[INTERATIVO] Avenida do Imperador

[center]Avenida do Imperador[/align]

[justify][tab=30]A Avenida do Imperador, a mais lona via de tráfego da Capital Arquiducal, entende-se dos portões do Imperial Palácio do Juramento até encontrar a Avenida do Porto, já no Cais Principal do Porto de Gardenne.[/align]

[justify][tab=30]Com as vias limpas e a devida assistência prestada pelo Governo aos mais atingidos, a vida parecer retomar seu curso normal na Capital Arquiducal.[/align]

A população local do bairro desconfia que, logo após a volta do suposto grande mafioso do extinto Império, as notícias de assassinatos tidos como execuções retornem.

[justify][tab=30]Ao longo das últimas semanas, a Avenida do Imperador vem sendo preparada para compor a grandiosa cerimônia de coroação da Arquiduquesa. Por conta de ser caminho integrante do itinerário a ser percorrido pela berline de Sua Alteza, arquibancadas foram montadas paralelamente à via. Além disso, os frequentes ensaios das tropas têm chamado a atenção de populares. [/align]

[justify][tab=30]Desde as primeiras horas do dia, as calçadas paralelas à Avenida do Imperador já encontravam-se lotadas de populares que ansiavam pelo início da cerimônia de coroação.
[tab=30]Quando as três primeiras carruagens despontaram no início da avenida, a população começou a ovacionar seus ocupantes. Tratavam-se do Primeiro-Ministro Robert Crawley e sua esposa, a Condessa Cora Crawley; já a segunda carruagem trazia o o Juiz Superior Arquiducal, Alberto Saraiva e sua esposa, Sibel Saraiva, a terceira e última trazia o Presidente Provisório do Parlamento, Pedro D’Oliveira e sua esposa, Greta D’Oliveira.[/align]

Abaixo, uma multidão vinda da Pequena Sicilia começa um protesto. A multidão era extensa com muitos Italos Gesebianos, apoiada pela União dos Operários Gesebianos , todos em um grito.

  • NÃO QUEREMOS UMA MONARCA, QUEREMOS UMA REPUBLICA!!! NÃO QUEREMOS UMA MONARCA QUEREMOS UMA REPUBLICA!!!

[size=150][font=Garamond Bold][justify][tab=30]Deixando o Hotel Seleya a carruagem real Romaniana é escoltada pelos Dragões Reais através da larga avenida. O Rei conversa com Secretário de Negócios Estrangeiros sobre a manifestação que ocorria nos arredores da Avenida.


[tab=30]Os agentes do Serviço Secreto acompanham a movimentação, mas ao verem que não representam ameaça ao César decidem não intervir, os agentes da CIR por sua vez se posicionam nos limites da multidão e discretamente participam da ação.[/align][/font][/size]

[justify][tab=30]Rapidamente a Gendarmeria age. Com auxílio do 1º Regimento de Cavalaria Ulana, começam a dispersar a multidão, afastando-os, aos poucos, das calçadas da Avenida. Avançando sobre a multidão de manifestantes, os cavaleiros agridem aos que tentam resistir, desferindo-lhes golpes com sabres envoltos em capas de madeira, de forma que ninguém receba ferimentos letais.[/align]

Enquanto a cavalaria avança eles vão pressionando os que estavam atras, um pai que carregava seu filho nos ombros começa a caminha para trás.

O pai tropeça e cai, com a cavalaria aumentando a pressão as pessoas pisoteiam a criança. O pai começa a gritar;

  • MEU FILHO!!! MEU FILHO!!!.

A multidão para e o pai pega seu filho sem vida.

  • ARQUIDUQUESA DESGRAÇADA, ELA MATOU MEU FILHO!!!

A turba de manifestantes se revoltam, começam a pegar paus e pedras e enfrentarem o Ulanos. Lojas ao redores são quebradas e tudo que é possível é usado como armas

[justify][tab=30]Com parte da multidão já dispersa e afastada cerca de 500 metros da avenida, a Cavalaria prossegue com a remoção dos manifestantes. Ao passo que os mesmos começam a revidar, os soldados da gendarmeria - munidos de cassetetes de madeira - começam a revidar as agressões, ingressando na luta corporal contra alguns dos baderneiros. Nenhum tiro é disparado até aquele momento.
[tab=30]Concomitantemente, soldados do 1º Regimento de Caçadores - que compunham a segurança da área, em prontidão e posicionados nos terraços de alguns prédios, tentam localizar possíveis manifestantes munidos de armas de fogo. Ao sinal de suspeita, conforme orientações repassadas anteriormente, os alvos perigosos deveriam ser abatidos.[/align]

[justify][tab=30]Em carruagens abertas, a Comitiva Real Draconiana é muito festejada pela população, durante sua passagem pela Avenida do Imperador.[/align]

[tab=30]Enquanto a multidão era completamente dispersada, alguns manifestantes mais exaltados são levados à Sede da Gendarmeria e lá são encarcerados, enquanto aguardam para serem interrogados.

[tab=30]O homem e o filho que fora ferido durante a confusão são levados ao Hospital de Santa Misericórdia, mesmo que aquele se recusasse de alguma forma a ser acompanhado pelos gendarmes.

Por volta das 10h40 do dia 24 de maio…

[size=140][font=Times New Roman][justify][tab=30]Cercada pelos Ulanos Imperiais, a berline arquiducal prosseguiu na procissão até o Parlamento. Podia-se observar que, mesmo timidamente, a Arquiduquesa desferia acenos na direção da população, assim como seu esposo, o Conde Renan.

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[tab=30]A Arquiduquesa se impressiona com o apoio da população - mesmo já tendo sido comunicada sobre o protesto à sua coroação - e timidamente, acena para a população. Ela sabia toda resistência que ainda sofria, mas agora era um momento de alegria e comemoração.

Ainda no dia 24 de maio, pouco depois do meio-dia…

[size=140][font=Times New Roman][justify][tab=30]Com o término da cerimônia de coroação, realizada no Grande Salão Nobre do Parlamento, teve início da procissão de retorno ao Palácio Imperial do Juramento.
[tab=30]A frente de todo cortejo vinha a berline arquiducal, trazendo a agora coroada e entronada, Arquiduquesa Selma I, junto de seu consorte, o Conde Renan Souza e Silva. A população, assim como fizera anteriormente, ovacionava o casal ao som do brado de “Vida lona à Arquiduquesa”. Seguiam-se também, as comitivas romaniana e draconiana.Todos intencionavam participar do grande banquete oferecido por Sua Alteza Arquiducal.

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[size=140][font=Times New Roman][justify][tab=30]Durante a manhã, milhares de homens aglomeraram-se nas imediações do I Quartel do Exército Arquiducal. A grande maioria decidiu alistar-se voluntariamente para combater na guerra contra a Romania, assim como haviam aqueles que estavam a responder a convocação de membros da reserva. Tudo era acompanhado de perto pelo pelotão de guarda montada da Gendarmeria.

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[size=140][font=Times New Roman][justify][tab=30]Sob ordens do Ministério da Defesa, gendarmes fixaram, ao longo dos postes de iluminação da Avenida e também por toda a região central da capital, cartazes-propaganda incentivando aos jovens dugardenhanos a efetivarem seu alistamento junto ao Exército Arquiducal.

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[tab=30]Apesar do parco movimento em suas ruas, Gardignon continua a crescer suavemente, contrariando o prognóstico de alguns políticos mais pessimistas que acreditavam que a Dugardenha ruiria sem um soberano efetivo.