[INTERATIVO] Cidade de Caernarvon

[justify][size=150][font=Garamond Bold][tab=30]Fundada aproximadamente ao mesmo tempo que Feldwesten, Caernarvon, da mesma forma, era um ponto de parada para as patrulhas entre Myrce e Draco. Também da mesma forma que sua “gêmea” ao sul, Caernarvon passou, com o tempo, a receber imigrantes que vinham em busca de novas oportunidades, principalmente a extração de pedras preciosas como ametistas, esmeraldas e lápis-lazúli, tornando-se em pouco tempo a principal região exploradora de tais gemas no Império.

[tab=30]Embora suas montanhas circundantes sejam ricas em pedras preciosas, Caernarvon nunca teve uma população muito grande, chegando no máximo a cerca de 50.000 habitantes. No entanto, os recentes conflitos entre os povos do deserto têm, continuamente, levado à diminuição de sua população e, apesar dos constantes esforços do governo da Dracônia para fortalecer a Vila em caso de um possível ataque, chegou a contar com um pouco mais de 30.000 habitantes. Entretanto, os que permanecem são unânimes em afirmar que, no que depender deles, Caernavon permanecerá firme independente de quem ou quantos a atacarem.

[tab=30]Sendo o primeiro bairro fundado na cidade, o District Center possui, na praça principal, um busto de Terrance Campbell. Este era um oficial da Patrulha Draconiana que, ao se aposentar, passou a cuidar politicamente da cidade, garantindo alguns investimentos o que era suficiente para garantir que economia local funcionasse.

[tab=30]Nesse bairro, como outros bairros tradicionais de Highlands, não é difícil encontrar anciões que passam boa parte de seu tempo em bares e pubs do bairro. Onde diversas historias são contadas, especialmente de como os primeiros habitantes eram atraídos pela oportunidades de extração de minerais como ametistas, esmeraldas, lápis-lazúli, entres outras.[/font][/size][/align]

[justify][tab=30]Apesar dos atrasos ocasionados pelos recentes ataques dos rebeldes, a construção da muralha defensiva de Caernarvon segue inabalável. Além dos funcionários da Montanha de Ferro e do Batalhão de Engenharia da III Brigada, centenas de moradores suspenderam a extração de pedras preciosos para auxiliar na construção. Carregamentos de materiais como aço, tijolos, madeira, cimento, chegam diariamente em carroças vindas de Myrce, após chegarem à capital estadual de trem. Enquanto isso, guardas e postos de observação dos Rangers e Patrulheiros esquadrinham o horizonte, com as armas e a artilharia defensiva prontos para proteger o povo caso os rebeldes ataquem.[/align]

[justify][tab=30]Com o auxílio de centenas de moradores locais, a construção da muralha seguia de vento em popa. Exceto em caso de um enorme contratempo, seria concluída dentro do prazo tranqüilamente.[/align]

[justify][tab=30]A muralha é concluída, com um dia de atraso, apesar da ajuda de centenas de moradores. Tendo em vista a dimensão da obra, primeira do tipo executada pelos trabalhadores da Montanha de Ferro, bem como o clima, que não colaborou, o capataz Karl Wagner fica satisfeito com o tempo dispendido. Após um grande almoço de confraternização com todos que auxiliaram na obra, os trabalhadores partem de volta à sede da Construtora.[/align]

[center]Vista interna da entrada principal[/align]

[justify][size=150][font=Garamond Bold][tab=30]Após intensos trabalhos, a ampliação da Base da Patrulha é concluída pela Construtora Montanha de Ferro.

[tab=30]Contando agora com alojamentos para até dez mil soldados e estábulos para três mil cavalos, além de dois arsenais e demais prédios necessários, este é o primeiro passo da integração das Forças Militares do Reino em um Exército coeso e uniforme.[/font][/size][/align]

[font=Palatino Linotype][size=150]A estação de Caernavon, que continha cinco dos doze agentes da Agência Central de Inteligência na célula das Highlands, era a mais ativa estação das três células. Com o recente ataque rebelde na fronteira, as informações descobertas pelos agentes da C#1 (Célula N°1) era de que o foco dos espiões inimigos estava em descobrir a rotina dos soldados que patrulhavam a área e um modo de abrir os portões da muralha.
Durante à tarde, o agente Carrick perseguia de longe um homem branco, cabelos castanhos e olhos verdes de porte médio que, pelo sotaque, aparentava ser dugardenhano. O homem entrou em um pub e cinco minutos após entrou o agente Carrick junto de outros dois agentes. O homem conversava com outros dois de afeição suneriana.
Após cerca de trinta minutos, o homem saiu do pub e foi seguido de perto pelo agente Carrick, enquanto os outros dois outros agentes permaneceram no pub.
O homem adentrou uma viela e logo após entrou o agente. O homem, ao ver que estava realmente a ser seguido, não hesitou e brandiu sua faca e fez primeiro ataque contra o agente Carrick, que esquivou-se do primeiro ataque e desarmou o agressor, que começou uma luta com os punhos. O homem desferiu um gancho contra o rosto do agente, que revidou com dois socos secos e um direto de direita que nocauteou o homem, que foi levado pelos agentes para sua estação.

  • Acorde! Acorde! - Dizia o agente Müller enquanto jogava água no rosto do homem.
  • Quem são vós todos? O que querem comigo? - Dizia o homem enquanto tentava simular um susto.
  • Sou eu quem faço as perguntas por aqui. - O agente então socou o rosto do homem e continuou. - Todos sabemos que estás a fingir, e muito mal. Quem és tu?
  • Pensam que vou dizer-lhes facilmen… - O homem então foi socado novamente pelo agente.
  • Eu tenho o dia todo para fazer isso. Já tu, bem, eu não posso dizer o mesmo. Aqueles homens com quem falastes podem não gostar de seu atraso…
  • Não adianta, eu não irei fa… - O homem foi socado mais uma vez e foi nocauteado. Logo após foi acordado com água pelos agentes.
  • Carrick, faça-me um favor traga para mim a pasta de ferramentas. - Dizia o agente Müller enquanto colocava luvas de couro nas mãos.

O agente Carrick logo trouxe a pasta pedida e a abriu em uma pequena mesa.

  • Aqui está, Müller. Do que precisas?
  • Do alicate. Pegue o alicate. Vamos ver se umas unhas de nosso amigo são resistentes.

Ao ver o alicate na mão do agente Carrick, o homem empalideceu.

  • Certo! Eu falo! Eu falo!
  • Então comece de uma vez, princesa.
  • Meu nome é Louis du Casse. Sou de Saint-Depoux na Dugardenha.
  • Não nos interessa de onde vem, queremos saber o que faz por aqui.
  • Eu os ajudo com informações sobre a Dracônia e com alguns contatos sobre armas. Somente isso!
  • Somente isso? Estes malditos guerreiam contra nós e matam os nossos e ainda dizes “somente isso”?

O agente então socou o contrabandista dugardenhano mais uma vez e deixou-lhe desacordado.

  • Prendam-o naquela cela e informem ao agente especial Kennedy em Myrce sobre isso.[/size][/font]

Apos uma longa viagem apé , Alexandre faz uns discursos na cidade propagando os ideais socialistas

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[tab=30]Um mercador romaniano visita alguns pequenos comerciantes e busca firmar acordos para o fornecimento de vinho.

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[tab=30]Enquanto é recepcionado por alguns clientes, o mercador de vinho inicia conversas sobre a aproximação política entre as duas nações e, principalmente, o estreitamento de laços entre Higlands e Romania no âmbito político e econômico.

O pequeno clero protestante realiza passeata pelas ruas mostrando a importância da fidelidade ao governo estadual