[FUSIONADA] Granja e Beneficiamento Avícola Immigrati

[center]Granja e Beneficiamento Avícola Immigrati[/align]

[size=150][font=Times New Roman][tab=30]Após muito tempo fechada, a Avícola Immigrati retoma sua produção, adquirindo novas aves para o engorde, bem como para produção e distribuição de ovos galináceos. Junto a criação de galinhas, introduz-se a criação de patos, visando atender a grande demanda nacional pela carne peculiar deste tipo de ave. As expectativas são de que se possa distribuir a produção na venda para os mercados públicos regionais.

Histórico da Propriedade
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Dados Empresariais
[spoil]Razão Social: Granja e Beneficiamento Avícola Immigrati
Conta-Corrente: J003-3
Tipo e Porte: Agronegócio de Grande Porte (48)
Matéria-Prima Necessária: Milho e Sorgo (Produzidos na própria Fazenda)
Contratos de Compra:
Importações: -
Produção: Carne de Aves (Frangos e Patos), ovos galináceos.
Contratos de Venda: Mercado Público de Áquila
[tab=176]Açougue Dei Friuli
[tab=176]Açougue Di La Calabria
Exportação: -
Funcionários: - Paolo Sulla (NPC)
Proprietário/Acionistas: Wilhelm Friedrich von Steindorff-Bayern[/spoil][/font][/size]

Dez Gendarmes da patrulha de Romania adentram nas Granjas, enquanto em enuncia o Mandato Nº 2 emitido pelo Juiz da Suprema Corte.

  • Por ordem do Mandato Número 2 emitido pelo Juiz da Suprema Corte, Nero de Bragança, há dois dias atrás, este estabelecimento permanecerá fechado até as investigações se derem por concluídas. Qualquer resistência será considerado um ato de Obstrução a Justiça. Somente os Gendarmes e os investigadores tem permissão para adentrarem neste recinto de agora em diante.

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Os Gendarmes ficam monitorando até todos os empregados saírem das Granjas e retornarem para suas casas.

Pela manhã, um Gendarme fixa na entrada outra mensagem:

5 soldados da Guarda Real da Romania chegam na granja com a seguinte mensagem.

‘‘Esta granja está interditada até que a situação se acalme e convenha a sua reabertura’’

[right]Sir Allan I
Comandante da GR e Protetor do Reino de Romenia[/align]

[justify][font=Palatino Linotype][size=150]Após tanto tempo sem dar nenhuma notícias e nem a devida atenção aos seus negócios na Romania, o Conde René von Biller, ao chegar na Capital, havia despachado encarregados para irem até Áquila afim de verificar como estavam suas propriedades na Romania, as quais foram abaladas e isoladas pela Guerra.

Quando chegaram lá, os encarregados se depararam com uma situação ligeiramente sob controle. Parte da produção avícola se perdia por falta de consumo local. Comunicaram imediatamente os fatos ao Conde, que trataria, a partir dali, para que a produção fosse inteiramente exportada e nada fosse perdido.

Nos dias que se seguiriam, as granjas seriam reequipadas e usinas de beneficiamento reestruturadas. [/size][/font][/align]

[font=Palatino Linotype][size=150][justify]Após dias de trâmites burocráticos, René von Biller finalmente conseguiu negociar junto à Câmara da Indústria e Comércio a reativação das Grájas e Beneficiamento Avícola Fourier.

O empreendimento, que falira por falta de ingerência, seria reaberto e ampliado.[/align][/size][/font]

[font=Palatino Linotype][size=150]Após um período de engorda, um grande lote de aves é despachado para o exterior. O comércio em aves tem crescido em todas as regiões do Pacífico.

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[font=Palatino Linotype][size=150]Os trabalhos de abate prosseguiram intensos no setor de beneficiamento. Aproveitando o final do período de engorda que coincidia com o calor, na transição entre o verão e o outono, centenas de aves foram preparadas para despache de modo a atender a demanda interna e externa.

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[tab=30]Após receber uma correspondência de Amadeus Wolf Weber, contendo orientações acerca dos procedimentos a serem tomados, além de um anexo contendo a publicação da Resolução nº 36/1891 da CIC, o capataz da Granja Paolo Sulla, dá continuidade aos trabalhos de abatimento de frangos e patos, uma vez que no período irregular, a fazenda apenas realizou a coleta de ovos galináceos, distribuindo-os, gratuitamente, aos afetados pelo grande sismo.

A produção segue a todo vapor após a reabertura da empresa, de forma que algumas correspondências são remetidas aos mercados públicos, a fim de distribuir pelo Império a produção avícola da granja.

[tab=30][tab=30]Quase 10 dias após remeter cartas aos mercados públicos do império, Paolo começava a preocupar-se por nenhum ter sido respondida, uma vez que a população de aves estava perto de exceder a capacidade dos aviários.

[justify][tab=30]Dois telegramas são entregues no final da manhã.[/align]

[justify][tab=30][tab=30]Tendo recebido com grande satisfação as respostas dos mercados públicos Central e Draconiano, o capataz da Granja, Sr. Paolo, ordena o início do abatimento de frangos e patos, gerando grande alívio na ocupação dos pavilhões onde eram criados os animais. Após o abatimento, as aves seguiriam em caixa com gelo para a venda nos referidos mercados.[/align]

[font=Garamond][size=150]

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[justify][tab=30][tab=30]Ao receber a carta do Mercado Público de Áquila, o Sr. Sulla entusiasma-se e põe-se, após o jantar com sua família, a redigir uma resposta a ser remetida a administração do mercado na manhã seguinte.[/align]

[justify][tab=30][tab=30]Tendo recebido uma resposta positiva do Mercado Público de Áquila, o Sr. Paolo solicitou ao seu filho mais novo, Ricardo, que encilhasse um dos cavalos da fazenda e fosse comunicar aos empregados em suas casas que comparecessem à fazenda às 4h30 da manhã do dia seguinte, para realizarem o abate dos frangos e patos destinados ao mercado.[/align]

Por volta das 4h30 da segunda-feira…

[justify][tab=30][tab=30]Ainda era noite escura quando cerca de 15 fazendeiros se reuniram, capitaneados por Paolo, para realizar o abate de cerca de 1000 frangos e mais de 1250 patos. Quando o serviço foi concluído, tendo todos os animais sido limpos, encaixotados e carregados nas carroças, o relógio já marcava 7 horas da manhã. Assim, Paolo tomou as rédeas da carroça e saiu para fazer a entrega no mercado público da cidade.[/align]

[size=150][font=Times New Roman][justify][tab=30]O sol acabara de se por quando Paolo Sulla, sentado na varanda da Casa Grande, foi abordado por um dos empregados que estava de passagem pelo local.

[i]- Patrão, posso lhe falar?

  • Diga João, o que se passa rapaz?

  • Patrão, hoje mais cedo, quando eu fui carregar o café na estação, junto do Júlio e do Pedro, eu fiquei sabendo de um amigo meu que o açougue daqui de perto está precisando de novos fornecedores.

  • Pois é mesmo, João? Onde é que fica esse açougue?

  • Fica bem no início da Via Justiniana, logo depois que acaba a Avenida do Trabalhador.

  • Ah sim, acho que conheço o local. Bem, se eles estão precisando de fornecedores, eu é que não vou perder tempo. Faça me o favor, encilhe o Tristão que eu vou até lá, ver se encontro alguém.[/i] Disse o Capataz, levantando-se da cadeira.

- Sim senhor, patrão. Disse o jovem moço, partindo em direção ao estábulo.

[tab=30]Então, 15 minutos depois Paolo montou em seu cavalo e partiu a galope, a fim de encontrar o açougueiro de quem João havia lhe comentado.[/align][/font][/size]


[tab=30]Pela noite, é ouvido alguns “ruídos” humanos no interior da Granja. Preocupado com um possível assalto, João, responsável local, decide chamar alguns de seus funcionários que ainda estava por ali, para fazerem uma vistoria completa em toda Granja. Olhando com muita atenção cada ponto, os funcionários não encontram nada e João acredita que seja apenas uma impressão sua…