[INTERATIVO] Avanço Contra a Romania - Frente Norte

Após um dia de movimentação as forças imperiais tomam posição. Percebendo o risco de serem cercados, os rebeldes romanianos começam a recuar para a cidade de Áquila.

Os rebeldes respondem com sua artilharia, causando diversas baixas. Os Imperiais respondem com sua própria artilharia, enquanto os Patrulheiros e Cavalarianos conseguem flanquear os rebeldes, causando boas baixas e obrigando os mesmos a recuar. Na pressa, abandonam parte dos canhões. Na perseguição aos mesmos em direção à Áquila, chega a notícia de que a Armada conseguiu tomar o Porto Real, com isso os rebeldes começam a retirada para o leste, em direção de Piemonte.
Baixas Imperiais: 12 Fuzileiros, 54 Voluntários, 3 Canhões, 4 Cavalarianos.
Baixas Draconianas: 10 Patrulheiros.
Baixas Romanianas: 180 Milicianos, 20 Canhões.

Os rebeldes continuam fugindo para o leste. As Forças Imperiais tomam conhecimnto da tomada da Cidade de Áquila pela Armada, o que forçou a fuga dos demais partidários rebeldes da mesma, também para o leste. Rapidamente é traçado um plano para usar a Armada Imperial para bombardear o caminho, causando pesadas baixas aos fugitivos, antes que os mesmos ficassem fora de alcance dos canhões dos navios. Enquanto os Canhões, protegidos pelos Milicianos e Patrulheiros e com uma parte dos Voluntários, seguem lentamente para o leste atrás dos rebeldes, o restante dos Voluntários e os Fuzileiros, junatmente com os Marinheiros da Armada, ficam na Cidade mantendo a ordem até a chegada da Gendarmeria de Gardignon.
Baixas Romanianas: 250 Milicianos, 40 Canhões.

Uma comitiva se aproxima do acampamento das forças imperais lideradas pelo Marques-chanceler Alexander de Draconi, que lutam na frente norte contra os insurgentes revoltos romanianos. A comitiva portava consigo o estandarte imperial Gesebiano… para a surpresa de todos era o grande Almirante Jean-Baptiste Knight, o mesmo esperava poder tratar com o Marquês da Draconia alguns assuntos referentes a guerra.

  • Onde esta o Chanceler?

  • Em seus aposentos, sua graça… o mesmo esta na barraca juntamente com alguns de nossos capitães.

  • Muito bem me leve até lá…

  • Certo!

Um grupo composto por seis fuzileiros chega ao Acampamento das Forças Imperiais, o responsável por tal grupo informa o seu superior que capturaram um oficial romaniano, suspeitam que seja o General do 1º Regimento da Romania.
O oficial ordena que tal prisioneiro seja levado para a detenção junto de alguns outros que sobreviveram aos ataques.
Os Fuzileiros ajudam o indivíduo que sofrera a perda de parte de uma das pernas, mais uma das vítimas da Guerra, após alguns minutos o prisioneiro já estava alocado na ala de detenção.

O Marquês, que estava traçando os próximos passos em companhia do Conde de Knight, após ser comunicado do fato de que um grupo de rebeldes se entregou, e com a descrição do líder dos mesmos, segue interrogá-lo.

  • Esperava sinceramente que os boatos fossem mentira. - ele diz, adentrando na barraca onde está o velho amigo - Mas pelo jeito não o são.
  • Pareces desapontado, Alexander.
  • E como eu deveria me sentir Wellington? Sabendo que pegastes em armas contra mim, contra o Imperador! - e, sentando-se - O médico que o examinou disse que sua amputação não tem mais do que um mês. Gostaria de contar o que aconteceu?
  • Alguns problemas durante minha… estadia… em Áquila…
  • E mesmo assim aceitastes se vender aos rebeldes? A este suposto “presidente”?
  • Meu sonho sempre foi uma Romania livre.
  • Ha! A Romania sempre foi livre! Sempre foi independente! Sabes melhor que ninguém a pouca influência que o Imperador tinha, perto do Rei Philippus. Do Rei que vocês assassinaram!
  • Não tive nada a ver com isso!
  • Mas aceitou lutar ao lados dos assassinos dele! Dos assassinos do jovem Allan! Aquele garoto tinha mais futuro que 90% dos Fuzileiros e dos Patrulheiros que já conheci, ele lutou por Gardignon mesmo sem ter o dever, pois havia jurado lealdade a Philippus. E somente por isso o assassinaram também.
    Ante o silêncio do prisioneiro…
  • O guarda me informou sobre vossa bandeira branca. Digo-lhe que tens sorte das leis do Império lhe garantirem um julgamento justo, se dependesse da Dracônia já estarias em um tribunal militar, e bem sabes o que os draconianos fazem com traidores…
  • Ouvi histórias…
  • Bem… o caso é que vossa rendição não muda nada nesta guerra. Áquila está sob nosso comando, os Gendarmes já estão nas ruas da Cidade e não encontramos nenhum dos líderes desta revolta, mesmo verificando casa por casa, e não imaginas o trabalho que tivemos, mesmo com todos os marinheiros e voluntários auxiliando na varredura. Assim, só podemos imaginar que todos fugiram para Piemonte, e lhe garanto que nunca vi o Conde de Knight com tanta raiva…
  • Não creio que os encontrarão.
  • Talvez não. Mas está guerra acabará, nem que para isso tenhamos que colocar Piemonte abaixo e caçar o último dos rebeldes nos mais profundos buracos onde se enfiarem. Padova caiu frente aos draconianos, e os Imperiais vêm com caminho livre pelo sul. Amanhã, no máximo, Piemonte estará cercada. O próprio Conde irá oferecer uma rendição aos rebeldes, e garanto-lhe que será muito bom, para eles, que aceitem. É uma bela cidade, seria uma pena termos que destruí-la.
  • Não se atreveriam…
  • Olhe ao redor… metade de Áquila está somente escombros. Podes ter quase tanta experiência militar quanto eu, meu caro, mas nunca vistes os draconianos tomando frente em um combate… Se Piemonte não se render amanhã, ou entregar todos os rebeldes, depois de amanhã ela terá que ser totalmente reconstruída. - e, dizendo isso, o Marquês deixa a barraca…

Após chegar com a Iª Brigada de Fuzileiros Imperiais, depois de receber um telegrama do Conde do Piemonte, o Grande-Almirante Knight, Victtorio informou-se e foi diretamente a barraca do Chanceler, onde se encontravam este e o Grande-Almirante.

  • Bem parece que a festa aqui já acabara… - Disse Victor adentrando a barraca.
  • Chegastes tarde meu caro. - Respondeu-lhe o Grande-Almirante.
  • Bem, o telegrama que vossa Graça enviou para mim demorou a chegar, visto o fato de a Central da EGCT ter sido parcialmente destruída. É uma grande pena, eu realmente gostaria de ter alongado os braços para socar alguns rebeldes.
  • É uma pena… Venha comigo vossa Graça, tenho alguém para mostrar-te.

E assim o Contra-Almirante Victtorio seguiu o Grande-Almirante para a barraca onde se encontrava o prisioneiro.

O Visconde de Medeiros estava sentado em uma simples cadeira em uma barraca sozinho, ele ainda vestia o uniforme de General, uma roupa preta com suas dragonas, ele olhava para o vazio analisando a situação e pensando no passado.

Já estou velho pra isso, não me importarei com o julgamento dos homens, deixem que me acusem pois a história é quem me fará justiça.
Não me resta muito tempo pelo que eu saiba mas espero fazer bom proveito dele.

  • Aqui senhor Victtorio, o homem que outrora jurou lealdade ao imperio.

  • Como pode barão de Medeiros, o senhor quem eu tinha uma profunda estima e admiração? como pode apunhalar o Império dessa forma? Como pode se juntar como uma corja pútrida, que assassinou seu legitimo rei e uma parcela de bons homens que só queriam o bem dessa terra? Fora o fato de vc ter sido mutilado por esse mesmos cães e mesmo assim ter comprado sua causa vazia, e o pior os chamar de irmãos.

O barão algemado e preso permanece calado em sua cadeira.

  • Uma das coisas que mais repúdio é a traição! o que mais queria era terminar com isso aqui e agora enfiando uma bala na sua cabeça, contudo deixarei que o Supremo tribunal decida o que fazer. Pegarei a 1ª frota Imperial e partirei para o cerco a cidade de Piemonte onde o restante dos miseráveis rebeldes esta aquartelado, o povo piemontino não vai permitir que esses ratos permaneçam escondidos em nosso lar, ao ver a chegada de nossas forças nossos bons homens e mulheres expulsaram os bastardos da cidade, e a nós caberá apenas delegar as punições cabíveis para os atos de barbárie cometidos pelos mesmos!

  • Adeus senhor Wellington, Lord Victor tem algo a falar ao nosso “amigo”?

  • Se não siga-me, estou de partida para Aquila onde moverei a Frota para o cerco de Piemonte.

O Visconde olha para o Grande Almirante e diz.

Não precisas me dizer o que eu já sei, se os deuses me dessem uma segunda oportunidade eu faria tudo de novo.
Jurei lealdade ao Grande e Valoroso Império Gesebiano, não a este fraco e combalido governo que não respeita os povo que compõem esta Federação.
Mudanças iram ocorrer, nada pode evitá las.

  • Bem… não sei o que dizer… - Ao ver que o líder dos rebeldes era seu primo Wellington, Victor ficara pasmo. - Wellington o que aconteceu a ti para mudares teu pensamento de tal forma? - Perguntara Victor ainda pasmo.
  • Ainda não acredito que és tu o líder de tal rebelião… Não terei tempo para ouvir vossa resposta no momento pois partirei junto ao Grande-Almirante para Piemonte. Nos vemos em breve… - Disse Victor ainda pasmado e sem acreditar no que vira e ouvira naquela barraca.

Após as breves palavras, o Contra-Almirante fora junto ao Grande-Almirante para o encouraçado que os levaria a Piemonte.

[mod=“Stephano”]Como não foi esclarecido . . defino que do 1° Batalhão de Infantaria (1000 arregimentados pelo decreto presidencial + 1000 mobilizados por Wellington) dos quais 430 ja haviam sido mortos/capturados em combates no fronte norte some-se a retirada além o bombardeio naval e eventual defesa da cidade, considero tal unidade totalmente destruída.[/mod]

  • Guarda-Marinha!
  • Sim, Vossa Graça!
  • Estamos em guerra, meu caro, e durante uma guerra não há sangue nobre. O que, na verdade, nunca tive.
  • C-Como quiser, Almirante!
  • Temos notícias do cerco em Piemonte? Não segui junto com os soldados acreditando que o Comandante Victor e o Grande-Almirante de Knight iriam conseguir resolver a questão facilmente.
  • As últimas notícias são de que o Grande-Almirante desembarcou na praia ao norte da cidade e estava seguindo para a mesma.
  • Entendo… bem, espero que ele consiga convencer os rebledes e o povo a um fim pacífico, afinal, é a cidade dele… Well, obrigado, dispensado.

O Chanceler andava de um lado para o outro da barraca de comando montada ao largo da semi-destruída Áquila. O Capitão dos Patrulheiros Draconianos adentra a tenda.

  • O que está lhe preocupando tanto, Alexander?
  • Ah, Christopher… é este período sem notícias. Pelo tempo decorrido, Piemonte já deveria ter capitulado. Mas, há uma semana não temos notícias.
  • Isso é de fato estranho…
  • Já está tudo organizado para Áquila ser integrada pela Dracônia, ao menos até o Imperador decidir o que fará com estas terras. Mas nada desta guerra terminar. Faça o seguinte, mande um destacamento dos Patrulheiros seguirem para Piemonte, para verme que diachos está acontecendo lá. Enquanto isso, vamos fazer os preparativos para caso seja necessário seguirmos para lá. Diga para que todas as forças da Dracônia que vieram de Padova fiquem de prontidão para partirem, se for necessário.
  • Todos?
  • Sim, todos os 5900 Ferroviários, 1919 Voluntários e 481 Patrulheiros.
  • Imediatamente.

O General estava sentando em uma cadeira próximo a entrada da Barraca que era guardada por dois Fuzileiros, ele se remigia e resmungava, até que se levanta e chamando os fuzileiros diz.

Pelos deuses, será que alguém pode me dizer o que está acontecendo com a minha pátria? por que essa guerra não acabou ainda? vós estão a maltratar os pobres cidadãos que nada tem haver com isto?

Após dias sem nenhuma notícia, o General se preocupava, ninguém lhe falava nada, nenhuma das suas perguntas eram respondidas, após muito pensar ele acaba chegando a conclusão que é hora de agir, ainda estava preso naquela barraca guardada por dois fuzileiros, eis que ele em silêncio pega a cadeira em que tanto ficara e bate na cabeça de um dos fuzileiros.

[offtopic]Steph, Hiryuu, Ck, Victor ou qualquer um, postem a ação do outro guarda… ta chato ficar em uma barraca sem ter o que fazer.[/offtopic]

Surpreendido, o Marinheiro ao ver seu companheiro atingido se volta e acaba disparando seu rifle. Em minutos a tenda é cercada e o prisioneiro contido. Aos ser informado do ocorrido, o Chanceler em pessoa vai ter com o prisioneiro.

  • Wellington, Wellington… por que fazes isso? Que bem trará? Já me surpreende o resto dos revoltosos manter Piemonte, levando fome e medo às pessoas daquela cidade, mas por que tu insistes? Se precisas de algo, basta pedir.

O outrora importante político, descabelado e com uma visível feição de terror e confusão diz.

Eu exijo falar com o Chanceler Philippus, não aceitarei que vós invada e mate o povo romaniano, Sua Majestade irá enforcá lo por isto.

Os que ali estavam se entreolham enquanto Sir Wellington se debate nas garras dos fuzileiros.

O Marquês, desembainhando sua katana, aponta a mesma para o peito do prisioneiro…

  • Sabes muito bem que, graças a vocês, revoltosos, só há um jeito de falar com Sua Alteza agora…
    Após alguns momentos que pareceram horas, o Marquês embainha novamente sua espada, vira-se e, saindo calmamente da tenda, apenas responde, de soslaio:
  • Mas, infelizmente não serei eu a decidir isto, bem sabes disso. Guardas! Ao que me consta o antigo prédio da Gendarmeria ainda está de pé. Levem-no para lá e coloquem-no em uma das celas. Se ele quer tanto falar com o falecido Rei, que ele mesmo dê um jeito, então.

Ainda transtornado, Sir Wellington vê o Marquês e diz.

Fuja escória draconiana, logo enfrentaras a ira do Chanceler e de Sua Majestade, seus soldados idiotas, estão apoiando um golpe contra o Imperador, ele ira acabar com voc…

Antes que pudesse terminar a frase o mesmo acaba desmaiando e é levado para uma cela na Gendarmeria em Áquila.