[Interativo] Biblioteca Couto von Berndt

[tab=30][font=Palatino Linotype]No seio do intelecto gesebiano, os estudantes e cidadãos do Império podem acessar a mais ampla biblioteca de todo o território imperial, a Biblioteca da I.U.M.B. Enquanto vários dos universitários realizam suas pesquisas no acervo, também há de se notar os mais diversos cidadãos lendo ou buscando algum livro de preferência para gozar de uma boa tarde de leitura. A Biblioteca está aberta para todos os cidadãos do Império e funciona nos mesmos horários da Universidade.
[tab=30]Numa escrivaninha na entrada da Biblioteca, as quatro bibliotecárias estão dispostas a ajudar qualquer um que necessitar, bem como recomendar livros nacionais para os interessados na cultura gesebiana. Nos fundos da biblioteca, várias poltronas foram colocadas com luminárias a seus lados, um local perfeito para relaxar. Nesse canto, três grandes janelas dão para os jardins da Universidade.

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[center]OBRAS DE PUBLICAÇÃO NACIONAL

A Revolta de Asgard,
por Julio Cesar P. de Morais

[size=140]Campos de Sangue,
por Joseph Henry G. de Montagne-Athennie

Abolitis Tempore - O tempo esquecido,
por Eduardo Humberto di Medeiros-Valeyard[/size][/align]

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[center]PARA A PUBLICAÇÃO DE LIVROS, ARTIGOS, CONTOS, ETC.[/align]

[size=140]* Os títulos dos tópicos deverão constar “[ARTIGO] Título” (para artigos), “[LIVRO] Título” (para livros), “[CONTO] Título” (para contos) e assim em diante para outros gêneros/estilos textuais. Ex.: [LIVRO] A Revolta de Asgard;

  • O primeiro post deve conter o(s) nome(s) do(s) autor(es) (nome do IG). É recomendado que o(s) autor(es) coloque(m) no primeiro post os links para cada capítulo da obra (se nesta houver);

  • Os tópicos das obras deverão ser publicados dentro da Universidade;

  • Recomenda-se que o tópico das obras fiquem o mais limpo possível: quaisquer comentários sobre tal obra podem ser feitos por off-topic ou em algum lugar interativo do IG, como a Biblioteca;

  • Para melhor organização da Biblioteca, recomenda-se que os autores avisem o reitor quando publicarem algum novo material;

  • Essas são regras básicas para uma melhor organização das obras que virão. Para qualquer regra/recomendação a mais, faça-a com o reitor via IG ou off-topic;
    [/size][/font]

[tab=30]O Barão andou pacientemente pelos corredores até chegar à biblioteca. Enquanto esperava pelos convidados, isso se alguém aparecesse, pegou um livro estrangeiro e começou a lê-lo numa poltrona próxima às grandes janelas.

Enquanto atravessa o vestíbulo Divilly não deixa de notar sequer um metro quadrado da Biblioteca, correndo os olhos fascinados das estantes gordas à pomposa abóbada. Ainda mantinha a cabeça levantada quando ouviu o folhear de um livro nos arredores, seguiu o som silenciosamente, e com naturalidade diminui a velocidade dos passos, como se temesse deslocar o vento por demasiado.

-Barão!

[tab=30]O Barão levanta os olhos do livro. Vendo o convidado, fecha sua leitura, se levanta e exclama:

[tab=30]- Oh, que surpresa agradável! Vossa graça teve uma boa viagem? Esplêndido o trabalho dos operários para tirar o trem do papel, não achas? Vamos, sente-se - diz apontado para uma roda de poltronas e cadeiras - ofereceria algo para beber se não fosse proibido na Biblioteca - o Barão solta uma gargalhada - O que achaste da Universidade?

-Com as belíssimas paisagens da Romania correndo por nossos olhos como é possível ter uma viagem ruim? -Divilly senta-se esbanjando o legítimo sorriso de quem se sente estar no paraíso. -Não se preocupe com bebidas, Doutor, no trem havia whisky suficiente para deixar um beberrão caído por dois dias. -Ele ri e apanha um livro, muito antigo, fitando-o até voltar o olhar para o barão. -Esta Universidade é simplesmente esplêndida, uma obra digna de Aristóteles, Platão e companhia!

[font=Palatino Linotype][size=150][justify]Chegando à grande porte da Biblioteca, o Conde de Dunnord adentra o recinto, encontrando o Reitor e Senador Tiberius A. von Braun e o Senador Divilly Augustus Wladislawski conversando.

  • Cavalheiros! Permitam-me a intromissão… Acabo de chegar à IUMB! É um prazer estar em vossa companhia.[/align][/size][/font]
  • Sem dúvidas! Temos um enorme potencial aqui, e… desculpe-me.

Antes de terminar a frase, com a chegada do Procurador-Geral, o Conde Biller, o Barão o cumprimenta dizendo:

  • O prazer é todo meu, Conde. Fico feliz em saber que se interessas sobre os assuntos letivos. Vamos, sente-se. Estávamos comentando sobre a Universidade, não achas que a sua restauração foi um excelente trabalho?

[justify]- Sem dúvidas, Tiberius… Foi mesmo um trabalho memorável este! - Disse René, sentando-se em uma das confortáveis e estofadas poltronas da Biblioteca. - Confesso que já vi muitas universidades europeias, mas a Monte Bello sempre me fascinou! Aqui, tão isolados do restante do mundo, conseguimos desenvolver maior esplendor estético e acadêmico que as vãs mentes ocidentais conseguiram apenas esboçar…[/align]

  • Senhores, desculpem a demora dos outros convidados. Provavelmente pegaram o trem hoje das 12h. Eles demorarão para chegar… Por favor, sintam-se a vontade para explorar o acervo ou a Universidade…

[justify]- Está certo, caro Tiberius… Vou me deleitar um pouco com alguma destas magníficas obras escritas. Talvez algum escrito antigo… Aguardarei pela chegada dos demais convidados.[/align]

-Farei como o conde, tenho certeza de que por todo este espaço há grandes mistérios e suspenses, meus preferidos.

  • Alegro-me em dizer que não se decepcionarão com o que temos disponível para a leitura.

Chegando à Biblioteca, o Duque da Dracônia e o Barão de Firgen vêem-se na presença de ilustres figuras:

  • Ah, meus caros! Desculpem a demora, como estão? Comendador Wladislawski, é um prazer vê-lo. Conde, não comentastes que viria para estes lados, como foi a viagem? Barão Tiberius, ou devo chamá-lo de Reitor dentro das dependências da Universidade? Bem, já posso notar que a Biblioteca consta com uma boa quantidade de volumes, não?

Logo após a chegada do Duque da Draconia e do Barão de Firgen, chegam Ricahrd e Hoken.

  • Boa tarde, senhores, como vão? Estou surpreendido com a presença de tantas pessoas ilustres de Gesébia aqui.

Divilly modestamente cumprimenta os recém chegados e lhes saúda enquanto ainda segura na mão esquerda um volume recente do britânico Conan Doyle.

-Igualmente, é um prazer vê-los, ilustríssimos senhores.

O Barão cumprimenta todos.

  • Bom final de tarde, espero que todos vocês tenham tido uma boa viagem. Vamos, sentem-se. Aproveitem as poltronas. Não sei se está mais alguém para chegar, mas vou já me adiantando: como bem sabeis, reuni-vos para discutirmos os cursos que a Universidade providenciará, o que for deliberado será levado até o Chanceler para discutirmos sobre o que é viável dentro das vias orçamentárias. Creio que já temos mentes suficientes agora para fazê-lo. Então, o que os senhores desejam e/ou esperam da Universidade em relação aos cursos?

Pós perceber que esta atrasado Carlos acelera o passo e chegando cumprimeta a todos

Boa Noite a todos , desculpe me o atraso

Enfim pega uma cadeira e se senta

-História nacional e geral devem ser uma certeza.

  • Medicina, certamente. Com a criação do Centro Médico em Firgen e a expansão do Hospital de Misericórida em Gardignon, profissionais da área da saúde são sempre necessários. Além disso, um curso de História seria interessante, bem como a formação de profissionais geólogos e estatísticos, com a futura expansão do ITGA. E não podemos esquecer, obviamente, de focar na formação de profissionais do ensino, professores de Línguas, Literatura e Matemática bem capacitados para dar uma educação de qualidade ao povo gesebiano.

[font=Palatino Linotype][size=150][justify]- Caro Duque, caro Almirante… Se eu imaginasse que vós fosseis vir para cá, teria eu esperado para vir convosco. - Diz René ao se sentar em uma poltrona, próxima da discussão.

Após o início da discussão sobre as matérias, o Conde postulou:

  • Senhores, senhores… Creio que antes de pensarmos no que haverá de se lecionar aqui, devemos pensar os meios. É necessário assegurar a este espaço a devida autonomia que lhe é cabida, conforme a tradição acadêmica que residia anteriormente neste espaço. Bem sei que a IUMB está baixo a jurisdição do Executivo Nacional, mas certames como estrutura curricular, eventuais estatutos internos, procedimentos administrativos não carecerão de serem levados à aprovação de Sua Excelência, o Chanceler. Isto trará mais burocracia para ele bem como maiores atrasos processuais e perda de autonomia para esta Universidade. O que quero dizer com isso? Que o Reitor e aqueles que ele achar conveniente agregar ao corpo administrativo ou mesmo docente devem ouvir as opiniões, como por ele proposto, e em seguidas aplicá-las sem levar isto para a mesa do Chanceler.[/align][/size][/font]