[INTERATIVO] Batalha de Etssin

[center]Batalha de Etssin[/align]

As tropas sonis, sunerianas e draconianas iniciam o cerco à capital rebelde.

A Artilharia draconiana dispara incessante contra a cidade, procurando causar o maior número de baixas possível.

Os rebeldes sunerianos evacuam a parte norte e nordeste da cidade, deslocando a população mais para o sul e sudeste. E após observar o bombardear da cidade, utilizam-se da noite para atacar o acampamento draconiano. Utilizam toda sua cavalaria e camelídeos numa formação bem dispersa. Todas as outras tropas permanecem na defesa da cidade, especialmente no lado oeste.

Embora parte das tropas estivesse recolhida, as diversas fogueiras permitem notar a aproximação inimiga. Logo o alarm3 é dado, as Gatlings iniciamos disparos e o Exército prepara-se para o confronto e os Patrulheiros iniciam o flanqueamento dos inimigos.

Os sunerianos continuam seu avanço contra a artilharia draconiana. O objetivo era destruir todas as peças de metralhadoras e canhões.

Mesmo não completo, os Rangers se posicionam entre os canhões e iniciam disparos em linha contra a cavalaria inimiga. Os Patrulheiros abrem o flanco, iniciando o movimento de pinça e também iniciando disparos.

[tab=30]Embora estejam sofrendo severas baixas os mais de 20 mil rebeldes sunerianos prosseguem em seu avanço contra as tropas draconianas. vários deles disparam com armas de fogo de diferentes calibres e alguns utilizam-se de arcos. Causando, também, algumas baixas nos draconianos.

[tab=30]Por estarem em números muito superiores aos dos draconianos e terem adotado uma formação dispersa, a manobra de pinça da cavalaria draconiana perde muito de seu efeito. Bem como, os tiros dos canhões e das metralhadoras não apresenta a mesma eficácia do combate em Ömnö Salkhi.

[tab=30]Em outra parte do cerco, o Grande Rei ordena que seus 7.400 camelídeos se direcionem ao local de batalha para dar suporte aos draconianos e preservarem as peças de artilharia.

O restante dos Rangers finalmente toma posição, e enquanto as linhas disparam em sequência, as baionetas começam a ser fixadas nos rifles. Os canhões mudam a munição para callister, com a aproximação inimiga. Algumas Gatlings travam, com o uso incessante, mais os disparos continuam. Os Patrulheiros fecham a formação de garra, e avançam sobre os flancos inimigos, sempre disparando.

Mais de 2 mil rebeldes já tombaram em combate. Contudo, a força está próxima do ataque corpo a corpo e alguns draconianos que estavam na artilharia também são abatidos. O sangue começa a tomar conta do campo de batalha.

Os primeiros combates diretos ocorrem, com os Patrulheiros sacando seus sabres e atacando a cavalaria inimiga.

A diferença tecnológica entre o armamento draconiano e o rebelde faz com que vários rebeldes tombem no combate direto. Contudo, o plano rebelde começa a surtir efeito quando ao menos 8 canhões e 3 metralhadoras são danificadas.

O caos toma conta do campo de batalha quando o combate corpo-a-corpo começa. Mesmo com a formação sendo mantida e a vantagem das baionetas, os números superiores da cavalaria começam apesar, mesmo com os flancos e retaguarda tendo de enfrentar os Patrulheiros.

[tab=30]Com o caos da batalha muitos homens perdem suas vidas. E, enquanto os draconianos tentam vencer os rebeldes, estes focam na destruição da artilharia inimiga. Neste tempo os camelídeos sunerianos se aproximam rapidamente.

[offtopic]Os draconianos perderam uns 35% das peças de artilharia e uns 10% dos homens. Os rebeldes perderam cerca de 20% de seus homens.[/offtopic]

[justify][tab=30]Após derrubar um dos cavaleiros com seu sabre, o Coronel Stone, já encharcado com sangue inimigo, vê a aproximação do reforço suneriano. Grita informando seus companheiros, e a mensagem, passada ao longo das forças draconianas, reforça a moral dos soldados, enquanto os rebeldes perdem o foco na batalha, ao verem a nuvem de areia levantada pelos camelos.[/align]

[tab=30]Vendo a aproximação do reforço suneriano, o comandante Shiuurga ordena que a manobra tempestade de areia seja realizada. Tal manobra consiste em ondas de cavalaria que passam pelo meio de outros pelotões de cavalaria e se deslocam para o lado e assim permitem um avanço contínuo de toda a tropa. Assim, toda a cavalaria rebelde avança em direção ao restante da artilharia draconiana. Infelizmente a manobra custa a vida de alguns cavaleiros rebeldes que ficaram isolados.

Mesmo com a manobra inesperada, a defesa draconiana se mantém firme. E a movimentação libera alguns soldados para reaverem controle das Gatlings ainda funcionais.

As tropas rebeldes continuam o movimento de destruir preferencialmente os canhões draconuanos. Conseguindo que mais da metade da artilharia fosse inutilizada. Sendo que alguns soldados rebeldes utilizam os próprios canhões draconianos contra os outros e depois is destroem.

Em meio ao caos, os draconianos começam a tr vantagem, devido ao grande número de cavalos inimigos mortos pelos disparos e baionetas os cavaleiros ainda montados tem extrema dificuldade de alcançar os soldados, abrindo espaço para que os rifles possam novamente ser usados, desta vez contra alvos semi-estaticos e a curta distancia, possibilitando grande número de cavaleiros abatidos a cada salva.

Com a proximidade dos camelídeos sunerianos, os rebeldes começam o movimento de retirada. Muitos são os que morrem mas o objetivo principal fora quase todo alcançado.

[offtopic]Dracônia perdeu uns 80% dos canhões e um pouco mais de 40% das metralhadoras. Também perdeu uns 25% dos soldados.
Os rebeldes perderam uns 45% dos soldados.[/offtopic]

Com os rebeldes batendo em retirada, tornam-se alvo fácil para os disparos draconianos. E, com os Patrulheiros fechando a garra, isso os atrasa ainda mais, permitindo que mais e mais rebeldes sejam abatidos.