[FROTA] I Frota Draconiana

A I Frota é a força naval da Dracônia nos Mares do Sul. Recentemente tendo recebido diversos reforços importantes, está de par a par com qualquer outra força naval da ILha. Isso, somado à tenacidade e experiência de seus tripulantes, torna a I Frota uma força a ser temida por todos.

  • Encouraçado NSM-E01

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NSM-E01
Classe: Warrior
Tonagem: 9.284t
Construção: 1891
Tripulação: 707 oficiais e marinheiros
Armamento: 4 Canhões de 280mm e 8 Canhões de 170mm e 12 Metralhadoras de 50mm
Velocidade: 14 Nós
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  • Encouraçado NSM Hiryuu

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Encouraçado NSM Hiryuu
Classe: Warrior
Tonagem: 9.284t
Construção: 1891
Tripulação: 707 oficiais e marinheiros
Armamento: 4 Canhões de 280mm e 8 Canhões de 170mm e 12 Metralhadoras de 50mm
Velocidade: 14 Nós
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  • Torpedeiro NSM Morais

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NSM Morais
Classe: Mercante
Tonagem: 1382t
Construção: 1878
Tripulação: 137 oficiais e marinheiros
Armamento: 6 Canhões de 150mm
Velocidade: 13 Nós
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Encouraçado NSM-E02
10 Fragatas
9 Torpedeiros
10 Destróieres
10 Submarinos
5 Cruzadores

A tripulação que compõem as embarcações e formada por marinheiros de varias partes do antigo Império, homens com honra, coragem e grande disciplina militar.

  • Oficial no passadiço! - Gritou um sub-oficial.

Todos que lá estavam se colocaram em sentindo.

  • À vontade senhores. Preciso que chamem os capitães da Monitor Fluvial e do NSM-FH01.

Assim que os capitães chegam uma reunião se inicia em minha sala de comando.

  • Bom senhores, o grande almirante ainda está preocupado com relação a ameaça de um ataque dos Estados Papais, sendo assim ele decidiu reforçar a I Frota autorizando a anexação da Corveta Mista NSM-CM01 da II Frota Imperial para nós. Mas tivemos uma baixa o monitor fluvial ficará atracado aqui a disposição do Almirantado. Sendo assim o capitão da mesma pode seguir para sua embarcação e aguardar ordens do grande almirante.

  • Senhores! - cumprimenta o capitão do monitor e se retira.

Assim que o mesmo se retira prossigo com o capitão da NSM-FH01 e demais sub-oficiais.

  • Senhores iremos seguir essa rota até o mar territorial que iremos patrulhar, esse circulo em vermelho. - Digo mostrando um mapa.

  • Mas senhor a rota náutica da Baía de Kiribati não a leste da ilha e sim a oeste como mostra nosso antigo mapa náutico. - Questiona o capitão da NSM-FH01 apresentando um outro mapa.

  • Sim eu sei capitão Philips, mas quero fazer essa nova rota, evitar o trafico da marinha comercial para testarmos nossos embarcações e também para analisar toda a baia e elaborar melhores estratégias de defesa.

  • Nossa! É uma ótima ideia, poderemos conhecer melhor toda a baia.

  • Bom senhores temos nossa rota, quero a NSM-FH01 a bombordo da NSM-E01, senhores temos uma rota, curso a 120º a su-sueste. Dispensados.

Ao terminar a reunião as caldeiras começam a se aquecer e a movimentação é agitada nas duas embarcações, antes de partir peço para que um sargento vá por terra entregar uma mensagem até o comandante da II Frota.

  • Senhor os motores estão prontos. - Avisa um oficial.

  • Certo, sinal de zarpar.

Uma forte buzina ecoa e as duas embarcações começam a se mover.

  • Comandante no passadiço!

  • A vontade senhores, bom dia a todos, hoje iremos nos movimentar nessas aguas, abordaremos todas algumas embarcações para vistoria. Hastear bandeira senhores, levantar ancoras, vamos rodar. Irei percorrer o navio para conhecer melhor a tripulação.

A bandeira é rapidamente hasteada.

Começo a andar pelo convés do NSM-E01, vejo um recruta novato tendo dificuldade com um nó em um corda e me aproximo.

  • Com dificuldades filho? - Questiono

  • Senhor! - Levanta-se rapidamente batendo continência.

  • A vontade, veja esse nó pode ser simplificado assim - Digo demonstrando como se fazia o nó.

  • Obrigado senhor terei mais atenção.

  • Fique tranquilo filho também já fui recruta, qual seu nome?

  • Jo… Jonathan senhor. - Responde com receio, pois nunca um oficial para para lhe questionar seu nome.

  • Jonathan, esta fazendo um bom trabalho. - Digo colocando a mão em seu ombro. - Continue assim.

Prossigo minha caminhada e vejo um grupo de marinheiros com baldes e esfregões limpando o convés me aproximo e começo a conversar com o grupo, conto algumas piadas e algumas historias de minha época de academia naval, conheço o nome da cada um e tento memorizar. Continuando minha caminhada vou até a sala de armas e munição inspeciono tudo.

O sinal do almoço foi soado e me dirijo até o refeitório, havia uma mesa reservada para oficiais onde me sento.

  • Os homens estão animados e comentando sua caminhada de hoje, dizem que é comandante que se preocupa com eles. - Diz um oficial.

  • Todos tem sua importância e eles precisam saber disso, no meio de uma batalha isso irá ajudar muito.

Assim que termino de comer dou uma rápida passada de mesa em mesa, conversando e parabenizando todos.

Assim que a tarde se inicia começamos a encontrar algumas embarcações e fazer inspeções de rotinas em algumas.

Nenhum material de contrabando ou suspeito foi encontrado.

  • Senhor seu café. - Dizia um recruta da cozinha me trazendo uma caneca.

  • Obrigado.

O café estava forte para aquela manha meio fria, a sol ainda estava por raiar quando soei a sinal de treinamento, queria ver como se saiam quando fosse preciso entrar em ação e para minha surpresa não podia ter sido de outra forma em menos de 10 minutos todos estavam em suas posições nas 3 embarcações.

  • Todos em seus postos senhor! - Informou um oficial.

  • Ótimo, iremos testar algumas estratégias de batalhas com as três embarcações. Papel e caneta para irmos desenhando cada uma.

Rapidamente varias folhas e uma caneta foram me passadas.

  • Irei coordenar tudo do passadiço, bem senhores, normalmente frotas sempre andam com suas embarcações alinhadas paralelamente, e seguiram assim até que façamos um movimento. Quero a NSM-CM01 a estibordo e a a NSM-FH01 a bombordo do NSM-E01, nosso primeiro movimento será dividir a frota inimiga e a NSM-FH01 será nossa isca, pois o inimigo sabe que ela é mais lenta. Numeraremos os navios inimigos de 01 a 03. - Enquanto ia explicando começava a desenhar. - Nosso alvo primário será a embarcação 03, a NSM-CM01 irá a 20º a estibordo e assim que a embarcação 01 começar a persegui-lo irá aumentar sua velocidade ao máximo e fará uma curva de quase 360º e depois buscará rota da bombordo de 60º, seguindo a NSM-FH01de forma meio paralela a bombordo. Enquanto a NSM-CM01 estiver fazendo esse movimento a NSM-FH01irá fazer um movimento de 20 º a bombordo e depois mais 20º e seguirá rota reta em velocidade alta fazendo a embarcação 03 a segui-la. Enquanto as duas estiverem fazendo seus movimentos, seguirei com a NSM-E01 em linha reta e assim que passar a linha da NSM-FH01 virarei 90º a bombordo a toda velocidade e seguirei rota reta meio paralelo a NSM-FH01.

Assim que termino apresento o desenho aos capitães das outras embarcações que estavam na sala do capitão e próximo a mesa.

  • Como podem ver, se tudo correr no tempo certo e como planejado a embarcação 03 estará no meio do fogo cruzado da NSM-E01 e da NSM-CM01, e provavelmente uma embarcação a menos para nos preocuparmos. - Digo orientando o objetivo final da manobra.

  • Mas senhor pode acontecer de as embarcações inimigas não se separarem e seguir apenas uma. - Diz o capitão da NSM-CM01 preocupado em ser seguido sozinho por 3 embarcações.

  • Sim isso pode acontecer, mas se a sim o fizerem iram perseguir a NSM-FH01 e ai estaremos lá para dar apoio e o senhor irá ver esse movimento e não fará a volta mas descerá imediatamente.

Vejo a cara de preocupações de todos na sala.

  • Senhores, claro que tudo pode acontecer em uma batalha e ai teremos que improvisar, mas caso eles mordam a isca quero essa manobra sendo feita de olhos fechados e por isso quero treinar exaustivamente.

  • Senhor permissão para falar? - Solicita o capitão da NSM-FH01.

  • A vontade.

  • Senhor e caso a manobra seja bem sucedida ainda teremos 2 embarcações a se preocupar e ambas seguindo nossas melhores embarcações.

  • Calma capitão tudo ao seu tempo, assim que estivermos realizando essa manobra perfeitamente iremos para a segunda manobra para abordarmos outra embarcação. Vamos praticar senhores, tem suas ordens, a suas embarcações e vamos nos comunicando pelo farol das torres de vigia.

Os capitães vão para suas embarcações e a manobra e treinada 3 vezes pela manha e 5 vezes a tarde.

Acompanhava as atividades comerciais com outra embarcações, nosso estoque de água e comida precisava ser reposto, quando um tenente me informa;

  • Senhor! - Diz o tenente batendo continência.

  • A vontade.

  • Sua presença é requisitada na torre de vigia.

  • Dispensado. - Digo me dirigindo a torre de vigia.

Assim que chego vejo homens com suas lunetas olhando a bombordo.

  • Qual o problema senhores? - Questiono imediatamente.

  • 33º a su-sudoeste. - Diz um dos vigias me passando sua luneta.

Assim que pego a luneta e olho vejo o que preocupa os ali presentes.

  • E então senhor, ordens para zarparmos de volta ao porto? - Questiona um oficial.

Olho para baixo e já percebo as ondas se agitando no casco no NSM-E01.

  • Não, essa tempestade nos alcançaria quando estivéssemos adentrando a baia e isso seria arriscado, poderíamos ser jogados contra as pedras. Quero todos dentro do barco o mais rápido possível, não soltem as ancoras e deixem a casa de maquinas de sobre aviso. Vamos torcer para que essa tempestade desvie.

Uma agitada movimentação toma conta do convés, tudo é devidamente amarrado e colocado em seu devido lugar, mas a sorte não estava do lado da primeira frota e a tempestade começa a se aproximar.

  • Senhores ligar motores. - Ordeno aos encarregados. - Curso reto velocidade de 6 nós, quero dois vigias na torre de cada embarcação bem amarrados, iram ficar girando o farol para sabermos onde cada embarcação se encontra, quero uma distancia de 33 pés entre as embarcações.

  • Senhor mas não devíamos ficar de costa para a tempestade e estarmos a favor das ondas?

  • Estávamos em uma rota comercial, muito próxima do litoral, se ficarmos a favor das ondas podemos ser lançados de encontro aos rochedos ou irmos direto aos corais, outro ponto se partimos para o lado oposto não sabemos a intensidade dos ventos e podemos sermos seguidos por essa tempestade até o litoral e ai seria necessário realizar um virada e as ondas nos pegariam de lado. A melhor opção é seguir contra ela e passarmos por ela.

E assim a frota começa a seguir curso em direção a tempestade.

Rapidamente a tempestade chega até nós e NSM-E01 vai transpassando onda após onda em um mar agitado por fortes ventos.

A embarcação se movimentava a cada onda, subia e descia, eu comandava tudo do passadiço, sempre de olho no sinal das outras embarcações, a cada surgimento de uma onda eu ordenava que os motores fossem colocados em potencia máxima para passarmos pela forte onda. Por varias vezes a embarcação parecia que iria emborcar mas rapidamente recuperava seu nível e seguia. Mas a cada inclinação maior a tripulação se inquietava e o pânico começava a surgir pelo navio, então o marinheiro mais velho e experiente puxa uma canção que é acompanhada por todos.

[i][center]Qual cisne branco que, em noite de lua,
Vai deslizando num lago azul,
O meu navio também flutua
Nos verdes mares, de norte a sul.

Linda galera que, em noite apagada,
Vai navegando num mar imenso,
Nos traz saudades da terra amada
Da Pátria minha em que tanto penso.

Qual linda garça
Que aí vai cruzando os ares,
Vai navegando
Sob um belo céu , feito um manto,
Minha galera
Também vai cruzando os mares;
Os verdes mares,
Os mares verdes Gesebiano!

Quanta alegria nos traz a volta
À nossa Pátria do coração,
Dada por finda nossa derrota,
Termos cumprido nossa missão.

Viva, viva, viva a Marinha!
Viva a Marinha Gesebiana![/align][/i]

A musica ajudou a acalmar os ânimos e foi seguida por varias outras, mas logo a tranquila é cessada pelo aviso da torre de vigia de uma antiga embarcação indo a pique por causa da tempestade.

  • Senhores rota de aproximação, vamos ver se podemos socorrer algumas vitimas, quero marinheiros no convés todos amarrados e jogando boias e tudo que possa flutuar, arremessem cordas para puxar vitimas a bordo.

Olho para o lado com minha luneta e vejo que a NSM-CM01 estava passando por certa dificuldade com as ondas agitadas e não poderia contar com ela.

A aproximação ocorre de forma segura e uma boa quantidade de pessoas da embarcação já afundada se encontrava a bordo sendo alimentadas e aquecidas, enquanto alguns se voluntariavam para ajudar no socorro aos demais. Mas logo sou informado de outra embarcação dessa vez uma fragata indo a pique, mas a distancia dessa era muito grande e decidi por não arriscar toda a frota.

Demorou um pouco mais de uma hora até passarmos toda a tempestade, com os ventos mais calmos vou até a poupa com outros oficiais.

  • Se mantiver essa intensidade essa tempestade poderá atingir Áquila e até Gardignon, espero que estejam preparados. - Comento com os presentes.

  • Essa foi das bravas, mas o senhor se saiu muito bem parabéns comandante Cesar, sua audácia faz jus aos seu nome.

Alguns membros da tripulação junto com alguns dos socorridos,e começam a aplaudir e congratular minha ação, enquanto uns mais ousados se aproximam dando tapinhas nas costas ou me cumprimentando.

  • Senhores creio que devemos voltar para o porte para deixarmos essas pessoas, realizar reparos e demais providencias, mas antes quero dar uma passada no quadrante daquela fragata, para vermos se existe algum sobrevivente.

  • Vocês ouviram nosso comandante, ao trabalho.

Assim que as 3 embarcações se emparelharam novamente circulamos a área onde a fragata foi vista e pudemos testemunhar o final de seu afundamento.

Alguns sobreviventes são resgatados com vida, mas nem todos puderam se salvar, colocamos todos a bordo.

  • Bem senhores, vamos pra casa, curso Nor-nordeste direto para o porto de Gardignon.

Uma grande empolgação seguida de gritos e assobios em comemoração soa pelo convés.

Enquanto se aproximavam da entrada da Baía de Kiribati era possível ver a grande quantidade de embarcações que foram arremessadas contra os rochedos tentando adentrar na baia pelo estreito canal. Enquanto muitos se impressionavam com a imagem vista, os mais experientes comentavam que graças a grande audácia de comandante Cesar de ir de encontro a tempestade é que estavam vivos.

Esse comentário rapidamente contagiou toda a tripulação, e a desconfiança sobre a falta de experiencia no comandante da I Frota começava a se dissipar.

  • Senhor Porto Comercial de Gardignon a vista. - Anuncia um oficial adentrando a sala do comandante.

  • Ótimo, enfim em casa, iniciar procedimento de atracamento, estou indo ao passadiço para acompanhar a aproximação do porto.

Assim que adentro o passadiço, sou recebido com uma grande salva de palmas dos presentes.

  • Menos senhores, não fiz mais que minha obrigação em trazer-vos são e salvo de volta para casa.

  • O comentário da tripulação diz ao contrario senhor, muitos agradecem aos céus pelo senhor ter sido nomeado como comandante dessa frota, muitos se viram como os navios arrebentados nos rochedos. - Diz o timoneiro.

  • Certo mas agora precisamos atracar para que todos possam descansar, toda atenção na manobra de aproximação do porto.

Eu sabia que a tripulação era experiente no atracamento e tudo ocorreu na mais completa calma e rapidamente estávamos atracados no porto.

  • Sargento, estará encarregado de organizar o turno da tripulação que ficará trabalhando, aos demais de ordem de folga, revezamento a cada dois dias.

Após uma ultima inspeção vistoriando e confirmando que tudo estava nos conformes com as 3 embarcações, finalmente desço a terra e me dirijo ao prédio do Almirantado para apresentar relatório.

Um oficial da Primeira Legião chega ao porto com um telegrama para o Comandante da I Frota, após não o encontrar, ele deixe o telegrama com o imediato do mesmo.

Ao chegar ao cais,Stanislau rapidamente se dirige a base naval,a procura do Comandante da 1 Frota Imperial.
Vendo que o mesmo nao se encontrava presente,Stanislau decide se sentar em um banco proximo a entrada das docas na espera do comandante vir verificar o estado de sua frota.

  • Comandante no convés. - Grita um recruta.

  • A vontade senhores.

  • Quais são as ordens senhor? - Questiona o tenente.

  • Devemos partir com a I Frota rumo ao porto de Dunord. O por que eu não sei, mas ordens são ordens. Iniciar manobra de saida do porto. Tem sua rota quero a toda velocidade.

E assim vou ao passadiço para acompanhar as manobras de saída.

A tarde se iniciava quando I Frota chegou ao porto de Dunord.

  • Tenente, deixe os homens preparados, e todas as embarcações abastecidas e coloque carga máxima de suprimentos, agua e munição. Ainda não sei do que se trata mas coisa boa não, estarei em terra a procura do Grande Almirante.

Saio do NSM-E01 e me dirijo até a base naval.

Ao terminar a reunião me dirijo junto com o grande almirante para o NSM-E01.

  • Oficiais no passadiço.

  • Grande Almirante o comando é do senhor por ter maior patente. Aguardamos suas ordens.

[font=Palatino Linotype][size=150]- Zarpem rumo ao ponto indicado no mapa!

[spoil][/spoil][/size][/font]

A I Frota chega até a parte marcada no mapa, mas nem um sinal da II Frota.

  • E então senhor, quais são a ordens? - Questiono o grande almirante?

[offtopic]O Biller tem que dizer se podemos encontra-los se ele tem planos para o RP, preciso voltar para capital tenho assuntos a tratar lá.[/offtopic]

- Espalhem-se em pequenos barcos para procura aos arredores. Caso não encontrem nada, iremos avançar 80 milhas a frente.

[offtopic]Sim, precisamos saber disso. Tenho algumas coisas na capital e na Dracônia para tratar…[/offtopic]

  • Senhor sinalizador a boreste. - Informa o marinheiro da torre de vigia.

Assim que olho com minha luneta vejo o segundo sinalizador subindo.

  • Tenente, vá avisar o grande almirante que temos sinal. - Ordeno ao tenente que estava comigo no passadiço. - Começar movimentos de aproximação e resgate. Torre envie sinal em morse que estamos nos aproximando.

E assim a I Frota começa a se movimentar.

- Finalmente! Graças à Deus os achamos!