[INTERATIVO] Cidade de Feldwesten [DESTRUÍDA]

[justify][size=150][font=Garamond Bold][tab=30]Fundada por volta de 1870 como um ponto de parada das patrulhas que faziam o percurso Mediolano-Draco, Feldwesten acabou por atrair imigrantes devido às riquezas encontradas em suas montanhas, principalmente prata e diamantes. Com o tempo, novos empreendimentos acabaram surgindo, e a atividade principal acabou por ser a extração de pedras de granito utilizadas na construção de cidades como Draco (hoje Firgen) e Porto Cisalpe (hoje Windhelm).

[tab=30]A presença constante da Patrulha Draconiana sempre foi um alento para a população, que raramente ultrapassava 20 mil pessoas, de forma que sempre se sentiram seguros contra qualquer possível ataque do deserto. No entanto, os últimos acontecimentos acerca dos rebeldes do deserto têm trazido preocupação para todos, de forma que, logo após os primeiros ataques, sua população diminuiu para menos de 10 mil habitantes, chegando a níveis de quase 15 anos atrás. Porém, os reforços trazidos pela criação de uma Base da Patrulha e dos Rangers na vila têm tranqüilizado a população.

[tab=30]Apesar da ameaça constante, um fato curioso tem ocorrido: ondas de imigrantes têm chegado quase diariamente à vila, que hoje ultrapassa 130 mil habitantes e foi elevada à condição de Cidade pelo governo draconiano. Boa parte dos novos moradores são draconianos de nascimento que moravam em outras regiões do Império e, com a simples sugestão do governo imperial de evacuar a vila, decidiram retornar e fixar residência na cidade. Quando perguntados o por que dessa decisão, tanto jovens quando idosos respondem o mesmo: “Um verdadeiro draconiano nunca cederá sua terra a um inimigo enquanto viver”. Como que fazendo eco a este espírito, os militares presentes têm treinado, na medida do possível, boa parte da população para enfrentarem o inimigo, se preciso for.[/font][/size][/align]

[justify][tab=30]A noite começava a cair quando os Fuzileiros chegaram à cidade, juntamente com as carroças que traziam os corpos dos mortos na emboscada. Com um comunicado já enviado à Sede da Patrulha em Firgen, aguardariam a outra patrulha retornar para fazerem o translado dos corpos até a capital draconiana. Enquanto isso, os armamentos defensivos recém-chegados à cidade eram, mais uma vez, verificados, bem como os postos de observação reforçados.[/align]

[justify][size=150][font=Garamond Bold][tab=30]Após intensos trabalhos, a ampliação da Base da Patrulha é concluída pela Construtora Montanha de Ferro.

[tab=30]Contando agora com alojamentos para até dez mil soldados e estábulos para três mil cavalos, além de dois arsenais e demais prédios necessários, este é o primeiro passo da integração das Forças Militares do Reino em um Exército coeso e uniforme.[/font][/size][/align]

Na manhã do dia 8, o Agente Especial Medeiros da ACI chegou a Feldwesten em um grupo de 3 agentes. A C#2 (Célula N°2) havia sido aumentada pelo Diretor-Geral da ACI Samuel William Sheehy, devido a alta movimentação inimiga na área. Edward Medeiros, agente especial da ACI e irmão do Conde de Windhelm, havia sido designado como encarregado da célula e teria o agente especial Giovanni Galante como seu imediato.

[justify][tab=30]O Curso Intensivo para Oficiais seguia. Dos 500 formando selecionados, metade já havia sido dispensado. Os restantes, aproximando-se do final do curso, continuavam seus estudos em História e Estratégia da Guerra, bem como conheciam os diversos grupamentos do Exército, aos quais, os que fossem aprovados, seriam destacados para comandar.[/align]

[justify][size=150][font=Garamond Bold][tab=30]Após passarem o último mês nas gélidas montanhas da Dracônia, realizando testes físicos, de sobrevivência e de comando, os aspirantes a Oficiais finalmente retornavam para Feldwesten. Entre eles, um jovem com chamativos olhos amendoados.




[tab=30]Embora cansados do longo teste, o último para os que foram aprovados nos testes escritos, todos estavam satisfeitos, acreditando terem mostrado sua capacidade em campo, mesmo tendo que passar as festividades de fim de ano longe da civilização. Afinal, eles sabem uma guerra pode obrigá-los a ficar muito tempo longe de seus amigos e familiares.

[tab=30]Logo, os resultados serão conhecidos, e os aprovados designados à suas novas posições de oficialiato, de acordo com seu desempenho nos últimos meses.[/font][/size][/align]

[justify][tab=30]Em diversos pontos da cidade, equipes da Montanha de Ferro iniciam as obras de construção da Escola de Ensino Básico, do Posto de Saúde e do Sistema de Saneamento.[/align]

[tab=30]Ao cair da noite do dia 20, os soldados rebeldes avistam a cidade draconiana ao longe e esperam para agirem de noite.

[tab=30]Durante os últimos dias os soldados rebeldes observaram a pequena cidade sem serem notados. Durante a noite nublada de domingo cinco destacamentos de seis soldados se aproximam sorrateiramente da cidade até adentrarem a mesma.

[tab=30]Alguns vigias são abatidos especialmente os que cuidavam do portão. Contudo, enquanto sinalizavam para o restante das tropas e abriam o portão, outros vigias draconianos veem corpos no chão e apitam para que todos na cidade ficassem cientes da ameaça.

Dado o alarme, todos os policiais saem às ruas, em trios, em busca de qualquer atitude suspeita.

As tropas avançadas armavam uma defesa em torno do portão, para assim dar tempo da tropa rebelde chegar à cidade.

Vendo a movimentação no portão, o alarme geral é dado. Além dos policiais, diversos cidadãos, sabendo do ocorrido, pegam suas armas e seguem auxiliar na defesa da cidade

Enquanto a população junto à guarnição da cidade organizam-se para defenderem-se, o exército rebelde aproxima-se rapidamente em seus cavalos e camelos.

Alguns rebeldes são vistos por populares, e inicia-se um tiroteio. Os disparos atraem a atenção da polícia.

Os rebeldes atiram mais para segurar os defensores do que para realmente acertarem.

O treinamento semanal obrigatório com armas manteve os populares com ótima mira, de forma que não é tão difícil atingir os rebeldes. Logo boa parte dos policiais e mais populares se juntam ao combate.

Os rebeldes continuam a se defender e manter os populares e policiais longe do portão. Eventualmente acertam um ou outro mas sem a intenção de matar mas sim de ferir e tirar mais gente do combate.

Após tantos tiros, as ruas que seguem até o portão ja estão cercadas. Nas laterais do muro, alguns policiais sobem pelos acessos secundários, para pegar os eebeldes pelo alto

Os policiais que sobem pelos acessos laterais observam que a menos de duzentos metros cerca de 5000 cavaleiros se aproximam da cidade. No portão apenas 6 homens ainda resistem.

Os policiais que subiram no muro rapidamente dão o alerta que que mais inimigos se aproximam, enquanto começam a disparar contra os invasores. Nas ruas, barricadas são colocadas, conforme possivel.