[INTERATIVO] Cerco a Piemonte

Após um dia inteiro de marcha, as forças do Norte e do Sul chegam a Piemonte, colocando a Cidade sob cerco. Ninguém sabe a quantidade exata de rebeldes na cidade, calcula-se em 1500 a 2000, mas sabe-se que muitas pessoas inocentes vivem na mesma. Portante, antes de qualquer ataque, o próprio Conde acompanha as forças Imperiais e envia um ultimato aos rebeldes, bem como um apelo à população da cidade.

As tropas Romanianas começam a chegar em retirada ao Piemonte, finalmente DiMarco e Capellari se encontram, a guerra fora rapida estes devem estar pensando, mas nenhum diz isto ao outro, sendo o unico assunto, a resistência da cidade.


[center]Encontro dos Generais[/align]

Capellari soube por DiMarco que o Generalíssimo Giancarlo D’Umberto, morrera em uma carga de cavalaria suicida em Padova, e sem poder confrontar a infantaria, tendo sido todo o grupamento atingido por um morteiro.


[center]A Retirada do 1° Batalhão de Infantaria de Guarda da Romania[/align]

As vanguardas tanto de DiMarco quanto de Capellari procederam no entrincheiramento prévio à resistência final, e tentavam organizar os agora já minguados recursos de que dispunham, embora forças valorosas já é notório que as tropas estavam muito abaladas.

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[center]Trincheiras do Piemonte[/align]

O Conde Knight sob o comando da 1ª e 3ª frota imperial chega ao litoral de Piemonte, contudo a cidade esta a algumas poucas léguas de distancia de onde os barcos aportaram. O mesmo começa a armar uma parte dos marinheiros para que esse possam intervir e combater por terra, junto da forças do chanceler e da 1ª brigada de fuzileiros comandada por usa graça o barão Lord Victor.

As informações que chegam é que existe uma resistência já montada dentro e nos arredores da cidade, contudo as forças rebeldes estão muito debilitadas em virtude das ultimas derrotas sofridas; além disso seus principais capitães e generais ou morreram ou foram capturados, fora tudo isso os números e recursos inimigos são bem escassos e reduzidos.

Após chegar com a Iª Brigada de Fuzileiros Imperiais, o Comandante Victtorio montou sua tenda de comando e ajudou a montar o acampamento da brigada e quando o sol estava prestes a trocar-se com a lua, ele mandou que um mensageiro fosse em até o Grande-Almirante para perguntá-lo se o pedido de rendição ou morte aos rebeldes piemontinos já poderia ser feito.

Logo que receberam notícias do desembarque das tropas nas praias do norte, o General Capellari, agora Marechal das Forças da Romania, ordenou que o melhor de suas tropas, isto é, os bem preparados 489 homens do 1° Batalhão de Infantaria de Guarda da Romania se posicionassem nos montes do lado nordeste do vale do Piemonte, que dão uma ótima posição defensiva para qualquer inimigo que almejasse subir o vale para atacar a cidade e deste lá oferecessem combate as forças da Armada que lá desembarcavam, e encarregou a DiMarco a missão de empurrar os Imperiais de volta ao mar.

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Forças Romanianas infringindo fortes baixas ás Forças Imperiais[/align]

Para lá também foram enviados os 36 cavalarianos do 1° Batalhão de Carabineiros Montados, tendo estes feito incursões noturnas evitando ser alvo fácil para o fogo de artilharia naval, tendo desferido sérias baixas as unidades inimigas, totalmente inexperientes no combate em terra, e sendo responsáveis por semear a desordem noturna, as forças Imperiais que desde o começo de seu desembarque tentam estabelecer uma cabeça de praia, não obtiveram sucesso em sua organização em terra, e o grosso das forças Romanianas encontra-se fora do alcance dos canhões da Armada.

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1° Batalhão de Infantaria de Guarda da Romania em Ataque Total às Forças Imperiais, após dias de escaramuças pouco decisivas[/align]

Na guarnição da cidade, nas trincheiras que a rodeiam em seu lado noroeste, visto que as montanhas do vale e a densa mata a protege nas demais posições , encontram-se os 710 Milicianos do 3° Batalhão de Infantaria, veteranos de Áquila, Padova e a retirada dos campos do norte e os 334 milicianos restantes do 4º Batalhão de Infantaria, daqueles 90 valorosos da famosa Retaguarda de Defesa restaram apenas 34, mas foram os responsáveis pelo sucesso da retirada do 4º Batalhão dos campos da fronteira com a Dracônia, estas tropas combateram os ferroviarios, e a temível Patrulha da Dracônia, e sabem como é passar dia após dia baixo fogo de artilharia mantendo suas posições.

Capellari comanda a defesa da cidade, contra os comandantes Imperiais Vittorio e DiDraconi . . . que ainda não foram vistos nas proximidades do Piemonte, embora os Romanianos já estejam consolidado suas posições. . . já DiMarco ordenara a poucas horas o seu ultimo ataque com o melhor de suas forças sobre o Conde Knight . . marinheiros inexperientes em combate no solo, e certamente mal equipados . . . certamente uma vitória . . . e é bom que seja, pois DiMarco deve voltar á cidade, antes que seja tarde de mais, pois as forças Imperiais comandadas por Vittorio e Draconi, certamente são abundantes, experientes, e muito mais difíceis de enfrentar.

Julio Cesar desperta assustado, escuta vozes, olha para o lado e vê seu cavalo caído aparentemente morto, exaustão ou talvez algum tiro, Julio não sabia e com aquelas vozes tinha receio de tomar qualquer movimento que revelasse sua posição. Julio passa sua mão pelo lado e encontra seu rifle, ao passar a mão na sua cintura percebe que ainda esta com a pistola que ganhaste de seu amigo Victor.

Julio abre levemente os olhos percebe que as vozes estão um pouco distante, olha novamente e percebe seu cavalo respirando com dificuldade, Julio percebe que estavam em um morro e as vozes vinham da parte de baixo desse morro.

Julio pega seu rifle verifica a munição, a vegetação está alta o que o esconderia e assim ele rasteja até a beirada do morro e ao olhar para baixo percebe 5 soldados Romanios parados em uma pequena estrada, com a experiencia adquirida enquanto esperava o combate em Firgen, pode reconhecer um sargento entre eles. Julio ainda se recordava da voz do Sr. Bohanno no desenrolar das batalhas em Firgen: - Deviamos ter lhe treinado com o rifle ao invés da pistola, você não está errando um mesmo a uma grande distancia.

Mas essa distancia era maior, deviam estar entre 120 a 140 metros de sua posição, Julio enquanto observava os soldados com sua luneta, teve uma ideia. “É pode funcionar” .

Julio retira um cadarço de sua bota, e fixa sua luneta em cima de seu rifle, a luneta fica meio bamba mas ele so precisaria saber onde se encontrava seu alvo. O sol estando baixo e a suas contas ajudaria a não revelar sua posição. Julio se posiciona e calmamente busca seu alvo, sabia que devia eliminar o sargento primeiro, como mencionado por Cristopher, sem orientação os soldados entram em panico.

Calmamente encontra seu alvo, respira fundo e de repente o som do disparo, com uma diferença de poucos segundos Julio vê o sargento caindo, havia lhe acertado a cabeça, ele deita de barriga para cima, manobra seu refle, reposiciona a luneta que havia saído do lugar e volta a posição de tiro, rapidamente percebe o soldado que assumiu a liderança e derruba o mesmo com um tiro no meio do peito, dessa vez ele permanece em sua posição olhando a movimentação, os 3 soldados que sobraram estão perdidos. Julio manobra o rifle e começa a derrubar um a um, não havia mais vida naquela estrada.

Julio desce até onde se encontravam os soldados, apenas corpos sem vida haviam ali, sem pensar ele retira munição e suprimentos que os mesmos carregavam. Sabia que se encontrava atras das linhas inimigas e sua barba revelaria que ele não era da região e com uma faca raspou a mesma, se alimentou da ração que os Romanios traziam e se retirou daquela posição, carregando o que podia, e deixando seu cavalo para morrer.

O Ataque noturno das forças romanianas pegou a todos de surpresa, o acampamento ainda não havia sido estabelecido e os rebeldes acabaram por afugentar as tropas imperais da praia de volta para os navios, os mesmo estavam bem estabelecidos na parte alta, entre o vale e a praia totalmente fora do alcance dos canhões da frota do grande almirante. O mesmo soube que o chanceler havia si retirado da luta com as tropas draconianas, isso seria ruim pois a posição defensiva dos rebeldes era bem consistente, e apenas uma contraofensiva feita com tropas terrestre bem treinadas poderia fazer com que os mesmos recuassem. Knight estava colocado no canto, pela primeira vez o mesmo se viu a frente de um inimigo a altura, que talvez iria por a prova todo o seu conhecimento militar.

O mesmo convocou Lord Victor, para juntos tratarem de orquestrar um contragolpe contra as tropas inimigas. O conde Piemonte tomou papel, lápis e tinta e escreveu uma carta ao Chanceler…

Logo após receber o chamado do Conde do Piemonte, o Comandante da Iª Brigada chamou 10 homens, 5 estrategistas e sua guarda pessoal e partiu a cavalo para o ponto lhe dito pelo mensageiro do Grande-Almirante.

Sabe-se que a tropa miliciana tem um caráter mais desorganizado do que as tropas regulares, mas são de grande valor, pois lutam por um ideal . . . e agora, com a recente vitoria nas praias do nordeste piemontino as forças do General Capellari, que estão entrincheiradas e literalmente embrenhadas na cidade do Piemonte, em cada casa, em cada igreja, além das próprias trincheiras que rodeiam a cidade, cada quarteirão tem barricadas feitas de móveis das residências, cavalos mortos, sacas de areia e toda sorte de material que resista ao fuzil Imperial, de maior alcance, precisão e calibre que as armas dos Romanianos, melhores no combate urbano, visto que a maior parte do armamento Romaniano era de arsenais da Gendarmeria . . uma força policial.

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Não Passarão[/align]
O fervor gerado pela vitória do General DiMarco contra os marinheiros motivara os milicianos no Piemonte, e desde a praça Dom Marco Mandela, podia-se ver onde começa a avenida Conde de Mandela, o aviso em Romaniano antigo “No Pasarán” . . . Não Passarão é o recado que os milicianos mandam aos Draconianos e Gardenhos.

O entusiasmo patriótico houve-se ao longe desde os aquartelamentos dos Romanianos, são comuns cantos de "Liberdade! Liberdade! " . . “Viva a República” e mais afrontas como

[center]" ♫ ♪ Se os Nobres da Gardenha soubessem,
o pouco que vão durar,
gritariam com todas suas forças,
Liberdade, Liberdade, Liberdade ♫ ♪ "[/align]

E também . . .

[center]" ♫ ♪ Se o Imperador e o Chanceler soubessem,
a surra que irão levar,
sairiam pela rua gritando,
Liberdade, Liberdade, Liberdade ♫ ♪ "[/align]

[center][BBvideo 560,350]http://www.youtube.com/watch?v=HCchEbswURs[/BBvideo][/align]
[center]Uma das tantas festas que os soldados romanianos fizeram para comemorar a vitória de DiMarco[/align]

Certamente, estão todos dispostos a morrer em batalha, e morrer por seu ideal perdido . . . a não ser que o governo central tenha uma proposta por demais tentadora . . .

Julio havia enroscado mato e alguns galhos amarrados com cipó em suas roupas. Rastejava por um amplo terreno pode ver adiante uma grande fogueira na retaguarda da defesa da praia de Piemonte. “Vigias” - logo pensou ele.

Julio havia acompanhado a frustrante tentativa de invasão pela praia, dos altos morros com sua luneta. E sabia que sem um porto para uma maior aproximação dos navios e com barcos espaçados trazendo pouca quantidade por vez de soldados ficaria difícil essa invasão.

A fogueira dava pouca visão mas era possível a visualização de 8 silhuetas em torno dela, Julio esperou e viu um cigarro ser aceso a alguns metros da fogueira no escuro, havia mais homens espalhados longe da fogueira sobre vigilância.

Julio se encontrava entre 90 a 100 metros, precisa provocar movimentação, viu o cigarro se movimentando a altura de uma cabeça, mirou precisamente no brilho do cigarro e o som do tiro foi seguido por um corpo sendo atingido por uma bala acima da boca e transpassando o cranio.

Rapidamente uma agitação de alerta se iniciou e para sua surpresa todos os soldados ali se movimentaram claramente olhando em direção a praia e ficando de costa para Julio que sem exitar se posicionou ajoelhado em apenas uma das pernas e começou a disparar rapidamente, atingindo uns 3 até que todos percebessem que os tiros estavam vindo de trás.

Julio volta a se deitar sobre a grama alta, em sua conta mental, 4 de nove já haviam sido mortos, mas sabia que tinha mais homens que ele não havia enxergado, aproveito a hesitação dos soldados e recarregou seu rifle.

Julio observava e viu que um grupo pegou algumas tochas e começaram a andar em sua direção haviam 3 soldados nesse grupo, e julho contou mais 5 silhuetas paradas em torno da fogueira, 8 homens ali com os 4 mortos totalizavam 12.

As tochas facilitaram a precisão de Julio, primeiro tiro e o homem do meio caiu, segundo tiro e o da esquerda caiu, o terceiro da direita, saiu em disparada. Julio esperou ele se aproximar dos outros homens e disparou mirando sua cabeça, miolos se espalharam sobre sobre os que o aguardavam, provocando panico e correria em fuga, Julio se levantou e foi perseguindo disparando e matando um a um, e logo todos caíram menos um, mas a munição de Julio havia acabado, Julio pendura seu rifle e saca sua pistola.

Enquanto se aproximava foi ficando nítido o desespero do soldado, uma figura no escuro coberta de mato galhos e cipó, não aparentava em nada um homem. Julio não o matou, pegou as munições e suprimentos e se retirou do local.

O homem permaneceu imóvel até o contato ao amanhecer com os batedores de comunicação, e rapidamente após o relato do homem, os boatos de um fantasma começaram a se espalhar rapidamente entre os soldados, causando panico as patrulhas.

[offtopic]Pessoal se as aventuras do Juiz Sniper estiver estragando o RP, avisem ai e dou um jeito de mudar o enredo do personagem :wink:[/offtopic]

O Barão de Firgen sobe a bordo do navio do grande-almirante, e lá os dois juntos de seus capitães começam a elaborar um plano para tomar a praia.

  • Meu caro compatriota a situação não é nada boa, deveríamos estabelecer uma cabeça de praia para assim seguirmos pressionando os rebeldes até a cidade; mas sem a presença de um porto fica impossível o transporte massivo de tropas. Os rebeldes estão bem posicionados, se não tivermos uma artilharia mais maleável não poderemos dar combate a eles, pois seria suicídio mandar nossos homens para a frente de batalha. Escrevi ao Chanceler para saber se ele disponibilizaria algumas tropas sob seu comando para tentar uma contraofensiva aos rebeldes, contudo penso que a resposta não chegue em no mínimo dois ou três dias

  • E então o que em sugere, Barão? tem alguma ideia… você ou algum de seus estrategistas tem algo em mente?
  • Bem, sugiro vossa Graça leve sua a maior parte da frota um pouco mais para o norte, e de lá desembarque com a maioria de seus homens e invadam Piemonte pelas colinas ao norte da cidade. Enquanto isso acontece o restante da frota volta para o ponto em que esteve a alguns dias e dá combate as forças inimigas. No momento em que as vossas forças estiverem atacando Piemonte por dois fronts, eu estarei ao sul da cidade com minha brigada para atacá-los pelas colinas lá existentes, se alguma ajuda por acaso chegar durante o ataque encontrará a entrada da cidade livre para o ataque. O que o Conde acha?

Todos acenam com a cabeça positivamente, concordando com o que foi proposto pelo Barão de Firgen

  • Muito bom! Ficamos assim no aguardo da chegada da resposta do chanceler para iniciarmos o movimento de nossas tropas. Estejam todos apostos.

O conde de Piemonte estava dentro de sua cabine olhando alguns mapas, quando um oficial pediu licença e trouxe uma carta que havia sido remetida pelo chanceler e marquês da Draconia Alexander. a mesma trazida a resposta do pedido do Grande-Almirante.

Sendo assim o grande-almirante convoca seus capitães e fica no aguardo da chegada das tropas enviadas pelo chanceler

[offtopic]Why? Segue o barco… e use os granadeiros dos Fuzileiros pra tirar os rebeldes das trincheiras… ou ofereça paz… como preferirem…[/offtopic]

Ao raiar do sol na baia de Piemonte, os navios imperiais começam a manobrar rumo ao lado norte e começam a desembarcar as tropas de marinheiros.

Junto do amanhecer tmbm as tropas enviadas pelo chanceler começam a chegar, Uma tropa com 6 mil homens já toma uma boa parte da costa Norte, logo, mais 2 mil vindos do norte tmbm chegam. Sendo assim o grande almirante agora contava com quase 10.000 soldados, para dar cabo de uma vez por todas na afronta rebelde que já havia estendido em demasia.

Este envia um capitão com um bilhete endereçado ao Barão Vicctorio, contendo algumas ordens… dessa feita o mesmo parte imediatamente rumo ao acampamento do barão de fírgen e sua brigada.

O conde de Piemonte, divide as tropas e inicia o movimento com o intuito principal de inutilizar as trincheiras inimigas, para isso ele incumbiu cerca de 3 mil soldados, entre infantaria e artilharia formada por granadeiros, fora a força reserva de marinheiros da frota Imperial; contudo os rebeldes estavam bem estabelecidos na defesa e seria difícil derrota-los sem colocar o homens lá linha de fogo inimiga. Knight nomeou um comandante para coordenar as tropas no embate na baía. Ele pegou o restante das tropas e partiu para as colinas para comandar o ataque a cidade…

Os Soldados Imperiais partem para o ataque a fim de tornar a praia, a infantaria é alvejada pelo fogo das armas do inimigo, estes procuram se esconder por trás de algumas rochas e bancos de areia. os granadeiros da artilharia, se posicionam o mais próximo possível dos trincheiras afim de iniciar um ataque que tinha como objetivo inutilizar a posição defensiva do inimigo. Contudo o fogo era muito cerrado, os rebeldes estavam bem municiados e ávidos, sedentos e confiantes após terem tomado a praia estes minavam qlqr tentativa de movimento dos soldados imperais que seguiam buscando posições seguras para fugir dos disparos.

  • Rápido temos de contra atacar, homens posicionem-se e abram fogo! mostrem o 1ue os gesebianos sabem fazer. Ajudem os garanaderios, deêm uma a eles a chance de terminar com essa batalha.

  • Sim senhor! vamos homens, abrir fogo!

Um dos capitães rebeldes fazendo uso de sua luneta e vislumbrando o cenário do campo de batalha vê ao longe alguns objetos no ar vindo em direção.

  • Mas que diabos é aquilo?

[i]Outra vez as forças gesebianas estavam fazendo uso de balões, só que dessa vez não só com o intuito de patrulhar mais sim de atacar. Os balões não estavam tripulados, mas seguiam a corrente do vento que soprava em direção das trincheiras. Dessa feita foi confeccionado três balões.

Como receio do que aquilo realmente se tratava, o capitão rebelde ordena que os balões sejam derrubados. - Vamos mirem tudo neles! coloquem a aquelas porcarias no chão ele esbravejou! As tropas inimigas tiraram a atenção do campo de batalha naquele instante. E foi com essa distração que os granadeiros partiram para o ataque, os mesmos bombardearam as trincheiras inimigas que estavam desprevenidas em virtude da manobra do exercito imperial, e com o apoio da infartaria conseguiu debandar as tropas que estavam aquarteladas na praia para um segundo ponto de defesa, este mais linear e fácil de ser combatido.

O capitão rebelde ordenou a retirada das tropas para o segundo ponto, mas antes de conseguir fugir tomou um tirou na garganta e tombou morto junto de uma boa parte de seus homens, que agora fugia desordenadamente tentando salvar suas vidas e se restabelecer com o restante das tropas rebeldes. Após algumas hora de combate a praia estava dominada e as forças gesebaianas seguiam agora para dar combate a ultima defesa romaniana antes de seguir para Piemonte[/i].

Com um numero de homens e armamentos e munições bem inferiores, os rebeldes Romanianos tentavam segurar a segunda linha de defesa que daria acesso a entrada da cidade. Contudo após a vitória obtida pela tropas imperais na praia de “Sardennia” a moral inimiga caíra bastante, já a motivação dos soldados gesebianos estava elevada aos píncaros, pois estes agora estavam certos de que obteriam vitória contra os revoltos.

E assim após estabelecer uma acampamento e atracar os navios na praia os soldados partiram para o ataque contra o inimigo, apesar de em tese ser um ataque menos elaborado do que foi a tomada da praia piemontina, as tropas teriam de passar por uma estrada estreita e cercada por uma densa mata, o que requeria uma atenção redobrada a uma possível emboscada das tropas inimigas…

[offtopic]Kd o resto da galera, vai ser só eu agora? nem o Steph, nem o Victor tão aparecendo mais por aqui.[/offtopic]

Sob comando do Contra-Almirante Medeiros, o Barão de Firgen, a Iª Brigada de Fuzileiros Imperiais havia feito o deslocamento para as colinas ao sul de Piemonte para realizar seu ataque.
Quando a luz da lua brilhou na noite anterior, a Iª Brigada já havia montado seu acampamento.
Pela tarde do dia de hoje, em sua barraca de comando, o Contra-Almirante fazia planos para a batalha que aconteceria nos próximos dias, recebera um relato.

  • Senhor! Senhor! O Grande-Almirante Knight tomou a praia de Sardennia e agora segue numa densa mata que cerca o caminho. - Disse um soldado após bater continência.

  • Maldição! Maldita floresta! Mas Knight conhece bem essas terras, foi aqui que ele cresceu, apesar de ser uma desvantagem, ele pode virar o jogo! - Respondeu Firgen com os ânimos exaltados.

Após a rápida conversa com o mensageiro, Firgen reuniu os estrategistas, e começou a discutir com eles qual seria o melhor plano a ser usado posteriormente.

As tropas do Conde Knight seguem se enveredando por entre as colinas de Piemonte, enquanto isso o restante do exercito Imperial seguem varrendo os focos de resistência até a cidade, em alguns pontos estes encontram alguma dificuldade, contudo nada que não possa ser contornado pelas forças mais bem equipadas e preparadas do exercito gesebiano.

  • Homens estamos quase chegando… estejam prontos e fiquem atentos, não queremos ser pegos de supresa em um desses estreitos corredores de mata.

[offtopic]Amanhã eu encerro a guerra e essa quest :wink:[/offtopic]