[INTERATIVO] Casa da Moeda de Gesébia

[center]Casa da Moeda de Gesébia[/align]

[font=Times New Roman][size=140][justify][tab=30]A Casa da Moeda de Gesébia foi fundada no dia 04 de abril de 1891 por decreto do, então, Governo Imperial. A principal função da C.M.G. é a cunhagem e emissão do Gésebo, a moeda nacional. Além disso, a Casa da Moeda é responsável pela fiscalização da qualidade da moeda e de medidas para a prevenção de falsificações, cebendo, também, a responsabilidade pela criação das comendas nacionais e selos postais.
[tab=30]A Casa da Moeda de Gesébia fora idealizada e instituída pelo, então, Ministro da Fazenda, Ivysson Luz von Hohenzollern, e o então Chanceler, Eduardo Humberto di Medeiros-Valeyard, a C.M.G. foi considerada o marco inicial do Projeto de Diretrizes Econômicas, um projeto que fora desenvolvido e implementado pelo Governo Imperial naquele mesmo ano.

[tab=30]A ideia de uma Casa da Moeda ligada diretamente ao Governo surgiu durante a Crise Draconiana, quando a Dracônia cessou o envio de moedas e cédulas aos bancos da Gesébia Oriental. Ao perceber o quão dependente a nação estava da cunhagem do gésebo pelos draconianos, o Governo Imperial tomou a decisão de criar uma instituição cujo o principal dever seria a cunhagem e emissão da moeda nacional, extinguindo qualquer tipo de dependência de outras instituições.[/align][/size][/font]

Ivysson chega ao seu mais novo cargo com uma tarefa que ele já exercia. Ele reúne os funcionários da C.M.G. para uma reunião e para definirem as políticas a serem utilizadas por esta casa nos próximos 30 dias.

Após várias horas de reunião, Ivysson e sua equipe determinam alguns projetos, e logo em breve, oficializaram-o. A reunião é encerrada e cada um retorna para suas respectivas residências.

Pela tarde, um relatório provindo do Ministério da Fazenda é enviado até a Casa da Moeda. No relatório, estavam contidos dados acerca das disposições financeiras imperiais no presente momento e apresentava algumas previsões da quantidade de moeda que deverá ser emitida nos próximos vezes. Diretores da Casa da Moeda analisaram cuidadosamente as disposições do relatório e enviarão suas conclusões para o Ministério da Fazenda dentro dos próximos dias.

[font=Times New Roman][size=150]Após sua visita na Indústria de Automóveis Gesébia, Ivysson, juntamente com seus companheiros, chegam à Casa da Moeda, órgão Público responsável pela emissão de moeda. Antes de entrar na Casa da Moeda, ele diz a um de seus companheiros:

  • Meu amigo, peço-lhe encarecidamente que entregue este bilhete na Câmara dos Comuns. Não pude ir até lá por motivos pessoais, mas peço que leia o conteúdo do mesmo para os presentes, certo?

  • Pode deixar senhor Hohenzollern, farei isso agora!

[i]Assim que o homem sai, Ivysson e seus amigos adentram na casa da Moeda e seguem diretamente para a Sala de Reuniões, onde conversa com os diretores da mesma acerca de vários assuntos, como por exemplo, a situação econômica atual, a situação empresarial e fazem também, algumas projeções para o próximo ano, que aproxima-se rapidamente.

Um dos tópicos mais debatidos durante a conversa, sem dúvida, foi sobre a criação da Casa de Câmbio no Império, algo até então inédito. Ivysson, idealizador do projeto, disse aos presentes que:[/i]

  • A Casa de Câmbio é o inicio de uma nova era, era de modernização das finanças imperiais e estreitamento de relações econômicas e possivelmente, diplomáticas com as grandes potências do mundo.

  • Mas a Casa de Câmbio é realmente necessária sr. Hohenzollern? - rebateu um dos diretores da Casa de Câmbio.

  • Mas é claro que sim! O Império precisa desta “atualização” no aparato financeiro e mais, isso auxiliará os imigrantes que tem chegado aos montes em nossas terras.

  • Certo, mas também precisamos fiscalizar essas operações, uma vez que estaremos lidando com dinheiro de outras nações e caso seja confirmada alguma falha relacionada à fiscalização, nosso prestígio internacional pode ser afetado.

  • Sobre este ponto, já estou trabalhando em uma proposta para apresentar no Plenário do Povo, no Legislativo.

Feitas as devidas considerações, a conversa prossegue tranquilamente.

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[tab=30]Nos dias subsequentes a promulgação de determinações por parte da Casa da Moeda de Gesébia, inúmeras quantidades de artigos em Ouro e Prata chegam ao local para obterem o Selo Oficial, que atesta que tal peça não é oriunda de contrabando.
[tab=30]Durante a noite, um grupo de homens chegam ao local, pedem agilidade para que o selo seja inserido rapidamente e, em seguida, saem do local.

Enquanto inúmeras pessoas se aglutinam no centro da cidade, um grupo de 5 homens, com uniformes da Casa da Moeda, saem do local com vários malotes de ouro, prata e pape-moeda. Ao serem questionados quando estavam saindo do local por um segurança à paisana, alegaram que “estavam apenas cumprindo com as ordens que lhes foram dada”, e assim seguiram seu caminho.

A Casa da Moeda diminui o número de notas impressas por dia, em virtude que os reinos da Romania e da Dracônia não mais utilizarem-se do Gésebo como moeda e, assim, não causar uma inflação e uma desvalorização da moeda frente às demais moedas estrangeiras.

Vários gésebos continuam a ser cunhados e impressos.

Algumas notas estragadas e imprestáveis são incineradas.

A cunhagem de moedas é aumentada para que haja circulação suficiente de dinheiro mas evitando-se o aumento excessivo das mesmas.

A segurança é aumentada para o final de ano.

[size=140][font=Times New Roman][justify][tab=30]Com o pleno aquecimento da economia no Arquiducado, a Casa da Moeda ocupa-se de substituir e repor novas cédulas e moedas ao mercado, incinerando às cédulas estragadas. A pedido do Ministro da Economia, um desenho de um modelo de título da dívida pública começa a ser desenvolvida.

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[justify][tab=30]Sob ordens expressas do Ministério da Economia, a Casa da Moeda de Gesébia inicia confecção e impressão de Títulos da Dívida Pública.[/align]