[INTERATIVO] Cais Principal

[font=Century Gothic]Banhado pelo mar, coração pulsante da Cidade de Áquila, a maior cidade da Romania, fica o Porto Comercial de Áquila.

O Porto de Áquila serve como principal via de contato com o exterior e com o restante do Império. É pelo porto que grande parte da produção é escoada, bem como é por ali, que o transporte de massa é realizado.

O Porto de Áquila, possui um canal especial, que liga o mesmo ao principal rio da região, servindo de via de acesso ao interior da província.

O Cais principal do porto recebe frequentemente produtos e materiais vindos do exterior para suprir a crescente indústria além dos vários imigrantes que chegam a estas terras, o caís principal é o maior do porto, bem como o mais agitado.
O porto é frequentemente patrulhado pela Carabinieri que mantém um posto nas docas e inspeciona todas as embarcações.[/font]

Neste dia, um imponente vapor atraca no Porto Real de Roma…

O povo que estava na orla, acompanhou a atracagem, pois verificou que no vapor, tremulava a Bandeira Real da Romania!

Dele saem muitas bagagens, e uma comitiva de nobres e dignatários…

Ao final, o Rei Philippus I desembarca, os guardas do porto, atônitos, sem nada saber ou entender, saem correndo em direção do Rei, o saúdam e imediatamente improvisam uma escolta e a segurança do local.

Do vapor, sai uma bela donzela, com ares de nobreza… o Rei cede o braço a bela dama e com ternura os dois trocam um longo olhar. Logo, iniciam a caminhada até uma carruagem para deixarem o porto.

Uma aglomeração de pessoas já abarrotava o entorno do porto, na boca do povo estavam as palavras…

O Rei voltou… O Rei voltou com uma mulher, será que achou uma Rainha para Romania?

Após a carruagem real iniciar seu trajeto, em meio aos vivas, e vida longa ao Rei, que o povo de romania entoava, um nobre da comitiva bradou, de cima de uma plataforma,

  • Atenção povo de Romania, atenção!!!
  • O Rei voltou, e ele voltou para reorganizar o reino, afastar a estagnação, melhorar as estruturas e trazer vida e felicidade para toda Romania!!!
  • Em breve o Rei se manifestará e todos estarão cientes dos próximos rumos.
  • Para adiantar, o nome da donzela é Emilly, é de origem nobre, de uma importante casa estrangeira, de terras nórdicas.
  • Vida longa ao Rei e ao Reino de Romania, ao Imperador e ao Império Gesebiano!!!

Nero depois de uma pequena viagem Até Áquila juntamente a um pequeno regimento dos Ulanos Imperiais finalmente arriva ao Porto Comercial para embarcar em um navio que fora encaminhado para seu retorno a capital Imperial Gardignon.
Nero desembarca da carruagem e é escoltado até a prancha do navio para o embarque.
Nero dispensa os Ulanos e solicita que tais voltem até o Palácio dos Inválidos para servirem ao Imperador e sua comitiva, após o Navio zarpa para Gardignon tornando a viagem mais curta e prazerosa.

O Visconde juntamente de dois fuzileiros chegam ao porto, após uma longa viagem e quase açoitarem os animais, os mesmos se aproximam do caís principal onde um navio já os aguardava para ir para Gardignon. o Visconde ao subir a porto se dirige a cabine do capitão e ordena ao mesmo que vá em velocidade máxima para Gardignon, não poupe esforços para chegarmos lá, diz o Visconde ao Capitão.

A Corveta chegava ao Porto de Áquila, para reabastecer tendo em vista a longa viagem. Logo ao desembarcar e repassar aos marinheiros o que deveriam providenciar, o Marquês é surpreendido por um telegrama, avisando da tentativa de veto, pelo Senado, a seu último decreto.

  • Realmente não faltava acontecer mais nada! Além de não cumprirem com seus deveres, procuram desculpas para continuarem postergando suas obrigações…

Após muito debater consigo mesmo, e cogitar retornar para Gardignon, o Marquês pega pena e papel, redige um telegrama e pede para um dos marinheiros entregá-lo no Telégrafo mais próximo, pedindo urgência ao envio.

[font=Palatino Linotype][size=135][justify]O leve espiro de água permaneceu único durante a fria noite em Áquila. Não queriam atrair mais nenhuma atenção que a já atraída, ao enviar a primeira remessa para Gardenne, ou, na grafia nova, Gardignon. Sir Joseph-Henry não se acostumava com o novo decreto do Imperador. Acendeu um charuto e voltou para o grande galpão, às margens do porto. Um local tão movimentado durante o dia, que pareceria o último que um homem que queria permanecer anônimo deveria escolher, uma completa loucura. Contudo, sanidade não era uma das qualidades de Henry, traço herdado de seu avô, um duque esquizofrênico, que quase levou seu feudo à ruína, e que fora potencializado pelo tempo passado como cativo dos ciganos. Os hematomas ainda não haviam se curado totalmente, e o ferimento a bala na perna ainda causava dor extrema quando incomodado. Ele estava quase acostumado a andar com sua bengala, apesar de não ser vantajoso para o combate. Ele não queria ter matado o homem, mas ele não deixou escolha. Se não o fizesse, estaria perdido, os guardas de Romania o encontrariam certamente. Sabia de tudo o que ocorria em Piemonte graças a um informante e uma linha telegráfica clandestina, um verdadeiro artifício da engenhosidade e do improviso humanos. Sabia que, com os contatos e o valor certos, conseguiria qualquer coisa, mas não esperava que fosse tão fácil como fora. Graças a esta linha, tinha um relato da situação em torno do Palácio a cada duas horas. E, legalista que era, usava a farta informação que tinha para armar um contra ataque, às escuras. A embarcação com o último pacote partira de Áquila na noite anterior, e, pelos relatos que teve, chegaram a Gardenn… Gardignon ao meio-dia, sendo entregues o mais rápido possível. O efeito, disseram, fora imediato. Incitados pelas palavras repletas de nacionalismo e emoção, os Gardennianos mais exaltados começaram uma espécie de nova caça às bruxas contra os Romanianos migrantes. Pelas contas de Barsukov, treze foram linchados pelas ruas da cidade, e o número só tendia a aumentar. A remessa fora um sucesso total, e Henry comemorava, aguardando o tempo para que pudesse voltar à seu Caserío, e manter-se no isolamento social que pretendia, ainda mais após a construção do campo de polo. Mas antes, deveria cumprir seu dever para com Gesébia e para com o Imperador, amigo seu.[/align]

  • господин, пакет готов, я должен отправить его? - disse Mikhail
  • Да, отправить его прямо сейчас! - respondeu Henry
  • Этот пакет будет пошуметь, сэр
  • Бог слушать вас, Михаил - disse

E, sem mais nenhuma ordem, um pequeno navio foi carregado, em absoluto silêncio, e partiu para Gardignon. Só saberia os efeitos do novo panfleto após algum tempo, desta vez. Henry voltou para o galpão, carregou seu revólver e deitou-se na rede, presa em duas paredes próximas ao canto. С нами бог, и русские тоже, pensou para si mesmo. Esses russos sabem como agir por debaixo dos panos. Mas uma ajuda divina não atrapalharia em nada.[/size][/font]

Via-se pouca movimentação e pouca patrulha no porto. O silêncio tomava conta, tirando por ocasionais saltos de peixes na água calma da baía de Áquila. De uma pequena padaria, saem cinco homens gordos, todos com sobretudo pesado e maletas grandes, andando calmamente pela madrugada fria de inverno. Sabiam que seu trabalho não seria fácil, mas tudo valeria a pena, se ocorresse como planejado. Em absoluto silêncio, entram subitamente em uma viela, perdendo-se da vista de todos, e encobertos pela névoa noturna provinda do mar, e comum nos meses de inverno.

Poderiam não voltar. Mas, ao menos, tentariam.

Um Navio Romano atraca ao Porto Real de Áquila acompanhado por sua escolta, dele se desembarcam Nero de Bragança, e vários militares Romanos que consequentemente estavam escoltando Nero.
Um soldado Romano se dirige a Nero e diz: - Excelência tenho ordens de leva-lo até o Palácio Real do falecido Rei Philippus I para que possa encontrar com o Presidente e com o Prisioneiro Stephano ainda Arquiduque.
Nero levanta seu olhar ao guarda e diz: - Pois bem, vamos logo.
Sob forte escolta Nero adentra a carruagem junto a 3 guardas e se dirige rapidamente a Residência Oficial da Coroa Romana.

A frota I Gesebiana comandada pelo grande almirante Jean-Baptiste Knight surge no horizonte e inicia a manobra de cerco ao porto de Aquila, surpreendentemente o mesmo não encontra resistência nem tropas posicionadas afim de oferecerem resistência ao embargo. logo nenhum navio zarparia ou atracaria sem a permissão do grande almirante e suas forças. Por mar a cidade romana estava sem saída; Suprimentos, armamentos, nada poderia chegar ou sair da cidade. Fora o fato de os canhões serem posicionados em pontos estratégicos caso fosse necessário um bombardeio a capital romaniana.

Após a chegada da Armada Imperial, diversos soldados Romanos e membros da LSA se dirigem para o porto.
Aos poucos os civis são retirados da zona portuária e levados para o interior da cidade e para as zonas rurais, o sargento responsável pela evacuação ao chegar no local ordena aos seus soldados que ergam barricadas na Rua Cipião, principal ligação do porto com a cidade.
Com o fim da evacuação, diversos milicianos e voluntários da LSA se posicionam atrás das barricadas tendo em mãos revólver mosquetes e em alguns casos sabres.

[center]Militares e Camisas Negras retiram os civis da Zona Portuária.[/align]

O Sargento Vittorio se aproxima das tropas e subindo em uma pequena caixa de madeira começa a falar.

[font=Century Gothic]Soldados, Filhos de Áquila, trago até vós as palavras do General Wellington di Medeiros, comandante do 1º Regimento.

Filhos de Áquila, vossa missão é de suma importância para a defesa de nossa pátria, á vossa frente está a máquina de Guerra gesebiana, eles se julgam os maiores soldados desta terras e é nosso dever provar lhes o contrário, mostrem a eles o poder de nossa civilização, mostrem a eles a forças de vossos punhos e o calor de vossas balas, defendem o Porto e a Cidade, vos sois os Guardiões de Áquila.
Não deixem que um único Gesebiano pisem em nossa amada terra, matem cada um, não poupem ninguém, não façam prisioneiros, vinguem o sangue de nossos irmãos que fora derramado em Gardignon.
Honrem os nossos antepassados e o nosso povo.

SALVE ÁQUILA.[/font]

Após ler a carta do General, o Sargento faz a saudação que vem se tornado um ato comum e tradicional dos membros da LSA e dos soldados Romanos.
Soldados, o General tirou dinheiro de seu próprio bolso e estará custeando armamento e suprimento para as nossas forças, mais mil homens se juntaram a nós amanhã, honrem os nossos irmãos e defendam a nossa Cidade.

[offtopic]Se houver alguma inconsistência por favor me avisem.
Como a convocação demora 24h, os milicianos só estarão no local no dia 03/08 a partir das 15:00 horas.[/offtopic]

[offtopic]Ué, ao se rebelar ñ “perdeu” o título de Visconde? Ou isso é por eu ter financiado meus 500 Patrulheiros da minha renda? Fiz isso por ser, tecnicamente, Lord Protector da Dracônia… mas, ok, façam como quiserem…[/offtopic]

[offtopic]Tecnicamente eu perdi mas mesmo assim ainda possuo din din pra financiar essas tropas, in game eu financiei os milicianos pois existe a possibilidade de um desembarque das forças imperiais, o meu personagem tinha conhecimento de forças Imperiais locadas em Cisalpe e como a Armada logicamente vai convergir para Áquila, é lógico concluir que existe a possibilidade de um ataque.
Eu fiz isso mas ainda to em dúvida se poderia ou não, pois eu não sou o Governado de Áquila mas tecnicamente sou o único Romaniano na revolução.[/offtopic]

[center][/align]

O Grande Almirante junto de alguns capitães nota a movimentação das tropas rebeldes no entorno do porto…

  • Estão montando barricadas, um desembarque e posterior avanço de tropas pelo porto vai ser muito dificultado por essas barreiras, chegar ao centro da cidade por aqui será de fato complicado, sem antes limparmos esses obstáculos. Fora que a maioria dos prédios esta sendo ocupado pelos milicianos e homens da Legio Romaniana. Se mandarmos soldados seremos facilmente repelidos.

  • Precisamos patrulhar e ver se temos outra alternativa que não seja o bombardeio, Alguma sugestão Senhores?

(Eis que um capitão se levanta e fala).

  • Bem eu pensei em algo… porque não patrulhar do alto?

  • Como assim?

  • Com um balão de ar quente

  • Isso seria possível?

  • Sim, temos uma vela feita de uma material mais resistente capaz de aguentar o calor que o fogo produz pra içar o balão.

  • Só precisamos costurar a mesma, prender com cordas em um dos caralhos de nossos navios e fazermos um voo por sobre o porto.

  • Mas onde arrumaríamos uma fornalha?

  • Fornalha não grande almirante, caldeira! podemos usar a caldeira aqua-tubular de nosso cruzador, a mesma serve pra diminuir a pressão nas válvulas, só precisamos desacoplar ela, ela é uma peça de tamanho não muito grande, será fácil fazer isso.

  • Em quanto tempo essa engenhoca ficara pronta?

  • Bem se vários homens ajudarem a costurar a vela, em no maximo 2 dias estaremos aptos para voar.

  • Certo, mãos a obra! Homens desamarrem a vela auxiliar e iniciem o processo de construção de nosso balão.

[offtopic]Espero não ter mimimi em relação a criação meio no estilo MacGyver do balão para patrulhar o porto[/offtopic]

[offtopic]Bom, já tinha balões nessa época :hihi Vai dar ao menos pra bombardear do alto? :stuck_out_tongue: Q tal um submarino?[/offtopic]

  • Muito bem vamos ver se isso realmente funciona… soltem!

E assim o balão subiu sob os céus romanianos, iniciando um astuto e novo método de patrulha. Após um sobrevoo rápido por sobre o porto de Áquila o imediato que estava a bordo do balão viu em quais prédios estavam mais concentradas as patrulhas rebeldes. Ao retornar ao convés do navio Gesebiano o mesmo passou com detalhes a possível localização do inimigos e disse que a única forma de repeli-los seria bombardeando o porto.

  • Eu não queria que isso acontecesse, não bastasse o que já ocorreu em Dunord com os malditos rebeldes e ciganos, enfim se eles não aceitam uma rendição e não a outro remédio carregam os canhões e iniciem o bombardeio… a medida que eles recuarem deixem algumas tropas apostas para desobstruir o porto, destruindo as barricadas.

  • Grande Almirante podemos evitar um novo massacre…

  • Como meu caro, como isso pode ser possível?

  • Usando nossa munição especial senhor, aquelas balas de fumaça… ao explodirem as mesmas liberam uma fumaça que atordoa e atrapalha a visão do inimigo. Não temos muito delas mas o pouco que temos deve servir para a ocasião.

  • Excelente capitão, façamos esse teste e vejamos o que acontece.

E assim começa o bombardeio ao porto de Aquila com uma munição não letal, o efeito inicial parece ser satisfatório ao atingir alguns prédios a fumaça acaba por fazer boa parte dos rebeldes bater em retirada para fora de onde estavam aquarteladas, e em direção ao centro da cidade. Ao passo que alguns soldados inimigos fogem, tropas auxiliares compostas por marinheiros queimam os piquetes e começam a desobstrução do porto, contudo alguns rebeldes ainda seguem tentando se esconder por entre a fumaça.

O Comandante da Guarnição se dirige a principal barreira da grande rua que liga o porto a cidade, junto dos seus soldados ele começa a prepara los.

Soldados, fortalecem essas defesas, quero os nossos melhores atiradores naqueles prédios, assim que tiverem uma boa mira, atirem nos desgraçados.
Senhores, se virem aquele balão de novo, atirem, eu quero aquela coisa no chão.
Não deixem ninguém passar, o futuro de Áquila está em nossas mãos.

  • Grande Almirante existe, uma forte resistência em uma das ultimas barreiras. O Comandante das forças rebeldes segue com sua unidade dando combate a nosso exercito… e então o que faremos? ao que parece eles não vãos e render.

  • Homens mudem a munição, vamos dar a esses desgraçados o que eles querem… ofereci a chance de fugirem e não quiseram. Então não há mais o que esperar, já demonstramos muita piedade

  • Carregar, preparar… FOGO!!!

Assim começou um pesado ataque da marinha Imperial contra os prédios onde ainda existia a presença de rebeldes


[center]Imagem do Porto atingido pelo bombardeio da frota Gesebiana[/align]

  • Senhor acha que alguém sobreviveu?

  • Não sei, contudo vamos patrulhar com cuidado… fiquemos atentos! se houver sobreviventes, feridos capture-nos e tragam-nos a bordo.

[font=Century Gothic]Soldados, recuem para a cidade, vamos para a segunda linha.
Senhores, peguem o armamento e a munição que conseguirem, mortos não atiram.

Tenente avise o Comando que Forças Imperiais tomaram o Porto, creio que em pouco tempo eles desembarcaram as tropas, vamos nos posicionar no final da rua, focaremos todas as nossas forças para repelir os Imperiais mas infelizmente não poderemos tomar o porto, creio que estaremos fora do alcance da Armada quando chegarmos na Segunda Linha.[/font]

[center]Forças Romanianas se entrincheiram e tomam posições nos prédios próximos ao centro.[/align]

  • O porto é nosso! Relatório Comodoro…

  • Senhor alguns poucos conseguiram escapar para o centro da cidade, contudo seus números são poucos. Esse bombardeio infringiu a eles muitas baixas, entretanto não podemos ir direto ao centro eles possuem uma linha de defesa bem fixada. Se tivéssemos cavalaria daria para flanquea-los e obrigar a deixar seus postos, dai sim poderíamos seguir com nossa linha de frente até o porto.

  • Nossos fuzileiros ainda não chegaram? nem as tropas de nosso marquês-chanceler?

  • Não temos noticia senhor…

  • Então telegrafe a sua graça, o Contra-Almirante Barão Victtorio, exija a presença dele em Aquila com as tropas do 1° regimento e a artilharia móvel. Esta na hora de esmagarmos de uma vez por todas essas insurgentes e restituir a paz na Romania!

  • Sim senhor.

[mod=“Stephano”]Como não foi esclarecido . . defino que do 1° Batalhão de Infantaria (1000 arregimentados pelo decreto presidencial + 1000 mobilizados por Wellington) dos quais 430 ja haviam sido mortos/capturados em combates no fronte norte some-se a retirada além o bombardeio naval e eventual defesa da cidade, considero tal unidade totalmente destruída.[/mod]