[INTERATIVO] Base-Principal do I Exército Draconiano

[center]Base da Patrulha e estábulos em Firgen[/align]

[justify][size=150][font=fantasy][tab=30]Dado o caráter peculiar da fundação da Vila de Draco por Sir Alexander Drake, sempre foi previsível que a Vila, por sua posição estratégica, tivesse um caráter defensivo. Todos os moradores eram treinados no uso de armas brancas e de fogo, e mesmo com o passar dos anos e a calma reinante a política de estarem todos sempre prontos para defender o Império prevaleceu.

[tab=30]Apesar disto, uma pequena força de elite foi criada, logo nos primeiros anos, para patrulhar as montanhas e manter as fronteiras seguras. Esse grupo foi chamado de A Patrulha Draconiana.[/font][/size][/align]

[center]Oficial da Patrulha[/align]

[justify][size=150][font=fantasy][tab=30]Apesar de não muito numeroso, o grupo, mantido com dinheiro do próprio Sir Drake, possuía os melhores cavalos, trazidos dos melhores haras de Piemonte, armas importadas da Inglaterra e da Suécia, e os membros passavam por um treinamento diário.

[tab=30]Com o tempo, mesmo o Forte construído nas Montanhas Azuis fora abandonado, mas a Patrulha sempre se manteve ativa, mesmo após a morte de Sir Drake.[/font][/size][/align]

[center]A Patrulha preparando-se para cavalgar[/align]

[justify][size=150][font=fantasy][tab=30]Com o retorno de Alexander e sua posterior aclamação como Duque, o mesmo mandou trazer as mais modernas armas do exterior, reequipando a Patrulha, e inclusive aumentou o efetivo da mesma, para patrulharem não somente o Passo de Drake mas toda a Marca, inclusive o Passo da Vila de Myrce, ao norte, e o Caminho de Mediolano, ao sul. Todos os dias um pequeno destacamento inicia a patrulha entre as cidades, cobrindo toda a fronteira em turnos regulares.

[tab=30]Embora originalmente fosse uma Cavalaria Couraceira, hoje pode-se considerar a Patrulha como Dragões Leves, cavaleiros armados com rifles preparados para cavalgar longas distâncias e serem mais rápidos que quaisquer inimigos, embora os oficiais comandantes ainda, usualmente, usem couraças como forma de distinção.

[tab=30]A Patrulha Draconiana atua dentro do Ducado da Dracônia, lado a lado com a Gendarmeria Imperial e os Fuzileiros Imperiais, mantendo a ordem e a segurança nas tanto nas cidades e vilas quanto nas regiões fronteiriças.[/font][/size][/align]

[center]Ataque da Patrulha durante o combate com ciganos nos Campos Noroeste[/align]

[justify][size=150][font=fantasy][tab=30]Em Firgen, localiza-se a Base-Principal da Patrulha, onde o Comandante Christopher organiza as tropas e recebe os relatórios das patrulhas diárias realizadas. Grande parte dos patrulheiros que servem aqui são veteranos que passaram anos mantendo a segurança da fronteira e defendendo o Império de revoltosos e arruaceiros.

[tab=30]Com a independência da Dracônia e a criação do Exército Real Draconiano, a Base foi reformada e convertida na Base-Principal do Exército e Base do I Exército Draconiano.

[tab=30]I Exército Real Draconiano (1ERD) - Firgen: 1.000 Rangers, 300 Patrulheiros, 200 Engenheiros, 20 Gatling Guns, 20 Canhões
[tab=30]II Exército Real Draconiano (2ERD) - Mediolano: 1.000 Rangers, 200 Patrulheiros, 100 Engenheiros, 20 Gatling Guns, 20 Canhões
[tab=30]II Exército Real Draconiano (2ERD) - Sunéria: 10.000 Rangers, 1.000 Patrulheiros, 1.200 Engenheiros, 60 Gatling Guns, 110 Canhões
[tab=30]Efetivo em Ömnöd Salkhi: 1.000 Rangers, 200 Patrulheiros, 200 Engenheiros, 20 Gatling Guns, 20 Canhões
[tab=30]III Exército Real Draconiano (3ERD) - Myrce: 1.000 Rangers, 200 Patrulheiros, 100 Engenheiros, 20 Gatling Guns, 20 Canhões
[tab=30]Efetivo em Windhelm: 1.000 Rangers, 100 Patrulheiros, 100 Engenheiros, 10 Gatling Guns, 10 Canhões[/font][/size][/align]

Chegando finalmente à Sede da Patrulha, o Marquês é recebido pelo Comandante da mesma…

  • Alexander!
  • Christopher! Ah meu amigo, há quanto tempo! Dê-me cá um abraço, seu lobo velho!
  • Lobo velho mas ainda melhor que você, seu lagarto super-desenvolvido!
  • Hahaha, não mudastes nada, não é? Como está a Patrulha?
  • Tudo calmo, meu velho. Sempre de prontidão, é claro, mas tudo calmo.
  • Muito bom, muito bom… Como organizastes as patrulhas?
  • Achei que tinhas vindo pela nossa velha amizade, mas são negócios, então? hahaha… Veja bem, de Firgen a Mediolano temos que cobrir 270km, dia sim dia não um grupo de 10 Dragões parte de Firgen, e o mesmo é feito em dias inversos em Mediolano. Com isso, temos 6 patrulhas sempre em campo, sendo 30 homens de Mediolano e 30 homens de Firgen.
  • Muito bem, muito bem. - responde o Marquês, interessado.
  • Já para Myrce a distância é de 440km, seguimos o mesmo esquema um grupo de 10 Dragões partindo dia sim dia não, alternadamente com a Base de Myrce. Assim, temos 10 patrulhas, ou 100 homens, sempre percorrendo esta área.
  • Isto, então, deixa sempre, vejamos, 70 homens em Mediolano, 50 em Myrce e 220 em Firgen, correto?
  • Perfeito, meu caro, isto mesmo. E um homem quando termina sua patrulha fica, em média, 15 dias lotado nas bases, antes de seguir em patrulha novamente. Um pouco mais, um pouco menos, mas na média seria isso.
  • Talvez devêssemos aumentar os Patrulheiros em Myrce… mas, bem, deixarei que você me faça um relatório, meu caro.
  • Certamente.
  • Por hora, quando sai a próxima patrulha?
  • Amanhã ao raiar do sol.
  • Prepare mais um cavalo, irei acompanhar os homens.
  • Como? Andastes exagerando no rum novamente, Alexander?
  • Hahaha, não me venha com histórias, Christopher! Estou viajando por uns dias, planejo seguir para Myrce e de lá para Dunord e, só então, retornar a Gardignon.
  • Será uma bela viagem.
  • Quero relembrar os velhos tempos enquanto ainda posso, meu caro. Por mais que queiramos, não seremos jovens para sempre…
  • No seu caso, isso já acabou faz um bom tempo…
  • Hahaha!
  • Hahaha! Mas tudo bem então, irei avisar aos rapazes que amanhã, excepcionalmente, a Patrulha contará com 12 membros.
  • Ora essa, pretende me acompanhar?
  • Pelos velhos tempos, meu amigo. Só é uma pena que não poderás conhecer todos os Patrulheiros, há um jovem que está em Mediolano agora que me lembra muito você…
  • Se isto for verdade, coitados de nós! Hahaha… Bom, irei roubar uma das camas da Base e dormir um pouco. Até mais, meu amigo.
  • Lembre-se, partimos à 5h.

Tres cavaleiros param em frente a sede e adentram apressadamente.

  • Quem está no comando? - pergunta Julio

  • Sou eu senhor, comandante Christopher, em que posso ajudar? mas seja breve estamos no meio de uma guerra.

  • É exatamente sobre isso que vim falar. - Julio tira dois papeis do bolso.

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  • Eu sou Julio Cesar Prudente de Morais, Juiz do Império, e vim aqui me apresentar para lutar, esses são Sr. Ferguson e Sr. Bohannon homens de minha confiança e também se juntaram a nós assim como 6.000 homens se conseguirem as 5.000 armas mencionadas pelo chanceler, já possuímos 1.000 armas em nosso Arsenal.

  • Vossa Excelência, seus homens serão de muita ajuda, visto que para atacar daqui temos apenas 300 dragões leves, quero que fique como segundo em comando liderando seus homens.

  • Creio comandante que essa não será uma guerra fácil, veja. - Julio então coloca outro papel na mesa.

  • Assim que soube que havia algo errado na Romania juntei alguns homens e cavalguei um pouco a dentro das terras Romanias, e nos deparamos com isso, uma linha de defesa muito bem entrincheirada, contamos em torno de 1.000 homens, creio que a maioria formado por populares voluntários, mas com a cobertura de 3 canhões, acho que eles imaginaram que haveria uma ofensiva vindas de Firgen. Por acaso teria canhões para batermos de frente com eles?

  • Se tirarmos os canhões daqui ficaremos desprotegidos de algum ataque do deserto. - Responde Christopher.

  • Bom nesse caso. - Julio pega uma caneta e rabisca o papel com o mapa.

  • Creio que enquanto distraímos eles, o senhor pegue seus 300 cavaleiros e siga margeando rio assim que contornar essas arvores, ataque direto os canhões, tente inutilizar eles e retornem para as se juntar ao nosso ataque principal.

  • Por não ter experiência militar até que és um bom estrategista senhor Julio, vamos seguir esse plano, vou conseguir as armas.

  • Podemos carregar os cavalos e homens utilizando a locomotiva até a Vila Ferroviária, assim chegaram lá descansados para partimos para o ataque.

Depois de mais algumas discussões e com a locomotiva carregada com armas e cavalos, todos partem para Vila Ferroviária

  • Christopher!
  • Alexander! Ouvi dizer que estavas doente, mas me pareces bem!
  • Sabes que sou forte como um touro, amigo. Sinto pela rápida visita, mas temos novamente um princípio de revolta na Gardenha.
  • Estás brincando? Depois chamam sós, draconianos, de selvagens!
  • Nem me fales, nem me fales… O caso é que terei que voltar imediatamente para lá, tentar resolver essa confusão. Enfim, vim lhe pedir que deixe a Patrulha de prontidão, se for preciso fazer o mesmo que com a Romania para que a paz seja alcançada, que seja.
  • Estás falando sério?
  • Estou é cansado deste povo que tem a paz e a liberdade que metade dos povos do mundo desejam, e ainda assim não se sentem felizes.
  • Concordo, meu amigo, concordo.
  • Pois bem, esteja atento ao telégrafo, quero vocês em Gardignon em 24h se preciso for.
  • Se preciso for, lá estaremos, meu caro.
  • Agora com licença, que tenho que tomar o trem. Passar bem.
  • Igualmente, meu amigo. Boa viagem.

Um telegrama chega ao amanhecer à sede da Patrulha,

  • Ora essa! Finalmente. Oliver!
  • Sim, Comandante?
  • Reúna os capitães. Teremos uma reunião de emergência.
  • Roger, sir!

[mod=“Stephano”]Não seria melhor editar este topico e utiliza-lo como sede da patrulha?[/mod]

  • Pelo visto a idade ainda não o impede de acordar cedo…
  • Alexander!
  • Hahaha… como estás, Christopher? Dê-me cá um abraço.
  • Pelas últimas notícias, não sei se melhor ou porque você. Duque, quem diria? Mas ainda não acredito que deixastes a Chancelaria…
  • Pois estou feliz de poder voltar às montanhas e deixar aquele ninho de cobras, meu caro. Muitos poucos se salvam ao leste do rio īsceald, infelizmente.
  • Acredito, acredito. Mas venha, queres um rum, como sempre?
  • A esta hora? hahaha
  • Não me enganes que sei que teu café da manhã a metade é rum…
  • Hahaha… aceito apenas por que precisamos falar de negócios.
  • Realmente? - responde Christopher, servindo dois copos.
  • Como já deves ter percebido, uma nova crise está aí…
  • De fato… já pode-se ver isto nas ruas, todo dia…
  • Pois bem, - diz o Duque, bebendo o líquido em seu copo - preciso que me faças um relatório completo sobre os patrulheiros, e qualquer forma de pudermos economizar homens e recursos. Não quero diminuir o número dos mesmo, ao contrário, desejaria era aumentá-lo e estabelecer uma fiscalização na fronteira leste também. Mas minha renda e, por conseguinte, o orçamento da Dracônia sofreram um pesado golpe com a crise.
  • Entendo… o farei, certamente, mas sem aumentarmos consideravelmente o número de patrulheiros, será complicado, as saídas das patrulhas teriam que ser postergadas em vários dias…
  • E isto não é bom, eu sei… Veja o que consegues para mim, meu amigo.
  • O farei.
  • Bem, vamos ao trabalho, então… quero fiscalizar a construção do Centro Médico. Ah, antes que me esqueça, recebestes um “enviado especial da Coroa”?
  • Falas daquele arrogante e pomposo “Comandante da Guarda”? Já foi enviado, graças aos céus, para Myrce. Tenho pena dos recrutas que ficarem sob comando dele, mas ordens são ordens… Só espero que ele não caia de algum precipício, como bem sabes os caminhos nas montanhas não são fáceis nem para nós que crescemos aqui…
  • Hahaha… se ele cair ou congelar, ou morrer desidratado no deserto, não será culpa nossa, todos os patrulheiros passam pelo mesmo treinamento e, em sua maioria, sobrevivem. Bem, com licença, Christopher. - despede-se o Duque, virando o copo e jogando-o para o Comandante.

A Patrulha do dia chega à Base e o capitão vai ter com o Comandante.

  • Ah, William! Como foi a cavalgada? Tudo tranqüilo em Myrce?
  • Tudo tranqüilo na fronteira, senhor. Já em Myrce…
  • Hum? O que foi? Problemas?
  • Podemos dizer que sim…
  • Ora, ora… desembuche então, rapaz!
  • O enviado de Gardginon…
  • Oh Lord… não me diga que ele está causando confusão? O que ele aprontou?
  • Bem, senhor… entendo que foi ordenado que ele treinasse os novos recrutas, mas…
  • Mas…?
  • Mas durante estes dias o único treinamento que ele fez com os rapazes foi que marchassem pra cima e pra baixo da Vila.
  • Mas… O que?? Esse almofadinha acha que a Patrulha é o que? Seu brinquedo particular? Eles tem que treinar os novatos para que suportem o frio das montanhas e o calor do deserto, e não ficar brincando de banda marcial! Irei escrever uma reprimenda, será enviada pela próxima Patrulha que partir.
  • Sobre isso, senhor… há um outro problema…
  • O que foi agora?
  • Ele recebeu um telegrama da Capital e simplesmente partiu.
  • Como assim “partiu”?
  • Pegou suprimentos para a viagem, montou em um cavalo e partiu… ao que sabemos, até já pegou o trem daqui para a capital.
  • Mas… O que?? Quem ele está pensando que é? O próprio Cāsere o enviou à Myrce porque ele ameaçou Sua Alteza, como que ele simplesmente resolve voltar para a capital?
  • B-Bem… não sei dizer, senhor…
  • Espere um momento… irei escreve rum bilhete para o Duque, e duas cartas, uma para a Gendarmeria e outra para o Almirantado… Se este almofadinha acha que pode desafiar as ordens do próprio Cāsere e abandonar seu posto, terá que repensar suas atitudes…
  • Christopher!
  • Alexander! Como estás?
  • Tudo bem, meu amigo. Alguma notícia sobre o tal Silverius?
  • Nada ainda, meu caro.
  • Escrevi ao próprio Cāsere, não podemos permitir que o Chanceler se intrometa em assunto militares, ainda mais assuntos internos da Dracônia.
  • Achas que dará resultado?
  • Espero sinceramente que sim. Ah, claro, gostaria de apresentar-lhe meus filhos, Yama e Akemi.
  • Kon’nichiwa!
  • Filhos?!? Hahaha… Seu velho safado, nunca me contou nada!
  • Bem sabes que vivi anos no Japão, Christopher. A mãe deles morreu antes de eu retornar a Gesébia… se não disse-lhe nada, foi por isso.
  • Entendo, meu amigo, entendo. Mas, então, o que têm achado da Dracônia?
  • Agradável, Christopher-san.
  • Diferente dor estante do Teikoku que tivemos a oportunidade de ver.
  • Teikoku?
  • Império em japonês, meu caro. Bem, passei apenas para apresentá-los, fique bem, Christopher.
  • Igualmente, meus caros. Tenham uma boa tarde.
  • Gōd dogor! - respondem os dois jovens.
  • Draconiano?? Ora, isso é interessante…
  • Comandante! Comandante!
  • O que foi Sargento? - exclama Christopher ao ver o jovem Sargento entrar agitado em sua sala.
  • Silverius foi visto desembarcando na estação Drake e pegando uma carruagem com direção a Cisalpe!
  • Ora, e o que estão esperando??? Aos seus cavalos, quero aquele cidadão detido o quanto antes!
  • Sim senhor!

Em poucos minutos parte do efetivo da Patrulha é mobilizado e parte pela estrada em direção à Straubingen, direção tomada pela carruagem.

Os patrulheiros que haviam saído retornam, trazendo Silverius em custódia.

  • Ah, senhor Silverius, quanta bondade a vossa de juntar-se à nós…
  • Pagará por isso, Christopher!
  • Ao contrário, o senhor pagará por vosso despeito para com nossa organização. Sargento, coloque-o na detenção e avise ao demais oficiais que haverá uma corte marcial para este cidadão.
  • O Chanceler ficará sabendo disso!
  • A Patrulha está sob as ordens do Duque e de ninguém mais. Se o Chanceler tiver algum problema com a Patrulha Draconiana, que converse com o Duque. Levem-no!

Silverius é alocado adequadamente na Base de acordo com sua patente e aguarda a liberação mais imediata possível mediante os esclarecimentos necessários que prestará e consequentemente a punição.

  • Silverius Saxe Coburgo-Gotha, sentido!

O sargento abre a cela de detenção e, com Silverius cercado por 4 Patrulheiros, seguem para o Dragon Hall.

Acompanhado de dois legionários e do Capitão Françoise, o Chanceler chega ao Comando da Patrulha Draconiana, o Chanceler trajava o seu característico sobretudo cinza e o quepe com o símbolo do Partido, era visível o estado de espírito de alguns patrulheiros, mas depois de tanto ver olhares e caras como aquelas, o Chanceler acabou se acostumando e decidiu retribuir os olhares com um simples sorriso.

[font=Garamond][size=150]Boa noite oficial, o Comandante se encontra?

  • Boa noite… Excelência, no momento ele esta em uma patrulha, posso lhe ajudar?

Que pena, eu gostaria de conversar com ele - diz o Chanceler ao retirar as suas luvas de couro
Por favor, entregue este bilhete a ele ou ao oficial em comando, obrigado.

  • Sim Excelência.[/size][/font]

O Chanceler se despediu do oficial mas antes de deixar o prédio, ele fez uma rápida inspeção do mesmo, ele sempre teve uma certa curiosidade sobre o estilo de vida destes soldados de Gesébia.

[size=150][font=fantasy][justify]- Comandante, um telegrama de Cisalpe.[/align]

[tab=30]- Encomenda? Alexander não me informou nada acerca disso… Bem, como ele se encontra na capital, irei eu recebê-la. Obrigado, Cabo, avise aos oficiais que estarei partindo para Cisalpe imediatamente.

[tab=30]- Gea, lēof![/font][/size]

Comandante, o Duqu… digo, o LOrde Protetor enviou-lhe um bilhete:

  • Então, está feito… Espero que tudo corra como o planejado, Alexander… Sargento! Repasse aos Patrulheiros, entramos em Estado de Atenção.

  • Sim, senhor!

Mais uma mensagem do Lorde Protetor, senhor!