[INTERATIVO] Cabo do Farol

[font=Helvetica]Cabo do Farol ou, como era conhecido pelos cidadãos, Cabo dos Pescadores é um acidente geográfico formado por uma massa de terra que se estende ao mar.

Ao final do cabo fica o Farol de Gardenne, utilizado para orientar marinheiros.

O cabo era também muito utilizado por pescadores pela sua diverssidade de peixes.[/font]

A noite já se encontra alta quando uma carroça com 3 homens para proximo ao farol.

Logo um desses homens vai para parte de traz da carroça e puxa o pano que cobria a mesma, logo chega a vista um homem muito machucado no rosto e amarrado. Logo os outros dois homens carregam esse homem atpe a beirada do cabo.

O homem que ficou se aproxima na frente do homem ferido, saca um revolver posiciona na testa do mesmo e sem dizer uma palavra puxa o gatilho emitindo um grande som, mas como o lugar estava deserto não incomodou ninguem.

O homem ferido cai no mar e logo não pe visto mais.

Dado o estado de beligerância que se encontrava a Gardenha, o navio de bandeira britânica que transportava o Imperador, não entrou no porto de Gardignon, sendo este desembarcado em um bote a remo, com dois dos Ulanos dos mais leais que estiveram com o Imperador no cerco ao Palácio dos Inválidos, tendo estes remado até o Cabo do Farol, visivelmente mais magro e de barbas à fazer, o Imperador é reconhecido por um paisano, um pastor de ovelhas, que ao longe vê-se-o retirar sua boina assustado por reconhecer o uniforme de Grand Mariscal do antigo exército Gardenho, que hoje corresponde ao uniforme militar do Imperador, suas calças vermelhas, surradas e as bordados dourados, já soltos e rasgados, o colete azul marinho de gola também vermelha sujo dos porões do navio, mas o andar do Arquiduque era reconhecido por todos. Assim como os ulanos que o escoltavam, desarmados, mas determinados.

O Imperador aproxima-se do paisano, este faz-lhe a reverência e diz:

  • Majestade, em que estado se encontra, venha minha esposa irá preparar tudo para que vossa majestade se recomponha.

O Imperador põe a mão no ombro do velho pastor e diz . . . mui grato lhe sou estimado, mas seria de maior ajuda se me conseguisse um par de cavalos, irei devolvê-los ainda esta semana, faça o favor, preciso arribar ao Palácio o antes possível, o Império corre perigo. . . e assim o paisano corre para conseguir o que sua majestade havia requisitado . . . este diz a um dos ulanos a seu lado . . . Espero que ainda tenhamos tempo de fazer algo por este país, vamos homens . . .

Dois homens vestidos em ternos impecaveis e chapéus chegam ao cabo do farol e esperam. Um deles com seu cigarro aceso.

Após sairem de empresa de segurança, o rapaz e o senhor Olaf chegam ao cabo e se encontram com os dois homens que lá ja se encontravam. Um deles acende de novo seu cigarro fazendo sinal para que uma carroça coberta se aproxima-se de todos.

Olaf chegando local primeiramente pega seu charuto cubano que estava guardado no sobretudo logo acende e começa observa a instruçôes

A carroça se aproxima, assim que ela para a lona que a combria é retirada e 5 homens armados saem dela. O rapaz se vira um um revolver em punho, senhor Olaf me desculpa mas são apenas negocios.

Ele dispara uma vez, Olaf cai no chão, e ele descarrega seu revolver no corpo caido mas ainda com vida. Assim que termina os 5 homens que estavam na carroça se aproximam e descarregam suas armas também no senhor Olaf que ja se encontrava sem vida.

Todos os presentes sobem na carroça e saem do local em disparada.

[justify][tab=30]Dois Dragões-Caçadores e quatro Praetorius saem do cabo depois de uma tarde de investigações no local, visto possuírem algumas informações dos pescadores que ali seria lugar para o descarte de corpos.[/align]

Após um longo dia e uma londa noite de buscas e seguindo pistas. O Comissário chega na região próxima ao cabo do Farol, e consegue sinais de que houve várias pessoas embarcando em alguma embarcação. Não fora difícil seguir os rastros, visto que era um grupo considerável de pessoas, mas seguir rastros no mar era impossível e o Grande Almirante devia ser avisado o mais rápido possível para tentar interceptar a embarcação…mas isso seria improvável com o grande fluxo de barcos e navios que ocorria no Império.

Depois de pegar um longo transito, finalmente o hanson do Chanceler chega no cabo do farol, ele paga o cocheiro e desce com a sua guarda.

[font=Garamond][size=150]Boa tarde oficial, o que fora descoberto? - diz o Chanceler ao ver um gendarme se aproximar.

  • Boa tarde excelência, o Comissário descobriu uma trilha de pegadas que terminam na praia, isso indica que o Conde foi levado por um grupo de indivíduo até uma embarcação e depois zarparam.

Visivelmente consternado, um Legionário se aproxima do Chanceler.

  • Excelência…

Diga homem.

  • Acabaram de… publicar… um manifesto… republicano.

Como? onde?

  • Na praça senhor.

Aqui? em Gardignon? a que ponto chegamos, além de um possível atentado terrorista agora temos republicanos em Gardignon.
Soldado, pegue uma cópia desse “manifesto” e leve pro Palácio Nacional, o resto venha comigo, vamos dar uma conferida na praça.[/size][/font]

José Karl chega ao Cabo do Farol, onde fica a espera da chegada do Comendador, que fez uma viagem prometendo voltar diferente, mesmo Jose ainda não sabendo o que isto significa.

O Comendador chega ao Farol, e dentro de sua carruagem percebe a presença de José Karl e de Pedro, Chofer do Comendador em Gardignon, então o Comendador desce da carruagem e rapidamente cumprimenta Jose, que fica sem entender nada, então eis que um homem em uma balsa, atraca na pequena praia perto ao Farol, o Comendador manda Pedro pegar a “Mercadoria” que o homem trazia, depois do Chofer pegar na mesma, o homem misterioso da balsa, volta ao mar e some na névoa marítima daquela escurecida noite fria e tenebrosa, então o Comendador entrega um papel para José e manda o mesmo ir para casa e ler o conteúdo daquele documento, enquanto William leva a “Mercadoria” trazida naquela vil barca misteriosa, mas antes de sair, o Comendador diz para José que o mesmo volte no outro dia novamente a noite, pois agora o Comendador iria para a Cidade de Puy, então mesmo estranhando tudo aquilo, José faz o que seu chefe manda e volta para Casa com Pedro, enquanto o Comendador vai de carruagem para Puy.

Já estava de noite, em meio aquela penumbra e grande lua Cheia, estava frio, e o ar tinha um ar de medo, uma brisa fria e tenebrosa acaba de passar em meio a Jose Karl e Pedro, ambos ficam com medo, havia estórias e lendas sobre eventos inexplicáveis que aconteciam naquele local à noite, mas, mesmo assim, Jose e Pedro decidem ficar firmes e esperar a Chegada do Comendador em cima daquele pedaço de terra de Penhasco Mortal em frente aos mesmos.

Os dois esperam por cerca de duas horas, ate que finalmente uma Carruagem aparece no Horizonte tenebroso e frio, ao passo que ficava mais perto e se ouvia o soar e cavalgar dos dois cavalos que a impulsionavam ficou claro que era a Carruagem Vermelha com detalhes verdes e um dourado característico do Comendador William, a Carruagem dá uma freada brusca, então o Chofer da mesma desce e abre a portilha do lado do veiculo, e dela descem dois homens, o Comendador e mais um homem misterioso, Jose se espanta ao ver aquele homem, seu coração bate mais forte e ele sente que aquilo não era uma boa coisa, mas mesmo suando frio e com seu interior congelado, ele vai em direção ao Comendador – “Quanto tempo, Meu Jovem, eu fiquei em constante espera por Vós, e, bem, me explique… quem e este Vosso Amigo?”, uma pausa no ar e sentida, um grande ventania passa por todos os homens naquele penhasco, Jose sente que e uma espécie de sinal Divino, mas os outros Senhores ignoram.

O Comendador depois de sentir aquele vento forte, o mesmo se lembra de uma passagem das sagradas escrituras que foram proferidas pelos Monges para ele em sua visita ao Monastério de Albretz, em Dunnord, então ele volta a si e responde a Jose Karl:

- Não se preocupe Meu Amigo, ele e somente um amigo, ele será de grande importância a partir de agora para os meus “negócios”. Então, fique tranquilo.

O Homem olha para Jose, da um leve sorriso e diz:

- Não disse nada para ele ainda, William?– Diz enquanto coloca uma das Mãos no bolso de seu terno e retira um charuto e um isqueiro e acende o mesmo e da uma grande e longa tragada, e continua - Vamos, conte logo, e acabe com o sofrimento do pobre homem.

- Ainda não, depois eu conto. – Disse o Comendador com um ar serio em sua face.

- Eu somente sei que esta noite deve valer a pena, para cobrir o que aconteceu na estrada com o seu Péssimo Chofer. - Disse o Homem olhando seriamente para o Comendador.

- Eu o irei demitir, eu já o disse na viagem de volta. – Diz o Comendador, com um leve sorriso falso no rosto.

Depois da rápida conversa o Homem se vira, vai em direção a ponta do penhasco, pega um relógio de corrente do bolso, olha paras as horas e diz se virando aos outros:

- Esta na Hora! – Diz olhando seriamente para o Comendador.

- Então o faça, e rápido preciso ir logo embora, esta muito frio. – Responde o Comendador levando seus dois braços ao ombro, fazendo um obvio gesto de frio.

- Me diga o que e isto, William?! – Diz Jose mais confuso do que nunca.

- Fique calmo, em casa irei te explicar tudo com calma, apenas fique quieto.

Jose não entende o que William quer dizer, mas isso e somente mais uma coisa que ele não entende naquela situação. Então o Homem, retira de seu terno uma pistola, Jose e Pedro se assustam, mal logo se acalmam pois veem o Comendador calmo e sereno, somente visualmente irritado com o frio. O Homem então da um tiro para o alto, e logo depois de uns minutos alguém no Farol, troca a direção da grande luz do mesmo e mira uma balsa, então o Comendador manda Pedro pegar o que o balseiro levava na mesma, Pedro pensa que seria a mesma coisa de duas noites atrás, mas ele se surpreende ao ver o que parecia ser um baú lacrado com o que parecia ser um cadeado em forma de olho, então Pedro juntamente ao balseiro coloca o baú na areia da pequena praia, e o balseiro sobe na balsa e como antes, some na nevoa do mar Gardenho, fazendo Pedro ficar pensando da onde ele veio e para onde ele vai todas as noites, mas não pensa muito e o Comendador manda que Pedro coloque o baú em sua Carruagem.

Depois de tudo isso, Jose ainda confuso, prefere não comentar nada, o Comendador e o Homem Misterioso comentam algo em tom baixo e decidem ir embora, então Jose e o Homem entram na Carruagem e William encara seu Chofer que o levou em suas ultimas viagens e diz – “Bem…você esta demitido.” – William então saca uma pistola e da uma coronhada na cabeça do Chofer que cai desmaiado no chão, William manda Pedro colocar o corpo desmaiado do Chofer na região de bagagem da Carruagem e Pedro assume a Carruagem e conduz ambos para o Centro da Cidade.

[font=Helvetica]Dois senhores vestidos com sobretudo se aproxima de uma residencia na Pequena Sicília e batem a porta onde são atendidos por um senhor de aproximadamente 30 anos.

  • Sabe que o Don reapareceu?
  • Sim soube, uma ótima noticia.
  • Ele quer saber se ainda pode contar com você.
  • Certamente, jurei lealdade a ele que me ajudou muito eu e minha familia.
  • Ele tem um serviço, gostaria de sua ajuda, se troque estamos esperando, sem armas a vigília sobre nos ainda permanece.

Pouco tempo depois, o senhor se aproxima da carroça que havia trazido os homens, em sua carroceria haviam mais dois homens que o senhor reconheceu de imediato e sua espeinha gelou em medo. A carroça parte em direção ao Cabo dos Pescadores e a essa altura os três já sabiam qual seria seu destino, assim que a carroça começa a se aproximar do Cabo, dois gendarmes a cavalo que vaziam a vigilia do mesmo devido as informações recebidas dos descarte de corpos e pelo mesmo ter sido utilizado como rota de fuga no sequestro de um nobre do imperio.

  • Aqui não, vamos para Route du Nord.

E a carroça segue rumo ao novo destino.[/font]

Com a maré vários destroços encalham na pequena praia próxima ao cabo, dentre eles há alguns corpos que deveriam ser identificados e foram recolhidos por alguns pescadores e posteriormente pela Gendarmeria.

Um navio de estilo árabe atraca na baía do Cabo, dele descem três homens, Alí e dois de seus seguranças, Alí senta em uma rocha de uma pequena praia e diz aos homens:

  • على أي حال … وأخيرا وصلنا إلى هذه القطعة من الأمة.

  • نعم يا رب، نحن بحاجة الى التحدث الى Allhab قبل أي شيء.

  • إذا هيا بنا.

Então os homens sobem em três cavalos que foram trazidos para os mesmos e partem para Gardignon.

[offtopic][center]Tradução:[/align]

  • Enfim…finalmente chegamos a este pedaço de nação.

  • Sim, Senhor, chegamos precisamos falar com Allhab, antes de qualquer coisa.

  • Então, vamos logo.[/offtopic]

Devido às constantes patrulhas dos gendarmes o antigo local de crimes transforma-se num lugar onde o turismo se desenvolve.