navegaram imponentemente pelas águas plácidas que banhavam o porto.

Após quase trinta minutos, seriam liberados para as águas abertas.[/align][/size][/font]

[offtopic][BBvideo 560,350]http://www.youtube.com/watch?v=MRsiwBoUQPM[/BBvideo]

A música nunca seria do período, mas é só um “ambience sound effect”.[/offtopic]

[offtopic][BBvideo 560,350]http://www.youtube.com/watch?v=izQsgE0L450[/BBvideo]

A música nunca seria do período, mas é só outro “ambience sound effect”.[/offtopic]

[font=Palatino Linotype][size=150][justify]O dia 19 de janeiro transcorreu da forma mais fúnebre possível. Dois homens da tripulação vieram a óbito, após gravíssimos quadros de desnutrição e desidratação crônica. Outras dezenas estavam na mesma sina. A água que todos consumiam, e que naquele dia viria a acabar, tornou-se o vetor de moléstias intestinais.
Ninguém em sã consciência continuaria a ingerir aquela água, se não fosse a fome extrema, sempre a ulcerar o estômago de cada um dos homens daquelas tripulações.

Outro problema se somara aos que já haviam: o material para combustão das caldeiras estava próximo do fim. Assim, a velocidade seria diminuída a três nós horários. Ninguém sabia ao certo para onde seguiam. Após a desilusão de não encontrarem a Grande Costa Oriental, a posição da II Frota foi reorientada no sentido sudoeste. Todavia, àquela velocidade não percorreria muito mais do que setenta milhas náuticas diárias.

Até a tarde do dia 20, outros seis homens viriam a morrer em função de quadros de desidratação severa atrelada a diarreias crônicas, vômitos e fortes abdominais. Todos temiam que fosse o princípio de cólera, uma doença cujo significado semântico era diferente daquele contido no nome da Nau Capitânia. E, se assim fosse, as tripulações estariam condenadas. Não havia como produzir mais soro com aquela água.

No início da noite daquele dia, René von Biller, que, apesar de seu péssimo estado, mantinha-se visitando os leitos e indo ao passadiço, foi informado de que não mais haveria material para combustão nas caldeiras para o dia seguinte. Restavam não mais do que dez horas. A partir de então, ficariam à deriva e poderiam ser arrastados de vez pela corrente.

O cair daquela madrugada foi dramático. Outro tripulante falecera; já era a oitava morte e outros pareciam próximas. O Comandante-em-Chefe foi até o convés, pois ali ficaria até o Azorrague sinalizar que o fim chegara. Por volta das 2h26 da manhã, René olhou a bombordo e viu luzes pouco acima da linha do horizonte.
Pensando estar delirando, caiu em choro, apoiando-se sobre em uma estrutura metálica. Poucos minutos se passaram até que um oficial do passadiço gritou:

  • Comandante, luzes!

Ao ouvir aquilo, percebeu de que não era um delírio. Com um esforço quase sobre-humano, correu para a escada que dava ao passadiço e a outra que dava ao pavimento acima deste. Sem demoras, acendeu o primeiro de uma série de sinalizadores.[/align][/size][/font]

[font=Palatino Linotype][size=150][justify]Durante todo o restante da madrugada do dia 21 e a parte da manhã, equipes médicas vindas de navios da I Frota Imperial foram transladas ao NSM Cólera e ao NSM Azorrague. Centenas de homens careciam de cuidados médicos imediatos. Soluções fisiológicas foram administradas a todos os tripulantes.
Nenhum homem voltaria ao trabalho, seja ele qual fosse, até a chegada em Dunord. Até mesmo René von Biller foi obrigado a ser internado em seu próprio leito, a fim de receber cuidados.

Para a surpresa dos homens que ainda tinham alguma lucidez, eles haviam chegado muito próximo da região onde se procediam os exercícios semanas atrás. A navegação fora imprecisa, mas de alguma forma correta. Os dois navios foram atados à cabos de aço e rebocados pela I Frota. Da mesma forma, os dois navios foram isolados profilaticamente em virtude do péssimo estado de higiene que se encontravam, pois continuam restos fecais, vômitos e podridões diversas.

As formações navais partiriam imediatamente para Porto Dunord. Foram mais cerca de 25 dias que a II Frota permaneceu em operação. Onze homens faleceram ao todo. Quase duzentos estavam em estado grave, mas com o auxílio médico se recuperariam. E todos estavam abalados.[/align][/size][/font]

[font=Palatino Linotype][size=150][justify]As duas frotas chegaram em Porto Dunord na tarde do dia 22 de janeiro. Na Base Naval, uma grande comitiva de médicos e enfermeiros aguardavam para iniciar cuidadosamente a remoção e internação de todos os tripulantes.
Os dois navios da II Frota seriam desinfectados durante o restante do dia.

As duas belonaves estavam extremamente avariadas. O NSM Cólera se encontrava sem o leme e possuía grandes danos estruturais na popa. Já o NSM Azorrague praticamente tinha praticamente fundido os motores, tendo o leme amassado e fortes perfurações a estibordo. Ambos seriam removidos de serviço por tempo indeterminado.[/align][/size][/font]

A II Frota, após muito tempo parada é preparada para estar em alto mar novamente. Infelizmente seria para garantir, novamente, a unidade do Império.

Logo pela manhã a II Frota zarpa em direção à Baía de Kiribati.

Chegando à Baia de Kiribati, a II Frota se posiciona em modo de segurança:
Na entrada da baía ficarão NSM Azorrague e NSM Duquesa de La Luna.
Próximo à Áquila mas longe do Forte dos Césares ficará NSM Cólera.
E em Gardignon ficará o NSM Stéffan.

O capitão Lavousier determina que nenhuma embarcação, seja do tamanho que for, poderá entrar ou sair da Baía sem expressa autorização dele.

Com a solução das revoltas, toda a 2ª Frota efetua um bloqueio no estreito de Uruguaia.

Um pombo-correio chega a II Frota Imperial,

A I Frota Arquiducal realiza patrulhamentos contínuos entre Gardignon e Bellé Nord, seja as três naus sozinhas ou em conjunto. Contudo, concentram-se, majoritariamente, na Baía de Kiribati e no Estreito de Uruguaiana.

A estratégia de patrulha continua firme mesmo não sendo muito efetiva, servindo mais como demonstração de poder.

A I Frota observa as movimentações da frota romaniana serem efetuadas muito próximas à fronteira e reportam tal situação ao Almirantado.

A frota prepara-se para receber sua nova nau.

A frota realiza seus preparativos para o treinamento do mês que vem.