[HoI3] Imperialismo Estadunidense

Bem, eu vou fazer essa AAR enquanto eu não dou um jeito no computador. Eu gostaria de resaltar que as minhas outras duas AARs estão temporariamente desativadas, pelo motivo da frase anterior. Como o HoI3 foi o único remanescente sem muito lag, então resolvi fazer uma AAR dele com o Estados-Unidos da América do Norte [sou politicamente correto].

Outra coisa é que eu não vou seguir a lógica da realidade. Quero dizer: não vou ir para os aliados porque os Estados-Unidos (mais precisamente Roosevelt) considerava o Fascismo como um desrespeito à humanidade ou algo assim. O interessante é que os estados-unidos da realidade não respeita a humanidade, mas também não a desrespeita. Resumindo, o Estados Unidos é Imperialista.
Por outro lado, vou seguir uma lógica diferente, mas seguida pelo Imperialismo, que significa a intervenção nos países onde se tem interesse. Meus planos, nada diplomáticos, serão apoiados pela política imperialista do EUA.
Para quem não entendeu, eu quis dizer que não vou seguir o que aconteceu na realidade. Diferente, vou utilizar a velha mesma história política do Imperialismo. Seguindo tal política, agirei a favor do Reich onde eu quiser, quando eu quiser.

Moderadores da seção de AARs: Caso achem que esta AAR não está válida pois eu já tenho duas, por favor cancelem esta. Não considerem as outras duas como incompletas ou canceladas, nada disso, sou estou dando um tempo nelas para consertar esse PC, como disse no 1° parágrafo.

Acho que já foi tudo avisado, agora vou seguir as informações do jogo:[b]
____________________________________________________________[i]

País :[/b][/i] Estados Unidos da America do Norte (United States of North America)[i][b] Dificuldade :[/i][/b] Normal; não curto desvantagens ou vantagens (até porque não sou experiente no jogo).[i][b] Tudo controlado pelo jogador.

Algumas modificações pessoais;

[/b][/i]
Vou começar um jogo, por exemplo, com a Alemanha, vou mecher nela e em alguns outros países para tornar o meu jogo mais fácil de seguir no caminho que desejo. (Nada muito grave)[i][b] Vou usar código para retirar neutralidade quando eu quiser fazer guerra;[/b][/i] Não curto deixar o país vunerável só pra reduzir quase em vão a neutralidade. [i][b] Bandeira do Alemanha como Suástica e Japão com Bandeira do Sol Nascente;[/b][/i] peguei em um dos fóruns do HoI3 aqui do GS. [i][b] Cenário:[/b][/i] The Road to War (1936)
"We gonna need it!".

Acompanhando…

Acompanhando, embora não goste que o jogador mecha no jogo da AI.
Vamos ver onde vai dar.

Boa Sorte! ÚSA é fácil, ao menos eu acho… (Eu nunca terminei u jogo de HOI3 pra dizer bem a verdade).

USA é bem fácil. Começa enchendo os cofres. Você fica com o limite máximo de Energia e Metal mesmo não querendo.

Não vou mais mecher. Eu não ia alterar a AI, ia só começar um jogo e mudar influencias e espionagem da URSS e dos nazistas.

EDIT: Vou alterar a dificuldade para Hard.

Casa Branca, Washington, 01 de Janeiro 1936 (00:00:01 horas)

A Reunião marcada e realizada às pressas na Casa Branca reuniu todos os maiores chefes de estados: O chefe de Estado, Franklin Roosevelt; Chefe de Governo, John Nance Garner; Ministro de Relações Exteriores, Cordell Hul; Ministro de Armamento, Henry Morgenthau; Ministro de Segurança, J. Edgar Hoover; Chefe da Inteligência, William F. Friedman; Chefe do Estado Maior, Malin Craig; Ministro de Defesa, Wllian H. Standley; e o chefe da Aeronáutica, Oscar Westover.

Todo esse pessoal, e mais alguns oficiais, se encontraram na Casa Branca. Os que não compareceram não conseguiram chegar a tempo, óbvio. Porém, mais importante que todo o resto, a reunião não tinha assunto. Daí pergunta-se: Se não tem assunto, porquê ela é urgente? A resposta é clara e simples: não sabemos. Um general norte-americano pregou, uma hora após a reunião, que o assunto era invasão alienígena nos cofíns do Alasca. Franklin Roosevelt deu uma palestra afirmando que não tinha nenhum alienígena no Alasca. E o resto do país? Isto é uma frase suspeita.

Enfim, com alienígenas ou não, com general mentiroso ou não, o que nos importa foi o que de fato aconteceu na reunião. Lá dentro da Casa Branca, passando pelas portas, pelos seguranças, pelos corredores e escadas daquela bordel sede de governo, os ministros e o presidente se reuniram em uma sala oval. O general sensacionalista aproveitou a situação para dizer que era uma nave espacial, mas se fosse, o que seria a Casa Branca? Voltando ao assunto principal, lá dentro, Roosevelt agardou todos chegarem e se aconchegarem em suas cadeiras antes de falar qualquer.

  • Meus amigos e companheiros, vocês devem saber que os Estados Unidos da América é a maior potência americana e talvez mundial. Nossas reservas de energia, metais, pretóleo e suprimentos está indo excelentemente bem. Porém, na Europa, a tensão iniciasse. Com Hitler no poder, a harmonia européia está ameaçada e uma aliança franco-inglesa apela para os demais países, e até para a própria Alemanha, por um bom-senso e pedidos de apoio. Não vejo a América nesta guerra, e caso tivermos que intervir, penso em economicamente falando.

Todos os generais e ministros assentiram com a cabeça. Todos tinham de fazer breves resumos sobre os setores, o primeiro foi o Ministro de Relações Exteriores Cordell Hull

  • Meu caríssimo presidente e meus nobres companheiros, aviso-os que o que nosso presidente fala é verdade. A tensão sob, as intervenções e desentendimentos na Europa são cada vez maiores e mais constantes. Pergunto-os, de que lado ficaremos?

Ninguém ousou falar. Todos se olharam, e o primeiro a falar foi o Ministro de Defesa.

  • Nenhum. Procuraremos um caminho para a América independente de ninguém. Alianças podem ser feitas, mas não devemos nos comprometer totalmente a nenhuma aliança. Vejam bem, estaríamos nos submetendo a facções de menor porte que os nossos, ou nos igualando a eles.

A conversa se seguiu. Durante duas horas, os governantes do Estados Unidos da América do Norte ficaram ali debatendo. Finalmente chegaram a conclusões, mas tal decisões não foram relatadas.
No dia seguinte, no jornal “New York Times”, foi mencionado a construção do HQ de New York, coisa que foi desmentida as duas horas pelo próprio Roosevelt.

  • Cidadãos da América, não acreditem nestas bobagens que andam circulando nos jornais. As produções que estão sendo realizadas ainda não foram concretizadas, apenas supostas. Peço a compreensão de vocês, nestes tempos evis, que protegam seus familiares de ideais de outros continentes. Viva a América!

Foi uma declaração muito tediosa, mas não para o povo Estadunidense. Eles ficaram contentes até.

Ministros Estados Unidenses.

O que muitos não sabiam era que os Estados Unidos se preparavam para uma guerra. Previam eles, uma guerra no prazo máximo de um ano. Embora nos jornais as produções eram desconhecidas, para o ministro de Armamento Henry, eram estas as produções e sua finalidade:

1° Armada de Ataque (2x Paralelo):

2 Batalhões de Infantaria
1 Batalhão de Artilharia
1 Batalhão de Artilharia Anti-Tanque

Utilização: Destruir as tropas de Blindados Canadenses e fazer avanço para cima das tropas do inimigo. Uma seria utilizada para avançar para o norte e cortar a península do Labrador do resto do Canadá e a outra para enfrentar as tropas de blindados ao sul desta península.


1° Armada de Reconhecimento (3x Paralelas):
4 Batalhões de Cavalaria

Utilização: Será utilizada para tomar territórios importantes dos inimigos, no oeste, leste e na região dos “lagos”, onde fica uma intensa quantidade de Lagos. Ali poderia chamar a atenção das tropas Canadenses que se perderiam em relação a rumo.


2° Armada de Ataque:
3 Batalhões de Infantaria
1 Batalhão de Artilharia

Utilização: Este batalhão atacaria a região fraca do adversário: o oeste canadense. Esta tropa enfrentaria algumas infantarias inimigas, nada muito perigoso, e tentaria conectar os Estados Unidos com o Alasca.

Além disso, a produção norte-americana não dispensou os navios que já estavam em produção, o que deixou muitas tropas com a produção inativa ou insuficiente. Roosevelt deu o direito do Ministro de Defesa, Willian H. Standley, de posicionar os navios onde ele preferisse.

O plano de invasão do Canadá é pensado baixo, mas por enquanto é o necessário para domar e anexar o Canadá antes que entre para qualquer aliança.

A Diplomacia em 12 de Janeiro de 1936

Devido a nossa quase inesgotável força de produção de energia, metal, materiais raros e os demais recursos, muitos países nos procuraram, mas o suficiente para a entrada de dinheiro no país ser alta. A maioria procurando por energia, metal, suprimentos ou petróleo. Este último foi rigorosamente inassecível. Apenas países muito amigos foram dignos de receber o petróleo norte-americano. Razão? Apenas que haviam planos para o futuro.

Em relação as Facções que tomavam lugar no mundo, os Estados Unidos da América procuraram se alinhar ao Eixo e aos Cominternos. O Eixo, por sua vez, teve maior influência nos EUA. O paronama mundial se desenvolvia em meio a tensões e ameaças. Poucas notícias que chegam são dígnas de receber a atenção do Presidente.

A Tecnologia em 13 de Janeiro de 1936

Nos Estados Unidos da América o poder político foi desviado para os outros setores. Quase toda a mão-de-obra científica e tecnológica dos Estados Unidos está sendo desviada para inovações bélicas para os soldados de infantaria e cavalaria, visando as melhoras tecnologias para as tropas antes do início da guerra Norte-Americana. Além das tropas, também foi estudada a melhoria de Munições para a Artilharia, com o desvio da atenção da diplomacia para o estudo tecnológico.

Mas nove inovadoras tecnologias não ocupavam todo o tempo dos cientistas. Também estava sendo pesquisado a Educação avançada para que a sociedade prosperasse; mas também estava sendo pesquisada para que as pessoas sejam profissionais adequados para melhorar a produção do país, algo influenciado pela lentidão na formação dos novos soldados.

A Política em 14 de Janeiro de 1936

Roosevelt se reuniu com os ministros John Nance Garner, Henry Morgenthau e Willian H. Standley para discutir sobre as políticas locais. Foi um debate intenso e parcialmente secreto, com ninguém além dos convidados presentes. As quatorze horas foi decreto as seguintes novas regras e normas políticas adotadas: Política Bélica - Treinamento Especial

Nesta política, a mais avançada no setor, as tropas ganham uma imensa vantagem em experiência. Por outro lado, o tempo de recrutamento é aumentado em quase 1/4 do tempo total; ou seja, quase metade da metade.


Substituição de Ministro: Chefe de Estado Maior
Malin Craig -> Wlliam D. Leahy
A mudança feita segue pelo fato de Malin Craig dar uma vantagem à defesa, mas como o país não sofre nenhum tipo de ameaça maior do que a do Canadá, o ministro Wiliam D. Leahy foi escalado para o cargo, tendo em vista que ele conseguia fazer com que as tropas se movimentassem mais rápido em território inimigo. Isso significa, cercaríamos os soldados canadenses e alcançaríamos nossos planos mais rápido. Uma bela mudança. De acordo com o recém-nomeado ministro de Estado Maior, o presidente Roosevelt bloquiou qualquer tentativa de publicação desta novidade, antes que ele conversasse a sós com Malin Craig e o pedisse desculpas. Segundo Roosevelt, depois de uma publicação na rádio, ele pediu desculpas a Malin Craig que mostrou-se bem sensato, são e adulto ao receber a notícia. " ‘Isto é pelo país, e eu entendo. Acato as ordens sem pestanejar’ Disse Craig a mim, após eu o relatar a notícia" Roosevelt sobre o momento. O ex-general que pregou noticias de alienígenas espalhou pela multidão, clandestinamente, que o ministro Craig não se irritara pois ainda tinha o cargo de Ministro de Defesa* e ainda tinha como executar seus planos. Esse general foi destituído do cargo.

* Peço desculpas a todos por confundir o Ministro de Defesa Malin Craig com o Ministro de Marinha, Willian H. Standley. [b]


Parte 1 do ano de 1936, o ano em que a estabilidade e o avanço tecno-militar dos Estados Unidos da América.[/b]

fodaaaaaaaa

companhando bompost* bompost* bomtrabalho* bomtrabalho* bomtrabalho* bomtrabalho* bomtrabalho* bomtrabalho* bomtrabalho* bomtrabalho* bomtrabalho* bomtrabalho* bomtrabalho* bomtrabalho* bomtrabalho* bomtrabalho*

Legal, bem legal.

Acompanhando.

Ficou legal, só que a fonte é muito ruim muita dificuldade para ler, tenta mudar ela no próximo cap.

A Inteligência na Casa Branca, Washington, em 22 de Janeiro 1936 (13:53 horas)

O presidente Roosevelt encontrou-se com o Chefe da Inteligência Estadunidense, William F. Friedman, e o Ministro de Relações Exteriores, Cordell Hull, para resolver os assuntos internacionais. Não era necessário ser convidado para notar que Roosevelt já estava formando ângulos estratégicos, tanto diplomáticos quanto bélicos. A produção estava baixa, comparado com os planos de Roosevelt, e as recentes descobertas internacionais transformaram a cabeça do presidente em um vendaval louco. Completamente ocultado da imprensa, Roosevelt iniciou a reunião o mais rápido possível.
  • Ministros, tenho notícias e planos para o país. Podem perceber que minhas estratégias estão caminhando mais rápido do que uma pessoa numa calmaria poderia querer. Porém, com as recentes notícias, só nos sobra esperar e descobrir que nossos planos não acontecerão como queremos. Percebo que a inteligência não está correspondendo às nossas expectativas.

Franklin Roosevelt calou-se com um sorriso meio que paranóico. Os demais ministros pouco entenderam ou absorveram as informações que o Presidente quis dizer, e por alguns minutos permaneceram calados. Estava mais do que claro que Roosevelt não tinha somente a conquista do Canadá em frente; ele queria algo mais grandioso que pudesse o colocar no panorama mundial antes que alguma eventualidade aconteça na Europa.

  • Presidente, ainda não entendo o que minha presença, aqui, neste momento, significa. - Disse o Ministro de Relações Exteriores Cordell Hull.

  • Meu caro, você é ministro de relações exteriores, portanto sua noção estrangeira e diplomática será necessária nesta reunião.

  • Não tenho conhecimento de seus planos futurísticos, por mais próximos que sejam, Franklin. Me perdoe, mas é a verdade. - Falou Cordell, com bastante cuidado com o tom da voz para não ferir ou magoar o presidente.

  • Presidente, prossígamos. O tempo corre, e já que tens tanta urgência nos seus planos, continuemos; e rápido! - Falou o Ministro Friedman, dando a impreensão de bastante profissionalidade e compromisso ao país. Roosevelt sentiu essa ansiedade para participar e levar o país em rumo ao sucesso, o que o fez sorrir ainda mais.

  • Não se preocupe, Cordell, seu ponto de vista está correto. - Virou o rosto para Friedman. - Claro, Friedman. Prossígamos como você mesmo disse. A propósito, as investigações terão de ser alteradas.

  • Sim, meu senhor. Quais as ordens? - Concordou Friedman. Cordell se sentiu meio fora da conversa e se manteve calado.

  • Como não quero que vejam os Estados Unidos da América como uma ‘ameaça’ à Europa, e desejo a aproximação dos países Asíaticos como Japão e

URSS. Por outro lado, preciso que meus atos sejam consideráveis como necessários à ordem e a humanidade. Ah, quase me esquecia; também desejo apoiar alguns governos para deixar a população mundial mais contente.
  • Então estou sujeito à essas mudanças. Creio que poderíamos alterar os planos de espionagem. Tens papel e caneta, presidente? - Concluiu Friedman, pensando em passar suas ideias ao papel antes de esquecê-las.

  • O Presidente nada falou, apenas abriu uma gaveta de sua escrivaninha e pegou alguns papéis e uma caneta porosa, colocando-as na mesa e arrastando-as até o ministro, que, por sua vez, pegou estes objetos e foi logo escrevendo, muitas vezes parando para pensar. Enquanto isso, Roosevelt apressou aquela reunião e começou a discutir com Cordell Hull com a voz em rítmo acelerado.

    • Cordell, como estão as relações internacionais?

    Cordell se ajeitou na cadeira, sentindo-se animado por ser colocado no papo.

    • Praticamente a mesma coisa. A única diferença notável e a ponto de ser consideravel importante são as mudanças militares e estratégicas. Como exemplo temos o Japão que ameaça a China corroída pela disputa política; o que acontece em má hora.

    • Ótimo. - Falou o Presidente, escrevendo anotações em um papel pequeno.

    • Ótimo?! A China está à beira de uma guerra internacional na qual suas guerrilhas não tem como suportar. Com todo respeito senhor presidente, mas como pode achar isso ótimo?

    Roosevelt terminou de escrever assim que Cordell terminara de falar. Levantou seus olhos para Cordell, encarando-o, e parecia estar com raiva dele. Cordell, como não era um sujeito de coragem, sentiu-se intimidado e desmanchou sua posição hesitante. Foi aí que, finalmente, Roosevelt falou enquanto arrastava a anotação para o ministro.

    • Isto nos abre as portas para relações internacionais. Leia isto com atenção e tente realizar estas ordens. Pode ir, ministro, sua presença não é mais necessária.

    Falou com um tom de frieza e quando Cordell se levantara, o presidente lia as propostas de Friedman quando ergueu a cabeça e se concertou em relação à Cordell enquanto este passava pela porta.

    • Me perdoe se fui frio, Cordell. Você tem minha eterna consideração.

    O Presidente abriu um sorriso amigável e sua expressão, assim como sua aparência, de irritação sumiram, tanto de vista quanto das lembranças de Cordell, que sorira em concordância. O Presidente voltou-se a anotação de Friedman:[/font]

    1° Em Relação à Alemanha - Apoiar Partido no Poder (Prioridade Média)

    2° Em Relação a Espionagem Interna - Utilização de Propaganda Promovendo Unidade Política e Popular (Prioridade Máxima)
    3° Em Relação ao Canadá - Utilização de Propaganda Demonstrando que o Canadá se tornara uma ameaça mundial (Prioridade Máxima)
    4° Em Relação ao Haiti - Mesma coisa do Canadá (Prioridade Mínima)
    5° Em Relação ao Brasil - Mesma coisa da Alemanha (Prioridade Máxima)
    6° Em Relação ao Panamá - Mesma coisa do Canadá (Prioridade Mínima)

    - Perfeito! Ponha o plano em prática, camarada Friedman. - Falou o presidente, sorrindo e notavelmente bastante alegre.

    Em poucas horas os espiões nacionais e internacionais já estavam sendo transferidos e alguns boatos sobre isso já estavam sendo publicados no jornal “The New York Times”.

    Casa Branca, 26 de Janeiro 1936 (09:00 horas)

    O ministro de Defesa, Malin Craig, foi chamado à sala oval da Casa Branca. Na hora em que chegou em frente a porta, o Ministro de Relações Exteriores Cordell Hull abriu a porta e saiu com uma pasta na mão, deixando a porta aberta para Malin Craig, que o seguiu com o olhar até que saísse de sua vista; somente aí que ele entrou. Quando entrou, deu de cara com o Presidente Roosevelt e o general Douglas McArthur e sentou-se à frente do presidente.
    • Bem vindo, Ministro da Defesa. Como está?

    • Ótimo, senhor presidente. Por favor, vamos direto ao assunto. - Respondeu Malin Craig, suando frio.

    • Certo. Tenho algumas notícias que creio que não gostará. Sinto muito por ter perdido definitivamente o seu cargo de Chefe de Estado Maior, mas é necessário. Hoje, peço seu afastamento do cargo de Ministro de Defesa, mas não para todo o sempre, pois sua habilidade com blindados será necessária no futuro. Peço sua compreensão e paciência para que espere até a hora certa, a hora certa de você remotar seu cargo.

    Craig concordou com a cabeça. Ele soava frio, aparentava estar quase em depressão e sentia medo pelo futuro de sua família. Por outro lado, o presidente achava interessante deixar os cargos importantes para outras pessoas, o que tornava o país mais democrático.

    Enquanto ao que o Ministro de Relações Exteriores fazia ali era que ele trouxera informações de que os planos de aproximação diplomática do presidente não eram possível por vários motivos, e afirmou ficar ligado e avisar quando tais processos poderem ser executados. O Presidente mostrou-se bem grato pelo esforço de Cordell.

    New York, 26 de Janeiro 1936 (13:00 horas)

    A propaganda da inteligência interna Estadunidense já fazia efeito. Nas ruas, e nos jornais, era bem comum enxergar planfetos ou propagandas deste tipo:

    9 de Fevereiro 1936 (07:00 horas)

    Nossas regiões fronteiriças com o México estão desguarnecidas. Com o grosso das tropas mexicanas, ao menos o que aparenta, nas suas fronteiras com as nossas, suspeitamos de algum plano de invasão. Se pergunta porque eles teriam tanta coragem? Porque conseguiriam vastos territórios antes de encontrar resistência, alguns até importantes. Por este motivo, foram transferidos para as fronteiras com o México todos os batalhões internos dos Estados Unidos, o que é o suficiente para destruir as forças ofensivas mexicanas. Esta preocupação está muito adianta por causa que o México tem uma neutralidade alta e difícilmente vai querer aumentar suas ameaças indiretas conosco quando nossas tropas estiverem posicionadas.

    Leahy se mostra bastante eficiente e profissional neste trabalho de movimentação.

    22 de Fevereiro 1936 (22:00 horas)

    O primeiro comboio que já estava em planejamento foi concluído. Como dito anteriormente, o ministro da Marinha posicionou os destróiers onde lhe parecesse mais conviniente.

    5 de Maio 1936 (02:00 horas)

    O presidente estava em sua cama quando recebeu o telefone do ministro de relações exteriores Cordell Hull.
    • Quem diabos está me ligando as duas da manhã?

    • Eu, senhor, Cordell Hull. Temos notícias alarmantes.

    O presidente se sentou na cama e esfregou a mão nos olhos tentando prestar o máximo de atenção possível no telefone.

    • Fale.

    O Ministro falou sem demoras ou hesitações.

    • A Etiópia se rendeu aos Estados Italianos, senhor Presidente. Este fato, segundo Churcill, foi um desrespeito ao direito à liberdade. Esta atitude refletiu nos governantes de quase o mundo todo.

    • Mas o quê?! Um dos dois únicos países da África livre é anexado por um país Europeu… Que pena. Enfim, amanha irei ver o que podemos fazer.

    • Obrigado senhor presidente, e boa noite.

    O Ministro desligou o telefone. Infelizmente, no outro dia, Roosevelt se deparou sem meios de intervir. Além de não estar disposto a entrar em desentendimento com a Itália, país amigo da Alemanha, Roosevelt também contava com Cordell que era um pouco simpatizante com o regime fascista de Hitler.

    25 de Fevereiro 1936 (14:00 horas)

    Outra divisão de destróiers foi terminada. A tripulação subiu aos barcos disposicionados à mercê do ministro da Marinha, que, novamente, posicionou os navios onde o Presidente não pode identificar.

    9 de Maio 1936 (07:00 horas)

    A influência da União Soviética e da Alemanha nos Estados Unidos terminou. Tentando refirmar o tratado, os Estados Unidos se permitiu a ser influenciado pela União Soviética.

    26 de Maio 1936 (00:00 horas)

    A primeira divisão de submarinos nacional foi concluída. Outra vez o ministro da Marinha, William Standley, posicionou-a onde parecesse mais eficiente.

    Fronteiras Canadenses, 7 de Junho 1936 (04:00 horas)

    O Secretário de Defesa estadunidense se encontrou com o presidente Roosevelt no salão oval. Ali eles descutiram onde posicionar os dois batalhões de cavalaria recém-formados. As decisões foram as seguintes: 1° Batalhão de Cavalaria - 1st West Conquest Cavalry - General Jarman

    Posicionamento: Nas fronteiras com Vancouver, à oeste de ambos países em questão, devido a uma certa quantidade de tropas canadense estacionadas ali. Outro fator por este posicionamento é que Vancouver possue algumas construções militares.
    Líder: Jarman; foi escalado a esta posição por sua boa performace quando combatendo em rios. Tal coisa será necessária pois no Canadá há muito rios.


    2° Batalhão de Cavalaria - 1st East Conquest Cavalry - General Markham
    Posicionamento: Nas fronteiras da capital canadense, Ottawa, por causa da aglomeração de tropas naquelas bandas. Para reforço, foi enviado um batalhão de infantaria que estava situado nos arredores de Nova York.
    Líder: Markham; Este general foi rebaixado para poder comandar o 2° Batalhão. Ele foi “descalado” pois também possue habilidade quando comandando em rios.


    HQ - N.A.C.C.G (North America Conquest Cavalry Group) - General Wainwright
    Posicionamento: Junto, ou próximo, do 2° Batalhão de Cavalaria.
    Líder: Wainwright; por sua boa logística de racionamento, que o permite gastar menos 25% de suprimentos do que o necessário.

    Tais notícias soaram bem para os ouvidos de Roosevelt, teriam soado como música se não fosse pelo fato das tropas canadenses serem mais fortes nas fronteiras dos dois países.

    o 2° Batalhão de Cavalaria.
    [b]

    ____________________[/b]

    Parte 2 do ano de 1936, onde os Estados Unidos da América do Norte se prepara a uma guerra com seu vizinho, o Canadá.

    UHU, finalmente o Canadá será anexado, uhahuahua.

    Muito legal, to gostando mais uma vez de sua narração.
    Só tenho uma duvida.
    Para mim só apareceu duas imagens, a ultima imagem, que a das tropas posicionadas na fronteira, e a outra que é a de todos os ministros, na parte da casa Branca no dia 26 de janeiro.

    vou acompanhar aqui

    legal. domina o mundo aí

    Critiquem à vontade!
    E obrigado pelo apoio. ^^
    Como eu sou patriota, vou apoiar o Brasil militarmente, economicamente e politicamente. (Até vendi combustível pra ele) brasil*

    Tem algumas frases que eu não me recordo de ter escrevido. Vou usar menos vírgulas, tá deixando a leitura cansativa.

    Tem mais imagens além das duas que eu vi?