[INTERATIVO] Catedral de São Jorge

[font=Palatino Linotype][center]CATEDRAL DE SÃO JORGE[/align]

[justify]A Catedral de São Jorge é a principal igreja católica da Cisalpínia e o maior local religioso de toda o Reino da Dracônia. A Catedral de São Jorge teve sua construção finalizada em 1857 após doze longos anos de árduo trabalho e dedicação de pedreiros e doações de voluntários.

A Catedral de São Jorge, a cidade de Windhelm e o Reino da Dracônia tem como seu Arcebispo, Dom Gillis I. Clark, ordenado Bispo pelo Papa Leo XIII para a posição.[/align]

[center]Pintura do Arcebispo Dom Gillis I. Clark[/align]

[justify]O Padroeiro de Windhelm e da Cisalpínia é São Jorge. A devoção pelo Santo Guerreiro foi trazida ainda pelos primeiros conquistadores da Cisalpínia, e a mesma só aumentou com a fundação da cidade e o passar do tempo.[/align]

[center]Pintura de São Jorge, o Santo Guerreiro[/align]

[justify][size=110]Breve História de São Jorge da Capadócia

[spoil]São Jorge (275 - 303) foi um soldado romano no exército do imperador Diocleciano, venerado como mártir cristão. É o patrono da Inglaterra e de Portugal.

Na hagiografia, São Jorge é um dos santos mais venerados no catolicismo (tanto na Igreja Católica Romana e na Igreja Ortodoxa como também na Comunhão Anglicana). É imortalizado na lenda em que mata o dragão. É também um dos Catorze santos auxiliares.

De acordo com a tradição, São Jorge teria nascido na antiga Capadócia, região do centro da Anatólia que, atualmente, faz parte do Império Otomano. Ainda criança, mudou-se para a Palestina com sua mãe após seu pai morrer em batalha. Sua mãe, ela própria originária da Palestina, Lida, possuía muitos bens e o educou com esmero. Ao atingir a adolescência, Jorge entrou para a carreira das armas, por ser a que mais satisfazia à sua natural índole combativa. Logo foi promovido a capitão do exército romano devido a sua dedicação e habilidade — qualidades que levaram o imperador a lhe conferir o título de conde da província da Capadócia. Aos 23 anos passou a residir na corte imperial em Nicomédia, exercendo a função de Tribuno Militar.

Em 302, Diocleciano (influenciado por Galério) publicou um édito que mandava prender todo soldado romano cristão e que todos os outros deveriam oferecer sacrifícios aos deuses romanos. Jorge foi ao encontro do imperador para objetar, e perante todos declarou-se cristão. Não querendo perder um de seus melhores tribunos, o imperador tentou dissuadi-lo oferecendo-lhe terras, dinheiro e escravos. Como Jorge mantinha-se fiel ao cristianismo, o imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar aos deuses romanos. Todavia, Jorge reafirmava sua fé, tendo seu martírio, aos poucos, ganhado notoriedade e muitos romanos, tomado as dores daquele jovem soldado, inclusive a mulher do imperador, que se converteu ao cristianismo. Finalmente, Diocleciano, não tendo êxito, mandou degolá-lo no dia 23 de abril de 303, em Nicomédia (Ásia Menor).

Os restos mortais de São Jorge foram transportados para Lida (Antiga Dióspolis), cidade em que crescera com sua mãe. Lá ele foi sepultado, e mais tarde o imperador cristão Constantino mandou erguer suntuoso oratório aberto aos fiéis, para que a devoção ao santo fosse espalhada por todo o Oriente.[/spoil][/size][/align]

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Pela noite, o Conde de Windhelm assistiu a missa celebrada pelo Arcebispo Dom Gillis I. Clark e ao final da mesma, cumprimentou-o e foi saudado por vários dos fiéis que o elogiaram pelo bom trabalho feito, antes de sua saída rumo à pousada.

Na noite da tradicional Quarta-Feira de Cinzas, o Conde de Windhelm compareceu à missa e, ao término da mesma, cumprimentou o Arcebispo Dom Gillis I. Clark e os demais sacerdotes e retornou ao Palácio Azul.

Na noite do dia 19, o Conde de Windhelm, sua esposa e seus filhos assistiram a missa. Ao seu término, os fiéis trataram de ir conhecer a Condessa de Windhelm, que, sempre doce e afável, tratou a todos com muito carinho e gentileza.

[font=Palatino Linotype][size=150][justify][tab=30]Na noite do dia 24, o Marquês e a Marquesa assistiram a Santa Missa de Natal juntos de boa parte da população da cidade.

[tab=30]Ao final da Santa Missa, na saída da Catedral, cumprimentaram alguns populares e seguiram para a Praça da Vitória.[/align][/size][/font]

Começando pelo Domingo de Ramos, em todos os dias da semana houveram missa, exceção à Sexta da Paixão, onde houve a Celebração da Paixão com adoração à Cruz. No sábado houve a Missa da Vigília Pascal e no domingo a Missa de Domingo de Páscoa. A Marquesa da Cisalpínia esteve presente na Catedral por todos os dias.