[FROTA] I Frota Romaniana

[center]I Frota da Marinha Real da Romania[/align]

[font=Garamond][size=150][justify][tab=30]A I Frota Romaniana, também conhecida como a Grande Frota, realça a superioridade do Reino da Romania nos mares com seus canhões que fazem até o mais experiente dos marujos tremerem.[/align]

Comandante:
Contra-Almirante Carlos Petronius Lupus.
Estratégia = 9 / Fidelidades = 10.

Composição:

[center]NSM Humberto I - A

[spoil]Tipo: Encouraçado
Classe: Romania
Tonelagem: 11.060t
Construção: 1893
Tripulação: 516 marinheiros e oficiais
Armamento: 4 Canhões de 233.7mm, 18 Canhões de 152.4mm, 10 Metralhadoras de 50mm
Velocidade: 15 Nós
Capitão: Contra-Almirante Eduardo Dreyfus.[/spoil]

NSM Hohenzollern

[spoil]Tipo: Encouraçado
Classe: Romania
Tonelagem: 11.060t
Construção: 1892
Tripulação: 516 marinheiros e oficiais
Armamento: 4 Canhões de 233.7mm, 18 Canhões de 152.4mm, 10 Metralhadoras de 50mm
Velocidade: 15 Nós
Capitão: Capitão de Mar e Guerra Jorge de Almeida.[/spoil]

NSM Wladislawsky

[spoil]Tipo: Encouraçado
Classe: Romania
Tonelagem: 11.060t
Construção: 1893
Tripulação: 516 marinheiros e oficiais
Armamento: 4 Canhões de 233.7mm, 18 Canhões de 152.4mm, 10 Metralhadoras de 50mm
Velocidade: 15 Nós
Capitão: Capitão de Mar e Guerra Petronius Servius.[/spoil]

NSM Leviathan

[spoil]Tipo: Cruzador Couraçado
Classe: Imperial
Tonelagem: 10.320t
Construção: 1893
Tripulação: 480 marinheiros e oficiais
Armamento: 2 Canhões de 233.7mm, 8 Canhões de 152.4mm, 10 Metralhadoras de 50mm
Velocidade: 17 Nós
Capitão: Capitão de Mar e Guerra Cacius Valmont.[/spoil]

NSM Nova Piemonte

[spoil]Tipo: Cruzador Couraçado
Classe: Imperial
Tonelagem: 10.320t
Construção: 1893
Tripulação: 480 marinheiros e oficiais
Armamento: 2 Canhões de 233.7mm, 8 Canhões de 152.4mm, 10 Metralhadoras de 50mm
Velocidade: 17 Nós
Capitão: Capitão de Mar e Guerra Cícero vi Iulia.[/spoil]

NSM Wellington

[spoil]Tipo: Cruzador
Classe: Protetor
Tonelagem: 8.650t
Construção: 1893
Tripulação: 445 marinheiros e oficiais
Armamento: 2 Canhões de 233.7mm, 6 Canhões de 152.4mm, 8 Metralhadoras de 50mm
Velocidade: 15 Nós
Capitão: Capitão de Mar e Guerra Justus Adamanti.[/spoil]

NSM Lamarck

[spoil]Tipo: Cruzador
Classe: Protetor
Tonelagem: 8.650t
Construção: 1893
Tripulação: 445 marinheiros e oficiais
Armamento: 2 Canhões de 233.7mm, 4 Canhões de 152.4mm, 8 Metralhadoras de 50mm
Velocidade: 15 Nós
Capitão: Capitão de Mar e Guerra Roberto Silva Rosa.[/spoil]

NSM Bellator

[spoil]Tipo: Fragata
Classe: Roma
Tonelagem: 5230t
Construção: 1893
Tripulação: 460 oficiais e marinheiros
Armamento: 4 Canhões de 155mm, 2 Canhões de 200mm e 10 Metralhadoras
Velocidade: 15 Nós

Capitão: Capitão de Fragata Andrius Agrippa.[/spoil]

NSM Vigilante

[spoil]Tipo: Corveta
Classe: Vigilante
Tonelagem: 4.489t
Construção: 1893
Tripulação: 310 marinheiros e oficiais
Armamento: 4 Canhões de 152.4mm, 5 Metralhadoras de 50mm
Velocidade: 17 Nós
Capitão: Capitão de Corveta Leopodo Montellyet.[/spoil]

NSM Defensor

[spoil]Tipo: Corveta
Classe: Vigilante
Tonelagem: 4.489t
Construção: 1893
Tripulação: 310 marinheiros e oficiais
Armamento: 4 Canhões de 152.4mm, 5 Metralhadoras de 50mm
Velocidade: 17 Nós
Capitão: Capitão de Corveta Pedro Carlos Silveira.[/spoil]

NSM Abramov

[spoil]Tipo: Torpedeiro
Classe: Marte
Tonelagem: 279t
Construção: 1893
Tripulação: 53 oficiais e marinheiros
Armamento: 4 tubos de torpedo e 1 canhão de 76.2 mm.
Velocidade: 26 Nós

Capitão: Capitão-tenente Alfredo di Laroza[/spoil]

NSM Júpiter

[spoil]Tipo: Torpedeiro
Classe: Marte
Tonelagem: 279t
Construção: 1893
Tripulação: 53 oficiais e marinheiros
Armamento: 4 tubos de torpedo e 1 canhão de 76.2 mm.
Velocidade: 26 Nós

Capitão: Capitão-tenente Caio Lívio Manius[/spoil][/align]

[tab=30]Livro de Operações.
[spoil][center]Ano de 1892:[/align]

  • Patrulha da Baía de Kiribati.
  • Patrulha do Mar Externo e combate à pirataria.

[center]Ano de 1893;[/align]

  • Patrulha do Mar do Sul.
  • Operação Rubicon (Guerra do Oeste).[/spoil]
    [/size][/font]

Após chegarem de uma longa missão de patrulha, a III Frota reabasteceu os seus depósitos e fora surpreendida com a mensagem da Capital.
O Imediato que estava no Comando, leu o telegrama, informou a tripulação e após algumas deliberações, todos concordaram em honrar o juramento de lealdade ao Império.

[tab=30]Chegando no Porto de Cisalpe,Stanislau avisa para seus marinheiros se prepararem para viajar,onde cumpririam a missão posta pelo Grande-Almirante,assim,todos vão para sua casa despedir de seus familiares enquanto Stanislau se retira para seu gabinete,para rever questões sobre a frota.

[tab=30]Ao anoitecer,Stanislau,que estava a coordenar a preparação da viagem,termina de fazer a inspeção final e ordena para que todos as naus se preparem para a viagem.Assim,os marinheiros começam a trabalhar para fazer os pequenos navios costeiros se movimentarem.Com muito do que fazer,Stanislau ordena para que o segundo em comando comandasse a frota pela costa,de forma razoavelmente lenta para evitar chamar muita atenção, enquanto o submarino iria na frente para escoltar o caminho,e assim ele se retira para seu gabinete onde passa a formular planos para a missão.

[tab=30]Chegando próximo ao estreito de Uruguaiana,à III Frota finalmente começa a acelerar,tomando uma velocidade razoavelmente rápida para chegar ao estreito pela tarde de amanhã.Com o sol se pondo,Stanislau finalmente termina os planos para a “blitz” naval,repassando ás ordens para o submarino,que seria usar marcha total para chegar ao estreito de madrugada,onde iria viajar a local para garantir que nenhuma emboscada havia sido preparada,pois a III Frota não tem poder de fogo igual a I,e um ataque pode ser fatal,assim,o operador repassa a mensagem para o submarino,que prontamente submerge enquanto se dirige no horizonte,passando pequenas ondas na água para nada além do mar calmo e vazio.

[tab=30]Às 8 da manhã,o submarino chegara finalmente à ao estreito de Uruguaiana,onde após 1 hora de vigilância,confirmou que não havia presença de navios hostis,logo ele se dirige ao porto de Áquila para reabastecer o estoque de suprimentos é voltar ao estreito.
[tab=30]Às 16:30,chega o restante da frota ao estreito,onde tem seus suprimentos reabastecidos pelos navios do Sir Richard,que haviam sido avisados pelo capitão do submarino.Com os suprimentos reabastecidos,Stanislau põe a frota em formação angular,onde ambos monitores fluviais iriam ficar na diagonal,um de frente para o outro,deixando um espaço entre os dois para os navios já inspecionados puderem passa,enquanto a canhoneira iria ficar em paralelo com o monitor fluvial,que seria o navio a inspecionar às embarcações mercantes.
[tab=30]Às 18 horas da tarde,a “blitz” naval havia sido formada,com os navios em posição e o submarino patrulhando a costa,assim a III Frota passa a inspecionar cada embarcação que se dirija para os portos da baía.

[font=Century Gothic]

[/font]

Um pequeno barco pesqueiro se aproxima da frota, após receber permissão um jovem pescador sobre na nau e entrega um bilhete ao comandante.

[font=Century Gothic]

O pombo-correio finalmente chega ao seu destino.

[tab=30]Ao chegar ao porto de Gardignon,Stanislau agradece os rebocadores que prestaram ajuda a III Frota e pegou o contato do gerente da empresa,pois o tempo gasto para rebocar a III Frota custaria a empresa dinheiro,e Stanislau prometerá um reembolso para o mesmo.Assim,ele se despede da frota de rebocadores,que iria reabastecer os suprimentos e se dirigir novamente a Áquila,então logo ele ruma ao almirantado para informar sua chegada e requisitar reparos de sua frota.

[tab=30]Desde a chegada da III Frota ao porto,os reparos estão sendo feitos a maior velocidade possível,pois com a ameaça de guerra do oeste,a Armada se arriscaria tentando defender os mares gesebianos ou atacar as frotas com 2/3 de sua capacidade.

[tab=30]Stanislau estava a fazer a sua visita semanal a III Frota no porto,que após meses de reparos estava próxima de voltar a ativa.Feliz por logo poder voltar ao mar,ele anda pelo convés da canhoneira em um sentimento de nostalgia de suas viagens no mar,que mesmo curtas traziam uma sensação de conforto para o homem.
[tab=30]No convés da canhoneira,olhando para o cais,ele vê o submarino Phillipus a duas docas dali,em estados não tão ruins,o que mostrava a coragem e dedicação da tripulação do mesmo,que mesmo com passando tanto tempo no mar sem nenhum tipo de ajuda,conseguiram impedir grandes estragos na primeira nau desse tipo do Império…pensando nisso ele se entristece,pois tais homens deram suas vidas pela armada mas são poucos que realmente lembra deles,e mesmo sem nunca ter contato direto com qualquer um da tripulação,Stanislau sabia seus nomes pelos registros,e fazia questão de nunca esquecer um deles.
[tab=30]Ao passar alguns minutos,ele se retira do porto e caminha pelas ruas da Baixa Gardenne,sem rumo aparente,ele anda cabisbaixo no grande movimento que era a capital do Império.

Uma carta selada do Almirantado vinda de Myrce com destino ao Comandante Abramov chega à III Frota Imperial.

[tab=30]Com o anoitecer,a III Frota estava pronta para partir em sua missão.O almirante Stanislau se encontrava na canhoneira,guiando a frota na saída do porto em direção ao mar territorial,o submarino havia partido mais cedo para patrulhar o caminho da frota e a III Frota já ia toda a frente em direção a Cisalpe para patrulhar as águas pela região.

[tab=30]A III Frota estava a velejar próximo a costa da Romania quando a canhoneira começou a apresentar problemas,parando momentaneamente a frota para melhor inspeção da mesma.Não tardou muito para o relatório ser entregue ao Almirante Abramov,que estava em um dos monitores,onde dizia que o motor estava a apresentar mal-funcionamento,e seria necessário atracar para reparar o mesmo.
[tab=30]Sem pressa,ele manda seus marinheiros amarrarem cordas conectando os dois monitores com a canhoneira,assim como enviava um mensagem para o submarino ser informado sobre tal imprevisto.Logo,a frota começa a se dirigir a um dos pequenos portos em volta da costa da Romania,onde esperava que o problema com a canhoneira fosse resolvido o mais rápido possível,enquanto Stanislau enviava cartas para o almirantado e o governo da Romania informando tal imprevisto.

[tab=30]Ao receber a carta do chanceler,Stanislau prontamente coloca o vice-almirante,cuja vida havia sido salva por Abramov no maremoto,logo,extremamente leal ao mesmo,sob comando da Frota,enquanto ia de cavalo para Áquila,mas não antes de queimar a carta informando da parada de emergência ao Almirantado,visto que ele não sabia mais em quem confiar.

Um telegrama chega até a frota emitida pelo Comandante Renan Souza e Silva. O emissário já retorna com a resposta afirmativa ao remetente.

[offtopic]Ação acertada com o Pedro por MP.[/offtopic]