[INTERATIVO] Avanço Contra a Romania - Frente Sul

As forças combinadas do Império e da Dracônia avançam pelo litoral. A Patrulha Draconiana e os Cavalarianos Imperiais manobram pelo centro-sul romaniano, verificando a presença de possíveis forças rebeldes na Vila de Campobasso, e segue então flanquear os rebeldes entrincheirados na Vila de Barletta. Os Fuzileiros seguem com os canhões, prontos para iniciar o bombardeio assim que entrarem em alcance, enquanto os Voluntários Draconianos seguem pelo noroeste.

Utilizando os canhões como forma de impedir a aproximação dos rebeldes e forçar sua retirada, as forças Imperiais avançam enquanto os Patrulheiros e Cavalarianos conseguem fazer a volta na Vila de Barletta e cortar a rota de fuga dos mesmos. Mesmo com ambos os lados sofrendo baixas no combate, no final os rebeldes se rendem e são presos em algumas casas da Vila, enquanto o restante das tropas avança para a Cidade de Napoli, na divisa entre Áquila e Piemonte, mas já em território piemontino.
Baixas Imperiais: 5 Fuzileiros, 2 Cavalarianos.
Baixas Draconianas: 35 Voluntários, 3 Patrulheiros.
Baixas Romanianas: 65 Milicianos.
Prisioneiros: 435 Milicianos, sendo guardados por 1 Fuzileiro e 20 Voluntários.

Já em território piemontino, as forças Imperiais chegam à Cidade de Napoli, conhecida por seus peixes exóticos e pelas esculturas nas ruas. Estranhamente, talvez pelo Conde ter se mantido fiel ao Império, não é encontrada oposição aos Imperiais na mesma, e as forças seguem adiante. Os Patrulheiros e Cavalarianos, mais rápidos, em direção à Vila de Corleone, enquanto os Fuzileiros e Voluntários, juntamente com os Canhões, seguem para a Vila de Catania.

Seguindo pelo território piemontino, as Forças Imperiais não encontram resistência. Ao contrário, são informadas de que o próprio Conde está na batalha contra os rebeldes, de forma que apenas grupos do submundo de Piemonte que devem apoiar a rebelião. Com estas informações em mãos, são enviados mensageiros para o Quartel General, enquanto as forças passam pela Vila de Bologna em direção à Vila de Venezia e, posteriormente, a própria Piemonte.

O General Capellari, comandante do 3º Regimento da Romania, acabara de receber a notícia das pesadas baixas devido às arremetidas nos flancos pela cavalaria draconiana e ao incessante fogo da artilharia imperial.

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General Capellari acompanhando o andamento das escaramuças
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Este cogitava um contra ataque, afinal, saíra da capital, Áquila, tendo em mente que a cidade ainda não estava bloqueada pela Armada, e que as forças Romanianas haviam tomado Saint-Depoux, para este, tudo corria bem e não poderia desonrar a Romania no fronte Sul.
Sendo assim, ao organizar o contra-ataque com seu estado maior, recebe a pior notícia de sua vida, o 5° Batalhão de Infantaria havia entregue as suas bandeiras a um comandante da Patrulha Dracôniana . . . .

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Parte dos 435 Milicianos do 5º Regimento de Infantaria da Romania[/align]

. . . a maior das desonras para um Romaniano, as ordens eram claras, evitar rendições e caso fosse necessário nunca para forças da Dracônia, somente para forças do Império . . . e os planos então devem ser mudados . . . .

O General Capellari deveria ser rápido, com esta derrota inesperada, não poderia esperar-se muito tempo, certamente o próximo ataque seria implacável, perguntou a seu imediato, de quantas forças dispunham então, este confessa-lhe que aluns homens ao saber do ocorrido haviam debandado, então não contavam com mais de 390.

As ordens então eram claras, não era uma retirada, mais do que isso, uma marcha forçada até o Piemonte para organizar uma ultima defesa, a ultima esperança, dos homens do 4º Regimento de Infantaria (Milicia) da Romania, 90 estabeleceriam a defesa da retaguarda em retirada, enquanto o grosso das tropas marcharia em retirada ao Piemonte.

[center]A chamada Retaguarda de Defesa, os 90 romanianos.[/align]

Os Romanianos em retirada tem alguns sucessos, o pesado da força romaniana não estava mais baixo o fogo da artilharia Imperial e conseguira repelir os ataques de cavalaria, cavalaria esta que não ousava avançar muito além do que alcançava o apoio de Artilharia e dos vastos recursos logísticos de que dispunham as forças do Império, já a infantaria Imperial avançava de forma massiva por cada vila e acidente geográfico daquelas terras, visando tomar a Romania como um todo, e por isto não representava ameaça a retirada Romaniana. . . por enquanto.